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Quando era menino, o arquiteto americano Michael Sorkin sonhava com Brasília. Ele nasceu em Washington, em 1948, e cresceu na mesma época em que os prédios curvilíneos de Oscar Niemeyer e as superquadras de Lúcio Costa tomavam forma no meio do cerrado goiano. Quando Brasília foi inaugurada, em 1960, Sorkin era, em suas palavras, “um modernista convicto de 12 anos, otimista e utópico”. Ele acreditava nas promessas da arquitetura modernista, que associava a racionalidade das linhas retas e a transparência dos vidros democracia e prometia ajudar a construir, com muito concreto, um futuro mais justo e igualitário. “Depois, percebi como era burro o sistema de mobilidade urbana de Brasília, que uma superquadra não é uma vizinhança e que havia uma cidade paralela, além do Plano Piloto, onde morariam os trabalhadores pobres”, contou ÉPOCA, de seu escritório nova-iorquino, no sábado 24, dias antes de embarcar para o Brasil. Em São Paulo, Sorkin participou do seminário São Paulo: Evolução Radical , no Insper, uma universidade privada.
Sorkin visitou São Paulo em 1987 e ainda se lembra dos helicópteros sobrevoando a cidade congestionada e dos prédios de Niemeyer e Lina Bo Bardi. Aproveitou para esticar a viagem até Brasília, onde, no lobby do hotel, encontrou o filósofo americano Marshall Berman (1940-2013), um dos críticos mais mordazes da arquitetura brasiliense. “Viajei com Zaha Hadid (arquiteta iraquiano-britânica, que se tornaria uma referência antes de morrer, em 2016), e, quando chegamos ao hotel, colocamos nossos passaportes e outros pertences num cofre e tivemos de assinar um livro. Vi que o nome acima do meu era o de Marshall. Olhei a minha volta e lá estava ele, com sua aparência inconfundível.” O filósofo ostentava cabeleira e barba indomáveis, como um leão marxista. Berman considerava Brasília autoritária e um mau exemplo de modernismo, uma cidade construída para impedir que as pessoas caminhassem e se encontrassem. Sorkin concorda com Berman, mas sua avaliação da arquitetura brasileira é um pouco mais generosa. “Minha formação como arquiteto aconteceu na era dourada da arquitetura brasileira, quando vocês tinham Niemeyer, Lina Bo Bardi, Roberto Burle Marx. Era uma arquitetura fluida, muito exuberante e sensual. O Brasil deixou uma marca fantástica no modernismo.”
Assim como Niemeyer, Sorkin também projeta cidades do zero — desenhou uma para 300 mil habitantes na China. Ele mantém um escritório de arquitetura em Nova York, o Michael Sorkin Studio, com filiais em Xangai e Xian. Em 2005, fundou o Terreform — Center for Advanced Urban Research, uma organização sem fins lucrativos que investiga soluções para os desafios urbanísticos atuais. Sorkin se propôs a pensar como uma metrópole como Nova York pode ter uma vida comunitária vibrante e ser autossuficiente sem precisar depender tanto do governo ou da iniciativa privada. Aliás, Sorkin é bastante crítico da aliança entre o Estado e empresas, as parcerias público privadas — “elas tendem a reafirmar a desigualdade em vez de resolvê-la”. Ele critica, por exemplo, os incentivos da prefeitura de Nova York construção civil. A prefeitura permite que as empreiteiras driblem a lei de zoneamento da cidade e construam prédios mais altos desde que reservem alguns apartamentos para a habitação popular. “Esse tipo de política é um cavalo de Troia da gentrificação”, afirmou, sugerindo que, mais cedo ou mais tarde, as famílias de baixa renda não terão condições de arcar com o aluguel.
Sorkin também desconfia das “cidades inteligentes”, que prometem amenizar os problemas urbanísticos com novas tecnologias, algoritmos e dados. “O uso da tecnologia para aliviar os congestionamentos e buscar fontes de energia renováveis é benéfico, mas precisamos tomar cuidado com ideias corporativas de monetizar tudo na cidade e introduzir regimes de vigilância. Em vez de ‘cidades inteligentes’, prefiro pensar em ‘cidades sábias’, na sabedoria que emerge da comunidade”, disse. “Muitos acham que a tecnologia vai nos salvar. Eu acho que a tecnologia é muito útil, mas que a melhor solução é a democracia.”
Além de arquiteto, professor universitário e autor de livros, Sorkin também é crítico de arquitetura. Em suas resenhas, ele se esforçava para, como os modernistas, juntar arte e política, pôr na balança a beleza e o impacto social de um prédio. “Olhar somente o aspecto estético da criação arquitetônica é impossível, exige uma miopia artificial”, explicou. “Não podemos ignorar questões que estão embutidas em cada trabalho de arquitetura: a origem do dinheiro, o gasto de energia, os efeitos do prédio no mercado imobiliário da região, a segurança dos moradores e vizinhos. Se escrever só sobre as proporções do prédio ou a beleza da fachada, você não está vendo o todo.” Talvez por isso que Sorkin recomende aos arquitetos ler Política e Poética de Aristóteles, conhecer os cálculos de Antoni Gaudí para projetar a Sagrada Família — a catedral em Barcelona — e estudar o Coeficiente de Gini, um índice usado para medir a desigualdade de distribuição de renda.
(Ruan de Sousa Gabriel – 08/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com – adaptação)
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
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Quando era menino, o arquiteto americano Michael Sorkin sonhava com Brasília. Ele nasceu em Washington, em 1948, e cresceu na mesma época em que os prédios curvilíneos de Oscar Niemeyer e as superquadras de Lúcio Costa tomavam forma no meio do cerrado goiano. Quando Brasília foi inaugurada, em 1960, Sorkin era, em suas palavras, “um modernista convicto de 12 anos, otimista e utópico”. Ele acreditava nas promessas da arquitetura modernista, que associava a racionalidade das linhas retas e a transparência dos vidros à democracia e prometia ajudar a construir, com muito concreto, um futuro mais justo e igualitário. “Depois, percebi como era burro o sistema de mobilidade urbana de Brasília, que uma superquadra não é uma vizinhança e que havia uma cidade paralela, além do Plano Piloto, onde morariam os trabalhadores pobres”, contou a ÉPOCA, de seu escritório nova-iorquino, no sábado 24, dias antes de embarcar para o Brasil. Em São Paulo, Sorkin participou do seminário São Paulo: Evolução Radical , no Insper, uma universidade privada.
Sorkin visitou São Paulo em 1987 e ainda se lembra dos helicópteros sobrevoando a cidade congestionada e dos prédios de Niemeyer e Lina Bo Bardi. Aproveitou para esticar a viagem até Brasília, onde, no lobby do hotel, encontrou o filósofo americano Marshall Berman (1940-2013), um dos críticos mais mordazes da arquitetura brasiliense. “Viajei com Zaha Hadid (arquiteta iraquiano-britânica, que se tornaria uma referência antes de morrer, em 2016), e, quando chegamos ao hotel, colocamos nossos passaportes e outros pertences num cofre e tivemos de assinar um livro. Vi que o nome acima do meu era o de Marshall. Olhei a minha volta e lá estava ele, com sua aparência inconfundível.” O filósofo ostentava cabeleira e barba indomáveis, como um leão marxista. Berman considerava Brasília autoritária e um mau exemplo de modernismo, uma cidade construída para impedir que as pessoas caminhassem e se encontrassem. Sorkin concorda com Berman, mas sua avaliação da arquitetura brasileira é um pouco mais generosa. “Minha formação como arquiteto aconteceu na era dourada da arquitetura brasileira, quando vocês tinham Niemeyer, Lina Bo Bardi, Roberto Burle Marx. Era uma arquitetura fluida, muito exuberante e sensual. O Brasil deixou uma marca fantástica no modernismo.”
Assim como Niemeyer, Sorkin também projeta cidades do zero — desenhou uma para 300 mil habitantes na China. Ele mantém um escritório de arquitetura em Nova York, o Michael Sorkin Studio, com filiais em Xangai e Xian. Em 2005, fundou o Terreform — Center for Advanced Urban Research, uma organização sem fins lucrativos que investiga soluções para os desafios urbanísticos atuais. Sorkin se propôs a pensar como uma metrópole como Nova York pode ter uma vida comunitária vibrante e ser autossuficiente sem precisar depender tanto do governo ou da iniciativa privada. Aliás, Sorkin é bastante crítico da aliança entre o Estado e as empresas, as parcerias público privadas — “elas tendem a reafirmar a desigualdade em vez de resolvê-la”. Ele critica, por exemplo, os incentivos da prefeitura de Nova York à construção civil. A prefeitura permite que as empreiteiras driblem a lei de zoneamento da cidade e construam prédios mais altos desde que reservem alguns apartamentos para a habitação popular. “Esse tipo de política é um cavalo de Troia da gentrificação”, afirmou, sugerindo que, mais cedo ou mais tarde, as famílias de baixa renda não terão condições de arcar com o aluguel.
Sorkin também desconfia das “cidades inteligentes”, que prometem amenizar os problemas urbanísticos com novas tecnologias, algoritmos e dados. “O uso da tecnologia para aliviar os congestionamentos e buscar fontes de energia renováveis é benéfico, mas precisamos tomar cuidado com ideias corporativas de monetizar tudo na cidade e introduzir regimes de vigilância. Em vez de ‘cidades inteligentes’, prefiro pensar em ‘cidades sábias’, na sabedoria que emerge da comunidade”, disse. “Muitos acham que a tecnologia vai nos salvar. Eu acho que a tecnologia é muito útil, mas que a melhor solução é a democracia.”
Além de arquiteto, professor universitário e autor de livros, Sorkin também é crítico de arquitetura. Em suas resenhas, ele se esforçava para, como os modernistas, juntar arte e política, pôr na balança a beleza e o impacto social de um prédio. “Olhar somente o aspecto estético da criação arquitetônica é impossível, exige uma miopia artificial”, explicou. “Não podemos ignorar questões que estão embutidas em cada trabalho de arquitetura: a origem do dinheiro, o gasto de energia, os efeitos do prédio no mercado imobiliário da região, a segurança dos moradores e vizinhos. Se escrever só sobre as proporções do prédio ou a beleza da fachada, você não está vendo o todo.” Talvez por isso que Sorkin recomende aos arquitetos ler Política e Poética de Aristóteles, conhecer os cálculos de Antoni Gaudí para projetar a Sagrada Família — a catedral em Barcelona — e estudar o Coeficiente de Gini, um índice usado para medir a desigualdade de distribuição de renda.
(Ruan de Sousa Gabriel – 08/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com – adaptação)
De acordo com texto, assinale a alternativa que contempla uma proposta com a qual Sorkin concorda sem restrições.
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Quando era menino, o arquiteto americano Michael Sorkin sonhava com Brasília. Ele nasceu em Washington, em 1948, e cresceu na mesma época em que os prédios curvilíneos de Oscar Niemeyer e as superquadras de Lúcio Costa tomavam forma no meio do cerrado goiano. Quando Brasília foi inaugurada, em 1960, Sorkin era, em suas palavras, “um modernista convicto de 12 anos, otimista e utópico”. Ele acreditava nas promessas da arquitetura modernista, que associava a racionalidade das linhas retas e a transparência dos vidros à democracia e prometia ajudar a construir, com muito concreto, um futuro mais justo e igualitário. “Depois, percebi como era burro o sistema de mobilidade urbana de Brasília, que uma superquadra não é uma vizinhança e que havia uma cidade paralela, além do Plano Piloto, onde morariam os trabalhadores pobres”, contou a ÉPOCA, de seu escritório nova-iorquino, no sábado 24, dias antes de embarcar para o Brasil. Em São Paulo, Sorkin participou do seminário São Paulo: Evolução Radical , no Insper, uma universidade privada.
Sorkin visitou São Paulo em 1987 e ainda se lembra dos helicópteros sobrevoando a cidade congestionada e dos prédios de Niemeyer e Lina Bo Bardi. Aproveitou para esticar a viagem até Brasília, onde, no lobby do hotel, encontrou o filósofo americano Marshall Berman (1940-2013), um dos críticos mais mordazes da arquitetura brasiliense. “Viajei com Zaha Hadid (arquiteta iraquiano-britânica, que se tornaria uma referência antes de morrer, em 2016), e, quando chegamos ao hotel, colocamos nossos passaportes e outros pertences num cofre e tivemos de assinar um livro. Vi que o nome acima do meu era o de Marshall. Olhei a minha volta e lá estava ele, com sua aparência inconfundível.” O filósofo ostentava cabeleira e barba indomáveis, como um leão marxista. Berman considerava Brasília autoritária e um mau exemplo de modernismo, uma cidade construída para impedir que as pessoas caminhassem e se encontrassem. Sorkin concorda com Berman, mas sua avaliação da arquitetura brasileira é um pouco mais generosa. “Minha formação como arquiteto aconteceu na era dourada da arquitetura brasileira, quando vocês tinham Niemeyer, Lina Bo Bardi, Roberto Burle Marx. Era uma arquitetura fluida, muito exuberante e sensual. O Brasil deixou uma marca fantástica no modernismo.”
Assim como Niemeyer, Sorkin também projeta cidades do zero — desenhou uma para 300 mil habitantes na China. Ele mantém um escritório de arquitetura em Nova York, o Michael Sorkin Studio, com filiais em Xangai e Xian. Em 2005, fundou o Terreform — Center for Advanced Urban Research, uma organização sem fins lucrativos que investiga soluções para os desafios urbanísticos atuais. Sorkin se propôs a pensar como uma metrópole como Nova York pode ter uma vida comunitária vibrante e ser autossuficiente sem precisar depender tanto do governo ou da iniciativa privada. Aliás, Sorkin é bastante crítico da aliança entre o Estado e as empresas, as parcerias público privadas — “elas tendem a reafirmar a desigualdade em vez de resolvê-la”. Ele critica, por exemplo, os incentivos da prefeitura de Nova York à construção civil. A prefeitura permite que as empreiteiras driblem a lei de zoneamento da cidade e construam prédios mais altos desde que reservem alguns apartamentos para a habitação popular. “Esse tipo de política é um cavalo de Troia da gentrificação”, afirmou, sugerindo que, mais cedo ou mais tarde, as famílias de baixa renda não terão condições de arcar com o aluguel.
Sorkin também desconfia das “cidades inteligentes”, que prometem amenizar os problemas urbanísticos com novas tecnologias, algoritmos e dados. “O uso da tecnologia para aliviar os congestionamentos e buscar fontes de energia renováveis é benéfico, mas precisamos tomar cuidado com ideias corporativas de monetizar tudo na cidade e introduzir regimes de vigilância. Em vez de ‘cidades inteligentes’, prefiro pensar em ‘cidades sábias’, na sabedoria que emerge da comunidade”, disse. “Muitos acham que a tecnologia vai nos salvar. Eu acho que a tecnologia é muito útil, mas que a melhor solução é a democracia.”
Além de arquiteto, professor universitário e autor de livros, Sorkin também é crítico de arquitetura. Em suas resenhas, ele se esforçava para, como os modernistas, juntar arte e política, pôr na balança a beleza e o impacto social de um prédio. “Olhar somente o aspecto estético da criação arquitetônica é impossível, exige uma miopia artificial”, explicou. “Não podemos ignorar questões que estão embutidas em cada trabalho de arquitetura: a origem do dinheiro, o gasto de energia, os efeitos do prédio no mercado imobiliário da região, a segurança dos moradores e vizinhos. Se escrever só sobre as proporções do prédio ou a beleza da fachada, você não está vendo o todo.” Talvez por isso que Sorkin recomende aos arquitetos ler Política e Poética de Aristóteles, conhecer os cálculos de Antoni Gaudí para projetar a Sagrada Família — a catedral em Barcelona — e estudar o Coeficiente de Gini, um índice usado para medir a desigualdade de distribuição de renda.
(Ruan de Sousa Gabriel – 08/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com – adaptação)
Analise as assertivas a seguir de acordo com o texto:
I. Sorkin sempre foi entusiasta da arquitetura modernista e sempre avaliou o projeto da capital brasileira como algo de vanguarda e democrático.
II. Para o filósofo americano, Marshall Berman, Brasília não é uma cidade que privilegie os encontros humanos.
III. Para Sorkin, o trabalho do arquiteto extrapola os limites das projeções numéricas e do trabalho meramente técnico.
Quais estão corretas?
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Considerando o Renascimento Cultural do século XV e XVI e as estruturas culturais, sociais e políticas que envolvem esse novo olhar sobre a realidade, assinale a alternativa INCORRETA.
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Sobre a expansão comercial Marítima Europeia e suas consequências, assinale a alternativa que NÃO faz parte desse contexto histórico.
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Predomínio de muitas transformações econômicas na Grécia na diversificação da agricultura, no aperfeiçoamento de técnicas agrárias, na ampliação dos centros artesanais, no desenvolvimento de rotas marítimas e na instituição de algumas cidades-estados, de políticas imperialistas. Essa configuração histórica se estabeleceu em que período?
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Tendo como base o contexto histórico, assinale a alternativa que apresenta o primeiro presidente brasileiro eleito pelo voto direto no Brasil.
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Refletindo sobre as classificações periódicas e políticas do antigo Egito, temos o período que vai de 3.200 a.C. até 2000 a.C. Nesse contexto, as capitais foram Tinis e Mênfis, tendo uma forma de governo teocrática. Considerando o contexto, podemos afirmar que se trata do:
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O quarto milênio a.C. foi marcado pelo surgimento de civilizações do Oriente Próximo, desenvolvido na região conhecida historicamente como Crescente Fértil. Considerando o contexto geográfico e a apropriação dos benefícios hidráulicos para o cultivo da agricultura às margens do chamado Crescente Fértil, assinale a alternativa em que a civilização NÃO faz parte desse contexto histórico.
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Em relação à imigração colonial camponesa italiana no Brasil e no Rio Grande do Sul e o contexto histórico-político das nações envolvidas, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O fim da Regência, em 1840, proporcionou ao governo do segundo Reinado a retomada do incentivo migratório, pelo qual italianos se estabeleceram em diversas regiões do Brasil em terras incultas e improprias à produção escravista e latifundiária.
( ) A saída da terra natal, pelos italianos, foi uma tentativa de solução para a crise vivida por multidões de camponeses italianos, uma inclinação para fugir da fome e do trabalho fatigante, dos baixos salários e dos serviços militares.
( ) A saída dos italianos de seu território contribuiu para o aumento da oferta de trabalho para os que ficavam. A migração reforçou na Itália as estruturas sociais arcaicas, fazendo com que o latifúndio e o autoritarismo social ficassem intocáveis.
( ) A migração colonial camponesa italiana é o resultado da prosperidade política regional, e internacional, um esforço estruturado para propagar a situação de equilíbrio econômico e social de todos envolvidos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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