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O manejo do refluxo vesicoureteral (RVU) continua evoluindo, com médicos muitas vezes se confrontando com informações contraditórias sobre os resultados de terapias médicas, cirúrgicas e endoscópicas, e a eficácia de profilaxia antibiótica contínua (PAC). Além disso, o papel do rastreamento foi considerado importante na detecção de uma população de risco e permitiu um tratamento a tempo de se evitar uma evolução desfavorável associada ao refluxo. No manejo dos pacientes portadores de RVU recomenda-se
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O estudo urodinâmico (EUD) é o estudo dinâmico do transporte, armazenamento e evacuação da urina, composto por um número de testes que podem ser usados para obter-se informação funcional sobre o armazenamento e esvaziamento da urina. Entretanto, ele é apenas uma parte da avaliação completa dos sintomas do trato urinário inferior. Na execução do EUD
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Incontinência urinária de esforço (IUE) é o sintoma da perda urinária decorrente de esforço, que pode ser causada por atividades como espirrar, tossir, exercitar-se, levantar-se ou mudar de posição. Apesar da utilidade da função uretral ainda ser controversa, alguns médicos optam pela pressão de perda enquanto outros usam a pressão de fechamento uretral. Neste sentido, para o tratamento da IUE na mulher
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A litíase urinária é uma doença comum, em algum momento da vida, e há evidências de que o número daqueles que já tiveram um cálculo urinário esteja aumentando. Ao contrário da apendicite e outras afecções cirúrgicas, o tratamento cirúrgico da litíase não é o ponto final da doença, uma vez que as pedras são susceptíveis de recorrência, com pelo menos 50% dos indivíduos apresentando outra pedra após dez anos da primeira ocorrência. Para aqueles que vivenciaram uma pedra, ou sofreram uma intervenção cirúrgica para o tratamento da litíase, há uma forte motivação para evitar um novo episódio. Assim, para o tratamento dos pacientes portadores de litíase, os clínicos devem oferecer
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A recorrência do câncer de próstata (CP) pós-tratamento curativo é uma preocupação no seguimento dos pacientes tratados. Terapias complementares, entre eles a radioterapia adjuvante e de resgate, são usadas frequentemente após a prostatectomia radical na tentativa de prevenir e/ou combater essa recorrência. Nesse caso, os pacientes que se submeteram a prostatectomia radical como tratamento curativo para o CP devem ser informados que
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A estratificação de risco para câncer de próstata deve incluir todos os dados disponíveis pertinentes, os quais para a maioria dos pacientes incluirão PSA, estágio clínico, grupo de grau presente na biópsia, número de fragmentos envolvidos, envolvimento máximo em cada fragmento, densidade do PSA e imagem radiológica. Segue-se abaixo a estratificação de risco para câncer de próstata localizado de acordo com as orientações do Guideline da American Urological Association.
- Muito baixo risco: PSA < 10 ng/mL E Grupo de Grau 1 E estágio clínico T1-T2a E < 34 % de fragmentos de biópsia positivos E nenhum fragmento com > 50% envolvido, e densidade de PSA < 0,15 ng/mL/cc.
- Baixo risco: PSA < 10 ng/mL E Grupo de Grau 1 E estágio clínico T1-T2a.
- Risco intermediário PSA 10-< 20 mL ou Grupos 2-3 ou estágio T2b-c • Favorável: Grupo de Grau 1 (com PSA 10- 20) ou Grupo de Grau 2 (com PSA < 10).
- Desfavorável: Grupo de Grau 2 (com PSA 10-20 ou estágio clínico T2b-c) ou Grupo de Grau 3 (com PSA < 20).
- Alto risco PSA ≥20ng/mL ou Grupo de Grau 4-5 ou estágio clínico ≥T3 (Estágio clínico T3 é considerado localmente avançado e, portanto, fora do escopo desse consenso).
Usando os critérios de estratificação enumerados com referência, recomenda-se que, na condução do câncer de próstata,
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Ejaculação precoce (EP) é um dos mais comuns transtornos sexuais masculinos, entretanto não se tem uma definição universalmente aceita para esse transtorno. O Guideline da American Urological Association (2017) definiu EP da seguinte forma: ejaculação que ocorre antes do desejado, antes ou um pouco depois da penetração. Apesar da exata etiologia da EP não ser conhecida, o tratamento passa por uma abordagem psicológica, comportamental e farmacológica, destacando-se neste último caso o uso de inibidores da recaptação de serotonina (IRSs). Na condução dos portadores de EP com IRSs seletivos ou não seletivos
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As opções de tratamento disponíveis e os conhecidos benefícios e riscos/complicações associados a cada modalidade de terapia devem ser esclarecidas aos pacientes com doença de Peyronie (DP). Para o tratamento de DP recomenda-se:
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Os médicos devem desenvolver um processo diagnóstico que documente os sinais e sintomas que caracterizam a bexiga hiperativa (BH) e que excluam outras condições que possam mimetizar as queixas apresentadas. Nesse processo, os requisitos mínimos são uma história clínica detalhada, o exame físico e o exame de urina. Em alguns indivíduos, procedimentos complementares podem ser necessários. No tratamento de pacientes com BH
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Estenose de uretra é uma fibrose crônica com estreitamento do lúmen uretral causada por lesão aguda, condições inflamatórias e intervenções iatrogênicas, incluindo instrumentação uretral ou cirurgia e tratamento do câncer de próstata. Os sintomas da estenose de uretra não são específicos e podem se sobrepor com outras condições comuns, como os sintomas do trato urinário inferior (LUTS) e as infecções do trato urinário (ITU), confundindo o diagnóstico adequado. Neste sentido, para o tratamento de estenose de uretra recomenda-se que
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