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Um funcionário digitaliza um lote de arquivos em 6 dias, trabalhando 3 horas e 30 minutos por dia nessa tarefa. Supondo que esse funcionário mantenha sempre esse mesmo desempenho, o tempo que ele teria que trabalhar por dia nessa tarefa, para que esse mesmo lote fosse digitalizado em 4 dias, seria de
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No estoque de uma empresa há 3 caixas do produto A, cada uma delas com o mesmo número de frascos e 5 caixas do produto B, sendo que cada caixa do produto B tem 10 frascos a mais do que cada caixa do produto A.
Se a razão do número de frascos do produto A para o número de frascos do produto B é !$ \dfrac{2}{5} !$, a soma do número total de frascos dos produtos A e B é igual a
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Uma pessoa tinha determinada quantia em sua conta bancária. Desse total, ela gastou 20% na farmácia e 15% em compras. Do valor restante, 50% foi utilizado para o pagamento de uma prestação, restando ainda R$ 260,00.
O valor gasto, por essa pessoa, na farmácia, foi
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Uma pessoa dispõe de 2,8 litros de álcool e 4,8 litros de detergente e irá dividir esses dois produtos em frascos pequenos, cada frasco com um só tipo de produto e todos os frascos contendo a mesma quantidade, sendo essa quantidade a maior possível. Nessas condições, e sabendo que os dois produtos foram totalmente divididos em frascos pequenos, o número de frascos com detergente irá superar o número de frascos com álcool em
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Uma empresa comprou alguns itens de escritório. A tabela apresenta algumas informações sobre o número de unidades compradas de cada item e o respectivo valor unitário.
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Item |
Nº de unidades compradas |
Valor unitário |
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caneta |
80 |
R$ 4,20 |
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lápis |
60 |
R$ 1,80 |
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corretivo |
12 |
R$ 10,50 |
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borracha |
20 |
? |
Se o valor total gasto na compra das borrachas correspondeu a !$ \dfrac{5}{18} !$ do valor total gasto na compra dos lápis, o valor total gasto na compra de todos os itens da tabela foi
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Assinale a alternativa em que a frase redigida está correta quanto à norma-padrão de pontuação e concordância da língua portuguesa.
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- SintaxeCrase
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Leia o texto para responder às questões de números 21 a 24.
Me descobri brasileiro em 1994, quando ajudei a enfeitar com rabiolas a rua pra assistir à Copa do Mundo. Era a primeira televisão em cores da família, ainda que fosse preciso girar, de vez em quando, o botão de sintonia daquela velha Philco 12 polegadas para assistir à sequência de jogos duros, mas vitoriosos.
Descobri ali que o barato era vitória sofrida, de preferência com gol nos últimos minutos, porque as reações eram melhores.
Eu gostava de ver o povo apreensivo, ouvir os gritos, a comemoração. Meu pai, que era rígido e reclamava silêncio até em final de novela, deixava rolar um alvoroço em dia de jogo. Afinal de contas, era a Copa. E foi meu primeiro evento coletivo como brasileiro, já que no impeachment do Collor eu não sabia bem do que se tratava e a TV ainda era em preto e branco.
A final foi um empate lascado, com decisão nos pênaltis.
Roberto Baggio meteu a bola por cima do gol de Taffarel e danou-se, morteiro estourando na rua, buzina, gritaiada “é tetra!”; eu gritava errado: “é tretra!”. Eu não sei explicar bem, mas senti um certo orgulho de contribuir com aquele resultado ao amarrar a rabiola no portão. Ajudei a fazer uma grande coisa, que eu nem sabia bem para que servia, mas se o Brasil tinha ganhado era, portanto, uma grande coisa.
Eu não queria que aquilo acabasse, não podia durar uma semana a mais? Mas no dia seguinte já não era Copa. Era preciso evitar a bagunça, logo mais desfazer os enfeites, se despir da fantasia e retomar a normalidade, reconquistando a rotina que é própria de cada um.
(Ricardo Terto. Quem é essa gente toda aqui?. Todavia, 2021. Adaptado)
O trecho – … retomar a normalidade, reconquistando a rotina que é própria de cada um. – (último parágrafo) pode ser assim reescrito, sem prejuízo da norma-padrão de emprego do sinal indicativo de crase e do sentido original:
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Leia o texto para responder às questões de números 21 a 24.
Me descobri brasileiro em 1994, quando ajudei a enfeitar com rabiolas a rua pra assistir à Copa do Mundo. Era a primeira televisão em cores da família, ainda que fosse preciso girar, de vez em quando, o botão de sintonia daquela velha Philco 12 polegadas para assistir à sequência de jogos duros, mas vitoriosos.
Descobri ali que o barato era vitória sofrida, de preferência com gol nos últimos minutos, porque as reações eram melhores.
Eu gostava de ver o povo apreensivo, ouvir os gritos, a comemoração. Meu pai, que era rígido e reclamava silêncio até em final de novela, deixava rolar um alvoroço em dia de jogo. Afinal de contas, era a Copa. E foi meu primeiro evento coletivo como brasileiro, já que no impeachment do Collor eu não sabia bem do que se tratava e a TV ainda era em preto e branco.
A final foi um empate lascado, com decisão nos pênaltis.
Roberto Baggio meteu a bola por cima do gol de Taffarel e danou-se, morteiro estourando na rua, buzina, gritaiada “é tetra!”; eu gritava errado: “é tretra!”. Eu não sei explicar bem, mas senti um certo orgulho de contribuir com aquele resultado ao amarrar a rabiola no portão. Ajudei a fazer uma grande coisa, que eu nem sabia bem para que servia, mas se o Brasil tinha ganhado era, portanto, uma grande coisa.
Eu não queria que aquilo acabasse, não podia durar uma semana a mais? Mas no dia seguinte já não era Copa. Era preciso evitar a bagunça, logo mais desfazer os enfeites, se despir da fantasia e retomar a normalidade, reconquistando a rotina que é própria de cada um.
(Ricardo Terto. Quem é essa gente toda aqui?. Todavia, 2021. Adaptado)
No trecho – Descobri ali que o barato era vitória sofrida, de preferência com gol nos últimos minutos, porque as reações eram melhores. (2º parágrafo) –, os vocábulos destacados foram empregados, respectivamente, para indicar:
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Leia o texto para responder às questões de números 21 a 24.
Me descobri brasileiro em 1994, quando ajudei a enfeitar com rabiolas a rua pra assistir à Copa do Mundo. Era a primeira televisão em cores da família, ainda que fosse preciso girar, de vez em quando, o botão de sintonia daquela velha Philco 12 polegadas para assistir à sequência de jogos duros, mas vitoriosos.
Descobri ali que o barato era vitória sofrida, de preferência com gol nos últimos minutos, porque as reações eram melhores.
Eu gostava de ver o povo apreensivo, ouvir os gritos, a comemoração. Meu pai, que era rígido e reclamava silêncio até em final de novela, deixava rolar um alvoroço em dia de jogo. Afinal de contas, era a Copa. E foi meu primeiro evento coletivo como brasileiro, já que no impeachment do Collor eu não sabia bem do que se tratava e a TV ainda era em preto e branco.
A final foi um empate lascado, com decisão nos pênaltis.
Roberto Baggio meteu a bola por cima do gol de Taffarel e danou-se, morteiro estourando na rua, buzina, gritaiada “é tetra!”; eu gritava errado: “é tretra!”. Eu não sei explicar bem, mas senti um certo orgulho de contribuir com aquele resultado ao amarrar a rabiola no portão. Ajudei a fazer uma grande coisa, que eu nem sabia bem para que servia, mas se o Brasil tinha ganhado era, portanto, uma grande coisa.
Eu não queria que aquilo acabasse, não podia durar uma semana a mais? Mas no dia seguinte já não era Copa. Era preciso evitar a bagunça, logo mais desfazer os enfeites, se despir da fantasia e retomar a normalidade, reconquistando a rotina que é própria de cada um.
(Ricardo Terto. Quem é essa gente toda aqui?. Todavia, 2021. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
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Leia o texto para responder às questões de números 21 a 24.
Me descobri brasileiro em 1994, quando ajudei a enfeitar com rabiolas a rua pra assistir à Copa do Mundo. Era a primeira televisão em cores da família, ainda que fosse preciso girar, de vez em quando, o botão de sintonia daquela velha Philco 12 polegadas para assistir à sequência de jogos duros, mas vitoriosos.
Descobri ali que o barato era vitória sofrida, de preferência com gol nos últimos minutos, porque as reações eram melhores.
Eu gostava de ver o povo apreensivo, ouvir os gritos, a comemoração. Meu pai, que era rígido e reclamava silêncio até em final de novela, deixava rolar um alvoroço em dia de jogo. Afinal de contas, era a Copa. E foi meu primeiro evento coletivo como brasileiro, já que no impeachment do Collor eu não sabia bem do que se tratava e a TV ainda era em preto e branco.
A final foi um empate lascado, com decisão nos pênaltis.
Roberto Baggio meteu a bola por cima do gol de Taffarel e danou-se, morteiro estourando na rua, buzina, gritaiada “é tetra!”; eu gritava errado: “é tretra!”. Eu não sei explicar bem, mas senti um certo orgulho de contribuir com aquele resultado ao amarrar a rabiola no portão. Ajudei a fazer uma grande coisa, que eu nem sabia bem para que servia, mas se o Brasil tinha ganhado era, portanto, uma grande coisa.
Eu não queria que aquilo acabasse, não podia durar uma semana a mais? Mas no dia seguinte já não era Copa. Era preciso evitar a bagunça, logo mais desfazer os enfeites, se despir da fantasia e retomar a normalidade, reconquistando a rotina que é própria de cada um.
(Ricardo Terto. Quem é essa gente toda aqui?. Todavia, 2021. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado estabelece, no contexto em que se encontra, relação de sentido de conclusão.
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