Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

230339 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

Texto I

Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

No primeiro parágrafo do texto,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230328 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

Texto I

Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

Quanto à sua organização, o texto caracteriza-se como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230323 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

enunciado 230323-1

Texto II

enunciado 230323-2

Disponível em: . Acesso em: 22 abr. 2016 (Adaptado)

O texto verbal dos dois últimos quadrinhos traduz
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230317 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

Texto I

Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

Compõe o texto a seguinte ideia:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230316 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

Texto I

Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

Quanto ao significado, a expressão “círculo virtuoso”, em destaque no terceiro parágrafo, opõe-se a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230311 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

enunciado 230311-1

Texto II

enunciado 230311-2

Disponível em: . Acesso em: 22 abr. 2016 (Adaptado)

Com relação ao conteúdo, o texto I e o texto II são
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230305 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

Texto I

Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

Uma expressão que confere ao texto um tom de informalidade é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230300 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Texto II enunciado 230300-1

Os balões presentes no texto indicam que a personagem está
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230296 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

Texto I

Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

A ideia principal do texto é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230295 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

Texto I

Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

Leia a frase “As competências comportamentais, ou ‘soft skills’, são tão ou mais desejadas que as técnicas”. Nesta frase, entre “competências comportamentais” e “técnicas” há um processo de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas