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Assinale a alternativa em que a concordância das palavras e o emprego da crase estão de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Leia o texto para responder a questão.
Capas de caderno
Era tão certo quanto Natal e Ano-Novo. A família de
Fabrício se reunia na véspera das aulas para encapar os
cadernos. Sentavam-se todos os irmãos e a mãe ao redor da
mesa para colocar uma capa transparente e uma estampa que
sobrava dos presentes. Um dos únicos dias do ano em que
dormiam tarde, atravessando de longe a meia-noite, morrendo
de alegria.
Estudar significava um prêmio. Não podiam chegar de
qualquer jeito à escola. Não era permitido que o uniforme não
estivesse limpo, apesar de gasto. Não se permitia que nenhum livro viesse desencapado. Tinha que durar. Tinha que
sobreviver aos sanduíches do recreio. Tinha que aguentar as
viradas de página e o manuseio infinito.
A mãe transformava a tarefa em festa. Ela os ensinava a
embrulhar devagar, a preencher o nome e a série, colocava
durex com o nome dos filhos nos objetos que iam no estojo
de madeira. Estimulava os filhos a terem orgulho da letra e do
capricho. Nenhum dos filhos tinha caderno diferente de outro
irmão. Tudo igual, para não gerar ciúme e competição.
Fabrício amava aquele tempo de expectativa, de preparação para momentos importantes da vida. Existia uma paciência
que não existe hoje, de esperar a televisão aquecer até vir a
imagem, de escrever cartas, de ir até o orelhão para falar com
um parente do interior, de pensar como seríamos felizes se
fôssemos aprovados em mais um ano escolar.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand, 2017. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Capas de caderno
Era tão certo quanto Natal e Ano-Novo. A família de
Fabrício se reunia na véspera das aulas para encapar os
cadernos. Sentavam-se todos os irmãos e a mãe ao redor da
mesa para colocar uma capa transparente e uma estampa que
sobrava dos presentes. Um dos únicos dias do ano em que
dormiam tarde, atravessando de longe a meia-noite, morrendo
de alegria.
Estudar significava um prêmio. Não podiam chegar de
qualquer jeito à escola. Não era permitido que o uniforme não
estivesse limpo, apesar de gasto. Não se permitia que nenhum livro viesse desencapado. Tinha que durar. Tinha que
sobreviver aos sanduíches do recreio. Tinha que aguentar as
viradas de página e o manuseio infinito.
A mãe transformava a tarefa em festa. Ela os ensinava a
embrulhar devagar, a preencher o nome e a série, colocava
durex com o nome dos filhos nos objetos que iam no estojo
de madeira. Estimulava os filhos a terem orgulho da letra e do
capricho. Nenhum dos filhos tinha caderno diferente de outro
irmão. Tudo igual, para não gerar ciúme e competição.
Fabrício amava aquele tempo de expectativa, de preparação para momentos importantes da vida. Existia uma paciência
que não existe hoje, de esperar a televisão aquecer até vir a
imagem, de escrever cartas, de ir até o orelhão para falar com
um parente do interior, de pensar como seríamos felizes se
fôssemos aprovados em mais um ano escolar.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand, 2017. Adaptado)
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Quando Fabrício era jovem, sua mãe atribuía-___________ a
tarefa de encapar os cadernos, enquanto os outros
dedicavam-se ____________ pôr etiquetas nos materiais, cuidadosamente, para que tudo ____________ em ordem até o início das
aulas.
As lacunas do enunciado devem ser preenchidas, correta e respectivamente, conforme a norma-padrão da língua portuguesa, por:
As lacunas do enunciado devem ser preenchidas, correta e respectivamente, conforme a norma-padrão da língua portuguesa, por:
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Capas de caderno
Era tão certo quanto Natal e Ano-Novo. A família de
Fabrício se reunia na véspera das aulas para encapar os
cadernos. Sentavam-se todos os irmãos e a mãe ao redor da
mesa para colocar uma capa transparente e uma estampa que
sobrava dos presentes. Um dos únicos dias do ano em que
dormiam tarde, atravessando de longe a meia-noite, morrendo
de alegria.
Estudar significava um prêmio. Não podiam chegar de
qualquer jeito à escola. Não era permitido que o uniforme não
estivesse limpo, apesar de gasto. Não se permitia que nenhum livro viesse desencapado. Tinha que durar. Tinha que
sobreviver aos sanduíches do recreio. Tinha que aguentar as
viradas de página e o manuseio infinito.
A mãe transformava a tarefa em festa. Ela os ensinava a
embrulhar devagar, a preencher o nome e a série, colocava
durex com o nome dos filhos nos objetos que iam no estojo
de madeira. Estimulava os filhos a terem orgulho da letra e do
capricho. Nenhum dos filhos tinha caderno diferente de outro
irmão. Tudo igual, para não gerar ciúme e competição.
Fabrício amava aquele tempo de expectativa, de preparação para momentos importantes da vida. Existia uma paciência
que não existe hoje, de esperar a televisão aquecer até vir a
imagem, de escrever cartas, de ir até o orelhão para falar com
um parente do interior, de pensar como seríamos felizes se
fôssemos aprovados em mais um ano escolar.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand, 2017. Adaptado)
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Assinale a alternativa em que a concordância das palavras e a colocação dos pronomes estão de acordo com a
norma-padrão da língua portuguesa.
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Capas de caderno
Era tão certo quanto Natal e Ano-Novo. A família de
Fabrício se reunia na véspera das aulas para encapar os
cadernos. Sentavam-se todos os irmãos e a mãe ao redor da
mesa para colocar uma capa transparente e uma estampa que
sobrava dos presentes. Um dos únicos dias do ano em que
dormiam tarde, atravessando de longe a meia-noite, morrendo
de alegria.
Estudar significava um prêmio. Não podiam chegar de
qualquer jeito à escola. Não era permitido que o uniforme não
estivesse limpo, apesar de gasto. Não se permitia que nenhum livro viesse desencapado. Tinha que durar. Tinha que
sobreviver aos sanduíches do recreio. Tinha que aguentar as
viradas de página e o manuseio infinito.
A mãe transformava a tarefa em festa. Ela os ensinava a
embrulhar devagar, a preencher o nome e a série, colocava
durex com o nome dos filhos nos objetos que iam no estojo
de madeira. Estimulava os filhos a terem orgulho da letra e do
capricho. Nenhum dos filhos tinha caderno diferente de outro
irmão. Tudo igual, para não gerar ciúme e competição.
Fabrício amava aquele tempo de expectativa, de preparação para momentos importantes da vida. Existia uma paciência
que não existe hoje, de esperar a televisão aquecer até vir a
imagem, de escrever cartas, de ir até o orelhão para falar com
um parente do interior, de pensar como seríamos felizes se
fôssemos aprovados em mais um ano escolar.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand, 2017. Adaptado)
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Leia o texto da tirinha para responder a questão.

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Capas de caderno
Era tão certo quanto Natal e Ano-Novo. A família de
Fabrício se reunia na véspera das aulas para encapar os
cadernos. Sentavam-se todos os irmãos e a mãe ao redor da
mesa para colocar uma capa transparente e uma estampa que
sobrava dos presentes. Um dos únicos dias do ano em que
dormiam tarde, atravessando de longe a meia-noite, morrendo
de alegria.
Estudar significava um prêmio. Não podiam chegar de
qualquer jeito à escola. Não era permitido que o uniforme não
estivesse limpo, apesar de gasto. Não se permitia que nenhum livro viesse desencapado. Tinha que durar. Tinha que
sobreviver aos sanduíches do recreio. Tinha que aguentar as
viradas de página e o manuseio infinito.
A mãe transformava a tarefa em festa. Ela os ensinava a
embrulhar devagar, a preencher o nome e a série, colocava
durex com o nome dos filhos nos objetos que iam no estojo
de madeira. Estimulava os filhos a terem orgulho da letra e do
capricho. Nenhum dos filhos tinha caderno diferente de outro
irmão. Tudo igual, para não gerar ciúme e competição.
Fabrício amava aquele tempo de expectativa, de preparação para momentos importantes da vida. Existia uma paciência
que não existe hoje, de esperar a televisão aquecer até vir a
imagem, de escrever cartas, de ir até o orelhão para falar com
um parente do interior, de pensar como seríamos felizes se
fôssemos aprovados em mais um ano escolar.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand, 2017. Adaptado)
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A pontuação da frase está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa na seguinte alternativa:
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