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2005645 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Ensinar e aprender

Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de duas concepções básicas. Por um lado, uma concepção de ensino e aprendizagem que relacione e articule as dimensões humana, técnica, política e social e, por outro lado, uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender. O desafio da didática na atualidade é, portanto, superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente.

Para Paulo Freire, ensinar é uma forma de intervenção na sociedade, indo mesmo além da simples transmissão de conteúdos, que se limita a reproduzir a ideologia dominante.

Paulo Freire afirma, ainda, que o professor deverá perceber que sua prática não é neutra. Por um lado, o docente não pode deixar de se capacitar para ensinar corretamente e adequadamente os conteúdos da área de conhecimento em que trabalha, mas, por outro lado, não pode reduzir a sua prática docente ao puro ensino desses conteúdos.

O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes.

O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber e exigir análise, síntese, interpretação de dados, fatos e situações, isso para além da experiência de vida.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
Leia o texto 'Ensinar e aprender' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O objeto de estudo da didática envolve a interiorização de uma concepção de ensino em que as diferentes maneiras de ensinar e de aprender sejam conflitantes e, assim, possam contribuir para a formação de uma mentalidade pouco crítica nos alunos, afirma o autor.

II. O professor e o estudante, no contexto do aprendizado e do ensino, devem utilizar exclusivamente os métodos mais ortodoxos na construção do seu próprio saber, afirma o texto.

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2005637 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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A criança e o adolescente no ECA

Por N. G. A. DANTAS, em 2018 (adaptado).

Atualmente, no Brasil, desde a Constituição Federal de 1988 (CF) até o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e uma série de leis estaduais e municipais, existe um grande arcabouço legal que promove e garante o direito à educação no país.

Diz o artigo 205 da Constituição Federal de 1988: "A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".

O Estatuto da Criança e do Adolescente é o conjunto de normas do ordenamento jurídico brasileiro que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente, aplicando medidas e expedindo encaminhamentos para o juiz. É o marco legal e regulatório dos direitos humanos de crianças e adolescentes neste país.

Para se ter o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente, é necessário um trabalho conjunto, entre o estado, a família e a escola. Só assim é possível oferecer educação de qualidade aos mais jovens, e fazer valer os direitos educacionais das crianças e dos adolescentes, pois é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, assim como também é dever da família estar presente na formação e na educação dos menores de idade.

Para atender às determinações constitucionais e legais, a escola vem tomando decisões que estão além da educação formal e favorecem uma formação mais completa do indivíduo. Nesse contexto, mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens a postura de muitos profissionais da educação que enxergam o ensino como uma prática que vai além da sala de aula, buscando a valorização sociocultural das crianças e adolescentes.

Para que os direitos dos mais jovens previstos no ECA sejam respeitados no ambiente escolar, é importante promover escolhas inclusivas e acolhedoras. No Brasil, atualmente, é possível identificar bons exemplos dessas escolhas nas escolas em tempo integral, cuja maior preocupação é com a figura do aluno, o qual passa a maior parcela do seu tempo no espaço educacional, realizando atividades e interagindo com colegas e professores de modo a construir situações que contribuem para o seu desenvolvimento.

No entanto, é necessário perceber que apenas a atuação das escolas não é suficiente para contornar o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em outros meios sociais. Não se pode esquecer, por exemplo, daqueles indivíduos que, apesar da pouca idade, já se encontram submetidos às condições precárias de instituições correcionais e outras entidades destinadas a lidar com adolescentes infratores. Nesses locais, muitas vezes, o direito à educação, garantido pelo ECA, é precariamente atendido e, em outras casos, é simplesmente ignorado.

Disponível em: https://bit.ly/3lxaO7r.
Leia o texto 'A criança e o adolescente no ECA' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. Após a análise do texto, é possível concluir que ainda é possível identificar situações precárias em relação aos direitos dos adolescentes que se encontram submetidos às condições precárias de instituições correcionais e outras entidades destinadas a lidar com jovens infratores.

II. Uma das ideias presentes no texto é a de que, no Brasil, atualmente, é possível identificar bons exemplos de práticas inclusivas e acolhedoras nas escolas em tempo integral, cuja maior preocupação é com a figura do aluno, o qual passa a maior parcela do seu tempo no espaço educacional.

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2005636 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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A criança e o adolescente no ECA

Por N. G. A. DANTAS, em 2018 (adaptado).

Atualmente, no Brasil, desde a Constituição Federal de 1988 (CF) até o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e uma série de leis estaduais e municipais, existe um grande arcabouço legal que promove e garante o direito à educação no país.

Diz o artigo 205 da Constituição Federal de 1988: "A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".

O Estatuto da Criança e do Adolescente é o conjunto de normas do ordenamento jurídico brasileiro que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente, aplicando medidas e expedindo encaminhamentos para o juiz. É o marco legal e regulatório dos direitos humanos de crianças e adolescentes neste país.

Para se ter o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente, é necessário um trabalho conjunto, entre o estado, a família e a escola. Só assim é possível oferecer educação de qualidade aos mais jovens, e fazer valer os direitos educacionais das crianças e dos adolescentes, pois é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, assim como também é dever da família estar presente na formação e na educação dos menores de idade.

Para atender às determinações constitucionais e legais, a escola vem tomando decisões que estão além da educação formal e favorecem uma formação mais completa do indivíduo. Nesse contexto, mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens a postura de muitos profissionais da educação que enxergam o ensino como uma prática que vai além da sala de aula, buscando a valorização sociocultural das crianças e adolescentes.

Para que os direitos dos mais jovens previstos no ECA sejam respeitados no ambiente escolar, é importante promover escolhas inclusivas e acolhedoras. No Brasil, atualmente, é possível identificar bons exemplos dessas escolhas nas escolas em tempo integral, cuja maior preocupação é com a figura do aluno, o qual passa a maior parcela do seu tempo no espaço educacional, realizando atividades e interagindo com colegas e professores de modo a construir situações que contribuem para o seu desenvolvimento.

No entanto, é necessário perceber que apenas a atuação das escolas não é suficiente para contornar o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em outros meios sociais. Não se pode esquecer, por exemplo, daqueles indivíduos que, apesar da pouca idade, já se encontram submetidos às condições precárias de instituições correcionais e outras entidades destinadas a lidar com adolescentes infratores. Nesses locais, muitas vezes, o direito à educação, garantido pelo ECA, é precariamente atendido e, em outras casos, é simplesmente ignorado.

Disponível em: https://bit.ly/3lxaO7r.
Leia o texto 'A criança e o adolescente no ECA' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. O texto sugere que, para se ter o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente na promoção dos direitos das crianças aos serviços de saúde, é necessário um trabalho conjunto, entre o estado, a família e a escola.

II. O texto leva o leitor a concluir que a postura de muitos profissionais da educação que buscam a valorização sociocultural das crianças e adolescentes mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens

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2005629 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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A criança e o adolescente no ECA

Por N. G. A. DANTAS, em 2018 (adaptado).

Atualmente, no Brasil, desde a Constituição Federal de 1988 (CF) até o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e uma série de leis estaduais e municipais, existe um grande arcabouço legal que promove e garante o direito à educação no país.

Diz o artigo 205 da Constituição Federal de 1988: "A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".

O Estatuto da Criança e do Adolescente é o conjunto de normas do ordenamento jurídico brasileiro que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente, aplicando medidas e expedindo encaminhamentos para o juiz. É o marco legal e regulatório dos direitos humanos de crianças e adolescentes neste país.

Para se ter o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente, é necessário um trabalho conjunto, entre o estado, a família e a escola. Só assim é possível oferecer educação de qualidade aos mais jovens, e fazer valer os direitos educacionais das crianças e dos adolescentes, pois é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, assim como também é dever da família estar presente na formação e na educação dos menores de idade.

Para atender às determinações constitucionais e legais, a escola vem tomando decisões que estão além da educação formal e favorecem uma formação mais completa do indivíduo. Nesse contexto, mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens a postura de muitos profissionais da educação que enxergam o ensino como uma prática que vai além da sala de aula, buscando a valorização sociocultural das crianças e adolescentes.

Para que os direitos dos mais jovens previstos no ECA sejam respeitados no ambiente escolar, é importante promover escolhas inclusivas e acolhedoras. No Brasil, atualmente, é possível identificar bons exemplos dessas escolhas nas escolas em tempo integral, cuja maior preocupação é com a figura do aluno, o qual passa a maior parcela do seu tempo no espaço educacional, realizando atividades e interagindo com colegas e professores de modo a construir situações que contribuem para o seu desenvolvimento.

No entanto, é necessário perceber que apenas a atuação das escolas não é suficiente para contornar o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em outros meios sociais. Não se pode esquecer, por exemplo, daqueles indivíduos que, apesar da pouca idade, já se encontram submetidos às condições precárias de instituições correcionais e outras entidades destinadas a lidar com adolescentes infratores. Nesses locais, muitas vezes, o direito à educação, garantido pelo ECA, é precariamente atendido e, em outras casos, é simplesmente ignorado.

Disponível em: https://bit.ly/3lxaO7r.
Leia o texto 'A criança e o adolescente no ECA' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. O texto leva o leitor a inferir que, para atender às determinações constitucionais e legais, as escolas vêm tomando decisões que estão além da educação formal e favorecem uma formação mais completa do indivíduo.

II. O texto leva o leitor a entender que a postura de muitos profissionais da educação que enxergam o ensino como uma prática que vai além da sala de aula mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens.

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2005627 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Ensinar e aprender

Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de duas concepções básicas. Por um lado, uma concepção de ensino e aprendizagem que relacione e articule as dimensões humana, técnica, política e social e, por outro lado, uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender. O desafio da didática na atualidade é, portanto, superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente.

Para Paulo Freire, ensinar é uma forma de intervenção na sociedade, indo mesmo além da simples transmissão de conteúdos, que se limita a reproduzir a ideologia dominante.

Paulo Freire afirma, ainda, que o professor deverá perceber que sua prática não é neutra. Por um lado, o docente não pode deixar de se capacitar para ensinar corretamente e adequadamente os conteúdos da área de conhecimento em que trabalha, mas, por outro lado, não pode reduzir a sua prática docente ao puro ensino desses conteúdos.

O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes.

O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber e exigir análise, síntese, interpretação de dados, fatos e situações, isso para além da experiência de vida.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
Leia o texto 'Ensinar e aprender' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O desafio de ensinar coloca a escola e o professor numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes, de acordo com as informações apresentadas pelo autor.

II. O texto afirma que, na perspectiva de Paulo Freire, a didática é o processo de interiorização de métodos e técnicas necessários para a realização de todas as atividades sociais, de acordo com o texto.

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2005622 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Ensinar e aprender

Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de duas concepções básicas. Por um lado, uma concepção de ensino e aprendizagem que relacione e articule as dimensões humana, técnica, política e social e, por outro lado, uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender. O desafio da didática na atualidade é, portanto, superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente.

Para Paulo Freire, ensinar é uma forma de intervenção na sociedade, indo mesmo além da simples transmissão de conteúdos, que se limita a reproduzir a ideologia dominante.

Paulo Freire afirma, ainda, que o professor deverá perceber que sua prática não é neutra. Por um lado, o docente não pode deixar de se capacitar para ensinar corretamente e adequadamente os conteúdos da área de conhecimento em que trabalha, mas, por outro lado, não pode reduzir a sua prática docente ao puro ensino desses conteúdos.

O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes.

O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber e exigir análise, síntese, interpretação de dados, fatos e situações, isso para além da experiência de vida.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
Leia o texto 'Ensinar e aprender' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com as informações apresentadas pelo autor do texto, um ponto em comum entre Piaget e Paulo Freire é que, para ambos os estudiosos, ensinar é a melhor forma de intervenção na sociedade, pois apenas a educação técnica é capaz de formar um cidadão socialmente atuante.

II. Paulo Freire afirma que o professor deve perceber que sua prática não é neutra, de acordo com as informações apresentadas pelo autor do texto.

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2005614 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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A criança e o adolescente no ECA

Por N. G. A. DANTAS, em 2018 (adaptado).

Atualmente, no Brasil, desde a Constituição Federal de 1988 (CF) até o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e uma série de leis estaduais e municipais, existe um grande arcabouço legal que promove e garante o direito à educação no país.

Diz o artigo 205 da Constituição Federal de 1988: "A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".

O Estatuto da Criança e do Adolescente é o conjunto de normas do ordenamento jurídico brasileiro que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente, aplicando medidas e expedindo encaminhamentos para o juiz. É o marco legal e regulatório dos direitos humanos de crianças e adolescentes neste país.

Para se ter o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente, é necessário um trabalho conjunto, entre o estado, a família e a escola. Só assim é possível oferecer educação de qualidade aos mais jovens, e fazer valer os direitos educacionais das crianças e dos adolescentes, pois é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, assim como também é dever da família estar presente na formação e na educação dos menores de idade.

Para atender às determinações constitucionais e legais, a escola vem tomando decisões que estão além da educação formal e favorecem uma formação mais completa do indivíduo. Nesse contexto, mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens a postura de muitos profissionais da educação que enxergam o ensino como uma prática que vai além da sala de aula, buscando a valorização sociocultural das crianças e adolescentes.

Para que os direitos dos mais jovens previstos no ECA sejam respeitados no ambiente escolar, é importante promover escolhas inclusivas e acolhedoras. No Brasil, atualmente, é possível identificar bons exemplos dessas escolhas nas escolas em tempo integral, cuja maior preocupação é com a figura do aluno, o qual passa a maior parcela do seu tempo no espaço educacional, realizando atividades e interagindo com colegas e professores de modo a construir situações que contribuem para o seu desenvolvimento.

No entanto, é necessário perceber que apenas a atuação das escolas não é suficiente para contornar o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em outros meios sociais. Não se pode esquecer, por exemplo, daqueles indivíduos que, apesar da pouca idade, já se encontram submetidos às condições precárias de instituições correcionais e outras entidades destinadas a lidar com adolescentes infratores. Nesses locais, muitas vezes, o direito à educação, garantido pelo ECA, é precariamente atendido e, em outras casos, é simplesmente ignorado.

Disponível em: https://bit.ly/3lxaO7r.
Leia o texto 'A criança e o adolescente no ECA' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. Após a análise do texto, é possível inferir que apenas a atuação das escolas é capaz de solucionar e impedir o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em quaisquer meios sociais.

II. O texto procura destacar que é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, dispensando, assim, a família do dever de estar presente na formação e na educação dos menores de idade.

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2005613 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Autoras negras e brasileiras

Por Patrícia Marinato, 2020 (adaptado).

Ao longo da nossa trajetória acadêmica, somos expostos ao estudo de diversas obras literárias e seus respectivos autores, principalmente os cânones. No entanto, sabe-se que até hoje a literatura estudada nas escolas é majoritariamente europeia e masculina, e mesmo o maior autor nacional sendo um homem negro – Machado de Assis –, pouco estudamos a respeito da narrativa negra. A seguir, vamos conhecer 3 escritoras brasileiras e negras que trouxeram uma grande contribuição para a literatura nacional.

CAROLINA MARIA DE JESUS

De catadora de papel a uma das maiores escritoras negras da literatura nacional, Carolina Maria de Jesus é a autora do famoso livro “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”, publicado na década de 1960. Nele, Carolina Maria de Jesus narra a vida cotidiana na favela do Canindé, e como ela consegue sobreviver sendo catadora e mãe solo de três filhos. A fome, a extrema pobreza e as angústias dos favelados também são muito presentes em seus relatos, que foram traduzidos para 16 idiomas e vendidos em 40 países.

CONCEIÇÃO EVARISTO

Maria da Conceição Evaristo de Brito é uma escritora mineira, nascida na periferia de Belo Horizonte e de origem bem humilde. Migrou para o Rio de Janeiro em busca de melhores oportunidades e para isso teve que conciliar o trabalho como empregada doméstica e seus estudos na faculdade de Letras, onde se formou com 25 anos. Atualmente, Conceição Evaristo é mestre em Literatura Negra e doutora em Literatura Comparada, e tem diversas obras lançadas, desde romance a contos. Neles, a autora aborda temas como discriminação racial, questões de gênero e questões de classe social, dando ênfase à vida cotidiana e à realidade da mulher negra no Brasil.

Maria Firmina dos Reis foi escritora maranhense, fruto de um caso extraconjugal, num contexto de uma sociedade extremamente segregacionista, tanto racial quanto socialmente. Se formou como professora e revolucionou o estado do Maranhão ao construir a primeira escola mista e gratuita da época, além também de se dedicar à publicação de contos e crônicas na imprensa local. Em 1859, publicou “Úrsula”, considerado o primeiro romance escrito por uma mulher negra na América Latina e primeiro romance abolicionista publicado por uma mulher, em língua portuguesa, marcando assim a história da Literatura Brasileira.

Por fim, podemos perceber que, mesmo com tantas contribuições significativas à literatura nacional, a narrativa negra ainda é marginalizada e pouco consumida nas escolas e nas casas brasileiras. No entanto, é extremamente necessário começarmos a dialogar com a literatura afro-brasileira, pois ela pode ser um porta voz na luta contra o racismo. Isso porque a narrativa negra nos apresenta questões acerca da identidade e herança cultural dos povos africanos e afrodescendentes, além de nos mostrar o cotidiano dessa parcela da população, no Brasil.

Disponível em: https://bit.ly/3kwlodC.

MARIA FIRMINA DOS REIS

Leia o texto 'Autoras negras e brasileiras' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. O texto procura destacar que Maria Firmina dos Reis se formou como professora e revolucionou o estado do Maranhão ao construir a primeira escola mista e gratuita da sua época, além também de se dedicar à publicação de contos e crônicas na imprensa local.

II. O texto sugere que, em 1859, Maria Firmina dos Reis publicou “Úrsula”, considerado o primeiro romance escrito por uma mulher negra na América Latina e o primeiro romance abolicionista publicado por uma mulher, em língua portuguesa, marcando assim a história da Literatura Brasileira.

III. Maria da Conceição Evaristo de Brito migrou para o Rio de Janeiro em busca de melhores oportunidades e para isso teve que conciliar o trabalho como empregada doméstica e seus estudos na faculdade de Letras, onde se formou com 25 anos, conforme informa o texto.

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2005597 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
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Ensinar e aprender

Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de duas concepções básicas. Por um lado, uma concepção de ensino e aprendizagem que relacione e articule as dimensões humana, técnica, política e social e, por outro lado, uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender. O desafio da didática na atualidade é, portanto, superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente. Para Paulo Freire, ensinar é uma forma de intervenção na sociedade, indo mesmo além da simples transmissão de conteúdos, que se limita a reproduzir a ideologia dominante.

Paulo Freire afirma, ainda, que o professor deverá perceber que sua prática não é neutra. Por um lado, o docente não pode deixar de se capacitar para ensinar corretamente e adequadamente os conteúdos da área de conhecimento em que trabalha, mas, por outro lado, não pode reduzir a sua prática docente ao puro ensino desses conteúdos.

O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes.

O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber e exigir análise, síntese, interpretação de dados, fatos e situações, isso para além da experiência de vida.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).

Leia o texto 'Ensinar e aprender' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O desafio da didática na atualidade é superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente, de acordo com as informações apresentadas pelo autor.

II. Ensinar é um desafio que leva o professor e a escola a uma constante busca por novos recursos financeiros para custear a realização de projetos inovadores, de acordo com as informações do texto.

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1987994 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Analise as afirmativas a seguir:

I. A avaliação formativa se refere às práticas para promover a aprendizagem de todos os estudantes e permite guiar e otimizar aprendizagens em andamento. Essa é uma avaliação dissociada do processo de aprendizagem, que dele está desvinculada, pois essa modalidade de avaliação reduz o fracasso que pode ocorrer pelo uso de uma avaliação com fins apenas somativos, quando não há mais tempo para melhorias.

II. A avaliação, na Educação infantil, deve contemplar apenas a observação sistemática, crítica e criativa do comportamento de cada criança, individualmente. Ou seja, nesse momento da escolaridade, deve-se ignorar o comportamento das crianças em grupos, seja quando estão envolvidas em brincadeiras ou mesmo nas interações do cotidiano da instituição.

III. A avaliação, na Educação Infantil, deve evitar produzir qualquer documentação que permita às famílias conhecer o trabalho da instituição junto às crianças matriculadas e os processos de desenvolvimento e aprendizagem desenvolvidos na instituição.


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