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2006291 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE

Gestão democrática na escola pública

(Tereza Garbin e Janaina Almeida, adaptado)

O fortalecimento da escola e a conquista da autonomia político-pedagógica são condições indispensáveis para promover a qualidade da educação e, fundamentalmente, constituem-se em instrumentos de construção de uma nova cidadania. Assim, a democratização institucional constitui um caminho para que a prática pedagógica se torne efetivamente prática social e possa contribuir para o fortalecimento do processo democrático mais amplo.

A luta pela democratização da escola situa-se no bojo da própria luta pela democratização da sociedade, que, no limite, coincide com a transformação social, ou seja, com a revolução enquanto processo prolongado de transformação estrutural da sociedade.

O conceito e a prática de gestão democrática ainda não estão suficientemente desenvolvidos nas organizações educacionais brasileiras. Tanto o conceito de gestão quanto o de democracia não se originaram no interior da escola. No entanto, a escola, como campo privilegiado de intervenções política e ideológica, traz na sua essência pedagógica a possibilidade de construção de novos paradigmas e práticas que priorizem a via democrática na escola e na sociedade. O processo de gestão democrática constrói-se na correlação das forças políticas, colocando o bem comum em primeiro plano. Pressupõe-se, assim, autonomia para que cada escola possa construir seu projeto político-pedagógico e estabelecer seu próprio sistema de avaliação.

O projeto da escola depende, sobretudo, da ousadia de seus agentes, da ousadia de cada escola em assumir-se com tal, com a cara que tem e que deseja ter, com seu cotidiano, o seu tempo espaço. Constrói-se de forma interdisciplinar. O projeto pedagógico pode ser considerado um momento importante de renovação da escola. Projetar significa “lançar-se para frente”, antever um futuro diferente do presente.

Nesse sentido, a escola torna-se democrática e sua essência, pedagógica, traduzida por seu caráter público através das novas relações sociais que estabelece pela democratização das decisões e formação da cidadania. A gestão da escola deve estar pautada no seu projeto político pedagógico, pois este implica a participação da comunidade escolar na definição de suas políticas e de seus projetos educacionais.

A escola não é democrática só por sua prática administrativa. Ela torna-se democrática por toda a sua ação pedagógica e essencialmente educativa. Não podemos pensar que a gestão democrática da escola possa resolver todos os problemas de um estabelecimento de ensino ou da educação. No entanto, sua implantação é, hoje, uma exigência da educação que a vê como um dos possíveis caminhos para a democratização do poder na escola e na própria sociedade. Nesse contexto, a educação é convocada como instrumento de mudança, atribuindo à escola o papel de estabelecer uma nova hegemonia.

(Fonte: https://bit.ly/3nSZm70).

Leia o texto 'Gestão democrática na escola pública' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Após a análise do texto, é possível inferir que o projeto da escola depende, sobretudo, da ousadia de seus agentes, da ousadia de cada escola em assumir-se como tal, com a cara que tem e que deseja ter, com seu cotidiano, o seu tempo espaço.

II. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que a implantação da gestão democrática é, hoje, uma exigência da educação que a vê como um dos possíveis caminhos para a expansão do autoritarismo nas escolas e na própria sociedade.

III. Uma das ideias presentes no texto é a de que a luta pela democratização da escola situa-se no bojo da própria luta pela democratização da sociedade, que, no limite, coincide com a transformação social, ou seja, com a revolução enquanto processo prolongado de transformação estrutural da sociedade.

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2006290 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE

Gestão democrática na escola pública

(Tereza Garbin e Janaina Almeida, adaptado)

O fortalecimento da escola e a conquista da autonomia político-pedagógica são condições indispensáveis para promover a qualidade da educação e, fundamentalmente, constituem-se em instrumentos de construção de uma nova cidadania. Assim, a democratização institucional constitui um caminho para que a prática pedagógica se torne efetivamente prática social e possa contribuir para o fortalecimento do processo democrático mais amplo.

A luta pela democratização da escola situa-se no bojo da própria luta pela democratização da sociedade, que, no limite, coincide com a transformação social, ou seja, com a revolução enquanto processo prolongado de transformação estrutural da sociedade.

O conceito e a prática de gestão democrática ainda não estão suficientemente desenvolvidos nas organizações educacionais brasileiras. Tanto o conceito de gestão quanto o de democracia não se originaram no interior da escola. No entanto, a escola, como campo privilegiado de intervenções política e ideológica, traz na sua essência pedagógica a possibilidade de construção de novos paradigmas e práticas que priorizem a via democrática na escola e na sociedade. O processo de gestão democrática constrói-se na correlação das forças políticas, colocando o bem comum em primeiro plano. Pressupõe-se, assim, autonomia para que cada escola possa construir seu projeto político-pedagógico e estabelecer seu próprio sistema de avaliação.

O projeto da escola depende, sobretudo, da ousadia de seus agentes, da ousadia de cada escola em assumir-se com tal, com a cara que tem e que deseja ter, com seu cotidiano, o seu tempo espaço. Constrói-se de forma interdisciplinar. O projeto pedagógico pode ser considerado um momento importante de renovação da escola. Projetar significa “lançar-se para frente”, antever um futuro diferente do presente.

Nesse sentido, a escola torna-se democrática e sua essência, pedagógica, traduzida por seu caráter público através das novas relações sociais que estabelece pela democratização das decisões e formação da cidadania. A gestão da escola deve estar pautada no seu projeto político pedagógico, pois este implica a participação da comunidade escolar na definição de suas políticas e de seus projetos educacionais.

A escola não é democrática só por sua prática administrativa. Ela torna-se democrática por toda a sua ação pedagógica e essencialmente educativa. Não podemos pensar que a gestão democrática da escola possa resolver todos os problemas de um estabelecimento de ensino ou da educação. No entanto, sua implantação é, hoje, uma exigência da educação que a vê como um dos possíveis caminhos para a democratização do poder na escola e na própria sociedade. Nesse contexto, a educação é convocada como instrumento de mudança, atribuindo à escola o papel de estabelecer uma nova hegemonia.

(Fonte: https://bit.ly/3nSZm70).

Leia o texto 'Gestão democrática na escola pública' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que a autonomia para que cada escola possa construir seu projeto político-pedagógico e estabelecer seu próprio sistema de avaliação é um dos direitos que deve ser combatido para que se possa implantar a democracia na gestão escolar.

II. As informações presentes no texto permitem concluir que a gestão da escola deve estar pautada no seu projeto político pedagógico, pois este implica em vetar a participação da comunidade escolar na definição das políticas educacionais.

III. O texto procura deixar claro para o leitor que a escola, como campo privilegiado de intervenções política e ideológica, traz na sua essência pedagógica a possibilidade de construção de novos paradigmas e práticas que priorizem a via democrática na escola e na sociedade.

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2006289 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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ESCOLA

Uma cidade possui 9 (nove) escolas municipais. No total, estudam nessas escolas 4.500 (quatro mil e quinhentas) crianças devidamente matriculadas e trabalham 204 (duzentos e quatro) professores. Sabe-se que cada sala de aula deve comportar até 35 (trinta e cinco) alunos.

Atualmente, 70% (setenta por cento) dos alunos dependem do transporte escolar público para deslocar-se de suas casas até as escolas. Para atender a esse público, a prefeitura disponibiliza 66 (sessenta e seis) ônibus para transporte dos alunos, diariamente.

Todos os alunos das escolas citadas realizam 2 refeições por dia nas instituições de ensino (café da manhã e almoço). O custo unitário do café da manhã para os cofres públicos é de R$ 8 (oito reais) por aluno. O almoço, por sua vez, custa R$ 11 (onze reais) por aluno à prefeitura
Leia o texto 'ESCOLA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. As informações presentes no texto permitem concluir que a proporção entre o número de alunos e de professores é da ordem de mais de 20 crianças para cada docente.
II. A análise das informações do texto permite concluir que, em um período de 20 dias de atividades escolares, o custo total do almoço das crianças devidamente matriculadas nas escolas é inferior a R$ 910 mil.
III. Considerando as informações presentes no texto, é correto concluir que, se for respeitado o limite de crianças por sala de aula, então serão necessárias mais de 125 salas de aula para acomodar todas as crianças ao mesmo tempo.

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2006288 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Analise as afirmativas a seguir:

I. Expandir o uso da linguagem em instâncias privadas e utilizá-la com eficácia em instâncias públicas, sabendo assumir a palavra e produzir textos coerentes e coesos, é um dos objetivos do ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental.

II. A didática é a sistematização e a racionalização do ensino, constituída de métodos e técnicas de ensino de que se vale o professor para efetivar a sua intervenção no comportamento do estudante. Ou seja, a didática tem como objetivo ensinar métodos e técnicas que possibilitem a aprendizagem do aluno por parte do professor ou instrutor.

III. Quando se pretende que o aluno construa o conhecimento, a intervenção pedagógica do professor tem valor decisivo no processo de aprendizagem e, por isso, é preciso avaliar sistematicamente se a intervenção está adequada, se está contribuindo para as aprendizagens que se espera alcançar.

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2006287 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Analise as afirmativas a seguir:

I. Na escola, as atividades de ensino de língua portuguesa devem proporcionar condições para que o aluno possa utilizar a linguagem oral nas diversas situações comunicativas, especialmente nas mais formais, como no planejamento e na realização de entrevistas, debates, seminários etc.

II. A literatura é necessariamente uma cópia literal da realidade e limita-se a um puro exercício de linguagem. Se tomada como uma maneira particular de compor o conhecimento, é necessário reconhecer que sua relação com o real é obrigatoriamente direta, clara e livre de interpretações subjetivas. Ou seja, o plano da realidade pode ser apropriado e transgredido pelo plano do imaginário como uma instância concretamente formulada pela mediação dos signos verbais (ou mesmo não verbais, conforme algumas manifestações da poesia contemporânea).

III. Em uma perspectiva atitudinal, o trabalho do professor em sala de aula deve privilegiar a construção de uma visão crítica do educando sobre a própria realidade. Para isso, o ensino dos conteúdos deve ser visto como a ação recíproca entre a matéria, o ensino e o conhecimento prévio dos alunos. O conteúdo de ensino a ser transmitido pelo professor de língua portuguesa deve tolher as possibilidades de aprendizado por parte dos alunos, pois as atividades escolares de aprendizado de linguagens devem ter um foco prioritário na classificação morfológica das palavras, independentemente do contexto.

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2006286 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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O letramento além da área de língua portuguesa

Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.

Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.

A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]

Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.

(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
Leia o texto 'O letramento além da área de língua portuguesa' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com o texto, a sociedade contemporânea é iletrada e, atualmente, o domínio do código escrito é dispensável na maioria dos contextos e práticas sociais.

II. A expressão “práticas sociais letradas”, no texto, faz referência às práticas sociais em que é escusável o domínio da leitura e da escrita (código escrito), a exemplo dos formulários, reportagens, notícias, ou outros gêneros textuais que circulam cotidianamente.

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2006285 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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O letramento além da área de língua portuguesa

Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.

Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.

A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]

Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.

(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
Leia o texto 'O letramento além da área de língua portuguesa' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As autoras consideram que, mesmo diante da complexidade do mundo, a escola insiste em dividir o conhecimento em partes. Isso se comprova também por meio da visão fragmentadora do conhecimento científico, trazida pelos currículos básicos.

II. Está claro, no texto, que as práticas de leitura e escrita não se dão apenas no contexto das aulas de língua portuguesa, pois nas aulas de outras disciplinas o estudante também tem contato com essas práticas. Sendo assim, alfabetizar letrando não é apenas restringir esse processo às aulas de língua materna.

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2006284 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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O letramento além da área de língua portuguesa

Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.

Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.

A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]

Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.

(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
Leia o texto 'O letramento além da área de língua portuguesa' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As autoras corroboram com a ideia de que a escola tem uma visão reducionista dos saberes científicos. É como se a instituição ignorasse o fato de as ciências estarem interligadas; isto é, um assunto “puxando” o outro.

II. O texto aponta para a ideia de que o código escrito se torna indispensável em diversas situações de interação que exigem o domínio de práticas de leitura e de escrita. Sendo assim, pode-se afirmar que esse contato não se dá exclusivamente na escola.

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2006283 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE

Métodos Socializados de Ensino

TRABALHO EM GRUPO

O trabalho em grupo é uma oportunidade para o diálogo, a troca de ideias e de informações. É regido pelos princípios de facilitação da construção do conhecimento, troca de ideias e informações, possibilitando a prática da cooperação para conseguir um bem em comum.

No ambiente escolar, o trabalho em grupo favorece a formação de certos hábitos e atitudes de convívio social, tais como: a cooperação e a união de esforços para que um objetivo comum possa ser atingido; o planejamento das etapas de um trabalho; a divisão de tarefas e atribuições, tendo em vista a participação de todos; a exposição de ideias e opiniões de forma sucinta e objetiva, de forma a serem compreendidas; a aceitação de críticas construtivas; a capacidade de ouvir com atenção os colegas e a esperar a vez de falar; o respeito à opinião alheia; e a aceitação de uma decisão quando ficar resolvido que prevalecerá a maioria.

ESTUDO DO MEIO

O estudo do meio é uma técnica que permite o estudo de forma direta do meio natural e social do qual o aluno participa. Essa técnica busca facilitar a construção do conhecimento e permitir a troca de ideias e informações, criando condições para que o aluno entre em contato com a realidade circundante, promovendo o estudo de seus mais variados aspectos de forma direta, objetiva e ordenada. O estudo do meio também propicia a aquisição de conhecimentos geográficos, históricos, econômicos, sociais, políticos, científicos e artísticos, entre outros. Assim, o estudo do meio contribui para o desenvolvimento de habilidades para a realização de entrevistas, para coletar dados, sintetizar e tirar conclusões, tudo isso de forma direta por meio da experiência vivida pelo estudante.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).

Leia o texto 'Métodos Socializados de Ensino' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O trabalho em grupo apenas pode ser desenvolvido quando os alunos aprendem, de fato, a aceitar toda e qualquer crítica a eles direcionada, de acordo com o texto.

II. O texto defende a perspectiva de que os estudos de caso são a forma mais eficiente de realizar a avaliação da aprendizagem de estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental. De acordo com o texto, diversas pesquisas indicam que o uso de questionários e a elaboração de relatórios quantitativos representam uma metodologia mais alinhada com as modernas interpretações sobre o ato de avaliar.

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2006282 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Métodos Socializados de Ensino

TRABALHO EM GRUPO

O trabalho em grupo é uma oportunidade para o diálogo, a troca de ideias e de informações. É regido pelos princípios de facilitação da construção do conhecimento, troca de ideias e informações, possibilitando a prática da cooperação para conseguir um bem em comum.

No ambiente escolar, o trabalho em grupo favorece a formação de certos hábitos e atitudes de convívio social, tais como: a cooperação e a união de esforços para que um objetivo comum possa ser atingido; o planejamento das etapas de um trabalho; a divisão de tarefas e atribuições, tendo em vista a participação de todos; a exposição de ideias e opiniões de forma sucinta e objetiva, de forma a serem compreendidas; a aceitação de críticas construtivas; a capacidade de ouvir com atenção os colegas e a esperar a vez de falar; o respeito à opinião alheia; e a aceitação de uma decisão quando ficar resolvido que prevalecerá a maioria.

ESTUDOS DE CASO

O estudo de caso é uma estratégia que compreende uma apresentação de uma situação real aos estudantes dentro do assunto estudado, para que analisem e, se for necessário, proponham alternativas de solução. Essa estratégia facilita a construção do conhecimento e permite a troca de ideias e experiências.

ESTUDO DO MEIO

O estudo do meio é uma técnica que permite o estudo de forma direta do meio natural e social do qual o aluno participa. Essa técnica busca facilitar a construção do conhecimento e permitir a troca de ideias e informações, criando condições para que o aluno entre em contato com a realidade circundante, promovendo o estudo de seus mais variados aspectos de forma direta, objetiva e ordenada. O estudo do meio também propicia a aquisição de conhecimentos geográficos, históricos, econômicos, sociais, políticos, científicos e artísticos, entre outros. Assim, o estudo do meio contribui para o desenvolvimento de habilidades para a realização de entrevistas, para coletar dados, sintetizar e tirar conclusões, tudo isso de forma direta por meio da experiência vivida pelo estudante.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
Leia o texto 'Métodos Socializados de Ensino' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O estudo do meio é uma técnica que permite o estudo de forma direta, do meio natural e social que circunda o aluno e do qual ele participa, de acordo com as informações apresentadas pelo autor.

II. O trabalho em grupo estimula o aluno a buscar o conhecimento por conta própria, sem o envolvimento de terceiros e sem consultar qualquer fonte de informações, de acordo com as informações do texto.

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