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A solução positiva da equação de segundo grau 5x2 + 47x - 93 = ( 2x - 1 ) ( 2x + 3 ) é
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Uma família decide montar uma horta no quintal de sua casa
e, para isso, deve construir 8 canteiros retangulares idênticos
com 80 centímetros de largura, 190 centímetros de comprimento
e 20 centímetros de profundidade. Sabendo que 1 metro
cúbico de terra pesa 1,2 quilogramas, qual será o peso da
terra utilizada para preencher todos os canteiros?
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Texto 3

Disponível em:
<https://poro.redezero.org/arquivos/2011/09/8_cartaz_cartazes-
poro.pdf>. Acesso em: 14 mar. 2023.
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Texto 3

Disponível em:
<https://poro.redezero.org/arquivos/2011/09/8_cartaz_cartazes-
poro.pdf>. Acesso em: 14 mar. 2023.
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Texto 2
Solidários na porta
Luís Fernando Veríssimo
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do
volante de um carro o homem se comporta como se
ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o
seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o
último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação,
apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez
de morder.
O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo
é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva,
cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal
tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos
tentando não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma
exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no
jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado
emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora,
você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
Mas você pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém
da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está
sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta
se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina
uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o
primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de
honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e
você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso
em: 29 mar. 2023.
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Solidários na porta
Luís Fernando Veríssimo
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do
volante de um carro o homem se comporta como se
ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o
seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o
último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação,
apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez
de morder.
O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo
é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva,
cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal
tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos
tentando não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma
exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no
jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado
emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora,
você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
Mas você pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém
da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está
sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta
se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina
uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o
primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de
honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e
você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso
em: 29 mar. 2023.
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Solidários na porta
Luís Fernando Veríssimo
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do
volante de um carro o homem se comporta como se
ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o
seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o
último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação,
apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez
de morder.
O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo
é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva,
cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal
tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos
tentando não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma
exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no
jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado
emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora,
você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
Mas você pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém
da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está
sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta
se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina
uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o
primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de
honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e
você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso
em: 29 mar. 2023.
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Solidários na porta
Luís Fernando Veríssimo
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do
volante de um carro o homem se comporta como se
ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o
seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o
último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação,
apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez
de morder.
O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo
é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva,
cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal
tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos
tentando não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma
exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no
jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado
emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora,
você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
Mas você pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém
da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está
sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta
se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina
uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o
primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de
honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e
você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso
em: 29 mar. 2023.
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Solidários na porta
Luís Fernando Veríssimo
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do
volante de um carro o homem se comporta como se
ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o
seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o
último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação,
apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez
de morder.
O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo
é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva,
cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal
tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos
tentando não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma
exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no
jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado
emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora,
você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
Mas você pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém
da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está
sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta
se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina
uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o
primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de
honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e
você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso
em: 29 mar. 2023.
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Texto 1
Brasileiros terão idade máxima para dirigir?
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não possui
uma cláusula específica que estipula uma idade limite
para conduzir veículos. Isso gera dúvida sobre quando é
seguro manter ou solicitar a Carteira Nacional de
Habilitação (CNH). Entretanto, após os 50 anos, a
renovação da CNH deve ocorrer com mais frequência,
conforme estabelecido por lei.
Assim, é importante que familiares e amigos de
pessoas acima dessa idade fiquem atentos a sinais que
possam indicar dificuldades na condução de
veículos. Caso a pessoa apresente problemas de
concentração ou dificuldades de audição e visão, é
fundamental ser submetida a uma avaliação médica.
Além disso, em 2021, mudanças importantes foram
implementadas no CTB em todo o país, afetando
principalmente o período de validade da carteira de
motorista. A renovação da CNH envolve exames médicos
de aptidão física e mental, incluindo avaliações
psicológicas preliminares e complementares.
Portanto, embora não exista uma idade máxima
para dirigir, os motoristas com mais de 50 anos precisam
estar cientes das mudanças recentes no CTB e realizar as
avaliações médicas obrigatórias dentro dos prazos
estipulados, a fim de garantir a segurança no trânsito.
FIGUEIREDO, Gabriela. Brasileiros terão idade máxima para dirigir? Saiba
quais são as novas regras da CNH. Disponível em:
<https://pronatec.pro.br/idade-maxima-para-dirigir-novas-regras-cnh/>.
Acesso em: 13 mar. 2023. [Adaptado].
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