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A palavra MENININHA tem na sua estrutura mórfica os seguintes elementos:
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Numa barragem de concreto está instalado uma comporta circular de ferro fundido com 0,20m de raio, à profundidade indicada, a força atuante no centro da comporta é:

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A historiogafia realça a colonização do Brasil, dentro da ótica do mercantilismo. Em razão desse objetivo, a preocupação foi colonizar o nordeste, onde o lucro da cana de açúcar era mais latente. A visão ocupacional litorânea, ofuscou o interesse em colonizar o interior. Este descuido português, fez com que um outro país europeu, buscasse a descoberta do rio Tocantins, caminho para o conhecimento e exploração do hoje estado do Tocantins. Estamos nos referindo:
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Os solos, para que possam ser utilizados nos aterros das obras de terraplanagem, devem preencher certos requisitos, ou seja, certas propriedades que melhoram o seu comportamento técnico. Nesse contexto, julgue os itens:
I. As operações de compactação aumentam a resistência de ruptura do solo, sob a ação de cargas externas.
II. A compactação do solo causa a redução de possíveis variações volumétricas pela ação de cargas e não pela ação de água que, eventualmente, percole sua massa.
III. Com a compactação ocorre a impermeabilização dos solos, pela redução do coeficiente de permeabilidade, resultante do menor números de vazios.
IV. Nos trabalhos em terra, as variações de volume possíveis, isto é, expansões ou contrações, independem do teor de umidade inicial.
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Assinale a alternativa em que NÃO há relação entre as duas colunas quanto à classificação dos substantivos:
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Um Engenheiro foi encarregado de dimensionar a rede coletora de esgotos esquematizada a seguir.
Dados de projeto:

Consumo per capita de água : q = 150 litros/(hab.dia)
K1 = 1,20 e K2 = 1,50
Coeficiente de Retorno: C = 0,80
Taxa de Infiltração: TI = 0,0010 litros/(s.m)
Densidade populacional: d = 210 hab/ha
Densidade de ruas: l* = 175 m/ha
Áreas: Expansão 1 = 3,0 ha e Expansão 2 = 5,0 há
Dados: Contribuições devido às ligações prediais:
Qlig = ( P . q . K1 . K2 . C ) / 86.400, onde P é a população.
Contribuições devido às infiltrações:
Qinf = L . TI, onde L é o comprimento do trecho da rede.
Considerando as informações acima, determine a vazão futura Q no final do projeto, que sai do poço de visita mais à jusante da rede coletora de esgotos (indicada no esquema)
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Com base na Lei 8.666/93, responda se as proposições a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F):
I. O Projeto Básico é o conjunto de elementos que definam a obra ou serviço ou, ainda, complexo de obras ou de serviços objeto da licitação, com a definição técnica e dimensional da solução adotada.
II. Uma das premissas para a licitação de obras de engenharia é a existência de Projeto Básico Aprovado pela autoridade competente e disponível para exame dos interessados em participar do processo licitatório.
III. O Recebimento Provisório da obra é o ato de aprovação e aceitação condicional da obra ou serviço, formalizado através do Termo de Recebimento Provisório.
IV. Na planilha orçamentária de uma obra de engenharia contratada por preço global não é necessário especificar quantidades de materiais e serviços, nem seus custos unitários.
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Leia o texto que segue e responda à questão.
Cinzas da Inquisição
“Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história européia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos ouvir falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.
Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência história nacional.
Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.
Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a ‘república’ decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um imenso período de pesquisas, discussões e mapeamentos de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: ‘Libertem de novo os escravos’, ‘proclamem de novo a República’.
Fazer história é fazer falar o passado e o presente criando ecos para o futuro.
História é o anti-silêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustrações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares apenas de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como num vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse com ele.
A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.”
(SANTANNA, Affonso, R. A raiz quadrada do absurdo. Rio de Janeiro)
Com relação aos 100 anos de libertação dos escravos e aos 100 anos de Proclamação da República, pode-se afirmar, de acordo com o texto, que:
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Leia o texto que segue e responda à questão.
Cinzas da Inquisição
“Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história européia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos ouvir falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.
Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência história nacional.
Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.
Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a ‘república’ decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um imenso período de pesquisas, discussões e mapeamentos de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: ‘Libertem de novo os escravos’, ‘proclamem de novo a República’.
Fazer história é fazer falar o passado e o presente criando ecos para o futuro.
História é o anti-silêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustrações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares apenas de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como num vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse com ele.
A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.”
(SANTANNA, Affonso, R. A raiz quadrada do absurdo. Rio de Janeiro)
Assinale a opção em que há ERRO na relação entre a ideia e o parágrafo indicado entre parênteses.
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Leia o texto que segue e responda à questão.
Cinzas da Inquisição
“Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história européia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos ouvir falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.
Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência história nacional.
Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.
Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a ‘república’ decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um imenso período de pesquisas, discussões e mapeamentos de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: ‘Libertem de novo os escravos’, ‘proclamem de novo a República’.
Fazer história é fazer falar o passado e o presente criando ecos para o futuro.
História é o anti-silêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustrações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares apenas de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como num vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse com ele.
A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.”
(SANTANNA, Affonso, R. A raiz quadrada do absurdo. Rio de Janeiro)
Tendo em vista o desenvolvimento do texto, assinale a alternativa que justifica o título “Cinzas da Inquisição”:
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