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Foram encontradas 50 questões.

1084407 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guarulhos-SP
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Alunos dizem mais praticar do que sofrer bullying*,

mostra pesquisa do IBGE

Assim como na pesquisa de 2012 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais entrevistados relataram em 2015 terem praticado do que sofrido bullying, não apenas na escola, mas em qualquer ambiente que frequentam.

Meninas são menos provocadoras do que meninos: 15,6% das alunas disseram já ter praticado bullying, enquanto entre os alunos a proporção sobe para 24,2%. A prática é um pouco mais frequente nas escolas privadas (21,2% dos entrevistados disseram fazer bullying) do que na rede pública (19,5%). Sofreram bullying com frequência 7,4% (194,6 mil) dos alunos do 9° ano, principalmente por causa da aparência do corpo ou do rosto.

*bullying: situação que envolve agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.

(http://educacao.uol.com.br, 26.08.2016. Adaptado)

De acordo com o texto,
 

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1084405 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guarulhos-SP
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Preconceito na escola

Não há um único dia em que vários preconceitos, dos mais diversos tipos, não se expressem em ambiente escolar. Aliás, é no mínimo estranho que tenhamos tantas preocupações e campanhas contra o chamado bullying na escola e pouco ou quase nada contra o preconceito. Afinal, a maior parte dos comportamentos de assédio moral* nasce de preconceitos!

Recentemente tivemos notícia de dois episódios de preconceito na escola: o da mãe que recebeu um bilhete da professora pedindo para aparar ou prender os cabelos dos filhos (ambos negros) – fato ocorrido em nosso país – e o da garota negra lanchando sozinha ao lado de uma mesa com vários colegas brancos juntos – este, ocorrido na África do Sul.

Muita gente se indignou, mas muita gente também não viu nada de mais em ambos os casos. Choveram justificativas e até acusações para explicar as situações, o que sinaliza como é difícil reconhecer nossos preconceitos e, acima de tudo, conter suas manifestações e colaborar para que a convivência social seja mais digna.

Por que enviamos nossos filhos para a escola? Hoje, não dá mais para aceitar como uma boa razão apenas o ensino das disciplinas do conhecimento. Essa razão é pobre em demasia para motivar o aluno a aprender. Para que nossos filhos garantam um futuro de sucesso? O estudo escolar não oferece mais essa garantia.

Deveríamos ter como forte razão para enviar nossos filhos à escola o preparo para a cidadania, ou seja, o ensino dos valores sociais que vão colaborar para a formação de um cidadão de bem. Ensinar a reconhecer os principais preconceitos de nossa sociedade, suas várias formas de manifestação e como combatê-los é função das mais importantes da escola.

*assédio moral: exposição de alguém a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas, durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções.

(Rosely Sayão. www.folha.uol.com.br, 28.06.2016. Adaptado)

A forma verbal Deveríamos, no início do último parágrafo, expressa uma
 

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1084404 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guarulhos-SP
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Preconceito na escola

Não há um único dia em que vários preconceitos, dos mais diversos tipos, não se expressem em ambiente escolar. Aliás, é no mínimo estranho que tenhamos tantas preocupações e campanhas contra o chamado bullying na escola e pouco ou quase nada contra o preconceito. Afinal, a maior parte dos comportamentos de assédio moral* nasce de preconceitos!

Recentemente tivemos notícia de dois episódios de preconceito na escola: o da mãe que recebeu um bilhete da professora pedindo para aparar ou prender os cabelos dos filhos (ambos negros) – fato ocorrido em nosso país – e o da garota negra lanchando sozinha ao lado de uma mesa com vários colegas brancos juntos – este, ocorrido na África do Sul.

Muita gente se indignou, mas muita gente também não viu nada de mais em ambos os casos. Choveram justificativas e até acusações para explicar as situações, o que sinaliza como é difícil reconhecer nossos preconceitos e, acima de tudo, conter suas manifestações e colaborar para que a convivência social seja mais digna.

Por que enviamos nossos filhos para a escola? Hoje, não dá mais para aceitar como uma boa razão apenas o ensino das disciplinas do conhecimento. Essa razão é pobre em demasia para motivar o aluno a aprender. Para que nossos filhos garantam um futuro de sucesso? O estudo escolar não oferece mais essa garantia.

Deveríamos ter como forte razão para enviar nossos filhos à escola o preparo para a cidadania, ou seja, o ensino dos valores sociais que vão colaborar para a formação de um cidadão de bem. Ensinar a reconhecer os principais preconceitos de nossa sociedade, suas várias formas de manifestação e como combatê-los é função das mais importantes da escola.

*assédio moral: exposição de alguém a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas, durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções.

(Rosely Sayão. www.folha.uol.com.br, 28.06.2016. Adaptado)

A forma verbal destacada neste trecho do 3° parágrafo – Choveram justificativas e até acusações para explicar as situações… – pode ser substituída, conforme a norma- -padrão da língua, por:
 

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1084400 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guarulhos-SP
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enunciado 1084400-1

As frases na fala da personagem no 3° quadrinho – Todo mundo levou o lanche em um saco de papel!!! – e – Eu me senti uma boba! – estabelecem entre si relação de
 

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1084399 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guarulhos-SP
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Leia a frase a seguir:

O garoto aconselhou _________ irmã __________ levar o lanche __________ escola numa lancheira.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da frase.

 

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1084397 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guarulhos-SP
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enunciado 1084397-1

É correto afirmar que a insatisfação da garota está associada ao fato de que
 

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1084395 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guarulhos-SP
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Considere o cartum.

enunciado 1084395-1

O cartum propõe uma reflexão sobre

 

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1084394 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guarulhos-SP
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Alunos dizem mais praticar do que sofrer bullying*,

mostra pesquisa do IBGE

Assim como na pesquisa de 2012 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais entrevistados relataram em 2015 terem praticado do que sofrido bullying, não apenas na escola, mas em qualquer ambiente que frequentam.

Meninas são menos provocadoras do que meninos: 15,6% das alunas disseram já ter praticado bullying, enquanto entre os alunos a proporção sobe para 24,2%. A prática é um pouco mais frequente nas escolas privadas (21,2% dos entrevistados disseram fazer bullying) do que na rede pública (19,5%). Sofreram bullying com frequência 7,4% (194,6 mil) dos alunos do 9° ano, principalmente por causa da aparência do corpo ou do rosto.

*bullying: situação que envolve agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.

(http://educacao.uol.com.br, 26.08.2016. Adaptado)

Considere as seguintes construções do 2° parágrafo:

♦ Meninas são menos provocadoras do que meninos…

♦ A prática é um pouco mais frequente nas escolas privadas […] do que na rede pública…

Nos contextos em que são empregadas, as palavras destacadas estabelecem relação de

 

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1084393 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guarulhos-SP
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Preconceito na escola

Não há um único dia em que vários preconceitos, dos mais diversos tipos, não se expressem em ambiente escolar. Aliás, é no mínimo estranho que tenhamos tantas preocupações e campanhas contra o chamado bullying na escola e pouco ou quase nada contra o preconceito. Afinal, a maior parte dos comportamentos de assédio moral* nasce de preconceitos!

Recentemente tivemos notícia de dois episódios de preconceito na escola: o da mãe que recebeu um bilhete da professora pedindo para aparar ou prender os cabelos dos filhos (ambos negros) – fato ocorrido em nosso país – e o da garota negra lanchando sozinha ao lado de uma mesa com vários colegas brancos juntos – este, ocorrido na África do Sul.

Muita gente se indignou, mas muita gente também não viu nada de mais em ambos os casos. Choveram justificativas e até acusações para explicar as situações, o que sinaliza como é difícil reconhecer nossos preconceitos e, acima de tudo, conter suas manifestações e colaborar para que a convivência social seja mais digna.

Por que enviamos nossos filhos para a escola? Hoje, não dá mais para aceitar como uma boa razão apenas o ensino das disciplinas do conhecimento. Essa razão é pobre em demasia para motivar o aluno a aprender. Para que nossos filhos garantam um futuro de sucesso? O estudo escolar não oferece mais essa garantia.

Deveríamos ter como forte razão para enviar nossos filhos à escola o preparo para a cidadania, ou seja, o ensino dos valores sociais que vão colaborar para a formação de um cidadão de bem. Ensinar a reconhecer os principais preconceitos de nossa sociedade, suas várias formas de manifestação e como combatê-los é função das mais importantes da escola.

*assédio moral: exposição de alguém a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas, durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções.

(Rosely Sayão. www.folha.uol.com.br, 28.06.2016. Adaptado)

Considerando as regras de regência verbal, a forma destacada no trecho do 3° parágrafo – Muita gente se indignou, mas muita gente também não viu nada de mais em ambos os casos. – pode vir seguida de:
 

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1084392 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guarulhos-SP
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O ex-presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa) morreu na manhã desta terça-feira (16.08.2016), no Hospital Samaritano, em Botafogo, Zona Sul do Rio. Ele estava internado para tratamento de uma pneumonia desde julho. O corpo foi enterrado à tarde, no cemitério São João Batista. Ele completou 100 anos de idade no último dia 8 de maio. O brasileiro com raízes belgas foi um dos dirigentes mais importantes – e também mais questionados – da história do esporte mundial. Ele foi afastado do esporte em abril de 2013, quando renunciou ao cargo de presidente de honra da Fifa. Dois anos antes, ele já havia deixado de ser membro do Comitê Olímpico Internacional (COI). Nos dois casos, foi acusado – ao lado de inúmeros outros dirigentes – de receber propinas da empresa de marketing ISL em troca de contratos de transmissão para a Copa do Mundo.

(G1, 16.08.2016. Disponível em: <http://goo.gl/Us0AHe> . Adaptado)

O texto trata do falecimento de

 

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