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2302813
Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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Considere a empresa cujo DRE projetado no melhor cenário seja o apresentado a seguir. Trata-se de uma empresa consolidada, que tem a meta de lucro desejada pelos acionistas em R$ 370.000. Qual seria o máximo que essa empresa poderia alocar para fazer face aos seus gastos fixos?
| Receita Bruta: | 18.071.064 |
| Devoluções: | (90.355) |
| Receita Líquida: | 17.980.709 |
| Custos Variáveis de Produção | (7.015.825) |
| Despesas Variáveis de Vendas | (6.008.629) |
| Margem Líquida: | 4.956.255 |
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Trata-se de um exemplo de contingência a proposição da alternativa:
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O segredo para viver cem anos está em suas mãos, não em seus genes
Todos nós conhecemos famílias nonagenárias, que parecem indestrutíveis. Mas o que está por trás de sua longevidade? Até agora se pensava que "a diferença entre os que vivem muito e os que vivem pouco dependia entre 15% e 30% da genética", explica Miguel Pita, professor da Universidade Autónoma de Madrid. No entanto, um novo estudo publicado na revista Genetics joga por terra esta ideia.
A pesquisa, intitulada “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, foi conduzida por um grupo de pesquisadores radicado na Califórnia (EUA) que comparou 54 milhões de árvores genealógicas do Ancestry, um banco de dados que conecta pessoas de todo o mundo com seus ancestrais. De acordo com os resultados, os genes influenciam, mas muito menos do que se pensava anteriormente. Apenas 7%.
As conclusões são relativamente surpreendentes, embora a ciência já soubesse que o DNA pesava menos que o estilo de vida. "A ideia geral que tínhamos até agora era que, nas sete ou oito primeiras décadas de vida, o estilo de vida é mais importante que a genética", diz Pita. "Digamos que o estilo de vida se sobrepõe ao efeito da genética. Se você consegue manter uma dieta saudável, com pouco álcool, pouco fumo e muito exercício, viverá muito mais do que se não fizer isso, independentemente da genética que tenha."
É a partir da sétima e oitava décadas que a genética intervém, acrescenta este especialista: "Todas aquelas pessoas que são nonagenárias e centenárias, além de terem tido um estilo de vida adequado, tendem a possuir uma determinada genética". O professor Pita dá dois exemplos: "A genética é importante porque, se você tem uma propensão muito grande ao câncer, obviamente a duração de sua vida será afetada". No entanto, ele faz uma comparação com o talento para a música. "Todos podemos nos esforçar e tocar violão mais ou menos bem, mas, para sermos um gênio, precisamos de uma certa genética", diz ele.
A novidade deste estudo está na maneira como os dados foram analisados, e é isso que é enfatizado no complicado título. "O que diz é que a diferença entre viver muito ou viver um pouco por causa da influência da genética não é muita. Que é maior a influência ambiental." Este trabalho demonstra que os estudos anteriores que apontavam que os genes tinham 30% da culpa por alguém viver pouco ou muito não foram muito bem feitos: “Baseavam-se em uma combinação seletiva, de modo que, quando parecia que duas pessoas tinham a mesma genética, o que elas tinham, na verdade, era o mesmo ambiente”.
"O que se vê é que pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes tendem a combinar entre si, de modo que não são seus genes o que as faz viver mais tempo; é que estão se agrupando entre si”, afirma o especialista.
Isso não significa que, com melhorias na genética, não iremos viver mais. "A genética é muito importante", diz Miguel Pita. "Se identificamos quais são os genes que causam aumento da mortalidade e administramos os medicamentos para combatê-los, a longevidade aumentará muito. Embora pareça que a genética não influencia muito, pode, sim, aumentar muito a expectativa de vida." Parece contraditório, mas não é. "A genética pode fazer com que todos nós vivamos mais. Sempre haverá um ambiente no qual ela influencia mais do que em outro, mas o controle dos genes aumentará a longevidade", conclui o especialista.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/ciencia/1545227085_353401.html
(Texto adaptado para esta prova)
A respeito do texto, analise as seguintes assertivas:
I. A partir de um estudo há pouco realizado, descobriu-se uma diminuição da influência da genética na questão da longevidade.
II. De acordo com o texto, pessoas que têm hábitos saudáveis apresentam maior probabilidade de viverem mais, não sendo tão importante o fator genético nessa equação. Ou seja, a genética não pode fazer alguém viver mais ou menos.
III. De acordo com a pesquisa “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, o ambiente é um fator muito importante na questão da longevidade, influenciando mais do que a genética.
Quais estão INCORRETAS?
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O segredo para viver cem anos está em suas mãos, não em seus genes
Todos nós conhecemos famílias nonagenárias, que parecem indestrutíveis. Mas o que está por trás de sua longevidade? Até agora se pensava que "a diferença entre os que vivem muito e os que vivem pouco dependia entre 15% e 30% da genética", explica Miguel Pita, professor da Universidade Autónoma de Madrid. No entanto, um novo estudo publicado na revista Genetics joga por terra esta ideia.
A pesquisa, intitulada “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, foi conduzida por um grupo de pesquisadores radicado na Califórnia (EUA) que comparou 54 milhões de árvores genealógicas do Ancestry, um banco de dados que conecta pessoas de todo o mundo com seus ancestrais. De acordo com os resultados, os genes influenciam, mas muito menos do que se pensava anteriormente. Apenas 7%.
As conclusões são relativamente surpreendentes, embora a ciência já soubesse que o DNA pesava menos que o estilo de vida. "A ideia geral que tínhamos até agora era que, nas sete ou oito primeiras décadas de vida, o estilo de vida é mais importante que a genética", diz Pita. "Digamos que o estilo de vida se sobrepõe ao efeito da genética. Se você consegue manter uma dieta saudável, com pouco álcool, pouco fumo e muito exercício, viverá muito mais do que se não fizer isso, independentemente da genética que tenha."
É a partir da sétima e oitava décadas que a genética intervém, acrescenta este especialista: "Todas aquelas pessoas que são nonagenárias e centenárias, além de terem tido um estilo de vida adequado, tendem a possuir uma determinada genética". O professor Pita dá dois exemplos: "A genética é importante porque, se você tem uma propensão muito grande ao câncer, obviamente a duração de sua vida será afetada". No entanto, ele faz uma comparação com o talento para a música. "Todos podemos nos esforçar e tocar violão mais ou menos bem, mas, para sermos um gênio, precisamos de uma certa genética", diz ele.
A novidade deste estudo está na maneira como os dados foram analisados, e é isso que é enfatizado no complicado título. "O que diz é que a diferença entre viver muito ou viver um pouco por causa da influência da genética não é muita. Que é maior a influência ambiental." Este trabalho demonstra que os estudos anteriores que apontavam que os genes tinham 30% da culpa por alguém viver pouco ou muito não foram muito bem feitos: “Baseavam-se em uma combinação seletiva, de modo que, quando parecia que duas pessoas tinham a mesma genética, o que elas tinham, na verdade, era o mesmo ambiente”.
"O que se vê é que pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes tendem a combinar entre si, de modo que não são seus genes o que as faz viver mais tempo; é que estão se agrupando entre si”, afirma o especialista.
Isso não significa que, com melhorias na genética, não iremos viver mais. "A genética é muito importante", diz Miguel Pita. "Se identificamos quais são os genes que causam aumento da mortalidade e administramos os medicamentos para combatê-los, a longevidade aumentará muito. Embora pareça que a genética não influencia muito, pode, sim, aumentar muito a expectativa de vida." Parece contraditório, mas não é. "A genética pode fazer com que todos nós vivamos mais. Sempre haverá um ambiente no qual ela influencia mais do que em outro, mas o controle dos genes aumentará a longevidade", conclui o especialista.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/ciencia/1545227085_353401.html
(Texto adaptado para esta prova)
Considerando as regras de acentuação, analise as seguintes assertivas sobre palavras do texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas
( ) Se o acento da palavra ‘viverá’ fosse retirado, esta continuaria sendo classificada como verbo, porém assumiria outro tempo verbal.
( ) Os vocábulos ‘alguém’ e ‘está’ são acentuados por serem oxítonas.
( ) As palavras ‘dá’ e ‘é’, se retirados os acentos, seriam classificados como preposições.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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O segredo para viver cem anos está em suas mãos, não em seus genes
Todos nós conhecemos famílias nonagenárias, que parecem indestrutíveis. Mas o que está por trás de sua longevidade? Até agora se pensava que "a diferença entre os que vivem muito e os que vivem pouco dependia entre 15% e 30% da genética", explica Miguel Pita, professor da Universidade Autónoma de Madrid. No entanto, um novo estudo publicado na revista Genetics joga por terra esta ideia.
A pesquisa, intitulada “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, foi conduzida por um grupo de pesquisadores radicado na Califórnia (EUA) que comparou 54 milhões de árvores genealógicas do Ancestry, um banco de dados que conecta pessoas de todo o mundo com seus ancestrais. De acordo com os resultados, os genes influenciam, mas muito menos do que se pensava anteriormente. Apenas 7%.
As conclusões são relativamente surpreendentes, embora a ciência já soubesse que o DNA pesava menos que o estilo de vida. "A ideia geral que tínhamos até agora era que, nas sete ou oito primeiras décadas de vida, o estilo de vida é mais importante que a genética", diz Pita. "Digamos que o estilo de vida se sobrepõe ao efeito da genética. Se você consegue manter uma dieta saudável, com pouco álcool, pouco fumo e muito exercício, viverá muito mais do que se não fizer isso, independentemente da genética que tenha."
É a partir da sétima e oitava décadas que a genética intervém, acrescenta este especialista: "Todas aquelas pessoas que são nonagenárias e centenárias, além de terem tido um estilo de vida adequado, tendem a possuir uma determinada genética". O professor Pita dá dois exemplos: "A genética é importante porque, se você tem uma propensão muito grande ao câncer, obviamente a duração de sua vida será afetada". No entanto, ele faz uma comparação com o talento para a música. "Todos podemos nos esforçar e tocar violão mais ou menos bem, mas, para sermos um gênio, precisamos de uma certa genética", diz ele.
A novidade deste estudo está na maneira como os dados foram analisados, e é isso que é enfatizado no complicado título. "O que diz é que a diferença entre viver muito ou viver um pouco por causa da influência da genética não é muita. Que é maior a influência ambiental." Este trabalho demonstra que os estudos anteriores que apontavam que os genes tinham 30% da culpa por alguém viver pouco ou muito não foram muito bem feitos: “Baseavam-se em uma combinação seletiva, de modo que, quando parecia que duas pessoas tinham a mesma genética, o que elas tinham, na verdade, era o mesmo ambiente”.
"O que se vê é que pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes tendem a combinar entre si, de modo que não são seus genes o que as faz viver mais tempo; é que estão se agrupando entre si”, afirma o especialista.
Isso não significa que, com melhorias na genética, não iremos viver mais. "A genética é muito importante", diz Miguel Pita. "Se identificamos quais são os genes que causam aumento da mortalidade e administramos os medicamentos para combatê-los, a longevidade aumentará muito. Embora pareça que a genética não influencia muito, pode, sim, aumentar muito a expectativa de vida." Parece contraditório, mas não é. "A genética pode fazer com que todos nós vivamos mais. Sempre haverá um ambiente no qual ela influencia mais do que em outro, mas o controle dos genes aumentará a longevidade", conclui o especialista.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/ciencia/1545227085_353401.html
(Texto adaptado para esta prova)
Analise as seguintes assertivas a respeito dos pronomes presentes no texto e das suas relações:
I. O pronome ‘sua’ faz referência à longevidade das famílias nonagenárias.
II. O pronome ‘as’ retoma o seguinte trecho que se inicia na linha anterior: “pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes”.
III. O pronome ‘–los’ faz uma retomada dos genes que causam aumento da mortalidade.
Quais estão corretas?
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O segredo para viver cem anos está em suas mãos, não em seus genes
Todos nós conhecemos famílias nonagenárias, que parecem indestrutíveis. Mas o que está por trás de sua longevidade? Até agora se pensava que "a diferença entre os que vivem muito e os que vivem pouco dependia entre 15% e 30% da genética", explica Miguel Pita, professor da Universidade Autónoma de Madrid. No entanto, um novo estudo publicado na revista Genetics joga por terra esta ideia.
A pesquisa, intitulada “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, foi conduzida por um grupo de pesquisadores radicado na Califórnia (EUA) que comparou 54 milhões de árvores genealógicas do Ancestry, um banco de dados que conecta pessoas de todo o mundo com seus ancestrais. De acordo com os resultados, os genes influenciam, mas muito menos do que se pensava anteriormente. Apenas 7%.
As conclusões são relativamente surpreendentes, embora a ciência já soubesse que o DNA pesava menos que o estilo de vida. "A ideia geral que tínhamos até agora era que, nas sete ou oito primeiras décadas de vida, o estilo de vida é mais importante que a genética", diz Pita. "Digamos que o estilo de vida se sobrepõe ao efeito da genética. Se você consegue manter uma dieta saudável, com pouco álcool, pouco fumo e muito exercício, viverá muito mais do que se não fizer isso, independentemente da genética que tenha."
É a partir da sétima e oitava décadas que a genética intervém, acrescenta este especialista: "Todas aquelas pessoas que são nonagenárias e centenárias, além de terem tido um estilo de vida adequado, tendem a possuir uma determinada genética". O professor Pita dá dois exemplos: "A genética é importante porque, se você tem uma propensão muito grande ao câncer, obviamente a duração de sua vida será afetada". No entanto, ele faz uma comparação com o talento para a música. "Todos podemos nos esforçar e tocar violão mais ou menos bem, mas, para sermos um gênio, precisamos de uma certa genética", diz ele.
A novidade deste estudo está na maneira como os dados foram analisados, e é isso que é enfatizado no complicado título. "O que diz é que a diferença entre viver muito ou viver um pouco por causa da influência da genética não é muita. Que é maior a influência ambiental." Este trabalho demonstra que os estudos anteriores que apontavam que os genes tinham 30% da culpa por alguém viver pouco ou muito não foram muito bem feitos: “Baseavam-se em uma combinação seletiva, de modo que, quando parecia que duas pessoas tinham a mesma genética, o que elas tinham, na verdade, era o mesmo ambiente”.
"O que se vê é que pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes tendem a combinar entre si, de modo que não são seus genes o que as faz viver mais tempo; é que estão se agrupando entre si”, afirma o especialista.
Isso não significa que, com melhorias na genética, não iremos viver mais. "A genética é muito importante", diz Miguel Pita. "Se identificamos quais são os genes que causam aumento da mortalidade e administramos os medicamentos para combatê-los, a longevidade aumentará muito. Embora pareça que a genética não influencia muito, pode, sim, aumentar muito a expectativa de vida." Parece contraditório, mas não é. "A genética pode fazer com que todos nós vivamos mais. Sempre haverá um ambiente no qual ela influencia mais do que em outro, mas o controle dos genes aumentará a longevidade", conclui o especialista.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/ciencia/1545227085_353401.html
(Texto adaptado para esta prova)
Se trocássemos a palavra ‘pesquisa’ por ‘estudos’, quantas outras alterações seriam necessárias no período para fins de concordância?
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O segredo para viver cem anos está em suas mãos, não em seus genes
Todos nós conhecemos famílias nonagenárias, que parecem indestrutíveis. Mas o que está por trás de sua longevidade? Até agora se pensava que "a diferença entre os que vivem muito e os que vivem pouco dependia entre 15% e 30% da genética", explica Miguel Pita, professor da Universidade Autónoma de Madrid. No entanto, um novo estudo publicado na revista Genetics joga por terra esta ideia.
A pesquisa, intitulada “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, foi conduzida por um grupo de pesquisadores radicado na Califórnia (EUA) que comparou 54 milhões de árvores genealógicas do Ancestry, um banco de dados que conecta pessoas de todo o mundo com seus ancestrais. De acordo com os resultados, os genes influenciam, mas muito menos do que se pensava anteriormente. Apenas 7%.
As conclusões são relativamente surpreendentes, embora a ciência já soubesse que o DNA pesava menos que o estilo de vida. "A ideia geral que tínhamos até agora era que, nas sete ou oito primeiras décadas de vida, o estilo de vida é mais importante que a genética", diz Pita. "Digamos que o estilo de vida se sobrepõe ao efeito da genética. Se você consegue manter uma dieta saudável, com pouco álcool, pouco fumo e muito exercício, viverá muito mais do que se não fizer isso, independentemente da genética que tenha."
É a partir da sétima e oitava décadas que a genética intervém, acrescenta este especialista: "Todas aquelas pessoas que são nonagenárias e centenárias, além de terem tido um estilo de vida adequado, tendem a possuir uma determinada genética". O professor Pita dá dois exemplos: "A genética é importante porque, se você tem uma propensão muito grande ao câncer, obviamente a duração de sua vida será afetada". No entanto, ele faz uma comparação com o talento para a música. "Todos podemos nos esforçar e tocar violão mais ou menos bem, mas, para sermos um gênio, precisamos de uma certa genética", diz ele.
A novidade deste estudo está na maneira como os dados foram analisados, e é isso que é enfatizado no complicado título. "O que diz é que a diferença entre viver muito ou viver um pouco por causa da influência da genética não é muita. Que é maior a influência ambiental." Este trabalho demonstra que os estudos anteriores que apontavam que os genes tinham 30% da culpa por alguém viver pouco ou muito não foram muito bem feitos: “Baseavam-se em uma combinação seletiva, de modo que, quando parecia que duas pessoas tinham a mesma genética, o que elas tinham, na verdade, era o mesmo ambiente”.
"O que se vê é que pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes tendem a combinar entre si, de modo que não são seus genes o que as faz viver mais tempo; é que estão se agrupando entre si”, afirma o especialista.
Isso não significa que, com melhorias na genética, não iremos viver mais. "A genética é muito importante", diz Miguel Pita. "Se identificamos quais são os genes que causam aumento da mortalidade e administramos os medicamentos para combatê-los, a longevidade aumentará muito. Embora pareça que a genética não influencia muito, pode, sim, aumentar muito a expectativa de vida." Parece contraditório, mas não é. "A genética pode fazer com que todos nós vivamos mais. Sempre haverá um ambiente no qual ela influencia mais do que em outro, mas o controle dos genes aumentará a longevidade", conclui o especialista.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/ciencia/1545227085_353401.html
(Texto adaptado para esta prova)
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para a palavra ‘propensão’.
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O segredo para viver cem anos está em suas mãos, não em seus genes
Todos nós conhecemos famílias nonagenárias, que parecem indestrutíveis. Mas o que está por trás de sua longevidade? Até agora se pensava que "a diferença entre os que vivem muito e os que vivem pouco dependia entre 15% e 30% da genética", explica Miguel Pita, professor da Universidade Autónoma de Madrid. No entanto, um novo estudo publicado na revista Genetics joga por terra esta ideia.
A pesquisa, intitulada “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, foi conduzida por um grupo de pesquisadores radicado na Califórnia (EUA) que comparou 54 milhões de árvores genealógicas do Ancestry, um banco de dados que conecta pessoas de todo o mundo com seus ancestrais. De acordo com os resultados, os genes influenciam, mas muito menos do que se pensava anteriormente. Apenas 7%.
As conclusões são relativamente surpreendentes, embora a ciência já soubesse que o DNA pesava menos que o estilo de vida. "A ideia geral que tínhamos até agora era que, nas sete ou oito primeiras décadas de vida, o estilo de vida é mais importante que a genética", diz Pita. "Digamos que o estilo de vida se sobrepõe ao efeito da genética. Se você consegue manter uma dieta saudável, com pouco álcool, pouco fumo e muito exercício, viverá muito mais do que se não fizer isso, independentemente da genética que tenha."
É a partir da sétima e oitava décadas que a genética intervém, acrescenta este especialista: "Todas aquelas pessoas que são nonagenárias e centenárias, além de terem tido um estilo de vida adequado, tendem a possuir uma determinada genética". O professor Pita dá dois exemplos: "A genética é importante porque, se você tem uma propensão muito grande ao câncer, obviamente a duração de sua vida será afetada". No entanto, ele faz uma comparação com o talento para a música. "Todos podemos nos esforçar e tocar violão mais ou menos bem, mas, para sermos um gênio, precisamos de uma certa genética", diz ele.
A novidade deste estudo está na maneira como os dados foram analisados, e é isso que é enfatizado no complicado título. "O que diz é que a diferença entre viver muito ou viver um pouco por causa da influência da genética não é muita. Que é maior a influência ambiental." Este trabalho demonstra que os estudos anteriores que apontavam que os genes tinham 30% da culpa por alguém viver pouco ou muito não foram muito bem feitos: “Baseavam-se em uma combinação seletiva, de modo que, quando parecia que duas pessoas tinham a mesma genética, o que elas tinham, na verdade, era o mesmo ambiente”.
"O que se vê é que pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes tendem a combinar entre si, de modo que não são seus genes o que as faz viver mais tempo; é que estão se agrupando entre si”, afirma o especialista.
Isso não significa que, com melhorias na genética, não iremos viver mais. "A genética é muito importante", diz Miguel Pita. "Se identificamos quais são os genes que causam aumento da mortalidade e administramos os medicamentos para combatê-los, a longevidade aumentará muito. Embora pareça que a genética não influencia muito, pode, sim, aumentar muito a expectativa de vida." Parece contraditório, mas não é. "A genética pode fazer com que todos nós vivamos mais. Sempre haverá um ambiente no qual ela influencia mais do que em outro, mas o controle dos genes aumentará a longevidade", conclui o especialista.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/ciencia/1545227085_353401.html
(Texto adaptado para esta prova)
Analise as seguintes propostas de substituição de palavras do texto:
I. ‘sobrepõe’ por ‘segue’.
II. ‘manter’ por ‘seguir’.
III. ‘tendem’ por ‘têm a disposição de’.
Quais alterações NÃO acarretam mudanças na estrutura da frase em que estão inseridas?
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O segredo para viver cem anos está em suas mãos, não em seus genes
Todos nós conhecemos famílias nonagenárias, que parecem indestrutíveis. Mas o que está por trás de sua longevidade? Até agora se pensava que "a diferença entre os que vivem muito e os que vivem pouco dependia entre 15% e 30% da genética", explica Miguel Pita, professor da Universidade Autónoma de Madrid. No entanto, um novo estudo publicado na revista Genetics joga por terra esta ideia.
A pesquisa, intitulada “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, foi conduzida por um grupo de pesquisadores radicado na Califórnia (EUA) que comparou 54 milhões de árvores genealógicas do Ancestry, um banco de dados que conecta pessoas de todo o mundo com seus ancestrais. De acordo com os resultados, os genes influenciam, mas muito menos do que se pensava anteriormente. Apenas 7%.
As conclusões são relativamente surpreendentes, embora a ciência já soubesse que o DNA pesava menos que o estilo de vida. "A ideia geral que tínhamos até agora era que, nas sete ou oito primeiras décadas de vida, o estilo de vida é mais importante que a genética", diz Pita. "Digamos que o estilo de vida se sobrepõe ao efeito da genética. Se você consegue manter uma dieta saudável, com pouco álcool, pouco fumo e muito exercício, viverá muito mais do que se não fizer isso, independentemente da genética que tenha."
É a partir da sétima e oitava décadas que a genética intervém, acrescenta este especialista: "Todas aquelas pessoas que são nonagenárias e centenárias, além de terem tido um estilo de vida adequado, tendem a possuir uma determinada genética". O professor Pita dá dois exemplos: "A genética é importante porque, se você tem uma propensão muito grande ao câncer, obviamente a duração de sua vida será afetada". No entanto, ele faz uma comparação com o talento para a música. "Todos podemos nos esforçar e tocar violão mais ou menos bem, mas, para sermos um gênio, precisamos de uma certa genética", diz ele.
A novidade deste estudo está na maneira como os dados foram analisados, e é isso que é enfatizado no complicado título. "O que diz é que a diferença entre viver muito ou viver um pouco por causa da influência da genética não é muita. Que é maior a influência ambiental." Este trabalho demonstra que os estudos anteriores que apontavam que os genes tinham 30% da culpa por alguém viver pouco ou muito não foram muito bem feitos: “Baseavam-se em uma combinação seletiva, de modo que, quando parecia que duas pessoas tinham a mesma genética, o que elas tinham, na verdade, era o mesmo ambiente”.
"O que se vê é que pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes tendem a combinar entre si, de modo que não são seus genes o que as faz viver mais tempo; é que estão se agrupando entre si”, afirma o especialista.
Isso não significa que, com melhorias na genética, não iremos viver mais. "A genética é muito importante", diz Miguel Pita. "Se identificamos quais são os genes que causam aumento da mortalidade e administramos os medicamentos para combatê-los, a longevidade aumentará muito. Embora pareça que a genética não influencia muito, pode, sim, aumentar muito a expectativa de vida." Parece contraditório, mas não é. "A genética pode fazer com que todos nós vivamos mais. Sempre haverá um ambiente no qual ela influencia mais do que em outro, mas o controle dos genes aumentará a longevidade", conclui o especialista.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/ciencia/1545227085_353401.html
(Texto adaptado para esta prova)
Assinale a alternativa que apresenta linguagem conotativa.
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Questão presente nas seguintes provas
O segredo para viver cem anos está em suas mãos, não em seus genes
Todos nós conhecemos famílias nonagenárias, que parecem indestrutíveis. Mas o que está por trás de sua longevidade? Até agora se pensava que "a diferença entre os que vivem muito e os que vivem pouco dependia entre 15% e 30% da genética", explica Miguel Pita, professor da Universidade Autónoma de Madrid. No entanto, um novo estudo publicado na revista Genetics joga por terra esta ideia.
A pesquisa, intitulada “As estimativas da hereditariedade da longevidade humana estão substancialmente infladas por causa da combinação seletiva”, foi conduzida por um grupo de pesquisadores radicado na Califórnia (EUA) que comparou 54 milhões de árvores genealógicas do Ancestry, um banco de dados que conecta pessoas de todo o mundo com seus ancestrais. De acordo com os resultados, os genes influenciam, mas muito menos do que se pensava anteriormente. Apenas 7%.
As conclusões são relativamente surpreendentes, embora a ciência já soubesse que o DNA pesava menos que o estilo de vida. "A ideia geral que tínhamos até agora era que, nas sete ou oito primeiras décadas de vida, o estilo de vida é mais importante que a genética", diz Pita. "Digamos que o estilo de vida se sobrepõe ao efeito da genética. Se você consegue manter uma dieta saudável, com pouco álcool, pouco fumo e muito exercício, viverá muito mais do que se não fizer isso, independentemente da genética que tenha."
É a partir da sétima e oitava décadas que a genética intervém, acrescenta este especialista: "Todas aquelas pessoas que são nonagenárias e centenárias, além de terem tido um estilo de vida adequado, tendem a possuir uma determinada genética". O professor Pita dá dois exemplos: "A genética é importante porque, se você tem uma propensão muito grande ao câncer, obviamente a duração de sua vida será afetada". No entanto, ele faz uma comparação com o talento para a música. "Todos podemos nos esforçar e tocar violão mais ou menos bem, mas, para sermos um gênio, precisamos de uma certa genética", diz ele.
A novidade deste estudo está na maneira como os dados foram analisados, e é isso que é enfatizado no complicado título. "O que diz é que a diferença entre viver muito ou viver um pouco por causa da influência da genética não é muita. Que é maior a influência ambiental." Este trabalho demonstra que os estudos anteriores que apontavam que os genes tinham 30% da culpa por alguém viver pouco ou muito não foram muito bem feitos: “Baseavam-se em uma combinação seletiva, de modo que, quando parecia que duas pessoas tinham a mesma genética, o que elas tinham, na verdade, era o mesmo ambiente”.
"O que se vê é que pessoas com características semelhantes, a mesma origem social e até traços físicos semelhantes tendem a combinar entre si, de modo que não são seus genes o que as faz viver mais tempo; é que estão se agrupando entre si”, afirma o especialista.
Isso não significa que, com melhorias na genética, não iremos viver mais. "A genética é muito importante", diz Miguel Pita. "Se identificamos quais são os genes que causam aumento da mortalidade e administramos os medicamentos para combatê-los, a longevidade aumentará muito. Embora pareça que a genética não influencia muito, pode, sim, aumentar muito a expectativa de vida." Parece contraditório, mas não é. "A genética pode fazer com que todos nós vivamos mais. Sempre haverá um ambiente no qual ela influencia mais do que em outro, mas o controle dos genes aumentará a longevidade", conclui o especialista.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/19/ciencia/1545227085_353401.html
(Texto adaptado para esta prova)
Analise as seguintes assertivas sobre os nexos presentes no texto e suas relações:
I. A palavra ‘mas’ é uma conjunção adversativa que pode ser substituída por ‘porém’ sem modificar o sentido e a estrutura da frase em que está inserida.
II. A expressão ‘No entanto’ pode ser substituída por ‘Entretanto’ sem acarretar problemas de sentido ou estrutura na frase em que se insere.
III. O vocábulo ‘embora’ inicia uma oração que exprime um fato que se concede, que se admite, em oposição a outro, podendo ser substituído por ‘porquanto’.
Quais estão corretas?
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