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Foram encontradas 340 questões.

2790194 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiatuba-GO
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    A solução positiva da equação de segundo grau 5x2 + 47x - 93 = ( 2x - 1 ) ( 2x + 3 ) é
     

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    2790193 Ano: 2023
    Disciplina: Matemática
    Banca: UFG
    Orgão: Pref. Goiatuba-GO
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      Uma família decide montar uma horta no quintal de sua casa e, para isso, deve construir 8 canteiros retangulares idênticos com 80 centímetros de largura, 190 centímetros de comprimento e 20 centímetros de profundidade. Sabendo que 1 metro cúbico de terra pesa 1,2 quilogramas, qual será o peso da terra utilizada para preencher todos os canteiros?
       

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      2790192 Ano: 2023
      Disciplina: Português
      Banca: UFG
      Orgão: Pref. Goiatuba-GO
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        Texto 3
        Enunciado 3462252-1
        Disponível em:
        <https://poro.redezero.org/arquivos/2011/09/8_cartaz_cartazes-
        poro.pdf>. Acesso em: 14 mar. 2023.
        A mensagem apresentada no cartaz tem a finalidade de
         

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        2790191 Ano: 2023
        Disciplina: Português
        Banca: UFG
        Orgão: Pref. Goiatuba-GO
        Provas:
          Texto 3
          Enunciado 3462251-1
          Disponível em:
          <https://poro.redezero.org/arquivos/2011/09/8_cartaz_cartazes-
          poro.pdf>. Acesso em: 14 mar. 2023.
          No cartaz, o uso da linguagem verbal e não verbal sugere ao leitor que ele
           

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          2790190 Ano: 2023
          Disciplina: Português
          Banca: UFG
          Orgão: Pref. Goiatuba-GO
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            Texto 2
            Solidários na porta
            Luís Fernando Veríssimo
            Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
            O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
            Mas você pode ter uma surpresa.
            — Porta aberta!
            — O quê?
            Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
            Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
            Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso
            em: 29 mar. 2023.
            Na frase “- Porta aberta!”, o sinal de pontuação (!) foi usado para
             

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            2790189 Ano: 2023
            Disciplina: Português
            Banca: UFG
            Orgão: Pref. Goiatuba-GO
            Provas:
              Texto 2
              Solidários na porta
              Luís Fernando Veríssimo
              Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
              O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
              Mas você pode ter uma surpresa.
              — Porta aberta!
              — O quê?
              Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
              Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
              Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso
              em: 29 mar. 2023.
              No texto, a palavra “você” é usada como
               

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              2790188 Ano: 2023
              Disciplina: Português
              Banca: UFG
              Orgão: Pref. Goiatuba-GO
              Provas:
                Texto 2
                Solidários na porta
                Luís Fernando Veríssimo
                Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
                O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
                Mas você pode ter uma surpresa.
                — Porta aberta!
                — O quê?
                Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
                Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
                Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso
                em: 29 mar. 2023.
                Na expressão “buzinando freneticamente”, o antônimo da palavra destacada é
                 

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                2790187 Ano: 2023
                Disciplina: Português
                Banca: UFG
                Orgão: Pref. Goiatuba-GO
                Provas:
                  Texto 2
                  Solidários na porta
                  Luís Fernando Veríssimo
                  Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
                  O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
                  Mas você pode ter uma surpresa.
                  — Porta aberta!
                  — O quê?
                  Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
                  Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
                  Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso
                  em: 29 mar. 2023.
                  Segundo o texto, embora o ser humano se diferencie de outros animais devido a alguns gestos solidários, a irracionalidade ainda prevalece quando está no trânsito. O trecho que permite essa interpretação é:
                   

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                  2790186 Ano: 2023
                  Disciplina: Português
                  Banca: UFG
                  Orgão: Pref. Goiatuba-GO
                  Provas:
                    Texto 2
                    Solidários na porta
                    Luís Fernando Veríssimo
                    Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
                    O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
                    Mas você pode ter uma surpresa.
                    — Porta aberta!
                    — O quê?
                    Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
                    Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
                    Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso
                    em: 29 mar. 2023.
                    Inicialmente, o texto descreve os humanos, no trânsito, como seres
                     

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                    Questão presente nas seguintes provas
                    2790185 Ano: 2023
                    Disciplina: Português
                    Banca: UFG
                    Orgão: Pref. Goiatuba-GO
                    Provas:

                      Texto 1

                      Brasileiros terão idade máxima para dirigir?

                      O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não possui uma cláusula específica que estipula uma idade limite para conduzir veículos. Isso gera dúvida sobre quando é seguro manter ou solicitar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Entretanto, após os 50 anos, a renovação da CNH deve ocorrer com mais frequência, conforme estabelecido por lei.
                      Assim, é importante que familiares e amigos de pessoas acima dessa idade fiquem atentos a sinais que possam indicar dificuldades na condução de veículos. Caso a pessoa apresente problemas de concentração ou dificuldades de audição e visão, é fundamental ser submetida a uma avaliação médica.
                      Além disso, em 2021, mudanças importantes foram implementadas no CTB em todo o país, afetando principalmente o período de validade da carteira de motorista. A renovação da CNH envolve exames médicos de aptidão física e mental, incluindo avaliações psicológicas preliminares e complementares.
                      Portanto, embora não exista uma idade máxima para dirigir, os motoristas com mais de 50 anos precisam estar cientes das mudanças recentes no CTB e realizar as avaliações médicas obrigatórias dentro dos prazos estipulados, a fim de garantir a segurança no trânsito.
                      FIGUEIREDO, Gabriela. Brasileiros terão idade máxima para dirigir? Saiba
                      quais são as novas regras da CNH. Disponível em:
                      <https://pronatec.pro.br/idade-maxima-para-dirigir-novas-regras-cnh/>.
                      Acesso em: 13 mar. 2023. [Adaptado].
                      No último parágrafo, a conjunção “Portanto” possui o sentido de
                       

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