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Foram encontradas 40 questões.

2398875 Ano: 2010
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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O procedimento de acidificação da urina aumenta a eliminação de qual medicamento listado abaixo:

 

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2398703 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Assinale a alternativa em que NÃO há relação entre as duas colunas quanto à classificação dos substantivos:

 

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2398243 Ano: 2010
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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A associação medicamentosa pode aumentar ou diminuir a ação de um determinado medicamento. A associação prejudicial entre as tetraciclinas e os sais de cálcio e alumínio ocorrem a nível de:

 

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2398057 Ano: 2010
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Dentre os medicamentos listados abaixo, marque a alternativa que apresenta corticóides utilizados na prevenção de reações adversas e como apoio nos tratamentos das doenças neoplásicas.

 

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2397517 Ano: 2010
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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A assistência farmacêutica busca opções farmacêuticas mais eficientes em relação ao custo e benefício; uso racional dos medicamentos ao vincular custo com segurança, eficácia e qualidades das diferentes terapias medicamentosas, e busca a melhor relação entre custo e resultados. Tais objetivos caracterizam-se na:

 

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2397476 Ano: 2010
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Os efeitos colaterais estão presentes em praticamente todos os medicamentos. Considerando os efeitos colaterais dos antiinflamatórios, podemos destacar como os mais frequentes:

 

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2397262 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Leia o texto que segue e responda à questão.

Cinzas da Inquisição

“Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história européia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos ouvir falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.

Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência história nacional.

Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.

Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a ‘república’ decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um imenso período de pesquisas, discussões e mapeamentos de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: ‘Libertem de novo os escravos’, ‘proclamem de novo a República’.

Fazer história é fazer falar o passado e o presente criando ecos para o futuro.

História é o anti-silêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustrações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares apenas de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como num vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse com ele.

A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.”

(SANTANNA, Affonso, R. A raiz quadrada do absurdo. Rio de Janeiro)

Com relação aos 100 anos de libertação dos escravos e aos 100 anos de Proclamação da República, pode-se afirmar, de acordo com o texto, que:

 

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2396883 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Leia o texto que segue e responda à questão.

Cinzas da Inquisição

“Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história européia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos ouvir falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.

Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência história nacional.

Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.

Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a ‘república’ decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um imenso período de pesquisas, discussões e mapeamentos de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: ‘Libertem de novo os escravos’, ‘proclamem de novo a República’.

Fazer história é fazer falar o passado e o presente criando ecos para o futuro.

História é o anti-silêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustrações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares apenas de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como num vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse com ele.

A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.”

(SANTANNA, Affonso, R. A raiz quadrada do absurdo. Rio de Janeiro)

Assinale a opção em que há ERRO na relação entre a ideia e o parágrafo indicado entre parênteses.

 

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2396829 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Leia o texto que segue e responda à questão.

Cinzas da Inquisição

“Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história européia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos ouvir falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.

Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência história nacional.

Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.

Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a ‘república’ decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um imenso período de pesquisas, discussões e mapeamentos de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: ‘Libertem de novo os escravos’, ‘proclamem de novo a República’.

Fazer história é fazer falar o passado e o presente criando ecos para o futuro.

História é o anti-silêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustrações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares apenas de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como num vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse com ele.

A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.”

(SANTANNA, Affonso, R. A raiz quadrada do absurdo. Rio de Janeiro)

Tendo em vista o desenvolvimento do texto, assinale a alternativa que justifica o título “Cinzas da Inquisição”:

 

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Quatro são as regiões geográficas existentes no estado do Tocantins. Aponte a alternativa em que não aparece uma dessas quatro regiões.

 

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