Foram encontradas 40 questões.
A borrifação com inseticidas de poder residual das paredes internas e externas do domicílio, incluindo o teto,
abrigos de animais e anexos, é uma medida de controle
preconizada em focos de
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A rotina de trabalho dos serviços de vigilância de zoonoses deve obedecer a um plano de gerenciamento
dos resíduos de serviços de saúde. Assinale a alternativa que apresenta um tipo de resíduo considerado como
infectante.
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Para levantamento de sua importância epidemiológica e
facilitar o direcionamento de ações de controle, os depósitos de água, considerados potenciais criadouros de
vetores, são classificados em cinco grupos. Assinale a
alternativa que apresenta um depósito considerado como
passível de remoção.
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Em relação à transmissão do vírus da raiva, os ferimentos causados por animais determinam exposições classificadas como acidentes leves ou graves. Assinale a alternativa que indica um acidente considerado como leve.
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Em uma clínica veterinária foi atendido, no decorrer de
uma semana, o total de 150 animais, entre cães, gatos
e aves. A tabela mostra algumas informações sobre o
número de atendimentos, de internações e a porcentagem
dessas internações em relação ao seu respectivo grupo.

Em relação ao número total de animais atendidos nessa semana, o número total de internações corresponde a

Em relação ao número total de animais atendidos nessa semana, o número total de internações corresponde a
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Um recipiente vazio, na forma de um prisma reto de base
retangular, tem suas medidas internas indicadas na figura.
Sabendo que o perímetro da base é 54 cm, que a área da face lateral é 300 cm2 , e lembrando que 1 cm3 = 1 mL, a capacidade desse prisma, em litros, é
Sabendo que o perímetro da base é 54 cm, que a área da face lateral é 300 cm2 , e lembrando que 1 cm3 = 1 mL, a capacidade desse prisma, em litros, é
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- SintaxeConectivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto para responder à questão.
Bairros autossuficientes
Uma solução urbanística debatida há bastante tempo voltou a ganhar força com a pandemia da Covid-19: a criação
de bairros mais autossuficientes, em que as pessoas não teriam de se deslocar diariamente por grandes distâncias até
os grandes centros para trabalhar, estudar, comprar ou ir ao
médico. Centros esses que acabam reunindo aglomerações
por concentrarem os serviços.
A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, passou a defender
essa proposta e vem chamando a atenção de vários gestores. Dentro de sua plataforma, ela tem o plano de transformar
a capital francesa em uma “Cidade de 15 minutos”, em que
qualquer parisiense poderia fazer suas atividades essenciais
do cotidiano em uma rápida caminhada a pé ou de bicicleta.
Isso vale para escolas, locais de trabalho, opções de compra,
esportes e lazer.
Em São Paulo, uma pesquisa mostrou que, com a pandemia, 46% dos paulistanos passaram a dar mais valor para
o comércio e os serviços disponíveis nos bairros onde moram
e 30% agora prestam mais atenção aos serviços públicos locais. O estudo foi realizado pelo Ibope para o Instituto Cidades Sustentáveis, em parceria com o Sesc, e ouviu pessoas
das classes A, B e C.
Para o professor da USP, Jeferson Tavares, “quantos
bairros conhecemos que não passam de um aglomerado de
casas sem nenhuma qualidade urbanística? Nesses lugares,
o cidadão perdeu a identidade com a cidade. A origem da
cidade é a aproximação e, por isso, não podemos abandonar
essa defesa do uso do espaço público. Ruas, praças, parques e calçadões são lugares que concretizam a esfera pública do convívio social. Valorizá-los ajuda a manter a saúde
física e mental dos cidadãos”.
(Giovanna Wolf e Pablo Pereira.
O Estado de S.Paulo, 14.06.2020. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Bairros autossuficientes
Uma solução urbanística debatida há bastante tempo voltou a ganhar força com a pandemia da Covid-19: a criação
de bairros mais autossuficientes, em que as pessoas não teriam de se deslocar diariamente por grandes distâncias até
os grandes centros para trabalhar, estudar, comprar ou ir ao
médico. Centros esses que acabam reunindo aglomerações
por concentrarem os serviços.
A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, passou a defender
essa proposta e vem chamando a atenção de vários gestores. Dentro de sua plataforma, ela tem o plano de transformar
a capital francesa em uma “Cidade de 15 minutos”, em que
qualquer parisiense poderia fazer suas atividades essenciais
do cotidiano em uma rápida caminhada a pé ou de bicicleta.
Isso vale para escolas, locais de trabalho, opções de compra,
esportes e lazer.
Em São Paulo, uma pesquisa mostrou que, com a pandemia, 46% dos paulistanos passaram a dar mais valor para
o comércio e os serviços disponíveis nos bairros onde moram
e 30% agora prestam mais atenção aos serviços públicos locais. O estudo foi realizado pelo Ibope para o Instituto Cidades Sustentáveis, em parceria com o Sesc, e ouviu pessoas
das classes A, B e C.
Para o professor da USP, Jeferson Tavares, “quantos
bairros conhecemos que não passam de um aglomerado de
casas sem nenhuma qualidade urbanística? Nesses lugares,
o cidadão perdeu a identidade com a cidade. A origem da
cidade é a aproximação e, por isso, não podemos abandonar
essa defesa do uso do espaço público. Ruas, praças, parques e calçadões são lugares que concretizam a esfera pública do convívio social. Valorizá-los ajuda a manter a saúde
física e mental dos cidadãos”.
(Giovanna Wolf e Pablo Pereira.
O Estado de S.Paulo, 14.06.2020. Adaptado)
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- SintaxeRegência
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto para responder à questão.
Bairros autossuficientes
Uma solução urbanística debatida há bastante tempo voltou a ganhar força com a pandemia da Covid-19: a criação
de bairros mais autossuficientes, em que as pessoas não teriam de se deslocar diariamente por grandes distâncias até
os grandes centros para trabalhar, estudar, comprar ou ir ao
médico. Centros esses que acabam reunindo aglomerações
por concentrarem os serviços.
A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, passou a defender
essa proposta e vem chamando a atenção de vários gestores. Dentro de sua plataforma, ela tem o plano de transformar
a capital francesa em uma “Cidade de 15 minutos”, em que
qualquer parisiense poderia fazer suas atividades essenciais
do cotidiano em uma rápida caminhada a pé ou de bicicleta.
Isso vale para escolas, locais de trabalho, opções de compra,
esportes e lazer.
Em São Paulo, uma pesquisa mostrou que, com a pandemia, 46% dos paulistanos passaram a dar mais valor para
o comércio e os serviços disponíveis nos bairros onde moram
e 30% agora prestam mais atenção aos serviços públicos locais. O estudo foi realizado pelo Ibope para o Instituto Cidades Sustentáveis, em parceria com o Sesc, e ouviu pessoas
das classes A, B e C.
Para o professor da USP, Jeferson Tavares, “quantos
bairros conhecemos que não passam de um aglomerado de
casas sem nenhuma qualidade urbanística? Nesses lugares,
o cidadão perdeu a identidade com a cidade. A origem da
cidade é a aproximação e, por isso, não podemos abandonar
essa defesa do uso do espaço público. Ruas, praças, parques e calçadões são lugares que concretizam a esfera pública do convívio social. Valorizá-los ajuda a manter a saúde
física e mental dos cidadãos”.
(Giovanna Wolf e Pablo Pereira.
O Estado de S.Paulo, 14.06.2020. Adaptado)
Leia os trechos do texto.
• ... passou a defender essa proposta e vem chamando a atenção de vários gestores. (2º parágrafo)
• ... e 30% agora prestam mais atenção aos serviços públicos locais. (3º parágrafo)
Em conformidade com as ideias do texto e com a regência verbal e/ou nominal estabelecida pela norma-padrão, os trechos destacados podem ser substituídos por:
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Leia o texto para responder à questão.
Bairros autossuficientes
Uma solução urbanística debatida há bastante tempo voltou a ganhar força com a pandemia da Covid-19: a criação
de bairros mais autossuficientes, em que as pessoas não teriam de se deslocar diariamente por grandes distâncias até
os grandes centros para trabalhar, estudar, comprar ou ir ao
médico. Centros esses que acabam reunindo aglomerações
por concentrarem os serviços.
A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, passou a defender
essa proposta e vem chamando a atenção de vários gestores. Dentro de sua plataforma, ela tem o plano de transformar
a capital francesa em uma “Cidade de 15 minutos”, em que
qualquer parisiense poderia fazer suas atividades essenciais
do cotidiano em uma rápida caminhada a pé ou de bicicleta.
Isso vale para escolas, locais de trabalho, opções de compra,
esportes e lazer.
Em São Paulo, uma pesquisa mostrou que, com a pandemia, 46% dos paulistanos passaram a dar mais valor para
o comércio e os serviços disponíveis nos bairros onde moram
e 30% agora prestam mais atenção aos serviços públicos locais. O estudo foi realizado pelo Ibope para o Instituto Cidades Sustentáveis, em parceria com o Sesc, e ouviu pessoas
das classes A, B e C.
Para o professor da USP, Jeferson Tavares, “quantos
bairros conhecemos que não passam de um aglomerado de
casas sem nenhuma qualidade urbanística? Nesses lugares,
o cidadão perdeu a identidade com a cidade. A origem da
cidade é a aproximação e, por isso, não podemos abandonar
essa defesa do uso do espaço público. Ruas, praças, parques e calçadões são lugares que concretizam a esfera pública do convívio social. Valorizá-los ajuda a manter a saúde
física e mental dos cidadãos”.
(Giovanna Wolf e Pablo Pereira.
O Estado de S.Paulo, 14.06.2020. Adaptado)
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