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Foram encontradas 739 questões.

2984258 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP

Leia o texto para responder às questões de números 08 a 10.

Antigamente vivi a natureza como um martírio. Ela é impiedosa, congela, queima, e você queima ou congela junto. Os verões chamuscantes, quentes, a sede na garganta, o pó da terra, você não consegue se defender. O corpo não é feito para isso, ele dói e se cansa. Não somos uma pedra ou uma árvore. O material que nos compõe não resiste à natureza. Todo trabalho no campo originava uma tristeza que eu não queria ter, pois ela custava ainda mais força. Mas ela vinha, era contra mim e não me deixava em paz. Ali estava uma tristeza tão infundada, tão estúpida, como se ela estivesse sempre lá no campo ou no vale esperando por mim. Achava a natureza hostil. Também no inverno. Mais tarde, então, soube que fenômenos naturais eram empregados para maltratar pessoas, nas prisões, nos campos forçados. O círculo polar e os desertos, o gelo e o calor podem matar e ser usados como instrumentos de tortura para destruir as pessoas. Sempre me lembrei disso e, também mais tarde, na cidade, não conseguia entender que pessoas se pusessem sobre uma montanha, olhassem com os olhos e os dedos dos pés para o vale e fossem felizes. Como elas conseguem?

(Herta Müller. Minha pátria era um caroço de maçã, 2019. Adaptado)

As expressões em destaque no trecho − Mas ela vinha, era contra mim e não me deixava em paz. Ali estava uma tristeza tão infundada, tão estúpida, como se ela estivesse sempre lá no campo ou no vale... – apresentam, respectivamente, ideias de

 

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2984257 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP

Leia o texto para responder às questões de números 08 a 10.

Antigamente vivi a natureza como um martírio. Ela é impiedosa, congela, queima, e você queima ou congela junto. Os verões chamuscantes, quentes, a sede na garganta, o pó da terra, você não consegue se defender. O corpo não é feito para isso, ele dói e se cansa. Não somos uma pedra ou uma árvore. O material que nos compõe não resiste à natureza. Todo trabalho no campo originava uma tristeza que eu não queria ter, pois ela custava ainda mais força. Mas ela vinha, era contra mim e não me deixava em paz. Ali estava uma tristeza tão infundada, tão estúpida, como se ela estivesse sempre lá no campo ou no vale esperando por mim. Achava a natureza hostil. Também no inverno. Mais tarde, então, soube que fenômenos naturais eram empregados para maltratar pessoas, nas prisões, nos campos forçados. O círculo polar e os desertos, o gelo e o calor podem matar e ser usados como instrumentos de tortura para destruir as pessoas. Sempre me lembrei disso e, também mais tarde, na cidade, não conseguia entender que pessoas se pusessem sobre uma montanha, olhassem com os olhos e os dedos dos pés para o vale e fossem felizes. Como elas conseguem?

(Herta Müller. Minha pátria era um caroço de maçã, 2019. Adaptado)

Uma vírgula foi corretamente incorporada a um trecho do texto em:

 

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2984256 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP

Leia o texto para responder às questões de números 08 a 10.

Antigamente vivi a natureza como um martírio. Ela é impiedosa, congela, queima, e você queima ou congela junto. Os verões chamuscantes, quentes, a sede na garganta, o pó da terra, você não consegue se defender. O corpo não é feito para isso, ele dói e se cansa. Não somos uma pedra ou uma árvore. O material que nos compõe não resiste à natureza. Todo trabalho no campo originava uma tristeza que eu não queria ter, pois ela custava ainda mais força. Mas ela vinha, era contra mim e não me deixava em paz. Ali estava uma tristeza tão infundada, tão estúpida, como se ela estivesse sempre lá no campo ou no vale esperando por mim. Achava a natureza hostil. Também no inverno. Mais tarde, então, soube que fenômenos naturais eram empregados para maltratar pessoas, nas prisões, nos campos forçados. O círculo polar e os desertos, o gelo e o calor podem matar e ser usados como instrumentos de tortura para destruir as pessoas. Sempre me lembrei disso e, também mais tarde, na cidade, não conseguia entender que pessoas se pusessem sobre uma montanha, olhassem com os olhos e os dedos dos pés para o vale e fossem felizes. Como elas conseguem?

(Herta Müller. Minha pátria era um caroço de maçã, 2019. Adaptado)

É correto afirmar que, para a autora,

 

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2984255 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP

Assinale a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma-padrão.

 

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2984254 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP

Leia o texto para responder às questões de números 02 a 06.

As recentes mortes por febre maculosa, confirmadas nos últimos dias, levantaram um alerta entre todos aqueles que amam os esportes de natureza, em especial os que buscam montanhas, trilhas e cachoeiras por esse Brasilzão afora. Não porque a doença e seu transmissor, o carrapato, sejam algo inédito, mas porque o fato de três pessoas terem se infectado em um único lugar em um evento realizado na área rural de Campinas, a pouco mais de uma hora de São Paulo, obriga-nos a recordar que este é, sim, um problema dos mais sérios que temos para enfrentar, e ao qual em geral se dá pouca importância.

Para alertar os incautos a respeito dos riscos da febre maculosa e dos cuidados que devem ser tomados pelos montanhistas, o Clube Alpino Brasileiro está fazendo uma campanha de esclarecimento em suas redes sociais. As precauções detalhadas serão apresentadas já nos cursos básicos de montanhismo.

E foi para saber mais sobre o que é e como evitar a febre maculosa que o blog foi conversar com Tânia Chaves, médica infectologista. Ela ressaltou que, apesar de os três casos terem ocorrido em um mesmo lugar e período, não se pode falar em surto ou expansão atípica da infecção.

“De acordo com os dados epidemiológicos do país relativos ao período entre 2007 e 2023, não observamos aumento alarmante das infecções, que somaram 574 óbitos nesses 16 anos”, conta ela, lembrando que, “por se tratar de doença grave e de notificação compulsória, exige que estejamos todos em alerta, principalmente os viajantes que praticam trilhas ecológicas neste período do ano”.

Ela lembra que a doença tem maior incidência nas regiões Sudeste e Sul e que desde a década de 1980 os primeiros casos foram descritos no estado de São Paulo, principalmente nas regiões de Campinas e Piracicaba. E que “é mais comum entre os meses de maio a novembro, período mais seco, em que predominam as formas jovens do carrapato, conhecidas como micuins, que também transmitem a doença”.

(Luiza Pastor. Em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/e-logo-ali/2023/06/carrapato-o-/vilao-da-temporada-de-inverno.shtml. Acesso: 19/06/2023. Adaptado)

De acordo com a norma-padrão de regência verbal, a expressão destacada no trecho do 1º parágrafo − ... todos aqueles que amam os esportes de natureza... – pode ser substituída por

 

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2984253 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP

Leia o texto para responder às questões de números 02 a 06.

As recentes mortes por febre maculosa, confirmadas nos últimos dias, levantaram um alerta entre todos aqueles que amam os esportes de natureza, em especial os que buscam montanhas, trilhas e cachoeiras por esse Brasilzão afora. Não porque a doença e seu transmissor, o carrapato, sejam algo inédito, mas porque o fato de três pessoas terem se infectado em um único lugar em um evento realizado na área rural de Campinas, a pouco mais de uma hora de São Paulo, obriga-nos a recordar que este é, sim, um problema dos mais sérios que temos para enfrentar, e ao qual em geral se dá pouca importância.

Para alertar os incautos a respeito dos riscos da febre maculosa e dos cuidados que devem ser tomados pelos montanhistas, o Clube Alpino Brasileiro está fazendo uma campanha de esclarecimento em suas redes sociais. As precauções detalhadas serão apresentadas já nos cursos básicos de montanhismo.

E foi para saber mais sobre o que é e como evitar a febre maculosa que o blog foi conversar com Tânia Chaves, médica infectologista. Ela ressaltou que, apesar de os três casos terem ocorrido em um mesmo lugar e período, não se pode falar em surto ou expansão atípica da infecção.

“De acordo com os dados epidemiológicos do país relativos ao período entre 2007 e 2023, não observamos aumento alarmante das infecções, que somaram 574 óbitos nesses 16 anos”, conta ela, lembrando que, “por se tratar de doença grave e de notificação compulsória, exige que estejamos todos em alerta, principalmente os viajantes que praticam trilhas ecológicas neste período do ano”.

Ela lembra que a doença tem maior incidência nas regiões Sudeste e Sul e que desde a década de 1980 os primeiros casos foram descritos no estado de São Paulo, principalmente nas regiões de Campinas e Piracicaba. E que “é mais comum entre os meses de maio a novembro, período mais seco, em que predominam as formas jovens do carrapato, conhecidas como micuins, que também transmitem a doença”.

(Luiza Pastor. Em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/e-logo-ali/2023/06/carrapato-o-/vilao-da-temporada-de-inverno.shtml. Acesso: 19/06/2023. Adaptado)

Considere os trechos dos 1º e 2º parágrafos.

• As recentes mortes por febre maculosa...

Para alertar os incautos...

As expressões destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por:

 

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2984252 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP

Leia o texto para responder às questões de números 02 a 06.

As recentes mortes por febre maculosa, confirmadas nos últimos dias, levantaram um alerta entre todos aqueles que amam os esportes de natureza, em especial os que buscam montanhas, trilhas e cachoeiras por esse Brasilzão afora. Não porque a doença e seu transmissor, o carrapato, sejam algo inédito, mas porque o fato de três pessoas terem se infectado em um único lugar em um evento realizado na área rural de Campinas, a pouco mais de uma hora de São Paulo, obriga-nos a recordar que este é, sim, um problema dos mais sérios que temos para enfrentar, e ao qual em geral se dá pouca importância.

Para alertar os incautos a respeito dos riscos da febre maculosa e dos cuidados que devem ser tomados pelos montanhistas, o Clube Alpino Brasileiro está fazendo uma campanha de esclarecimento em suas redes sociais. As precauções detalhadas serão apresentadas já nos cursos básicos de montanhismo.

E foi para saber mais sobre o que é e como evitar a febre maculosa que o blog foi conversar com Tânia Chaves, médica infectologista. Ela ressaltou que, apesar de os três casos terem ocorrido em um mesmo lugar e período, não se pode falar em surto ou expansão atípica da infecção.

“De acordo com os dados epidemiológicos do país relativos ao período entre 2007 e 2023, não observamos aumento alarmante das infecções, que somaram 574 óbitos nesses 16 anos”, conta ela, lembrando que, “por se tratar de doença grave e de notificação compulsória, exige que estejamos todos em alerta, principalmente os viajantes que praticam trilhas ecológicas neste período do ano”.

Ela lembra que a doença tem maior incidência nas regiões Sudeste e Sul e que desde a década de 1980 os primeiros casos foram descritos no estado de São Paulo, principalmente nas regiões de Campinas e Piracicaba. E que “é mais comum entre os meses de maio a novembro, período mais seco, em que predominam as formas jovens do carrapato, conhecidas como micuins, que também transmitem a doença”.

(Luiza Pastor. Em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/e-logo-ali/2023/06/carrapato-o-/vilao-da-temporada-de-inverno.shtml. Acesso: 19/06/2023. Adaptado)

No contexto em que ocorre, a expressão destacada em − ...expansão atípica da infecção. (3º parágrafo) – tem como sinônimo a palavra

 

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2984251 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP

Leia o texto para responder às questões de números 02 a 06.

As recentes mortes por febre maculosa, confirmadas nos últimos dias, levantaram um alerta entre todos aqueles que amam os esportes de natureza, em especial os que buscam montanhas, trilhas e cachoeiras por esse Brasilzão afora. Não porque a doença e seu transmissor, o carrapato, sejam algo inédito, mas porque o fato de três pessoas terem se infectado em um único lugar em um evento realizado na área rural de Campinas, a pouco mais de uma hora de São Paulo, obriga-nos a recordar que este é, sim, um problema dos mais sérios que temos para enfrentar, e ao qual em geral se dá pouca importância.

Para alertar os incautos a respeito dos riscos da febre maculosa e dos cuidados que devem ser tomados pelos montanhistas, o Clube Alpino Brasileiro está fazendo uma campanha de esclarecimento em suas redes sociais. As precauções detalhadas serão apresentadas já nos cursos básicos de montanhismo.

E foi para saber mais sobre o que é e como evitar a febre maculosa que o blog foi conversar com Tânia Chaves, médica infectologista. Ela ressaltou que, apesar de os três casos terem ocorrido em um mesmo lugar e período, não se pode falar em surto ou expansão atípica da infecção.

“De acordo com os dados epidemiológicos do país relativos ao período entre 2007 e 2023, não observamos aumento alarmante das infecções, que somaram 574 óbitos nesses 16 anos”, conta ela, lembrando que, “por se tratar de doença grave e de notificação compulsória, exige que estejamos todos em alerta, principalmente os viajantes que praticam trilhas ecológicas neste período do ano”.

Ela lembra que a doença tem maior incidência nas regiões Sudeste e Sul e que desde a década de 1980 os primeiros casos foram descritos no estado de São Paulo, principalmente nas regiões de Campinas e Piracicaba. E que “é mais comum entre os meses de maio a novembro, período mais seco, em que predominam as formas jovens do carrapato, conhecidas como micuins, que também transmitem a doença”.

(Luiza Pastor. Em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/e-logo-ali/2023/06/carrapato-o-/vilao-da-temporada-de-inverno.shtml. Acesso: 19/06/2023. Adaptado)

No trecho do 1º parágrafo − ... este é, sim, um problema dos mais sérios que temos para enfrentar... −, a expressão em destaque foi empregada para

 

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2984250 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP

Leia o texto para responder às questões de números 02 a 06.

As recentes mortes por febre maculosa, confirmadas nos últimos dias, levantaram um alerta entre todos aqueles que amam os esportes de natureza, em especial os que buscam montanhas, trilhas e cachoeiras por esse Brasilzão afora. Não porque a doença e seu transmissor, o carrapato, sejam algo inédito, mas porque o fato de três pessoas terem se infectado em um único lugar em um evento realizado na área rural de Campinas, a pouco mais de uma hora de São Paulo, obriga-nos a recordar que este é, sim, um problema dos mais sérios que temos para enfrentar, e ao qual em geral se dá pouca importância.

Para alertar os incautos a respeito dos riscos da febre maculosa e dos cuidados que devem ser tomados pelos montanhistas, o Clube Alpino Brasileiro está fazendo uma campanha de esclarecimento em suas redes sociais. As precauções detalhadas serão apresentadas já nos cursos básicos de montanhismo.

E foi para saber mais sobre o que é e como evitar a febre maculosa que o blog foi conversar com Tânia Chaves, médica infectologista. Ela ressaltou que, apesar de os três casos terem ocorrido em um mesmo lugar e período, não se pode falar em surto ou expansão atípica da infecção.

“De acordo com os dados epidemiológicos do país relativos ao período entre 2007 e 2023, não observamos aumento alarmante das infecções, que somaram 574 óbitos nesses 16 anos”, conta ela, lembrando que, “por se tratar de doença grave e de notificação compulsória, exige que estejamos todos em alerta, principalmente os viajantes que praticam trilhas ecológicas neste período do ano”.

Ela lembra que a doença tem maior incidência nas regiões Sudeste e Sul e que desde a década de 1980 os primeiros casos foram descritos no estado de São Paulo, principalmente nas regiões de Campinas e Piracicaba. E que “é mais comum entre os meses de maio a novembro, período mais seco, em que predominam as formas jovens do carrapato, conhecidas como micuins, que também transmitem a doença”.

(Luiza Pastor. Em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/e-logo-ali/2023/06/carrapato-o-/vilao-da-temporada-de-inverno.shtml. Acesso: 19/06/2023. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que

 

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2984249 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP

Leia a tira para responder à questão.

Enunciado 3239828-1

(Bill Waterson. O melhor de Calvin. Em: http://m.cultura.estadao.com.br/ quadrinhos)

Considerando os elementos verbais e não verbais da tira, é correto afirmar que

 

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