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Foram encontradas 40 questões.

Assinale a alternativa INCORRETA:
 

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1395811 Ano: 2009
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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A instrumentalidade do Serviço Social, para Yolanda Guerra (2000), remete a sua condição de instrumento de controle, que serve à manutenção da produção material e reprodução ideológica da força de trabalho, tendo em vista a sua função de:
 

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Os termos em destaque, nos fragmentos retirados da Revista Você S/A, p. 45 – 55, correspondem aos referentes entre parênteses, EXCETO:
 

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O Estatuto dos servidores prevê uma série de vantagens pecuniárias, dentre as quais NÃO se insere a gratificação:
 

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1389443 Ano: 2009
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Ana Elizabete Mota (2000) afirma que o núcleo básico do movimento da seguridade no Brasil, em tempos de crise, é a assistencialização da seguridade social brasileira, que ocorre em sincronia com o movimento de:
 

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1388392 Ano: 2009
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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A instrumentalidade do Serviço Social é o espaço para se pensar nos valores subjacentes às ações, no nível e na direção das respostas que são dadas e pelas quais a profissão é reconhecida ou questionada socialmente. Assim, a instrumentalidade é vista como:
 

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Quanto ao estágio probatório, pode se dizer que:
I. São condições para alcançar a estabilidade no cargo de provimento efetivo: o transcurso de três anos de efetivo exercício e o atendimento aos requisitos apurados em avaliação especial de desempenho.
II. O funcionário em estágio probatório não pode ser exonerado nem demitido sem inquérito ou sem as formalidades legais de aferição de sua capacidade.
III. Será demitido o servidor em fase de estágio probatório que não for considerado apto, quando comprovado que não tenha condições referentes à capacidade e eficiência na execução de suas atribuições.
Analisando as afirmativas acima, verifica-se que estão CORRETAS:
 

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Você se considera um empreendedor?
Ricardo Melo*
Muitas pessoas, ao ouvirem essa pergunta, respondem imediatamente que não, pois não são empresários ou comerciantes. Fato curioso essa associação imediata da idéia empreendedora a essas opções profissionais e o esquecimento de como a competência empreendedora está intimamente ligada a muitas outras escolhas e posturas.
O verbo empreender vem do latim emprehendo ou impraehendo e quer dizer – a habilidade de executar uma tarefa. Com o tempo passou a ser sinônimo de ousadia, coragem e visão de futuro. Seja como for, é importante você parar para pensar em como é possível viver essa postura empreendedora.
Quando ouvimos falar de um estudante que vem do interior para a capital, ou de um jovem casal que assume o matrimônio, mesmo sem tantas facilidades materiais, estamos falando de atitudes empreendedoras em relação a vida.
Essa essência é a mesma que leva pessoas arrojadas a abrirem negócios, a se arriscarem em inúmeras situações em que haja ou não ganho material, mas que proporcione um senso de realização. Sendo assim, creio que todo ser humano é um pouco empreendedor, embora poucas pessoas tenham essa consciência e se esforcem por desenvolver essa habilidade.
E em momentos históricos como o nosso, em que se costuma falar de crise, nada melhor que alimentar nossa energia empreendedora e dela tirar substrato para construir uma mentalidade empreendedora. Pensar como um empreendedor é sempre procurar novos caminhos ou novas e melhores formas de caminhar.
É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam. É dar-se o direito de sonhar e agir para concretizar o sonho. E, acima de tudo, aliar persistência ao bom senso de se divertir enquanto vai em busca do que tanto deseja.
Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade é apenas mais uma postura mental a ser cultivada, que propiciará a seu portador grandes possibilidades de construir a sua própria história .
Você se considera um empreendedor? Ou, talvez, melhor: o que você pode fazer, a partir de agora para ser uma pessoa com pensamentos e atitudes mais empreendedoras?
(*Ricardo Melo é escritor, consultor e palestrante e especialista em coaching.)
O quinto parágrafo do texto tem como objetivo:
 

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Você se considera um empreendedor?
Ricardo Melo*
Muitas pessoas, ao ouvirem essa pergunta, respondem imediatamente que não, pois não são empresários ou comerciantes. Fato curioso essa associação imediata da idéia empreendedora a essas opções profissionais e o esquecimento de como a competência empreendedora está intimamente ligada a muitas outras escolhas e posturas.
O verbo empreender vem do latim emprehendo ou impraehendo e quer dizer – a habilidade de executar uma tarefa. Com o tempo passou a ser sinônimo de ousadia, coragem e visão de futuro. Seja como for, é importante você parar para pensar em como é possível viver essa postura empreendedora.
Quando ouvimos falar de um estudante que vem do interior para a capital, ou de um jovem casal que assume o matrimônio, mesmo sem tantas facilidades materiais, estamos falando de atitudes empreendedoras em relação a vida.
Essa essência é a mesma que leva pessoas arrojadas a abrirem negócios, a se arriscarem em inúmeras situações em que haja ou não ganho material, mas que proporcione um senso de realização. Sendo assim, creio que todo ser humano é um pouco empreendedor, embora poucas pessoas tenham essa consciência e se esforcem por desenvolver essa habilidade.
E em momentos históricos como o nosso, em que se costuma falar de crise, nada melhor que alimentar nossa energia empreendedora e dela tirar substrato para construir uma mentalidade empreendedora. Pensar como um empreendedor é sempre procurar novos caminhos ou novas e melhores formas de caminhar.
É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam. É dar-se o direito de sonhar e agir para concretizar o sonho. E, acima de tudo, aliar persistência ao bom senso de se divertir enquanto vai em busca do que tanto deseja.
Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade é apenas mais uma postura mental a ser cultivada, que propiciará a seu portador grandes possibilidades de construir a sua própria história .
Você se considera um empreendedor? Ou, talvez, melhor: o que você pode fazer, a partir de agora para ser uma pessoa com pensamentos e atitudes mais empreendedoras?
(*Ricardo Melo é escritor, consultor e palestrante e especialista em coaching.)
Fazendo um paralelo entre o título do texto “Você se Considera um Empreendedor?”, o 1º § e o último § do texto, pode-se afirmar que há:
 

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1381975 Ano: 2009
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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A propriedade social das coisas, atribuídas pelos homens, no processo de trabalho ao convertê-las em meios / instrumentos para a satisfação de necessidades e alcance dos seus objetivos / finalidades é considerada por Yolanda Guerra (2000), como:
 

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