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Foram encontradas 644 questões.

2006070 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Analise as afirmativas a seguir:

I. O analgésico de escolha para os pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), especialmente naqueles complicados com edema agudo do pulmão, é o sulfato de morfina, que deve ser administrado por via endovenosa, na dose de 2 a 4 mg, diluída, podendo ser repetida em intervalos de 5 a 15 minutos. Na circunstância específica de IAM de parede inferior, não deve ser feita analgesia com morfina e seus derivados, pelo grande potencial de ocasionar hipotensão arterial grave e refratária.

II. As reações hansênicas são fenômenos de aumento da atividade da doença, com piora clínica, que podem ocorrer de forma aguda, antes, durante ou após o final do tratamento com a poliquimioterapia. Essas reações resultam da inflamação aguda causada pela atuação do sistema imunológico do hospedeiro que ataca o bacilo, mais frequentes entre os pacientes multibacilares.

III. A asma é uma doença inflamatória crônica, caracterizada por hiperresponsividade das vias aéreas superiores e por limitação variável ao fluxo aéreo, reversível espontaneamente ou com tratamento. Essa doença inflamatória é uma condição determinada, exclusivamente, por fatores genéticos.

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2006069 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Analise as afirmativas a seguir:

I. O reinfarto é descrito como um Infarto Agudo do Miocárdio que ocorre dentro de 28 dias do infarto incidente. Se ocorrer após 28 dias, é considerado recorrente. Nessa situação, não é recomendado o uso de CK-MB, sendo as troponinas os marcadores de escolha. Medidas seriadas de troponinas devem ser obtidas (no momento dos sintomas e no período de 3 a 6 horas após), sendo considerado reinfarto um incremento de 20% relativo entre essas medidas.

II. A utilização de instrumentos não esterilizados que cortam não é um fator de risco para a transmissão do HIV.

III. Para o controle bacteriológico, é fundamental a realização de baciloscopia mensal nos casos de tuberculose pulmonar para o monitoramento da efetividade do tratamento. Esperase a negativação da baciloscopia a partir do final da segunda semana de tratamento. Entretanto, pacientes podem persistir com baciloscopia positiva sem que isso signifique falha terapêutica. Pacientes com baciloscopia positiva ao longo do tratamento ou que positivam após negativação devem ser avaliados quanto à adesão, falência e/ou resistência.

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2006068 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Analise as afirmativas a seguir:

I. A insuficiência renal aguda (IRA) pré-renal não está relacionada à hipotensão arterial e nem à hipovolemia (hemorragias, diarreias, queimaduras).

II. O termo “bronquite” refere-se a uma inflamação dos brônquios, a qual se apresenta sempre na forma crônica, independentemente da duração ou do agravamento das crises e dos sintomas.

III. Se houver lesões suspeitas de hanseníase dimorfa e o diagnóstico clínico não puder ser confirmado por meio do exame dermatoneurológico, a coleta da baciloscopia deve ser feita, preferencialmente, na borda da(s) lesão(ões) de pele suspeita(s), e na(s) mais infiltrada(s). Pode ser coletado material também dos lóbulos das orelhas e dos cotovelos, quando não houver lesões de pele visíveis. Havendo lesões visíveis, sempre uma lesão de pele, pelo menos, deve ser representada.

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2006067 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Analise as afirmativas a seguir:

I. Os sintomas da asma brônquica incluem manchas na pele, febre, dor nas articulações, nódulos próximos ao antebraço e visão reduzida.

II. Existem situações clínicas em que é previsível a possibilidade de lesão renal, tais como no uso de drogas nefrotóxicas e cirurgias de grande porte.

III. Os objetivos do tratamento da asma são, entre outros, controlar os sintomas, causar limitação crônica ao fluxo aéreo e impedir o paciente de realizar atividades normais (trabalho, escola e lazer).

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2006066 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Analise as afirmativas a seguir:

I. A identificação de uma doença sexualmente transmissível (DST) em um paciente não constitui evento sentinela para a busca de outra DST ou possibilidade de associação com o HIV.

II. O Grupo C da dengue apresenta como características febre por até sete dias, acompanhada de pelo menos dois sinais e sintomas inespecíficos (cefaleia, prostração, dor retro orbitária, exantema, mialgias, artralgias) e história epidemiológica compatível; presença de algum sinal de alarme; e manifestações hemorrágicas presentes ou ausentes. Os pacientes com esses sintomas devem ser atendidos, inicialmente, em qualquer nível de complexidade, sendo obrigatória a hidratação venosa rápida, inclusive durante eventual transferência para uma unidade de referência.

III. O tratamento da asma em longo prazo é realizado através de um manejo medicamentoso sequencial determinado pela resposta clínica ao tratamento.

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2006060 Ano: 2020
Disciplina: Libras
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Comunidades de surdos

or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).

As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.

Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.

A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.

Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.

Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
Leia o texto 'Comunidades de surdos' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. O texto leva o leitor a concluir que há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”, consciente ou inconscientemente.

II. O texto leva o leitor a inferir que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.

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2006059 Ano: 2020
Disciplina: Libras
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Comunidades de surdos

or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).

As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.

Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.

A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.

Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.

Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
Leia o texto 'Comunidades de surdos' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. O texto leva o leitor a entender que existem surdos que não gostam de ser identificados dessa forma, como há os que não se opõem a essa nomenclatura.

II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que, por não conseguir vocalizar, um surdo não consegue utilizar a língua de sinais e não consegue expressar seus pensamentos de outras formas.

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2006058 Ano: 2020
Disciplina: Libras
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Surdez: uma questão de diferença e identidade cultural

Por W. G. Almeida, 2006 (adaptado).

Para alguns estudiosos, os surdos e os mudos são identificados e reconhecidos pela sociedade “ouvinte e falante” a partir de atributos que não atendem aos interesses da comunidade dos surdos ou da comunidade dos mudos.

A sociedade enxerga os surdos e os mudos como indivíduos deficientes que devem ser curados ou “consertados” por procedimentos neurocirúrgicos prometidos pela medicina, seja na engenharia genética ou pela prevenção a doenças. A surdez e a mudez, nessa óptica, são vistas como um mal a ser combatido, como resultado da pobreza e das más condições sanitárias, da falta de cuidados médicos, ou, muitas vezes, como castigo e punição.

essa forma, os grupos de surdos e mudos têm sido estigmatizados e excluídos da sociedade. Os surdos e os mudos tornam-se desvalorizados, seja no seu universo cultural, seja nas estratégias de sobrevivência, ou ainda sobre seus valores e características de seu comportamento.

Suas formas de agir, de pensar, de comunicar, de sentir, de dizer, têm sido negadas ao longo da história. Impôs-se a eles um modelo que jamais poderiam alcançar: o padrão de ter que ser o que não são, ou seja, serem iguais aos indivíduos falantes e ouvintes. Vê-se, assim, o menosprezo ao saber e à cultura dos surdos e dos mudos.

Vê-se o não entendimento da surdez e da mudez como particularidades legítimas que se localizam não apenas no corpo, na boca, no ouvido, na audição, nas cordas vocais, no cérebro, na patologia, mas que devem ser entendidas ser como diferenças políticas e culturais .

Disponível em: https://bit.ly/3noUQg4
Leia o texto 'Surdez: uma questão de diferença e identidade cultural' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. O texto leva o leitor a concluir que a sociedade atual impôs aos surdos e aos mudos um padrão de vida próximo e absolutamente alinhado às suas expectativas e desejos.

II. O texto procura destacar que, para alguns estudiosos, os surdos e os mudos são identificados e reconhecidos pela sociedade “ouvinte e falante” a partir de atributos que não atendem aos interesses dos surdos e mudos.

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2006057 Ano: 2020
Disciplina: Libras
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
Provas:
Comunidades de surdos

or I. G. Cardoso, 2016 (adaptado).

As comunidades de surdos de todo o mundo passaram a ser comunidades culturais, “falantes” de uma língua própria. Assim, mesmo quando não vocaliza, um surdo pode perfeitamente “falar” em sua língua de sinais, não cabendo a denominação surdo-mudo. Por outro lado, a mudez é um tipo de patologia causado por questões ligadas às cordas vocais, à língua, à laringe ou ainda em função de problemas psicológicos ou neurológicos. A surdez não está absolutamente vinculada à mudez. Dizer que alguém que fala com dificuldades é mudo é preconceituoso, na visão de muitos estudiosos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o deficiente auditivo é aquele que tem perda parcial da audição, ou seja, escuta o mínimo de ruído possível.

Mas o termo em voga traz duas vertentes, quando é aplicado de forma a chamar um surdo. Existem surdos que não gostam do termo, como há os que não se opõem.

A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações construídas pela medicina, a qual considera que aqueles são doentes e/ou deficientes e, categoriza-os de acordo com o grau da surdez, entre leve, moderado, severo ou profundo.

Porém, pode-se ressaltar que, contraditoriamente, há pessoas surdas que assumem os termos “deficiente auditivo”, “D.A.” e “pessoa com deficiência auditiva”. Consciente ou inconscientemente, outras os utilizam apenas em determinados espaços sociais para poder usufruir direitos que lhes são garantidos pela legislação e políticas sociais.

Disponível em: https://bit.ly/38Lgs2j
Leia o texto 'Comunidades de surdos' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. A terminologia “deficiente auditivo” tem sido rejeitada pelos surdos por ser fruto de representações nas quais eles são vistos como doentes e/ou deficientes, conforme sugere o texto.

II. Uma das ideias presentes no texto é a de que as comunidades de surdos de todo o país, até o momento, não conseguiram criar quaisquer elementos culturais ou linguísticos próprios.

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2006056 Ano: 2020
Disciplina: Libras
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Gravatá-PE
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Surdez: uma questão de diferença e identidade cultural

Por W. G. Almeida, 2006 (adaptado).

Para alguns estudiosos, os surdos e os mudos são identificados e reconhecidos pela sociedade “ouvinte e falante” a partir de atributos que não atendem aos interesses da comunidade dos surdos ou da comunidade dos mudos.

A sociedade enxerga os surdos e os mudos como indivíduos deficientes que devem ser curados ou “consertados” por procedimentos neurocirúrgicos prometidos pela medicina, seja na engenharia genética ou pela prevenção a doenças. A surdez e a mudez, nessa óptica, são vistas como um mal a ser combatido, como resultado da pobreza e das más condições sanitárias, da falta de cuidados médicos, ou, muitas vezes, como castigo e punição.

essa forma, os grupos de surdos e mudos têm sido estigmatizados e excluídos da sociedade. Os surdos e os mudos tornam-se desvalorizados, seja no seu universo cultural, seja nas estratégias de sobrevivência, ou ainda sobre seus valores e características de seu comportamento.

Suas formas de agir, de pensar, de comunicar, de sentir, de dizer, têm sido negadas ao longo da história. Impôs-se a eles um modelo que jamais poderiam alcançar: o padrão de ter que ser o que não são, ou seja, serem iguais aos indivíduos falantes e ouvintes. Vê-se, assim, o menosprezo ao saber e à cultura dos surdos e dos mudos.

Vê-se o não entendimento da surdez e da mudez como particularidades legítimas que se localizam não apenas no corpo, na boca, no ouvido, na audição, nas cordas vocais, no cérebro, na patologia, mas que devem ser entendidas ser como diferenças políticas e culturais .

Disponível em: https://bit.ly/3noUQg4
Leia o texto 'Surdez: uma questão de diferença e identidade cultural' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. O texto leva o leitor a entender que a diferença entre a população surda e a população muda e os demais indivíduos se localiza no corpo, no ouvido, na audição, no cérebro, na patologia, não caracterizando uma diferença política ou mesmo cultural.

II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que as formas de agir, de pensar, de comunicar, de sentir e de dizer da população surda e da população muda têm sido amplamente valorizadas e acolhidas na sociedade em geral ao longo da história.

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