Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
A religiosidade é muito marcante na formação cultural do povo brasileiro, em razão desse fato, os municípios tem por tradição escolher um santo padroeiro. Qual o santo padroeiro de Guaraí?
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
Uma plataforma marítima de exploração de petróleo precisou de reparo, sendo deslocados vários profissionais para efetuá-lo. Isto, no entendimento da Norma Regulamentadora NR 01, fica caracterizado como:
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A história da sociedade humana revela algumas peculiaridades. O norte de Goiás, base originária do atual estado do Tocantins, teve seu momento sublime, porém efêmero na economia, foi quando da descoberta do ouro. Com o declínio do ouro, a região foi abandonada. Buscou-se, daí em diante uma alternativa econômica. A economia de subsistência. Neste sentido, como a economia da região voltou a se integrar à economia nacional?
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
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Às 5:30 tocou o bip do meu relógio. Estava acordado, há horas talvez, aguardando a luz do dia. Abençoado relógio, não aguentava mais continuar deitado ali, com o coração batendo e a boca seca. Pulei da cama e subi para o convés. Na casinha da praia, o lampião continuava aceso, e a luz do mastro do Rapa Nui, ancorado mais para fora da baía, ainda estava ligada. Todos dormiam. Sentei-me na popa, molhada de orvalho, soprando entre as mãos uma xícara de café preto e sem açúcar, quando surgiu o Hermann. Trocamos um rápido “bom-dia”. E só. Como nos tempos do remo, quando treinávamos pesado antes de uma competição importante. “Silêncio no barco!”, era a ordem, “... e firme na água!” Mas desta vez não se tratava de um treino.
Ninguém conhecia ainda a data da partida. Eu deveria defini-la nos dez dias seguintes, a partir das condições de vento e tempo. Mas, durante a madrugada daquele domingo, último dia do ano, resolvi mudar de ideia. De algum modo, o Hermann pressentira o que se passava. As fitas que prendiam a vela principal já estavam soltas, o motor virando devagarinho e o guincho de recolhimento da âncora engatado. Com os primeiros raios da manhã, o mar vermelho espelhado refletia o contorno das montanhas que protegem Jurumirim, e só os coqueiros mais altos alcançavam o sol que, pouco a pouco, ia penetrando a baía.
Lindo lugar, Jurumirim. Um porto natural cercado de matas pelos lados, com uma pequena prainha ao fundo onde, debaixo dos coqueiros, fica a sede. Muitos deles, os menores, eu plantei quando garoto. No tempo em que a fazenda era ativa, o vale atrás da praia e algumas das encostas eram forrados de bananais. Com a chegada da Rio – Santos, os barcos bananeiros – Grajaú, Meu Brasil, Fluminense – desapareceram, sendo aos poucos substituídos pelo caminhão. Em Jurumirim, a banana foi acabando e a mata fechando-se em volta. Não há estrada até ali. Todo acesso é feito por mar. Para Paraty, pela praia da frente, ou para Paraty-Mirim, pelo outro lado da fazenda, que toca a baía dos Meros. Não há luz também. As noites são iluminadas a lampião ou a vaga-lumes.
A minha canoa mais importante – Rosa – vive na praia, embaixo da velha mangueira. Gosto desse lugar, profundamente, mas pela primeira vez não queria estar ali. é difícil deixar um lugar que mora no coração, por tanto tempo. Precisava sair – rápido – da baía antes que os outros acordassem.
Ao saltar de volta para a Canoinha, o Hermann notou sob a água transparente um cabo preso junto à hélice do Paratii. Rápido, mergulhou e soltou o que ainda restava. Não tive tempo de agradecer.
“Te cuida, Amyr.”
“Pode deixar.”
Foi tudo o que consegui dizer enquanto a canoa se afastava da praia.
Na verdade, já havia partido muito antes. Os últimos meses tinham sido infernais. Milhares, milhões de preparativos, papéis, acertos, problemas gigantescos e minúsculos que precisam ser resolvidos. E, à medida que o último dia vai chegando, vai-se partindo. Os meses vão se consumindo, a tensão aumentando, as últimas semanas, o último dia e, enfim, o exato e real instante de ir embora.
Mas o barulho da corrente trazendo a âncora me traiu. O Eduardo me viu quando estava na ponta da baía. Gritava algo que não podia ouvir. Segundos depois, vi os cabelos loiros da Cabeluda acenando do Rapa Nui. Mas já estava longe. Ufa! Um enorme nó na garganta, não virei mais para trás. Sem despedidas, melhor assim.
Liguei o piloto automático e abri as velas, a grande primeiro e em seguida as duas da frente. Incrível, mas tudo parecia funcionar. Voltei para a mesa na “torre” (o meu posto de pilotagem elevado), desdobrei a carta 19 002, o Atlântico Sul, e anotei, com pressa, a hora de saída – 9:01 GMT – na página 1 do diário.
O mar liso, com longas e suaves ondas, fazia o barco balançar levemente. Fui à proa e acabei de fixar firmemente a pesada âncora. Talvez devesse tirá-la, guardá-la no porão até a próxima vez em que avistasse terra. Eram cinquenta quilos, além da quilométrica e pesada corrente, mas resolvi deixá-la instalada caso fosse necessário uma escala de emergência.
Com os pés apoiados nas asas da âncora e as pernas contra o balcão, instalei-me na extremidade máxima, à frente do barco, imitando uma carranca do São Francisco, enquanto o Paratii, com todas as velas, seguia sozinho, automático, silencioso, o seu rumo.
Pouco antes das 11:00 GMT, ultrapassei a ponta da Joatinga, o cabo Horn paratiense, e então alterei o rumo para Sul verdadeiro. Não, não era um passeio de alguns dias. Mar aberto por fim. A leste, a África. Ao sul, minha próxima parada, a península Antártica.
Ainda imóvel, na proa, fui seguindo com os olhos as últimas árvores visíveis da ponta que ia desaparecendo. Árvores. Quinze meses até a próxima árvore! Quinze meses, que eternidade!
KLINK, Amyr. Paratii: entre dois pólos. São Paulo: Companhia das Letras.
O processo de formação da palavra INÚTIL tem a mesma classificação em:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
Quanto à proteção respiratória o EPI D.1 - Respirador purificador de ar não motorizado PFF2 é usado para proteção das vias respiratórias contra:
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Às 5:30 tocou o bip do meu relógio. Estava acordado, há horas talvez, aguardando a luz do dia. Abençoado relógio, não aguentava mais continuar deitado ali, com o coração batendo e a boca seca. Pulei da cama e subi para o convés. Na casinha da praia, o lampião continuava aceso, e a luz do mastro do Rapa Nui, ancorado mais para fora da baía, ainda estava ligada. Todos dormiam. Sentei-me na popa, molhada de orvalho, soprando entre as mãos uma xícara de café preto e sem açúcar, quando surgiu o Hermann. Trocamos um rápido “bom-dia”. E só. Como nos tempos do remo, quando treinávamos pesado antes de uma competição importante. “Silêncio no barco!”, era a ordem, “... e firme na água!” Mas desta vez não se tratava de um treino.
Ninguém conhecia ainda a data da partida. Eu deveria defini-la nos dez dias seguintes, a partir das condições de vento e tempo. Mas, durante a madrugada daquele domingo, último dia do ano, resolvi mudar de ideia. De algum modo, o Hermann pressentira o que se passava. As fitas que prendiam a vela principal já estavam soltas, o motor virando devagarinho e o guincho de recolhimento da âncora engatado. Com os primeiros raios da manhã, o mar vermelho espelhado refletia o contorno das montanhas que protegem Jurumirim, e só os coqueiros mais altos alcançavam o sol que, pouco a pouco, ia penetrando a baía.
Lindo lugar, Jurumirim. Um porto natural cercado de matas pelos lados, com uma pequena prainha ao fundo onde, debaixo dos coqueiros, fica a sede. Muitos deles, os menores, eu plantei quando garoto. No tempo em que a fazenda era ativa, o vale atrás da praia e algumas das encostas eram forrados de bananais. Com a chegada da Rio – Santos, os barcos bananeiros – Grajaú, Meu Brasil, Fluminense – desapareceram, sendo aos poucos substituídos pelo caminhão. Em Jurumirim, a banana foi acabando e a mata fechando-se em volta. Não há estrada até ali. Todo acesso é feito por mar. Para Paraty, pela praia da frente, ou para Paraty-Mirim, pelo outro lado da fazenda, que toca a baía dos Meros. Não há luz também. As noites são iluminadas a lampião ou a vaga-lumes.
A minha canoa mais importante – Rosa – vive na praia, embaixo da velha mangueira. Gosto desse lugar, profundamente, mas pela primeira vez não queria estar ali. é difícil deixar um lugar que mora no coração, por tanto tempo. Precisava sair – rápido – da baía antes que os outros acordassem.
Ao saltar de volta para a Canoinha, o Hermann notou sob a água transparente um cabo preso junto à hélice do Paratii. Rápido, mergulhou e soltou o que ainda restava. Não tive tempo de agradecer.
“Te cuida, Amyr.”
“Pode deixar.”
Foi tudo o que consegui dizer enquanto a canoa se afastava da praia.
Na verdade, já havia partido muito antes. Os últimos meses tinham sido infernais. Milhares, milhões de preparativos, papéis, acertos, problemas gigantescos e minúsculos que precisam ser resolvidos. E, à medida que o último dia vai chegando, vai-se partindo. Os meses vão se consumindo, a tensão aumentando, as últimas semanas, o último dia e, enfim, o exato e real instante de ir embora.
Mas o barulho da corrente trazendo a âncora me traiu. O Eduardo me viu quando estava na ponta da baía. Gritava algo que não podia ouvir. Segundos depois, vi os cabelos loiros da Cabeluda acenando do Rapa Nui. Mas já estava longe. Ufa! Um enorme nó na garganta, não virei mais para trás. Sem despedidas, melhor assim.
Liguei o piloto automático e abri as velas, a grande primeiro e em seguida as duas da frente. Incrível, mas tudo parecia funcionar. Voltei para a mesa na “torre” (o meu posto de pilotagem elevado), desdobrei a carta 19 002, o Atlântico Sul, e anotei, com pressa, a hora de saída – 9:01 GMT – na página 1 do diário.
O mar liso, com longas e suaves ondas, fazia o barco balançar levemente. Fui à proa e acabei de fixar firmemente a pesada âncora. Talvez devesse tirá-la, guardá-la no porão até a próxima vez em que avistasse terra. Eram cinquenta quilos, além da quilométrica e pesada corrente, mas resolvi deixá-la instalada caso fosse necessário uma escala de emergência.
Com os pés apoiados nas asas da âncora e as pernas contra o balcão, instalei-me na extremidade máxima, à frente do barco, imitando uma carranca do São Francisco, enquanto o Paratii, com todas as velas, seguia sozinho, automático, silencioso, o seu rumo.
Pouco antes das 11:00 GMT, ultrapassei a ponta da Joatinga, o cabo Horn paratiense, e então alterei o rumo para Sul verdadeiro. Não, não era um passeio de alguns dias. Mar aberto por fim. A leste, a África. Ao sul, minha próxima parada, a península Antártica.
Ainda imóvel, na proa, fui seguindo com os olhos as últimas árvores visíveis da ponta que ia desaparecendo. Árvores. Quinze meses até a próxima árvore! Quinze meses, que eternidade!
KLINK, Amyr. Paratii: entre dois pólos. São Paulo: Companhia das Letras.
Assinale a opção em que a forma verbal está INCORRETA.
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
Os níveis mínimos de iluminamento a serem observados nos locais de trabalho são os valores de iluminâncias estabelecidos na NBR 5413, norma brasileira registrada no INMETRO. A medição dos níveis de iluminamento deve ser feita no campo de trabalho onde se realiza a tarefa visual, utilizando-se de luxímetro com fotocélula corrigida para a sensibilidade do olho humano e em função do ângulo de incidência. Quando não puder ser definido o campo de trabalho este será um plano horizontal a qual distância do piso?
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
Um Digitador que trabalha em ambiente com nível de pressão sonora acima do limite de tolerância poderá sofrer perda em sua capacidade auditiva, uma vez que não é comum ao profissional de digitação desenvolver suas atividades em ambiente de trabalho com exposição a ruídos excessivos.O exemplo acima trata-se de um caso segundo a Lei enquadrado como:
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
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Às 5:30 tocou o bip do meu relógio. Estava acordado, há horas talvez, aguardando a luz do dia. Abençoado relógio, não aguentava mais continuar deitado ali, com o coração batendo e a boca seca. Pulei da cama e subi para o convés. Na casinha da praia, o lampião continuava aceso, e a luz do mastro do Rapa Nui, ancorado mais para fora da baía, ainda estava ligada. Todos dormiam. Sentei-me na popa, molhada de orvalho, soprando entre as mãos uma xícara de café preto e sem açúcar, quando surgiu o Hermann. Trocamos um rápido “bom-dia”. E só. Como nos tempos do remo, quando treinávamos pesado antes de uma competição importante. “Silêncio no barco!”, era a ordem, “... e firme na água!” Mas desta vez não se tratava de um treino.
Ninguém conhecia ainda a data da partida. Eu deveria defini-la nos dez dias seguintes, a partir das condições de vento e tempo. Mas, durante a madrugada daquele domingo, último dia do ano, resolvi mudar de ideia. De algum modo, o Hermann pressentira o que se passava. As fitas que prendiam a vela principal já estavam soltas, o motor virando devagarinho e o guincho de recolhimento da âncora engatado. Com os primeiros raios da manhã, o mar vermelho espelhado refletia o contorno das montanhas que protegem Jurumirim, e só os coqueiros mais altos alcançavam o sol que, pouco a pouco, ia penetrando a baía.
Lindo lugar, Jurumirim. Um porto natural cercado de matas pelos lados, com uma pequena prainha ao fundo onde, debaixo dos coqueiros, fica a sede. Muitos deles, os menores, eu plantei quando garoto. No tempo em que a fazenda era ativa, o vale atrás da praia e algumas das encostas eram forrados de bananais. Com a chegada da Rio – Santos, os barcos bananeiros – Grajaú, Meu Brasil, Fluminense – desapareceram, sendo aos poucos substituídos pelo caminhão. Em Jurumirim, a banana foi acabando e a mata fechando-se em volta. Não há estrada até ali. Todo acesso é feito por mar. Para Paraty, pela praia da frente, ou para Paraty-Mirim, pelo outro lado da fazenda, que toca a baía dos Meros. Não há luz também. As noites são iluminadas a lampião ou a vaga-lumes.
A minha canoa mais importante – Rosa – vive na praia, embaixo da velha mangueira. Gosto desse lugar, profundamente, mas pela primeira vez não queria estar ali. é difícil deixar um lugar que mora no coração, por tanto tempo. Precisava sair – rápido – da baía antes que os outros acordassem.
Ao saltar de volta para a Canoinha, o Hermann notou sob a água transparente um cabo preso junto à hélice do Paratii. Rápido, mergulhou e soltou o que ainda restava. Não tive tempo de agradecer.
“Te cuida, Amyr.”
“Pode deixar.”
Foi tudo o que consegui dizer enquanto a canoa se afastava da praia.
Na verdade, já havia partido muito antes. Os últimos meses tinham sido infernais. Milhares, milhões de preparativos, papéis, acertos, problemas gigantescos e minúsculos que precisam ser resolvidos. E, à medida que o último dia vai chegando, vai-se partindo. Os meses vão se consumindo, a tensão aumentando, as últimas semanas, o último dia e, enfim, o exato e real instante de ir embora.
Mas o barulho da corrente trazendo a âncora me traiu. O Eduardo me viu quando estava na ponta da baía. Gritava algo que não podia ouvir. Segundos depois, vi os cabelos loiros da Cabeluda acenando do Rapa Nui. Mas já estava longe. Ufa! Um enorme nó na garganta, não virei mais para trás. Sem despedidas, melhor assim.
Liguei o piloto automático e abri as velas, a grande primeiro e em seguida as duas da frente. Incrível, mas tudo parecia funcionar. Voltei para a mesa na “torre” (o meu posto de pilotagem elevado), desdobrei a carta 19 002, o Atlântico Sul, e anotei, com pressa, a hora de saída – 9:01 GMT – na página 1 do diário.
O mar liso, com longas e suaves ondas, fazia o barco balançar levemente. Fui à proa e acabei de fixar firmemente a pesada âncora. Talvez devesse tirá-la, guardá-la no porão até a próxima vez em que avistasse terra. Eram cinquenta quilos, além da quilométrica e pesada corrente, mas resolvi deixá-la instalada caso fosse necessário uma escala de emergência.
Com os pés apoiados nas asas da âncora e as pernas contra o balcão, instalei-me na extremidade máxima, à frente do barco, imitando uma carranca do São Francisco, enquanto o Paratii, com todas as velas, seguia sozinho, automático, silencioso, o seu rumo.
Pouco antes das 11:00 GMT, ultrapassei a ponta da Joatinga, o cabo Horn paratiense, e então alterei o rumo para Sul verdadeiro. Não, não era um passeio de alguns dias. Mar aberto por fim. A leste, a África. Ao sul, minha próxima parada, a península Antártica.
Ainda imóvel, na proa, fui seguindo com os olhos as últimas árvores visíveis da ponta que ia desaparecendo. Árvores. Quinze meses até a próxima árvore! Quinze meses, que eternidade!
KLINK, Amyr. Paratii: entre dois pólos. São Paulo: Companhia das Letras.
Assinale a opção em que NÃO se trata de derivação parassintética:
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A historiogafia realça a colonização do Brasil, dentro da ótica do mercantilismo. Em razão desse objetivo, a preocupação foi colonizar o nordeste, onde o lucro da cana de açúcar era mais latente. A visão ocupacional litorânea, ofuscou o interesse em colonizar o interior. Este descuido português, fez com que um outro país europeu, buscasse a descoberta do rio Tocantins, caminho para o conhecimento e exploração do hoje estado do Tocantins. Estamos nos referindo:
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