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Foram encontradas 50 questões.

368635 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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PERDIDO NA CIDADE (Autor desc.)

Um caipira veio pra cidade grande e ficou completamente perdido.

Então perguntou pra um sujeito que estava sentado na praça, fumando.

— Dia, moço... O sinhô sabe onde é que fica o terminal de Ônibus da Praça da Arve?

— Praça da Árvore? — corrigiu o sujeito.

— Isso, exatamente... Praça da Arve!

— Fica ali, ó! Na primeira rua à esquerda. Qualquer idiota sabe!

— Mais é por isso mesmo qui eu perguntei pro sinhô, uai!

http://professoralourdesduarte.blogspot.com.br/2012/05/t extos-engracados.html

O que torna esse texto uma narrativa engraçada?
 

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368634 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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O gordo é o novo fumante


Nunca houve tanta gente acima do peso – nem tanto preconceito contra gordos.

De um lado, o que há por trás é uma positiva discussão sobre saúde. Por outro, algo de podre: o nascimento de uma nova eugenia.


(Adaptado de: Super Interessante. Editora Abril. 306.ed. jul. 2012. p.21.)

O gordo é o novo fumante responda o que é CORRETO.
 

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368632 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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DIGNIDADE

Uma manhã, quando nosso novo professor de “Introdução ao Direito” entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:

— Como te chamas?

— Chamo-me Juan, senhor.

— Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais!

– gritou o desagradável professor.

Juan estava desconcertado.

Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estavam assustados e indignados, porém, ninguém falou nada.

— Agora sim! – e perguntou o professor – para que servem as leis?…

Seguíamos assustados, porém, pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta:

— Para que haja uma ordem em nossa sociedade.

— Não! – respondia o professor.

— Para cumpri-las.

— Não!

— Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.

— Não!!

— Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!

— Para que haja justiça – falou timidamente uma garota. — Até que enfim! É isso… para que haja justiça. E agora, para que serve a justiça?

Todos começavam a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo:

— Para salvaguardar os direitos humanos…

— Bem, que mais? – perguntava o professor.

— Para diferençar o certo do errado…

— Para premiar a quem faz o bem…

— Ok, não está mal, porém… respondam a esta pergunta: agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?…

Todos ficaram calados, ninguém respondia.

— Quero uma resposta decidida e unânime!

— Não!! – respondemos todos a uma só voz.

— Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?

— Sim!!!

— E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las?

— Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos! Não voltem a ficar calados, nunca mais!

— Vá buscar o Juan – disse, olhando-me fixamente. Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.

Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.

O que me assusta não são as ações e os gritos das pessoas más, mas a indiferença e o silêncio das pessoas boas.

Martin Luther King

Autor Desconhecido

http://www.refletirpararefletir.com.br/3-textos-inteligentese-impactantes-que-nos-fazem-pensar

Quanto à fala dos personagens, verificamos que possuem conhecimento linguístico devido:
 

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368627 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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PERDIDO NA CIDADE (Autor desc.)

Um caipira veio pra cidade grande e ficou completamente perdido.

Então perguntou pra um sujeito que estava sentado na praça, fumando.

— Dia, moço... O sinhô sabe onde é que fica o terminal de Ônibus da Praça da Arve?

— Praça da Árvore? — corrigiu o sujeito.

— Isso, exatamente... Praça da Arve!

— Fica ali, ó! Na primeira rua à esquerda. Qualquer idiota sabe!

— Mais é por isso mesmo qui eu perguntei pro sinhô, uai!

http://professoralourdesduarte.blogspot.com.br/2012/05/t extos-engracados.html

Para que a comunicação realmente se efetive, seis fatores participam desse processo, são eles: emissor, receptor, mensagem, código, canal e referente, sendo assim assinale a alternativa INCORRETA.
 

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368625 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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DIGNIDADE

Uma manhã, quando nosso novo professor de “Introdução ao Direito” entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:

— Como te chamas?

— Chamo-me Juan, senhor.

— Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais!

– gritou o desagradável professor.

Juan estava desconcertado.

Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estavam assustados e indignados, porém, ninguém falou nada.

— Agora sim! – e perguntou o professor – para que servem as leis?…

Seguíamos assustados, porém, pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta:

— Para que haja uma ordem em nossa sociedade.

— Não! – respondia o professor.

— Para cumpri-las.

— Não!

— Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.

— Não!!

— Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!

— Para que haja justiça – falou timidamente uma garota. — Até que enfim! É isso… para que haja justiça. E agora, para que serve a justiça?

Todos começavam a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo:

— Para salvaguardar os direitos humanos…

— Bem, que mais? – perguntava o professor.

— Para diferençar o certo do errado…

— Para premiar a quem faz o bem…

— Ok, não está mal, porém… respondam a esta pergunta: agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?…

Todos ficaram calados, ninguém respondia.

— Quero uma resposta decidida e unânime!

— Não!! – respondemos todos a uma só voz.

— Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?

— Sim!!!

— E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las?

— Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos! Não voltem a ficar calados, nunca mais!

— Vá buscar o Juan – disse, olhando-me fixamente. Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.

Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.

O que me assusta não são as ações e os gritos das pessoas más, mas a indiferença e o silêncio das pessoas boas.

Martin Luther King

Autor Desconhecido

http://www.refletirpararefletir.com.br/3-textos-inteligentese-impactantes-que-nos-fazem-pensar

A primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila.

Observe o verbo sublinhado e responda.

 

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368622 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Texto 1
Meus oito anos
“Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!”
(Casimiro de Abreu, “Meus oito anos”)
Texto 2
Meus oito anos
“Oh que saudades que eu tenho
Da aurora de minha vida
Das horas
De minha infância
Que os anos não trazem mais
Naquele quintal de terra!
Da rua de Santo Antônio
Debaixo da bananeira
Sem nenhum laranjais”
(Oswald de Andrade)
Assinale a alternativa CORRETA sobre a regra do emprego de crase na frase: “À sombra das bananeiras”
 

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368621 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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DIGNIDADE

Uma manhã, quando nosso novo professor de “Introdução ao Direito” entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:

— Como te chamas?

— Chamo-me Juan, senhor.

— Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais!

– gritou o desagradável professor.

Juan estava desconcertado.

Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estavam assustados e indignados, porém, ninguém falou nada.

— Agora sim! – e perguntou o professor – para que servem as leis?…

Seguíamos assustados, porém, pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta:

— Para que haja uma ordem em nossa sociedade.

— Não! – respondia o professor.

— Para cumpri-las.

— Não!

— Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.

— Não!!

— Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!

— Para que haja justiça – falou timidamente uma garota. — Até que enfim! É isso… para que haja justiça. E agora, para que serve a justiça?

Todos começavam a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo:

— Para salvaguardar os direitos humanos…

— Bem, que mais? – perguntava o professor.

— Para diferençar o certo do errado…

— Para premiar a quem faz o bem…

— Ok, não está mal, porém… respondam a esta pergunta: agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?…

Todos ficaram calados, ninguém respondia.

— Quero uma resposta decidida e unânime!

— Não!! – respondemos todos a uma só voz.

— Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?

— Sim!!!

— E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las?

— Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos! Não voltem a ficar calados, nunca mais!

— Vá buscar o Juan – disse, olhando-me fixamente. Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.

Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.

O que me assusta não são as ações e os gritos das pessoas más, mas a indiferença e o silêncio das pessoas boas.

Martin Luther King

Autor Desconhecido

http://www.refletirpararefletir.com.br/3-textos-inteligentese-impactantes-que-nos-fazem-pensar

A ideia principal do texto é:
 

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Questão presente nas seguintes provas
368615 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Texto 1
Meus oito anos
“Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!”
(Casimiro de Abreu, “Meus oito anos”)
Texto 2
Meus oito anos
“Oh que saudades que eu tenho
Da aurora de minha vida
Das horas
De minha infância
Que os anos não trazem mais
Naquele quintal de terra!
Da rua de Santo Antônio
Debaixo da bananeira
Sem nenhum laranjais”
(Oswald de Andrade)
No verso, “Que os anos não trazem mais”, o QUE exerce a função sintática:
 

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2630664 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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DIGNIDADE

Uma manhã, quando nosso novo professor de “Introdução ao Direito” entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:

— Como te chamas?

— Chamo-me Juan, senhor.

— Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais!

– gritou o desagradável professor.

Juan estava desconcertado.

Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estavam assustados e indignados, porém, ninguém falou nada.

— Agora sim! – e perguntou o professor – para que servem as leis?…

Seguíamos assustados, porém, pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta:

— Para que haja uma ordem em nossa sociedade.

— Não! – respondia o professor.

— Para cumpri-las.

— Não!

— Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.

— Não!!

— Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!

— Para que haja justiça – falou timidamente uma garota. — Até que enfim! É isso… para que haja justiça. E agora, para que serve a justiça?

Todos começavam a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo:

— Para salvaguardar os direitos humanos…

— Bem, que mais? – perguntava o professor.

— Para diferençar o certo do errado…

— Para premiar a quem faz o bem…

— Ok, não está mal, porém… respondam a esta pergunta: agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?…

Todos ficaram calados, ninguém respondia.

— Quero uma resposta decidida e unânime!

— Não!! – respondemos todos a uma só voz.

— Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?

— Sim!!!

— E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las?

— Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos! Não voltem a ficar calados, nunca mais!

— Vá buscar o Juan – disse, olhando-me fixamente. Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.

Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.

O que me assusta não são as ações e os gritos das pessoas más, mas a indiferença e o silêncio das pessoas boas.

Martin Luther King

Autor Desconhecido

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O emprego do SE no texto tem a função morfossintática respectivamente em:
Questão Anulada

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1416555 Ano: 2017
Disciplina: Enfermagem
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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O Ministério da Saúde padroniza condições ideais para medir a pressão. Assinale a alternativa INCORRETA.
Questão Anulada

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