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Considerando P e Q proposições simples, a tabela verdade da fórmula !$ \sim (P\lor Q) !$ iniciada por
| P | Q |
| Verdadeiro | Verdadeiro |
| Verdadeiro | Falso |
| Falso | Verdadeiro |
| Falso | Falso |
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Considerando !$ P !$ e !$ Q !$ proposições simples, a fórmula !$ (P\lor\sim Q)\leftrightarrow (P\rightarrow Q) !$ é uma:
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Supondo que a proposição !$ P !$ é verdadeira e a proposição !$ Q !$ é falsa, então temos uma proposição composta falsa na alternativa:
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2302841
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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Na imagem abaixo, vemos Pepe Mujica, que foi presidente de qual país?

Fonte: https://epocanegocios.globo.com
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Pegadas do bem
Viajar é muito bom! Mas o turismo precisa fazer bem tanto para quem visita quanto para quem é visitado. Entenda que você pode deixar uma marca positiva por onde passa.
Esqueça aquelas viagens em que tudo se passa pela janela do ônibus. O melhor upgrade que você pode dar às suas férias envolve turismo ativo, que interage com a população local, conhece os costumes da região, movimenta a economia do destino visitado e permite que você renove sua bagagem cultural. Embarque nessa ideia, chamada mundo afora de turismo responsável.
“Fazer lugares melhores para as pessoas viverem e para as pessoas visitarem” é a missão do turismo responsável. Para isso, é preciso que operadores de turismo, hotéis, governos, população local e cada turista tomem para si a responsabilidade de fazer um turismo mais sustentável, que impacte o destino da forma mais positiva possível.
“É responsabilidade tanto de quem está oferecendo o serviço ou produto quanto de quem está consumindo. O turista precisa ser um consumidor consciente. Suas escolhas e atitudes vão fazer toda a diferença no destino visitado”, afirma Paula Arantes, coordenadora do Fórum Interamericano de Turismo Sustentável (Fits) – evento paralelo à Adventure Sports Fair – e responsável por projetos e prospecção de parcerias na ONG Garupa.
Não importa se o destino é uma praia paradisíaca, a floresta, o campo ou uma grande cidade. Também independe de estilo – luxo, econômico, aventureiro ou outra alternativa. A sustentabilidade abrange tanto o pilar ambiental como o sociocultural e o econômico – todos com a mesma importância.
“Na área de alimentação e da moda, por exemplo, a proposta do consumo mais sustentável já está mais clara, mas no setor de viagens ainda não”, afirma Ana Duék, jornalista criadora do blog Viajar Verde e embaixadora do Green Destinations. Segundo ela, o Brasil ainda está na fase da quantidade, de lotar os destinos, porque as pessoas estão descobrindo que podem viajar.
No exterior, sobretudo na Europa, já existe uma compreensão melhor das consequências do turismo de massa – e até já surgiu o ódio ao excesso de turistas (a “turismofobia”). Preferem-se visitantes que cuidem do destino e respeitem a cultura local, porque está provado que sai mais caro reverter o estrago causado pelo turismo descontrolado.
Para evitar consequências como essas, está surgindo o chamado “turismo de base comunitária”, desenvolvido a partir dos desejos da comunidade local. “Não chegamos lá dizendo o que fazer. Ajudamos a desenhar o que eles querem. E nos tornamos um parceiro de comercialização do plano que eles decidirem oferecer”, explica Marianne Costa, turismóloga e fundadora da agência Vivejar.
Nesses casos, é fundamental que a atividade de receber visitantes seja conciliada com tradições e costumes daquela população e traga uma fonte a mais de renda para a identidade cultural ser mantida. Os roteiros da Vivejar oferecem aos turistas a possibilidade de vivenciar o dia a dia de uma comunidade tradicional da forma mais autêntica possível.
No roteiro “Do barro à arte”, desenvolvido no Vale do Jequitinhonha (MG), por exemplo, os visitantes se hospedam em casa de família, aprendem a fazer a cerâmica que caracteriza a comunidade (tradição passada de mãe para filha) e têm a oportunidade de ouvir as histórias daquela gente. “No turismo sustentável, o olhar é apreciativo. O Vale é economicamente muito pobre, mas a visita mostra como essas mulheres são criativas, quanto podem fazer com muito pouco. É uma questão de respeito e de resgate de valores”.
Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/pegadas-do-bem/
Acesso em: 04/01/2019. Texto Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta a relação correta de singular e plural.
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Pegadas do bem
Viajar é muito bom! Mas o turismo precisa fazer bem tanto para quem visita quanto para quem é visitado. Entenda que você pode deixar uma marca positiva por onde passa.
Esqueça aquelas viagens em que tudo se passa pela janela do ônibus. O melhor upgrade que você pode dar às suas férias envolve turismo ativo, que interage com a população local, conhece os costumes da região, movimenta a economia do destino visitado e permite que você renove sua bagagem cultural. Embarque nessa ideia, chamada mundo afora de turismo responsável.
“Fazer lugares melhores para as pessoas viverem e para as pessoas visitarem” é a missão do turismo responsável. Para isso, é preciso que operadores de turismo, hotéis, governos, população local e cada turista tomem para si a responsabilidade de fazer um turismo mais sustentável, que impacte o destino da forma mais positiva possível.
“É responsabilidade tanto de quem está oferecendo o serviço ou produto quanto de quem está consumindo. O turista precisa ser um consumidor consciente. Suas escolhas e atitudes vão fazer toda a diferença no destino visitado”, afirma Paula Arantes, coordenadora do Fórum Interamericano de Turismo Sustentável (Fits) – evento paralelo à Adventure Sports Fair – e responsável por projetos e prospecção de parcerias na ONG Garupa.
Não importa se o destino é uma praia paradisíaca, a floresta, o campo ou uma grande cidade. Também independe de estilo – luxo, econômico, aventureiro ou outra alternativa. A sustentabilidade abrange tanto o pilar ambiental como o sociocultural e o econômico – todos com a mesma importância.
“Na área de alimentação e da moda, por exemplo, a proposta do consumo mais sustentável já está mais clara, mas no setor de viagens ainda não”, afirma Ana Duék, jornalista criadora do blog Viajar Verde e embaixadora do Green Destinations. Segundo ela, o Brasil ainda está na fase da quantidade, de lotar os destinos, porque as pessoas estão descobrindo que podem viajar.
No exterior, sobretudo na Europa, já existe uma compreensão melhor das consequências do turismo de massa – e até já surgiu o ódio ao excesso de turistas (a “turismofobia”). Preferem-se visitantes que cuidem do destino e respeitem a cultura local, porque está provado que sai mais caro reverter o estrago causado pelo turismo descontrolado.
Para evitar consequências como essas, está surgindo o chamado “turismo de base comunitária”, desenvolvido a partir dos desejos da comunidade local. “Não chegamos lá dizendo o que fazer. Ajudamos a desenhar o que eles querem. E nos tornamos um parceiro de comercialização do plano que eles decidirem oferecer”, explica Marianne Costa, turismóloga e fundadora da agência Vivejar.
Nesses casos, é fundamental que a atividade de receber visitantes seja conciliada com tradições e costumes daquela população e traga uma fonte a mais de renda para a identidade cultural ser mantida. Os roteiros da Vivejar oferecem aos turistas a possibilidade de vivenciar o dia a dia de uma comunidade tradicional da forma mais autêntica possível.
No roteiro “Do barro à arte”, desenvolvido no Vale do Jequitinhonha (MG), por exemplo, os visitantes se hospedam em casa de família, aprendem a fazer a cerâmica que caracteriza a comunidade (tradição passada de mãe para filha) e têm a oportunidade de ouvir as histórias daquela gente. “No turismo sustentável, o olhar é apreciativo. O Vale é economicamente muito pobre, mas a visita mostra como essas mulheres são criativas, quanto podem fazer com muito pouco. É uma questão de respeito e de resgate de valores”.
Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/pegadas-do-bem/
Acesso em: 04/01/2019. Texto Adaptado.
Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, considerando as regras de acentuação gráfica e acento tônico em Língua Portuguesa.
( ) O vocábulo “viagens” é uma palavra paroxítona por se tratar de uma palavra que possui a penúltima sílaba tônica.
( ) O vocábulo “econômico” é uma palavra proparoxítona por se tratar de uma palavra que possui acento gráfico na antepenúltima sílaba.
( ) O vocábulo “população” é uma palavra paroxítona por se tratar de uma palavra que possui acento tônico na última sílaba.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Pegadas do bem
Viajar é muito bom! Mas o turismo precisa fazer bem tanto para quem visita quanto para quem é visitado. Entenda que você pode deixar uma marca positiva por onde passa.
Esqueça aquelas viagens em que tudo se passa pela janela do ônibus. O melhor upgrade que você pode dar às suas férias envolve turismo ativo, que interage com a população local, conhece os costumes da região, movimenta a economia do destino visitado e permite que você renove sua bagagem cultural. Embarque nessa ideia, chamada mundo afora de turismo responsável.
“Fazer lugares melhores para as pessoas viverem e para as pessoas visitarem” é a missão do turismo responsável. Para isso, é preciso que operadores de turismo, hotéis, governos, população local e cada turista tomem para si a responsabilidade de fazer um turismo mais sustentável, que impacte o destino da forma mais positiva possível.
“É responsabilidade tanto de quem está oferecendo o serviço ou produto quanto de quem está consumindo. O turista precisa ser um consumidor consciente. Suas escolhas e atitudes vão fazer toda a diferença no destino visitado”, afirma Paula Arantes, coordenadora do Fórum Interamericano de Turismo Sustentável (Fits) – evento paralelo à Adventure Sports Fair – e responsável por projetos e prospecção de parcerias na ONG Garupa.
Não importa se o destino é uma praia paradisíaca, a floresta, o campo ou uma grande cidade. Também independe de estilo – luxo, econômico, aventureiro ou outra alternativa. A sustentabilidade abrange tanto o pilar ambiental como o sociocultural e o econômico – todos com a mesma importância.
“Na área de alimentação e da moda, por exemplo, a proposta do consumo mais sustentável já está mais clara, mas no setor de viagens ainda não”, afirma Ana Duék, jornalista criadora do blog Viajar Verde e embaixadora do Green Destinations. Segundo ela, o Brasil ainda está na fase da quantidade, de lotar os destinos, porque as pessoas estão descobrindo que podem viajar.
No exterior, sobretudo na Europa, já existe uma compreensão melhor das consequências do turismo de massa – e até já surgiu o ódio ao excesso de turistas (a “turismofobia”). Preferem-se visitantes que cuidem do destino e respeitem a cultura local, porque está provado que sai mais caro reverter o estrago causado pelo turismo descontrolado.
Para evitar consequências como essas, está surgindo o chamado “turismo de base comunitária”, desenvolvido a partir dos desejos da comunidade local. “Não chegamos lá dizendo o que fazer. Ajudamos a desenhar o que eles querem. E nos tornamos um parceiro de comercialização do plano que eles decidirem oferecer”, explica Marianne Costa, turismóloga e fundadora da agência Vivejar.
Nesses casos, é fundamental que a atividade de receber visitantes seja conciliada com tradições e costumes daquela população e traga uma fonte a mais de renda para a identidade cultural ser mantida. Os roteiros da Vivejar oferecem aos turistas a possibilidade de vivenciar o dia a dia de uma comunidade tradicional da forma mais autêntica possível.
No roteiro “Do barro à arte”, desenvolvido no Vale do Jequitinhonha (MG), por exemplo, os visitantes se hospedam em casa de família, aprendem a fazer a cerâmica que caracteriza a comunidade (tradição passada de mãe para filha) e têm a oportunidade de ouvir as histórias daquela gente. “No turismo sustentável, o olhar é apreciativo. O Vale é economicamente muito pobre, mas a visita mostra como essas mulheres são criativas, quanto podem fazer com muito pouco. É uma questão de respeito e de resgate de valores”.
Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/pegadas-do-bem/
Acesso em: 04/01/2019. Texto Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta a quantidade correta de fonemas do vocábulo ‘História’.
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Pegadas do bem
Viajar é muito bom! Mas o turismo precisa fazer bem tanto para quem visita quanto para quem é visitado. Entenda que você pode deixar uma marca positiva por onde passa.
Esqueça aquelas viagens em que tudo se passa pela janela do ônibus. O melhor upgrade que você pode dar às suas férias envolve turismo ativo, que interage com a população local, conhece os costumes da região, movimenta a economia do destino visitado e permite que você renove sua bagagem cultural. Embarque nessa ideia, chamada mundo afora de turismo responsável.
“Fazer lugares melhores para as pessoas viverem e para as pessoas visitarem” é a missão do turismo responsável. Para isso, é preciso que operadores de turismo, hotéis, governos, população local e cada turista tomem para si a responsabilidade de fazer um turismo mais sustentável, que impacte o destino da forma mais positiva possível.
“É responsabilidade tanto de quem está oferecendo o serviço ou produto quanto de quem está consumindo. O turista precisa ser um consumidor consciente. Suas escolhas e atitudes vão fazer toda a diferença no destino visitado”, afirma Paula Arantes, coordenadora do Fórum Interamericano de Turismo Sustentável (Fits) – evento paralelo à Adventure Sports Fair – e responsável por projetos e prospecção de parcerias na ONG Garupa.
Não importa se o destino é uma praia paradisíaca, a floresta, o campo ou uma grande cidade. Também independe de estilo – luxo, econômico, aventureiro ou outra alternativa. A sustentabilidade abrange tanto o pilar ambiental como o sociocultural e o econômico – todos com a mesma importância.
“Na área de alimentação e da moda, por exemplo, a proposta do consumo mais sustentável já está mais clara, mas no setor de viagens ainda não”, afirma Ana Duék, jornalista criadora do blog Viajar Verde e embaixadora do Green Destinations. Segundo ela, o Brasil ainda está na fase da quantidade, de lotar os destinos, porque as pessoas estão descobrindo que podem viajar.
No exterior, sobretudo na Europa, já existe uma compreensão melhor das consequências do turismo de massa – e até já surgiu o ódio ao excesso de turistas (a “turismofobia”). Preferem-se visitantes que cuidem do destino e respeitem a cultura local, porque está provado que sai mais caro reverter o estrago causado pelo turismo descontrolado.
Para evitar consequências como essas, está surgindo o chamado “turismo de base comunitária”, desenvolvido a partir dos desejos da comunidade local. “Não chegamos lá dizendo o que fazer. Ajudamos a desenhar o que eles querem. E nos tornamos um parceiro de comercialização do plano que eles decidirem oferecer”, explica Marianne Costa, turismóloga e fundadora da agência Vivejar.
Nesses casos, é fundamental que a atividade de receber visitantes seja conciliada com tradições e costumes daquela população e traga uma fonte a mais de renda para a identidade cultural ser mantida. Os roteiros da Vivejar oferecem aos turistas a possibilidade de vivenciar o dia a dia de uma comunidade tradicional da forma mais autêntica possível.
No roteiro “Do barro à arte”, desenvolvido no Vale do Jequitinhonha (MG), por exemplo, os visitantes se hospedam em casa de família, aprendem a fazer a cerâmica que caracteriza a comunidade (tradição passada de mãe para filha) e têm a oportunidade de ouvir as histórias daquela gente. “No turismo sustentável, o olhar é apreciativo. O Vale é economicamente muito pobre, mas a visita mostra como essas mulheres são criativas, quanto podem fazer com muito pouco. É uma questão de respeito e de resgate de valores”.
Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/pegadas-do-bem/
Acesso em: 04/01/2019. Texto Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta a correta separação silábica e a classificação correta quanto à tonicidade da palavra ‘sustentabili dade’.
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Pegadas do bem
Viajar é muito bom! Mas o turismo precisa fazer bem tanto para quem visita quanto para quem é visitado. Entenda que você pode deixar uma marca positiva por onde passa.
Esqueça aquelas viagens em que tudo se passa pela janela do ônibus. O melhor upgrade que você pode dar às suas férias envolve turismo ativo, que interage com a população local, conhece os costumes da região, movimenta a economia do destino visitado e permite que você renove sua bagagem cultural. Embarque nessa ideia, chamada mundo afora de turismo responsável.
“Fazer lugares melhores para as pessoas viverem e para as pessoas visitarem” é a missão do turismo responsável. Para isso, é preciso que operadores de turismo, hotéis, governos, população local e cada turista tomem para si a responsabilidade de fazer um turismo mais sustentável, que impacte o destino da forma mais positiva possível.
“É responsabilidade tanto de quem está oferecendo o serviço ou produto quanto de quem está consumindo. O turista precisa ser um consumidor consciente. Suas escolhas e atitudes vão fazer toda a diferença no destino visitado”, afirma Paula Arantes, coordenadora do Fórum Interamericano de Turismo Sustentável (Fits) – evento paralelo à Adventure Sports Fair – e responsável por projetos e prospecção de parcerias na ONG Garupa.
Não importa se o destino é uma praia paradisíaca, a floresta, o campo ou uma grande cidade. Também independe de estilo – luxo, econômico, aventureiro ou outra alternativa. A sustentabilidade abrange tanto o pilar ambiental como o sociocultural e o econômico – todos com a mesma importância.
“Na área de alimentação e da moda, por exemplo, a proposta do consumo mais sustentável já está mais clara, mas no setor de viagens ainda não”, afirma Ana Duék, jornalista criadora do blog Viajar Verde e embaixadora do Green Destinations. Segundo ela, o Brasil ainda está na fase da quantidade, de lotar os destinos, porque as pessoas estão descobrindo que podem viajar.
No exterior, sobretudo na Europa, já existe uma compreensão melhor das consequências do turismo de massa – e até já surgiu o ódio ao excesso de turistas (a “turismofobia”). Preferem-se visitantes que cuidem do destino e respeitem a cultura local, porque está provado que sai mais caro reverter o estrago causado pelo turismo descontrolado.
Para evitar consequências como essas, está surgindo o chamado “turismo de base comunitária”, desenvolvido a partir dos desejos da comunidade local. “Não chegamos lá dizendo o que fazer. Ajudamos a desenhar o que eles querem. E nos tornamos um parceiro de comercialização do plano que eles decidirem oferecer”, explica Marianne Costa, turismóloga e fundadora da agência Vivejar.
Nesses casos, é fundamental que a atividade de receber visitantes seja conciliada com tradições e costumes daquela população e traga uma fonte a mais de renda para a identidade cultural ser mantida. Os roteiros da Vivejar oferecem aos turistas a possibilidade de vivenciar o dia a dia de uma comunidade tradicional da forma mais autêntica possível.
No roteiro “Do barro à arte”, desenvolvido no Vale do Jequitinhonha (MG), por exemplo, os visitantes se hospedam em casa de família, aprendem a fazer a cerâmica que caracteriza a comunidade (tradição passada de mãe para filha) e têm a oportunidade de ouvir as histórias daquela gente. “No turismo sustentável, o olhar é apreciativo. O Vale é economicamente muito pobre, mas a visita mostra como essas mulheres são criativas, quanto podem fazer com muito pouco. É uma questão de respeito e de resgate de valores”.
Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/pegadas-do-bem/
Acesso em: 04/01/2019. Texto Adaptado.
Analise o trecho abaixo, retirado do texto:
“... o Brasil ainda está na fase da quantidade, de lotar os destinos, porque as pessoas estão descobrindo que podem viajar.”
A conjunção em destaque estabelece uma relação de:
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Viajar é muito bom! Mas o turismo precisa fazer bem tanto para quem visita quanto para quem é visitado. Entenda que você pode deixar uma marca positiva por onde passa.
Esqueça aquelas viagens em que tudo se passa pela janela do ônibus. O melhor upgrade que você pode dar às suas férias envolve turismo ativo, que interage com a população local, conhece os costumes da região, movimenta a economia do destino visitado e permite que você renove sua bagagem cultural. Embarque nessa ideia, chamada mundo afora de turismo responsável.
“Fazer lugares melhores para as pessoas viverem e para as pessoas visitarem” é a missão do turismo responsável. Para isso, é preciso que operadores de turismo, hotéis, governos, população local e cada turista tomem para si a responsabilidade de fazer um turismo mais sustentável, que impacte o destino da forma mais positiva possível.
“É responsabilidade tanto de quem está oferecendo o serviço ou produto quanto de quem está consumindo. O turista precisa ser um consumidor consciente. Suas escolhas e atitudes vão fazer toda a diferença no destino visitado”, afirma Paula Arantes, coordenadora do Fórum Interamericano de Turismo Sustentável (Fits) – evento paralelo à Adventure Sports Fair – e responsável por projetos e prospecção de parcerias na ONG Garupa.
Não importa se o destino é uma praia paradisíaca, a floresta, o campo ou uma grande cidade. Também independe de estilo – luxo, econômico, aventureiro ou outra alternativa. A sustentabilidade abrange tanto o pilar ambiental como o sociocultural e o econômico – todos com a mesma importância.
“Na área de alimentação e da moda, por exemplo, a proposta do consumo mais sustentável já está mais clara, mas no setor de viagens ainda não”, afirma Ana Duék, jornalista criadora do blog Viajar Verde e embaixadora do Green Destinations. Segundo ela, o Brasil ainda está na fase da quantidade, de lotar os destinos, porque as pessoas estão descobrindo que podem viajar.
No exterior, sobretudo na Europa, já existe uma compreensão melhor das consequências do turismo de massa – e até já surgiu o ódio ao excesso de turistas (a “turismofobia”). Preferem-se visitantes que cuidem do destino e respeitem a cultura local, porque está provado que sai mais caro reverter o estrago causado pelo turismo descontrolado.
Para evitar consequências como essas, está surgindo o chamado “turismo de base comunitária”, desenvolvido a partir dos desejos da comunidade local. “Não chegamos lá dizendo o que fazer. Ajudamos a desenhar o que eles querem. E nos tornamos um parceiro de comercialização do plano que eles decidirem oferecer”, explica Marianne Costa, turismóloga e fundadora da agência Vivejar.
Nesses casos, é fundamental que a atividade de receber visitantes seja conciliada com tradições e costumes daquela população e traga uma fonte a mais de renda para a identidade cultural ser mantida. Os roteiros da Vivejar oferecem aos turistas a possibilidade de vivenciar o dia a dia de uma comunidade tradicional da forma mais autêntica possível.
No roteiro “Do barro à arte”, desenvolvido no Vale do Jequitinhonha (MG), por exemplo, os visitantes se hospedam em casa de família, aprendem a fazer a cerâmica que caracteriza a comunidade (tradição passada de mãe para filha) e têm a oportunidade de ouvir as histórias daquela gente. “No turismo sustentável, o olhar é apreciativo. O Vale é economicamente muito pobre, mas a visita mostra como essas mulheres são criativas, quanto podem fazer com muito pouco. É uma questão de respeito e de resgate de valores”.
Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/pegadas-do-bem/
Acesso em: 04/01/2019. Texto Adaptado.
O trecho abaixo, retirado do texto, possui uma palavra em destaque. Quanto à classificação dessa palavra, trata-se de:
“Do barro à arte”, desenvolvido no Vale do Jequitinhonha (MG), por exemplo, os visitantes se hospedam em casa de família, aprendem a fazer a cerâmica que caracteriza a comunidade (tradição passada de mãe para filha) e têm a oportunidade de ouvir as histórias daquela gente.
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