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Sobre a ética
A ética é o estudo do juízo de apreciação que se refere à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto. Ela é a ciência da moral, é a teoria do comportamento moral dos homens em sociedade.
Como se vê pelas definições apresentadas, uma visão sobre a ética, seja ela a partir de um núcleo localizado de pessoas ou numa esfera global, não ficaria completa sem uma associação com a moral.
A moral é o conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupo ou pessoa determinada. A moral é a parte da filosofia que trata dos costumes, deveres e modo de proceder dos homens para com os outros homens.
Para alguns filósofos, as correntes doutrinárias éticas nascem como respostas aos diversos questionamentos e anseios das sociedades em suas diferentes épocas como resposta às problemáticas que se apresentam entre os indivíduos que vivem em grupos ou em sociedade de forma organizada, de maneira mais direta ao seu comportamento moral e afetivo.
Essa estreita ligação entre realidade do indivíduo e conceito moral permite que a ética se molde aos novos costumes e à realidade, criando novas regras do individual dentro da coletividade, e se torne um parâmetro para todos dentro de um longo processo de mudança.
Adaptado. ROSA M. A. DA SILVA; ELIAS L. DA SILVA. Redenção (CE), 2014. Fonte: https://bit.ly/3jKA9cn.
Leia o texto 'Sobre a ética' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. Após a análise do texto, é possível inferir que a moral é o conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer para um grupo ou uma pessoa determinada, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar.
II. O texto leva o leitor a concluir que a moral é a parte da filosofia que determina os costumes, os deveres, as leis e o modo de proceder das pessoas em uma sociedade com o objetivo de uniformizar essa percepção.
Marque a alternativa CORRETA:
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Fonte: https://bit.ly/3fbqMBL (adaptado).
I. O texto recomenda evitar discussões, para isso, deve-se apostar na paciência, na educação e na busca pelo contorno de problemas.
II. O texto leva o leitor a inferir que o trabalho empreendido pelos colaboradores deve ter como base e prioridade a busca contínua pela redução de custos nos serviços públicos.
Marque a alternativa CORRETA:
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Projeto arquitetônico e a construção civil
(Alagoas, 2017)
Segundo Dinsmore e Cavalieri (2003 apud NOGUEIRA, 2012), projeto é um instrumento fundamental para qualquer atividade de mudança e geração de produto e serviços. Eles podem envolver desde uma única pessoa a milhares de pessoas organizadas em times e ter duração de alguns dias ou vários anos.
Pode-se definir projeto como um esforço temporário, com a intenção de criar um produto ou serviço exclusivo. É elaborado progressivamente e em etapas realizadas por pessoas, com recursos finitos, sendo submetido a planejamento, execução e controle (PMI, 2012).
Conforme a ISO 10.006 Gestão da qualidade – Diretrizes para a qualidade no gerenciamento de projetos (ABNT, 2000), entende-se que o projeto é um processo único, constituído de um grupo de atividades coordenadas e controladas com datas para início e término, empreendido para alcance de um objetivo conforme requisitos específicos, incluindo limitações de tempo, custos e recursos.
Para Delesderrier (2015), o projeto na construção civil é a etapa fundamental para o processo de execução da edificação. Sendo importante na obtenção da qualidade no produto final, pois é responsável por toda a estrutura física, a partir das necessidades do usuário.
Define-se projeto, na construção civil, como a atividade ou serviço integrante do processo de construção, responsável pelo desenvolvimento, organização, registro e transmissão das características físicas e tecnológicas especificadas para uma obra, a serem consideradas na fase de execução. Tratase de um processo de criação de um produto (MELHADO, 1994 apud RUFINO, 2011).
Rufino (2011) afirma que para atender as necessidades de transmissão das características físicas e tecnológicas da obra, o projeto deve ser entendido como mais do que a elaboração de desenhos e memoriais descritivos.
Para entender a importância do projeto arquitetônico, Caiado (2004) aponta o projeto arquitetônico como o definidor de custos, funcionalidade, tecnologias construtivas, construtibilidade e satisfação do usuário. Sendo assim, responsável por todos os parâmetros que vão definir o empreendimento.
Adesse e Salgado (2006) defendem que sem um correto e completo projeto arquitetônico todos os outros segmentos inerentes à produção de um edifício estarão prejudicados e comprometidos no que se refere à qualidade, eficiência, remuneração, satisfação do usuário e racionalização.
O Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), de acordo com a resolução número 51 de 2013 define projeto arquitetônico como sendo uma atividade técnica de criação, pela qual é concebida uma obra de arquitetura.
Pode-se definir projeto arquitetônico como sendo a materialização da ideia, daquilo que foi imaginado, a representação da concepção do que foi pensado e projetado. Através dele é possível planejar a melhor maneira de atender as necessidades dos usuários e a melhor forma de sanar todas as dificuldades envolvidas nesse processo. Assim, o objetivo do projeto arquitetônico é saber previamente possíveis problemas de execução do projeto em pauta e garantindo que o projeto saia como planejado (TAVARES, 2015).
Analisado os conceitos e definições de projeto, é possível afirmar que o projeto para ser bem executado precisa passar por etapas. Essas devem ser seguidas de forma eficiente. Cada etapa do processo é de suma importância para que se elaborem projetos de alta qualidade.
(Etapas do projeto arquitetônico para execução de obras de engenharia civil: comparação entre dois estudos de caso em Maceió - AL / Mariana Ferreira Silva Ribeiro, Thaysa Sarmento de Moraes Siqueira. Maceió, 2017. Disponível em: https://bit.ly/3fJINaG. Adaptado.)
Leia o texto 'Projeto arquitetônico e a construção civil' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto procura deixar claro para o leitor que se define projeto, na construção civil, como a atividade ou serviço integrante do processo de construção, responsável pelo desenvolvimento, organização, registro e transmissão das características físicas e tecnológicas especificadas para uma obra, a serem consideradas na fase de execução.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que o Conselho de Arquitetura e Urbanismo define o projeto arquitetônico como sendo uma atividade artística de criação cujo objetivo principal é conceber uma planta de instalações residenciais.
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ESGOTAMENTO MENTAL
Para uma enormidade de profissionais, fazer home office é praticamente sinônimo de passar horas e horas em calls, termo que popularizou as videoconferências. Não é à toa que o Zoom, aplicativo de reuniões e conversas on-line usando voz e vídeo, explodiu durante a pandemia de Covid-19.
Em tempos de trabalho remoto, usar a videoconferência se tornou essencial, e, algumas vezes, até passa dos limites. Os contatos estão cada vez mais virtualizados e estão cobrando um preço alto do nosso cérebro: um novo tipo de esgotamento mental, já batizado de "Zoom fatigue" — termo que pegou emprestado o nome do app Zoom para ilustrar bem como fica nosso cérebro convivendo com tanta videoconferência.
Ficar encarando rostos nas telas por longos e longos períodos é exaustivo. E isso tem uma explicação psicológica: as pessoas, enquanto conversam virtualmente, estão completamente desprovidas de algo importantíssimo no dia a dia dentro dos padrões de normalidade: a linguagem corporal. As pistas que nosso corpo dá, ainda que não sejam nada verbais, fazem parte de uma fluidez natural da comunicação entre os seres humanos. E sem elas, a conversa fica mais engessada e exige mais energia dos participantes.
Segundo alguns psicólogos, o corpo demanda descanso, relaxamento para se manter saudável. A exaustão reverbera no corpo de forma nociva, e é possível percebê-la na expressão corporal, na respiração, no olhar disperso... a exaustão altera o apetite e até mesmo causa insônia. Nas vídeoconferências, além da conversa engessada, tem a questão da falta de socialização pessoal, da troca de um abraço, de uma brincadeira que é comum acontecer durante as conversas pessoais ou reuniões. Isso, de uma certa forma, alivia o peso das responsabilidades e é muito necessário para nós, seres humanos.
A nossa postura, a maneira como gesticulamos, o tom das nossas vozes e até mesmo nossas manias enquanto trocamos ideia ou nos reunimos fisicamente com alguém, seja essa pessoa um executivo, um colega de trabalho ou um cliente, faz toda a diferença na comunicação. E tudo isso acontece de maneira muito natural, de forma que nosso cérebro não se desgasta. No mundo virtual, como ficamos mais atentos a tudo que estamos falando e fazendo diante da câmera, gastamos uma boa quantidade de energia para monitorar isso. E é exatamente esse gasto que nos deixa tão cansados no fim do dia.
Por Luciana Zaramela, em 2020 (disponível em: https://bit.ly/2CzxKRZ). Com adaptações.
Leia o texto 'ESGOTAMENTO MENTAL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto apresenta informações que levam o leitor a entender que, para uma enormidade de profissionais, fazer home office é praticamente sinônimo de passar horas e horas em calls, termo que popularizou as videoconferências.
II. As informações presentes no texto permitem concluir que, em tempos de trabalho remoto, usar a videoconferência se tornou dispensável, e as pessoas aprenderam a facilmente dosar a quantidade diária de reuniões e atividades on-line. Essa ideia é destacada pela autora ainda no segundo parágrafo, quando ela utiliza a expressão "Zoom fatigue" para defender a ideia de que, a qualquer momento, o excesso de trabalho pode causar danos à saúde do indivíduo.
III. A nossa postura, a maneira como gesticulamos, o tom das nossas vozes e até mesmo nossas manias enquanto trocamos ideia ou nos reunimos fisicamente com alguém fazem toda a diferença na comunicação, afirma a autora do texto. E tudo isso acontece de maneira muito natural, de forma que nosso cérebro não se desgasta, conforme pode ser observado no texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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Rotinas
Estabelecer e gerenciar a rotina do trabalho significa formar um conjunto de ações e verificações diárias, conduzidas com o máximo de cuidado, dedicação, prioridade e autonomia no âmbito das organizações públicas. É instituir o senso de responsabilidade nas pessoas para o cumprimento das obrigações que lhes são conferidas.
No serviço público, o gerenciamento da rotina está centrado nos seguintes princípios:
1) Na perfeita definição da autoridade e da responsabilidade de cada pessoa;
2) Na padronização dos processos de trabalho;
3) No monitoramento dos resultados destes processos e sua comparação com as metas;
4) Na ação corretiva do processo, a partir dos desvios encontrados nos resultados, quando comparados com as metas;
5) Num bom ambiente de trabalho e na máxima utilização do potencial mental das pessoas; e,
6) Na busca contínua da perfeição.
Verifica-se, então, que gerenciar a rotina é, por si só, um processo que pode ser aplicado a qualquer tipo de departamento ou setor da organização que tenha como objetivo a plena satisfação do usuário dos serviços por meio de controle sistemático e da melhoria contínua de cada processo em base diária e progressiva.
Nas entidades públicas, o gerenciamento da rotina busca a eficiência dos processos organizacionais, através da padronização do trabalho para evitar mudanças que possam comprometer a qualidade estabelecida. Esse gerenciamento é responsabilidade de cada servidor e esse deve receber o constante acompanhamento do gestor na execução da rotina, a fim de maximizar o seu desempenho.
Adaptado. Edvonaide P. S. Melo; Ana P. S. Farias. 2015. Fonte: https://bit.ly/3mD3erT.
Leia o texto 'Rotinas' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. O texto leva o leitor a entender que gerenciar a rotina é, por si só, um processo que pode ser aplicado a qualquer tipo de departamento ou setor da organização que tenha como objetivo a plena satisfação do usuário dos serviços públicos.
II. O texto procura deixar claro para o leitor que a padronização dos processos de trabalho é uma medida que apenas deve ser tomada após a confirmação de que todos os processos e rotinas da instituição estão sendo realizados de acordo com as metas estabelecidas.
Marque a alternativa CORRETA:
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Alimentação escolar
Por Lorena Medeiros (adaptado).
Você já deve ter ouvido falar que “saco vazio não para em pé”. Isso significa que criança que não se alimenta, não consegue ser saudável, ficando doente com mais frequência. Então, podemos concluir que uma alimentação saudável é essencial para a saúde, pois uma criança sem se alimentar pode não conseguir aprender o que o professor está ensinando na sala de aula.
Quando uma criança chega à escola em jejum (sem ter comido), ela pode ficar sonolenta na sala de aula e não conseguir prestar atenção às aulas, consequentemente, prejudicando seu desempenho. Por isso, é importante que todas as crianças estejam bem alimentadas durante sua permanência na escola
Pensando nisso, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) torna-se um programa de direito, pois todo estudante tem o direito de ter alimentação na escola, para que suas necessidades nutricionais sejam supridas e, assim, possa participar, com qualidade, das atividades desenvolvidas em sala de aula, obtendo-se melhores resultados no processo de ensino-aprendizagem.
Esse direito foi incluído de forma explícita na legislação do Programa, a partir da publicação da Lei que o estabelece (Lei 11.947/2009, art. 2º, inciso VI). Sendo um programa de direito, o PNAE não pode ser visto como um programa de governo, de forma assistencialista, nem utilizado por políticos como forma de “moeda de troca”.
Sendo assim, a alimentação é fundamental para uma educação de qualidade e o sucesso de cada estudante.
(Políticas de Alimentação Escolar / Lorena Gonçalves Chaves Medeiros - 4ª ed. atualizada e revisada - Cuiabá: Universidade Federal de Mato Grosso / Rede e-Tec Brasil, 2013. Disponível em: https://bit.ly/3mMN0wW).
Leia o texto 'Alimentação escolar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto leva o leitor a concluir que o direito à alimentação foi incluído de forma explícita na legislação do Programa Nacional de Alimentação Escolar.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que direito à alimentação está previsto na lei que estabelece o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Lei 11.947/2009, art. 2º, inciso VI).
Marque a alternativa CORRETA:
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Por N. G. A. DANTAS, em 2018 (adaptado).
Atualmente, no Brasil, desde a Constituição Federal de 1988 (CF) até o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e uma série de leis estaduais e municipais, existe um grande arcabouço legal que promove e garante o direito à educação no país.
Diz o artigo 205 da Constituição Federal de 1988: "A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".
O Estatuto da Criança e do Adolescente é o conjunto de normas do ordenamento jurídico brasileiro que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente, aplicando medidas e expedindo encaminhamentos para o juiz. É o marco legal e regulatório dos direitos humanos de crianças e adolescentes neste país.
Para se ter o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente, é necessário um trabalho conjunto, entre o estado, a família e a escola. Só assim é possível oferecer educação de qualidade aos mais jovens, e fazer valer os direitos educacionais das crianças e dos adolescentes, pois é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, assim como também é dever da família estar presente na formação e na educação dos menores de idade.
Para atender às determinações constitucionais e legais, a escola vem tomando decisões que estão além da educação formal e favorecem uma formação mais completa do indivíduo. Nesse contexto, mostra-se favorável à formação das crianças e dos jovens a postura de muitos profissionais da educação que enxergam o ensino como uma prática que vai além da sala de aula, buscando a valorização sociocultural das crianças e adolescentes.
Para que os direitos dos mais jovens previstos no ECA sejam respeitados no ambiente escolar, é importante promover escolhas inclusivas e acolhedoras. No Brasil, atualmente, é possível identificar bons exemplos dessas escolhas nas escolas em tempo integral, cuja maior preocupação é com a figura do aluno, o qual passa a maior parcela do seu tempo no espaço educacional, realizando atividades e interagindo com colegas e professores de modo a construir situações que contribuem para o seu desenvolvimento.
No entanto, é necessário perceber que apenas a atuação das escolas não é suficiente para contornar o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em outros meios sociais. Não se pode esquecer, por exemplo, daqueles indivíduos que, apesar da pouca idade, já se encontram submetidos às condições precárias de instituições correcionais e outras entidades destinadas a lidar com adolescentes infratores. Nesses locais, muitas vezes, o direito à educação, garantido pelo ECA, é precariamente atendido e, em outras casos, é simplesmente ignorado.
Disponível em: https://bit.ly/3lxaO7r.
I. Após a análise do texto, é possível inferir que apenas a atuação das escolas é capaz de solucionar e impedir o desrespeito aos direitos das crianças e dos adolescentes em quaisquer meios sociais.
II. O texto procura destacar que é dever do estado fornecer uma educação de qualidade, dispensando, assim, a família do dever de estar presente na formação e na educação dos menores de idade.
Marque a alternativa CORRETA:
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Autoras negras e brasileiras
Por Patrícia Marinato, 2020 (adaptado).
Ao longo da nossa trajetória acadêmica, somos expostos ao estudo de diversas obras literárias e seus respectivos autores, principalmente os cânones. No entanto, sabe-se que até hoje a literatura estudada nas escolas é majoritariamente europeia e masculina, e mesmo o maior autor nacional sendo um homem negro – Machado de Assis –, pouco estudamos a respeito da narrativa negra. A seguir, vamos conhecer 3 escritoras brasileiras e negras que trouxeram uma grande contribuição para a literatura nacional.
CAROLINA MARIA DE JESUS
De catadora de papel a uma das maiores escritoras negras da literatura nacional, Carolina Maria de Jesus é a autora do famoso livro “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”, publicado na década de 1960. Nele, Carolina Maria de Jesus narra a vida cotidiana na favela do Canindé, e como ela consegue sobreviver sendo catadora e mãe solo de três filhos. A fome, a extrema pobreza e as angústias dos favelados também são muito presentes em seus relatos, que foram traduzidos para 16 idiomas e vendidos em 40 países.
CONCEIÇÃO EVARISTO
Maria da Conceição Evaristo de Brito é uma escritora mineira, nascida na periferia de Belo Horizonte e de origem bem humilde. Migrou para o Rio de Janeiro em busca de melhores oportunidades e para isso teve que conciliar o trabalho como empregada doméstica e seus estudos na faculdade de Letras, onde se formou com 25 anos. Atualmente, Conceição Evaristo é mestre em Literatura Negra e doutora em Literatura Comparada, e tem diversas obras lançadas, desde romance a contos. Neles, a autora aborda temas como discriminação racial, questões de gênero e questões de classe social, dando ênfase à vida cotidiana e à realidade da mulher negra no Brasil.
Maria Firmina dos Reis foi escritora maranhense, fruto de um caso extraconjugal, num contexto de uma sociedade extremamente segregacionista, tanto racial quanto socialmente. Se formou como professora e revolucionou o estado do Maranhão ao construir a primeira escola mista e gratuita da época, além também de se dedicar à publicação de contos e crônicas na imprensa local. Em 1859, publicou “Úrsula”, considerado o primeiro romance escrito por uma mulher negra na América Latina e primeiro romance abolicionista publicado por uma mulher, em língua portuguesa, marcando assim a história da Literatura Brasileira.
Por fim, podemos perceber que, mesmo com tantas contribuições significativas à literatura nacional, a narrativa negra ainda é marginalizada e pouco consumida nas escolas e nas casas brasileiras. No entanto, é extremamente necessário começarmos a dialogar com a literatura afro-brasileira, pois ela pode ser um porta voz na luta contra o racismo. Isso porque a narrativa negra nos apresenta questões acerca da identidade e herança cultural dos povos africanos e afrodescendentes, além de nos mostrar o cotidiano dessa parcela da população, no Brasil.
Disponível em: https://bit.ly/3kwlodC.
MARIA FIRMINA DOS REIS
Leia o texto 'Autoras negras e brasileiras' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. O texto procura destacar que Maria Firmina dos Reis se formou como professora e revolucionou o estado do Maranhão ao construir a primeira escola mista e gratuita da sua época, além também de se dedicar à publicação de contos e crônicas na imprensa local.
II. O texto sugere que, em 1859, Maria Firmina dos Reis publicou “Úrsula”, considerado o primeiro romance escrito por uma mulher negra na América Latina e o primeiro romance abolicionista publicado por uma mulher, em língua portuguesa, marcando assim a história da Literatura Brasileira.
III. Maria da Conceição Evaristo de Brito migrou para o Rio de Janeiro em busca de melhores oportunidades e para isso teve que conciliar o trabalho como empregada doméstica e seus estudos na faculdade de Letras, onde se formou com 25 anos, conforme informa o texto.
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Farmacovigilância
Por Helaine C. Capucho (adaptado).
Farmacovigilância, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a “ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos”. Ao definir esse conceito, no ano de 2002, a OMS ampliou o escopo da farmacovigilância, contemplando “quaisquer problemas relacionados a medicamentos”, como queixas técnicas, erros de medicação e interações medicamentosas.
A Política Nacional de Medicamentos (Brasil, 1998), divulgada pelo Governo Federal brasileiro, em abril de 1999, afirmava que as ações de farmacovigilância, além de tratar de eventos adversos e queixa técnica a medicamentos, deviam ser utilizadas também para assegurar o seu uso racional, reorientando procedimentos relativos a registro, forma de comercialização, prescrição e dispensação de produtos.
Os serviços de farmacovigilância, dentre outras atividades, recebem notificações de efeitos adversos a medicamentos, feitas pelos diferentes usuários destes produtos, e têm o papel de analisar essas notificações e disparar ações com o intuito de prevenir, eliminar ou, pelo menos, minimizar riscos de danos à saúde dos pacientes e dos profissionais.
Efeitos adversos com medicamentos acontecem frequentemente com pacientes hospitalizados. A ocorrência desses efeitos, em hospitais, pode levar a um aumento do tempo de internação e de custos (VAN DEN BENT et al, 1999). Assim, a detecção precoce e o diagnóstico de efeitos adversos a medicamentos tornam a farmacovigilância um importante instrumento para a saúde pública.
Cotidianamente, os farmacêuticos hospitalares brasileiros desenvolvem ações de farmacovigilância, mesmo que tais ações não estejam ligadas a um serviço formalizado, pois esses profissionais estão constantemente atendendo a solicitações dos profissionais de saúde acerca de problemas com medicamentos, como alterações de coloração, dificuldades de reconstituição de pós-liofilizados, reações adversas apresentadas pelos pacientes, falta de efeito terapêutico.
Entretanto, muitos hospitais do Brasil ainda não possuem serviços formalizados de farmacovigilância. Atualmente, a maioria desses serviços é encontrada em hospitais ligados à Rede Brasileira de Hospitais Sentinela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e em hospitais que participam de algum programa de certificação de qualidade.
Disponível em: https://bit.ly/3qt3tsa.
Leia o texto 'Farmacovigilância' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A farmacovigilância é uma ciência que cria conhecimentos, procedimentos e métodos que auxiliam os profissionais farmacêuticos na elaboração de laudos sobre viroses e bacterioses, a fim de determinar o diagnóstico de uma infecção difusa.
II. As informações presentes no texto levam o leitor a entender que a farmacovigilância representa um conjunto de processos necessários para a validação de um medicamento para uso em humanos antes de serem finalizados os testes em laboratórios ou em cobaias.
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Farmacovigilância
Por Helaine C. Capucho (adaptado).
Farmacovigilância, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a “ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos”. Ao definir esse conceito, no ano de 2002, a OMS ampliou o escopo da farmacovigilância, contemplando “quaisquer problemas relacionados a medicamentos”, como queixas técnicas, erros de medicação e interações medicamentosas.
A Política Nacional de Medicamentos (Brasil, 1998), divulgada pelo Governo Federal brasileiro, em abril de 1999, afirmava que as ações de farmacovigilância, além de tratar de eventos adversos e queixa técnica a medicamentos, deviam ser utilizadas também para assegurar o seu uso racional, reorientando procedimentos relativos a registro, forma de comercialização, prescrição e dispensação de produtos.
Os serviços de farmacovigilância, dentre outras atividades, recebem notificações de efeitos adversos a medicamentos, feitas pelos diferentes usuários destes produtos, e têm o papel de analisar essas notificações e disparar ações com o intuito de prevenir, eliminar ou, pelo menos, minimizar riscos de danos à saúde dos pacientes e dos profissionais.
Efeitos adversos com medicamentos acontecem frequentemente com pacientes hospitalizados. A ocorrência desses efeitos, em hospitais, pode levar a um aumento do tempo de internação e de custos (VAN DEN BENT et al, 1999). Assim, a detecção precoce e o diagnóstico de efeitos adversos a medicamentos tornam a farmacovigilância um importante instrumento para a saúde pública.
Cotidianamente, os farmacêuticos hospitalares brasileiros desenvolvem ações de farmacovigilância, mesmo que tais ações não estejam ligadas a um serviço formalizado, pois esses profissionais estão constantemente atendendo a solicitações dos profissionais de saúde acerca de problemas com medicamentos, como alterações de coloração, dificuldades de reconstituição de pós-liofilizados, reações adversas apresentadas pelos pacientes, falta de efeito terapêutico.
Entretanto, muitos hospitais do Brasil ainda não possuem serviços formalizados de farmacovigilância. Atualmente, a maioria desses serviços é encontrada em hospitais ligados à Rede Brasileira de Hospitais Sentinela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e em hospitais que participam de algum programa de certificação de qualidade.
Disponível em: https://bit.ly/3qt3tsa.
Leia o texto 'Farmacovigilância' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. As informações presentes no texto permitem concluir que praticamente todos os hospitais do Brasil possuem serviços formalizados de farmacovigilância.
II. Atualmente, a maioria dos serviços de farmacovigilância é encontrada em hospitais ligados à Rede Brasileira de Hospitais Sentinela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e em hospitais que participam de algum programa de certificação de qualidade, conforme sugere o texto.
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