Foram encontradas 156 questões.
A linguagem humana evoluiu ancorada na
matemática: a exatidão dos números ajudou o homem a
investigar o encadeamento dos fatos e a coerência presente
nele. Isso se reflete na maneira como nos comunicamos,
explorando o raciocínio lógico para argumentar, fazer
inferências e elaborar hipóteses.
A História, portanto, deve muito aos gênios da
matemática. Desde as primeiras descobertas, na Grécia
Antiga, muitas invenções e revoluções foram realizadas com
ferramentas dessa ciência. A astronomia, por exemplo, é
uma área do conhecimento completamente dependente
dela.
Por meio de cálculos astronômicos, a agricultura
tornou-se possível e se desenvolveu. A compreensão dos
ciclos naturais levou estudiosos do passado a criar
cronogramas precisos de plantio e colheita, que fizeram
prosperar muitas culturas, como é o caso dos povos incas.
Além disso, grandes obras de engenharia e
arquitetura foram possíveis graças a matemática. A
construção das pirâmides do Egito, por exemplo, exigiu o
domínio de muitos conceitos dessa área: ângulos, relações
de razão e proporção e segmento áureo, entre outros.
O computador só existe porque os números existem.
Todos os equipamentos tecnológicos que conhecemos
funcionam com base em dados de programação – que são
matemática pura! Indiretamente, tudo aquilo que depende
de tecnologia tem alguma relação com essa disciplina.
Isso significa que garantir e preservar esse
conhecimento é muito fundamental. Não para entender
assuntos difíceis de economia (se possível, ótimo!), mas para
dialogar melhor com a realidade da vida social. É importante
saber que a matemática está em tudo: no relógio, nas
plantas, na previsão do tempo, nos jogos de tabuleiro…
Assim, aprender matemática na escola não precisa
ser um tédio. Reconhecer que tudo ao nosso redor pode ser
olhado por um viés matemático torna esse saber
significativo e aplicável. Sobretudo, a matemática é flexível:
mesmo com suas regras, ela muda e evolui. Quando os pais
e as escolas incentivam os alunos a simplesmente decorar
fórmulas e regras, acabam impedindo-os de descobrir essa
riqueza. O melhor jeito de ensinar e aprender essa ciência
fantástica é reconhecer seu caráter permeável, trabalhável –
transformando-a em uma amiga.
(Fonte: O Futuro Agora - adaptado.)
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Em relação à pontuação, assinalar a alternativa
CORRETA:
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Assinalar a frase em que a flexão de “pão” está
INCORRETA:
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O anúncio a seguir faz parte de uma campanha publicitária para estimular a doação de roupas.

O diminutivo “quentinho”, nesse caso, tem valor:
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- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoPonto e Vírgula
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
Considerando-se o trecho da fábula “A cigarra e a
formiga", qual o sinal de pontuação que preenche
CORRETAMENTE a lacuna do texto?
“A cigarra passou o verão cantando, enquanto a formiga juntava seus grãos. Quando chegou o inverno, a cigarra veio à casa da formiga para pedir que lhe desse o que comer. A formiga então perguntou a ela: − E o que é que você fez durante todo o verão − Durante o verão eu cantei − disse a cigarra. E a formiga respondeu: − Muito bem, pois agora dance.”
“A cigarra passou o verão cantando, enquanto a formiga juntava seus grãos. Quando chegou o inverno, a cigarra veio à casa da formiga para pedir que lhe desse o que comer. A formiga então perguntou a ela: − E o que é que você fez durante todo o verão − Durante o verão eu cantei − disse a cigarra. E a formiga respondeu: − Muito bem, pois agora dance.”
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Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo
CORRETAMENTE:
Ter um de estimação traz bons momentos na vida de seu dono, porém, traz muitas responsabilidades. Por exemplo, é de responsabilidade do dono o recolhimento dos de seus animais dos locais públicos.
Ter um de estimação traz bons momentos na vida de seu dono, porém, traz muitas responsabilidades. Por exemplo, é de responsabilidade do dono o recolhimento dos de seus animais dos locais públicos.
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Três anos de pandemia de covid-19
No dia 11 de março de 2020, o biólogo etíope Tedros
Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização
Mundial da Saúde (OMS), fez um discurso que entraria para
a história.
Num momento em que haviam sido registrados 118
mil casos e 4,2 mil mortes por covid-19 em 114 países, ele
anunciou que estávamos, de fato, em uma pandemia.
“Essa é a primeira pandemia causada por um
coronavírus. [...] Nós estamos soando o alarme em alto e
bom som”, declarou.
Três anos, 676,5 milhões de casos e 6,8 milhões de
mortes depois, o mundo se encontra num momento
completamente distinto da crise sanitária.
Com o desenvolvimento de vacinas, testes e
remédios em tempo recorde, o coronavírus deixou de
representar uma ameaça mortal para a maioria das pessoas
— apesar de ainda ser um problema grave e preocupante
para os grupos mais vulneráveis, como idosos e indivíduos
com o sistema imunológico comprometido.
E o próprio Brasil é um exemplo dessa mudança de
cenário: a taxa de mortalidade, que chegou a 201 por 100
mil habitantes em 2021, caiu para 36 no ano passado e, no
primeiro trimestre de 2023, encontra-se em três, segundo o
painel do Conselho Nacional de Secretários da Saúde
(Conass).
(Fonte: BBC – adaptado.)
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Três anos de pandemia de covid-19
No dia 11 de março de 2020, o biólogo etíope Tedros
Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização
Mundial da Saúde (OMS), fez um discurso que entraria para
a história.
Num momento em que haviam sido registrados 118
mil casos e 4,2 mil mortes por covid-19 em 114 países, ele
anunciou que estávamos, de fato, em uma pandemia.
“Essa é a primeira pandemia causada por um
coronavírus. [...] Nós estamos soando o alarme em alto e
bom som”, declarou.
Três anos, 676,5 milhões de casos e 6,8 milhões de
mortes depois, o mundo se encontra num momento
completamente distinto da crise sanitária.
Com o desenvolvimento de vacinas, testes e
remédios em tempo recorde, o coronavírus deixou de
representar uma ameaça mortal para a maioria das pessoas
— apesar de ainda ser um problema grave e preocupante
para os grupos mais vulneráveis, como idosos e indivíduos
com o sistema imunológico comprometido.
E o próprio Brasil é um exemplo dessa mudança de
cenário: a taxa de mortalidade, que chegou a 201 por 100
mil habitantes em 2021, caiu para 36 no ano passado e, no
primeiro trimestre de 2023, encontra-se em três, segundo o
painel do Conselho Nacional de Secretários da Saúde
(Conass).
(Fonte: BBC – adaptado.)
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Três anos de pandemia de covid-19
No dia 11 de março de 2020, o biólogo etíope Tedros
Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização
Mundial da Saúde (OMS), fez um discurso que entraria para
a história.
Num momento em que haviam sido registrados 118
mil casos e 4,2 mil mortes por covid-19 em 114 países, ele
anunciou que estávamos, de fato, em uma pandemia.
“Essa é a primeira pandemia causada por um
coronavírus. [...] Nós estamos soando o alarme em alto e
bom som”, declarou.
Três anos, 676,5 milhões de casos e 6,8 milhões de
mortes depois, o mundo se encontra num momento
completamente distinto da crise sanitária.
Com o desenvolvimento de vacinas, testes e
remédios em tempo recorde, o coronavírus deixou de
representar uma ameaça mortal para a maioria das pessoas
— apesar de ainda ser um problema grave e preocupante
para os grupos mais vulneráveis, como idosos e indivíduos
com o sistema imunológico comprometido.
E o próprio Brasil é um exemplo dessa mudança de
cenário: a taxa de mortalidade, que chegou a 201 por 100
mil habitantes em 2021, caiu para 36 no ano passado e, no
primeiro trimestre de 2023, encontra-se em três, segundo o
painel do Conselho Nacional de Secretários da Saúde
(Conass).
(Fonte: BBC – adaptado.)
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Três anos de pandemia de covid-19
No dia 11 de março de 2020, o biólogo etíope Tedros
Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização
Mundial da Saúde (OMS), fez um discurso que entraria para
a história.
Num momento em que haviam sido registrados 118
mil casos e 4,2 mil mortes por covid-19 em 114 países, ele
anunciou que estávamos, de fato, em uma pandemia.
“Essa é a primeira pandemia causada por um
coronavírus. [...] Nós estamos soando o alarme em alto e
bom som”, declarou.
Três anos, 676,5 milhões de casos e 6,8 milhões de
mortes depois, o mundo se encontra num momento
completamente distinto da crise sanitária.
Com o desenvolvimento de vacinas, testes e
remédios em tempo recorde, o coronavírus deixou de
representar uma ameaça mortal para a maioria das pessoas
— apesar de ainda ser um problema grave e preocupante
para os grupos mais vulneráveis, como idosos e indivíduos
com o sistema imunológico comprometido.
E o próprio Brasil é um exemplo dessa mudança de
cenário: a taxa de mortalidade, que chegou a 201 por 100
mil habitantes em 2021, caiu para 36 no ano passado e, no
primeiro trimestre de 2023, encontra-se em três, segundo o
painel do Conselho Nacional de Secretários da Saúde
(Conass).
(Fonte: BBC – adaptado.)
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