Foram encontradas 40 questões.
O retângulo ilustrado a seguir representa um terreno comprado pela professora Alice.

Para obter o perímetro desse terreno, qual das expressões a seguir ela deverá utilizar?
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O gráfico a seguir representa as horas que um motorista
passou ao volante do veículo em seis dias de uma semana.

Sendo a jornada semanal de trabalho desse motorista de 44 horas, o total de horas de trabalho gastas na realização de outras atividades, sem estar ao volante, foi de

Sendo a jornada semanal de trabalho desse motorista de 44 horas, o total de horas de trabalho gastas na realização de outras atividades, sem estar ao volante, foi de
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Alexandre colou um retângulo branco de 4 cm x 6 cm
sobre um círculo de, aproximadamente, 40,6 cm2
de área
e coloriu de cinza o restante do círculo, conforme a figura.

A área colorida por Alexandre em cinza, em centímetros quadrados, é de, aproximadamente,

A área colorida por Alexandre em cinza, em centímetros quadrados, é de, aproximadamente,
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Numa competição de esqui na neve, a classificação é
dada pela média aritmética dos três menores tempos de
cada atleta. Roberto completou cada volta com os seguintes tempos:
O tempo médio de Roberto para fins de classificação foi, em segundos, igual a
O tempo médio de Roberto para fins de classificação foi, em segundos, igual a
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Em uma festa, do total de convidados, há 40% de adultos
e os demais são 30 crianças. O número de adultos na
festa é
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Leia o texto para responder a questão.
Capas de caderno
Era tão certo quanto Natal e Ano-Novo. A família de
Fabrício se reunia na véspera das aulas para encapar os
cadernos. Sentavam-se todos os irmãos e a mãe ao redor da
mesa para colocar uma capa transparente e uma estampa que
sobrava dos presentes. Um dos únicos dias do ano em que
dormiam tarde, atravessando de longe a meia-noite, morrendo
de alegria.
Estudar significava um prêmio. Não podiam chegar de
qualquer jeito à escola. Não era permitido que o uniforme não
estivesse limpo, apesar de gasto. Não se permitia que nenhum livro viesse desencapado. Tinha que durar. Tinha que
sobreviver aos sanduíches do recreio. Tinha que aguentar as
viradas de página e o manuseio infinito.
A mãe transformava a tarefa em festa. Ela os ensinava a
embrulhar devagar, a preencher o nome e a série, colocava
durex com o nome dos filhos nos objetos que iam no estojo
de madeira. Estimulava os filhos a terem orgulho da letra e do
capricho. Nenhum dos filhos tinha caderno diferente de outro
irmão. Tudo igual, para não gerar ciúme e competição.
Fabrício amava aquele tempo de expectativa, de preparação para momentos importantes da vida. Existia uma paciência
que não existe hoje, de esperar a televisão aquecer até vir a
imagem, de escrever cartas, de ir até o orelhão para falar com
um parente do interior, de pensar como seríamos felizes se
fôssemos aprovados em mais um ano escolar.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand, 2017. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Capas de caderno
Era tão certo quanto Natal e Ano-Novo. A família de
Fabrício se reunia na véspera das aulas para encapar os
cadernos. Sentavam-se todos os irmãos e a mãe ao redor da
mesa para colocar uma capa transparente e uma estampa que
sobrava dos presentes. Um dos únicos dias do ano em que
dormiam tarde, atravessando de longe a meia-noite, morrendo
de alegria.
Estudar significava um prêmio. Não podiam chegar de
qualquer jeito à escola. Não era permitido que o uniforme não
estivesse limpo, apesar de gasto. Não se permitia que nenhum livro viesse desencapado. Tinha que durar. Tinha que
sobreviver aos sanduíches do recreio. Tinha que aguentar as
viradas de página e o manuseio infinito.
A mãe transformava a tarefa em festa. Ela os ensinava a
embrulhar devagar, a preencher o nome e a série, colocava
durex com o nome dos filhos nos objetos que iam no estojo
de madeira. Estimulava os filhos a terem orgulho da letra e do
capricho. Nenhum dos filhos tinha caderno diferente de outro
irmão. Tudo igual, para não gerar ciúme e competição.
Fabrício amava aquele tempo de expectativa, de preparação para momentos importantes da vida. Existia uma paciência
que não existe hoje, de esperar a televisão aquecer até vir a
imagem, de escrever cartas, de ir até o orelhão para falar com
um parente do interior, de pensar como seríamos felizes se
fôssemos aprovados em mais um ano escolar.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand, 2017. Adaptado)
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Capas de caderno
Era tão certo quanto Natal e Ano-Novo. A família de
Fabrício se reunia na véspera das aulas para encapar os
cadernos. Sentavam-se todos os irmãos e a mãe ao redor da
mesa para colocar uma capa transparente e uma estampa que
sobrava dos presentes. Um dos únicos dias do ano em que
dormiam tarde, atravessando de longe a meia-noite, morrendo
de alegria.
Estudar significava um prêmio. Não podiam chegar de
qualquer jeito à escola. Não era permitido que o uniforme não
estivesse limpo, apesar de gasto. Não se permitia que nenhum livro viesse desencapado. Tinha que durar. Tinha que
sobreviver aos sanduíches do recreio. Tinha que aguentar as
viradas de página e o manuseio infinito.
A mãe transformava a tarefa em festa. Ela os ensinava a
embrulhar devagar, a preencher o nome e a série, colocava
durex com o nome dos filhos nos objetos que iam no estojo
de madeira. Estimulava os filhos a terem orgulho da letra e do
capricho. Nenhum dos filhos tinha caderno diferente de outro
irmão. Tudo igual, para não gerar ciúme e competição.
Fabrício amava aquele tempo de expectativa, de preparação para momentos importantes da vida. Existia uma paciência
que não existe hoje, de esperar a televisão aquecer até vir a
imagem, de escrever cartas, de ir até o orelhão para falar com
um parente do interior, de pensar como seríamos felizes se
fôssemos aprovados em mais um ano escolar.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand, 2017. Adaptado)
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Capas de caderno
Era tão certo quanto Natal e Ano-Novo. A família de
Fabrício se reunia na véspera das aulas para encapar os
cadernos. Sentavam-se todos os irmãos e a mãe ao redor da
mesa para colocar uma capa transparente e uma estampa que
sobrava dos presentes. Um dos únicos dias do ano em que
dormiam tarde, atravessando de longe a meia-noite, morrendo
de alegria.
Estudar significava um prêmio. Não podiam chegar de
qualquer jeito à escola. Não era permitido que o uniforme não
estivesse limpo, apesar de gasto. Não se permitia que nenhum livro viesse desencapado. Tinha que durar. Tinha que
sobreviver aos sanduíches do recreio. Tinha que aguentar as
viradas de página e o manuseio infinito.
A mãe transformava a tarefa em festa. Ela os ensinava a
embrulhar devagar, a preencher o nome e a série, colocava
durex com o nome dos filhos nos objetos que iam no estojo
de madeira. Estimulava os filhos a terem orgulho da letra e do
capricho. Nenhum dos filhos tinha caderno diferente de outro
irmão. Tudo igual, para não gerar ciúme e competição.
Fabrício amava aquele tempo de expectativa, de preparação para momentos importantes da vida. Existia uma paciência
que não existe hoje, de esperar a televisão aquecer até vir a
imagem, de escrever cartas, de ir até o orelhão para falar com
um parente do interior, de pensar como seríamos felizes se
fôssemos aprovados em mais um ano escolar.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand, 2017. Adaptado)
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Leia o texto da tirinha para responder a questão.

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