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A atrofia precoce de músculos faciais e língua na Miastenia Gravis é mais comum no seguinte anticorpo:
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A síndrome de von Hippel-Lindau (SHL) ou angiomatose retinocerebelar é uma doença rara. Os indivíduos afetados têm tendência para o desenvolvimento de cistos e tumores benignos e malignos, hemangioblastomas no sistema nervoso central (SNC) e na retina. Qual o local mais frequentemente acometido no SNC?
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Adolescente de 14 anos, após ter 3 horas de sono porque ficou jogando videogame, iniciou abalos arrítmicos, irregulares de membros superiores sem perda da consciência. Qual a possibilidade diagnóstica?
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O nervo craniano acometido na síndrome bulbar anterior (Dejerine) é o nervo
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JMG, masculino, 28 anos, hígido, após voltar de uma viagem com trilhas noturnas, iniciou quadro de mal-estar, cefaleia e episódios de desorientação. Passou por uma avaliação médica que o internou. Na internação hospitalar, evoluiu com hidrofobia, aerofagia, espasmo de laringe e hiperatividade. Na investigação, ressonância crânio sem alterações específicas, líquor cefalorraquidiano com 230 células - predomínio mononuclear; 4 hemácias; proteína 32; glicose 50. O diagnostico provável é encefalite por
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Na síndrome vestibular central no plano frontal, há ciclorrotação ocular, desvio skew, alteração da percepção de verticalidade, inclinação da cabeça e nistagmo rotatório por acometimento da seguinte via:
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Paciente, feminina, 25 anos, sem antecedentes prévios, iniciou quadro clínico de cefaleia holocraniana, amaurose súbita associado à dor a movimentação do olho esquerdo. Ao exame neurológico, fundo de olho normal, discromatopsia à esquerda, acuidade visual 20/25 em olho esquerdo e defeito pupilar aferente.
O diagnóstico provável é:
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Observe a imagem a seguir.

Pode ser uma representação da síndrome de Brown-Séquard a ilustração
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Paciente do sexo feminino, 54 anos, com antecedente prévio de hipotireoidismo; migrânea com aura visual e hipertensão arterial. Admitida em pronto-socorro, relatando início de aura visual no final da tarde anterior (há 18 horas) descrita como arco brilhante à esquerda, seguida de uma mancha escura no “campo visual esquerdo”. Evoluiu com cefaleia de moderada intensidade, latejante, sem náuseas, com fonofobia e fotofobia, sem piora à mudança de posição. A cefaleia teve melhora com analgésico simples, mas permanecia a alteração visual. Exame neurológico com hemianopsia homônima à esquerda. A conduta é:
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Paciente, feminina, 54 anos, previamente hígida teve infecção ocular, que foi avaliada e tratada por um oftalmologista. Após alguns dias, notou parestesias nas extremidades dos membros inferiores que ascenderam até os membros superiores. Evoluiu com fraqueza e subsequente tetraparesia. Internada em leito de terapia intensiva para investigação. Nos exames complementares, líquor cefalorraquidiano com 3 leucócitos; 2 hemácias; 78 proteínas; 48 glicose; bacteriologia negativa. Na ressonância de crânio e coluna cervical, há desidratação dos discos intervertebrais cervicais. Eletroneuromiografia apresentava redução da velocidade de condução motora, ausência de onda F, prolongamento da latência motora distal e bloqueio de condução com acometimento da sensibilidade.
O diagnóstico provável é:
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