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Foram encontradas 60 questões.

230282 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

Texto I

Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

Quanto à coesão entre o primeiro e o segundo parágrafo, o emprego da expressão “De qualquer maneira” justifica-se porque
 

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230276 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

Texto I

Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

A palavra “Muitos”, presente no quinto parágrafo, refere-se a
 

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230273 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
Texto II enunciado 230273-1


No texto II, a linguagem verbal
 

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230272 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

Texto I

Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

Na construção da frase “É preciso investir para colher” identifica-se:
 

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230267 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

Texto I

Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

No quarto parágrafo, a expressão “no sentido de” equivale a
 

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230254 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

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Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

A afirmação “O que eu vejo”, no quinto parágrafo,
 

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230247 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Leia o texto para responder à questão.

Texto I

Educar para colher

Adriana Gomes

Responsabilidade, autoconfiança, habilidades no relacionamento interpessoal, boa comunicação, versatilidade, espírito de equipe, realização de trabalhos com qualidade, automotivação e autogestão são atributos dos bons profissionais e características altamente desejáveis no mercado de trabalho. Entretanto, encontrar todas essas competências em uma só pessoa está cada vez mais difícil.

De qualquer maneira, fica a dica para quem deseja ter sua empregabilidade aumentada em tempos de crise. A mensagem serve também para empresas e instituições de ensino que estejam interessadas em desenvolver seus potenciais (colaboradores e alunos). As competências comportamentais, ou "soft skills", são tão ou mais desejadas que as técnicas. O problema é que elas não são tão fáceis de serem desenvolvidas.

Um trabalho em conjunto entre aqueles que querem aprender e aqueles que podem ensinar só resultaria num círculo virtuoso. Escolas, universidades e a experiência profissional em uma organização favorecem o processo de socialização e a aprendizagem.

Imagine a responsabilidade e a oportunidade que essas instituições, seus gestores e líderes têm nas

mãos de fazer um excelente trabalho, no sentido de informar sobre as melhores práticas, motivar, influenciar e desenvolver o espírito do que é ser um excelente profissional.

O que eu vejo, entretanto, é que falta a muitas empresas e instituições de ensino essa visão de

propósito, de fazer o melhor. Muitos se perdem no caminho, realizando a sua atividade de maneira estanque: aos olhos do aprendiz, as ações parecem sem sentido e desconectadas. As pessoas atuam como reprodutores, sem sentido e sem emoção.

Educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento: implica estimular o raciocínio, ajudar a

aprimorar o senso crítico e as faculdades intelectuais e morais. Quem educa deve oferecer o necessário para que a outra pessoa consiga desenvolver plenamente a sua personalidade.

Agindo como educadores, empresa e escolas poderão contribuir imensamente para o aprimoramento

das competências comportamentais tão desejadas. Essa é uma visão de longo prazo. É preciso investir para poder colher.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2014/12/1558384 educar-para-colher.shtml>- . Acesso em: 15 abr. 2016.

No contexto do segundo parágrafo, a palavra “empregabilidade” significa
 

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230244 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

enunciado 230244-1

Texto II

enunciado 230244-2

Disponível em: . Acesso em: 22 abr. 2016 (Adaptado)

Quanto à construção e organização, no texto II há
 

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230243 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO

Texto II

enunciado 230243-1

O texto organiza-se na forma de uma

 

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230241 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
A Receita Federal geralmente programa sete lotes de restituição do Imposto de Renda sobre Pessoa Física, normalmente, entre junho e dezembro. Sabe-se que existe um critério de prioridade no recebimento, quando há valores a serem restituídos. Esse grupo prioritário é formado por pessoas que:
 

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