Em fase avançada de um câncer terminal, um
paciente expressa para a psicóloga hospitalar seu
sofrimento psíquico: angústia, medo da morte,
desesperança. Ele deseja interromper o tratamento e
se recusa a receber visitas. De acordo com a ética e
a técnica da psicologia, como a psicóloga deve
intervir nessa situação?
Ao atender um jovem de 18 anos em seu consultório,
um psicólogo se depara com um quadro de intenso
sofrimento psíquico, caracterizado por insônia, perda
de apetite, dificuldade de concentração, ideias
recorrentes de morte, automutilação e uma tentativa
de suicídio anterior. De acordo com os princípios
éticos e técnicos da psicologia, qual a forma correta
de lidar com esse caso?
Uma psicóloga que trabalha em um serviço de saúde
mental recebe um pedido da justiça para fornecer
informações sobre o tratamento de um paciente, sem
o consentimento prévio dele. O processo judicial em
questão envolve a disputa pela guarda dos filhos do
paciente, e o juiz solicita informações sobre o
histórico de transtornos mentais e o uso de
medicação psicotrópica.
Diante dessa situação, qual a conduta eticamente
adequada da psicóloga, considerando o Código de
Ética Profissional do Psicólogo?
Um psicólogo recebe um convite para realizar uma
palestra sobre saúde mental em uma organização.
Ao combinar os detalhes do evento com a equipe de
Gestão de Pessoas, é informado de que a palestra
será gravada e disponibilizada na plataforma online
da empresa para acesso de todos os funcionários,
incluindo aqueles que não puderam comparecer no
dia. O psicólogo fica preocupado com a
possibilidade de seus esclarecimentos sobre temas
sensíveis serem divulgados fora do contexto da
palestra e utilizados de forma inadequada.
Considerando o Código de Ética Profissional do
Psicólogo e a Resolução CFP nº 011/2018, como o
psicólogo deve lidar com essa situação?
Uma psicóloga clínica recebe em seu consultório um
novo paciente, encaminhado por um médico psiquiatra.
O paciente, visivelmente angustiado, relata que está em
processo de divórcio litigioso e que sua ex-esposa o
acusa de alienação parental. Ele solicita à psicóloga que
realize uma avaliação psicológica em seu filho, com o
objetivo de comprovar que não está alienando a criança
e usar o laudo psicológico como prova no processo
judicial.
Diante dessa situação, qual a conduta eticamente
adequada da psicóloga, considerando o Código de Ética
Profissional do Psicólogo?
Maria José Benetton, também conhecida como Jô
Benetton, foi um importante ícone da terapia
ocupacional brasileira, e faleceu tragicamente em 01
de novembro de 2024. Jô criou o Método Terapia
Ocupacional Dinâmica. De acordo com este método,
é correto afirmar que, as atividades:
No contexto das Unidades de Terapia Intensivas
Neonatais (UTIN) é comum que o tempo de
internação das crianças seja prolongado, o que
acarreta uma série de sofrimentos e ansiedades nos
pais, e em especial nas mães, que na maioria dos
casos costuma acompanhar a internação dos filhos
na qualidade de acompanhantes. Como forma de
prover um cuidado abrangente, capaz de acolher e
dar vazão ao sofrimento de mães e pais de crianças
internadas em UTIN, os Terapeutas Ocupacionais
podem munir-se de intervenções:
A Medida de Independência Funcional (MIF) é um
instrumento de avaliação utilizado na terapia
ocupacional desde 1987, ano de sua criação. Este
instrumento tem por objetivo:
A atuação do terapeuta ocupacional deve pautar-se
em princípios éticos e deontológicos da profissão,
assim como em princípios biomédicos. Entre os
princípios da bioética, está o princípio da 'não
maleficência', que significa que as ações dos
terapeutas ocupacionais:
Uma das principais causas de deficiência na infância
em todo o mundo é a paralisia cerebral. Assinale a
alternativa que contém a correta classificação dos
tipos de paralisia cerebral.