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Foram encontradas 40 questões.

3676611 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS
“[...] Saí da sua vida Eu só representava o cheque no final do mês Você não respeitou quem te amou demais Só abusou de mim e me passou pra trás [...]” (“Na hora do adeus”, de Reginaldo Rossi)

O verso sublinhado, em relação ao anterior, representa:
 

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3676610 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS

"Não chame um cachorro com um chicote em sua mão." (provérbio africano)

Sobre a estruturação desse pensamento, assinalar a alternativa INCORRETA.

 

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3676609 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS
Em “As mãos no bolso eram comuns.”, a função sintática do termo sublinhado é:
 

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3676608 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS

De acordo com as figuras de linguagem e com base na figura abaixo, no 2º quadro, assinalar a alternativa CORRETA.

Enunciado 4367324-1

 

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3676607 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS
Há ERRO de concordância verbal em qual das alternativas abaixo?
 

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3676606 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS
O bem e o _________ do estrangeirismo
O terror dos puristas da língua em Portugal é um youtuber nascido e criado no Engenho Novo, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro: Luccas Neto. Dono do canal infantil Luccas Toon, o carioca também é um hit entre as crianças portuguesas. Em novembro do ano passado, um jornal lisboeta publicou uma matéria reclamando que os miúdos de lá estão cada vez mais a falar “brasileiro”, de tanto assistir Luccas e outros influenciadores daqui.
“Dizem ‘grama’ em vez de relva, autocarro é ‘ônibus’, rebuçado é ‘bala’, riscas são ‘listras’ e leite está na ‘geladeira’ em vez de no ‘frigorífico’”, alertou o jornal. “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento — à conta de muitas horas de exposição a conteúdos feitos por youtubers brasileiros.”
Pais e educadores portugueses estão preocupados, mas talvez não devessem levar o caso tão a sério. Afinal, mais do que o jeitinho de falar de sua antiga colônia, os lusos usam e abusam de palavras do francês e do inglês — e aí sem a mesma vergonha. O lado negativo do estrangeirismo nem está exatamente na substituição de termos, como rooftop no lugar de “terraço”, por exemplo. O problema é quando, no ________ de pegar algo emprestado de uma língua de fora, deturpamos a lógica da nossa. Um exemplo? Brasileiros têm falado e escrito “eventualmente” no sentido de “mais cedo ou mais tarde”, porque esse é o significado de eventually (inglês). Só que o nosso “eventualmente” sempre quis expressar uma possibilidade, algo que pode ou não ocorrer ou que acontece ocasionalmente.
O estrangeirismo, de qualquer maneira, é sempre __________ quando facilita a comunicação. Se eu disser para minha mãe, de 76 anos, que me atrasei para visitá-la porque passei no shopping center para comprar um tablet para minha filha, a senhorinha vai entender na hora. Ela mesma tem um tablet — que não saberia chamar de outra coisa, porque já ganhou com esse nome. E se, em vez de shopping center, eu dissesse que fui a um “centro de compras”, ela poderia ficar com a impressão de que fui a qualquer lugar de bastante comércio… menos a um shopping. Da mesma forma, não há brasileiro vivo que ignore o sentido de trabalhar em home office. Um “escritório em casa” soa esquisito. Já “home office” a gente entende como uma alternativa ao trabalho presencial.
Os exageros no estrangeirismo tendem a passar, como as paletas mexicanas, mas o uso que facilita a comunicação vai vingar sempre. E a língua portuguesa no Brasil — que os portugueses chamam pejorativamente de “brasileiro” — vai continuar se enriquecendo com palavras e expressões que não teriam como surgir por aqui.
Fonte: Superinteressante. Adaptado.
A expressão sublinhada abaixo pode ser substituída, sem a necessidade de outras alterações e sem o prejuízo de significado, por:

E a língua portuguesa no Brasil — que os portugueses chamam pejorativamente de “brasileiro” — vai continuar se enriquecendo com palavras e expressões que não teriam como surgir por aqui.
 

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3676605 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS
O bem e o _________ do estrangeirismo
O terror dos puristas da língua em Portugal é um youtuber nascido e criado no Engenho Novo, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro: Luccas Neto. Dono do canal infantil Luccas Toon, o carioca também é um hit entre as crianças portuguesas. Em novembro do ano passado, um jornal lisboeta publicou uma matéria reclamando que os miúdos de lá estão cada vez mais a falar “brasileiro”, de tanto assistir Luccas e outros influenciadores daqui.
“Dizem ‘grama’ em vez de relva, autocarro é ‘ônibus’, rebuçado é ‘bala’, riscas são ‘listras’ e leite está na ‘geladeira’ em vez de no ‘frigorífico’”, alertou o jornal. “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento — à conta de muitas horas de exposição a conteúdos feitos por youtubers brasileiros.”
Pais e educadores portugueses estão preocupados, mas talvez não devessem levar o caso tão a sério. Afinal, mais do que o jeitinho de falar de sua antiga colônia, os lusos usam e abusam de palavras do francês e do inglês — e aí sem a mesma vergonha. O lado negativo do estrangeirismo nem está exatamente na substituição de termos, como rooftop no lugar de “terraço”, por exemplo. O problema é quando, no ________ de pegar algo emprestado de uma língua de fora, deturpamos a lógica da nossa. Um exemplo? Brasileiros têm falado e escrito “eventualmente” no sentido de “mais cedo ou mais tarde”, porque esse é o significado de eventually (inglês). Só que o nosso “eventualmente” sempre quis expressar uma possibilidade, algo que pode ou não ocorrer ou que acontece ocasionalmente.
O estrangeirismo, de qualquer maneira, é sempre __________ quando facilita a comunicação. Se eu disser para minha mãe, de 76 anos, que me atrasei para visitá-la porque passei no shopping center para comprar um tablet para minha filha, a senhorinha vai entender na hora. Ela mesma tem um tablet — que não saberia chamar de outra coisa, porque já ganhou com esse nome. E se, em vez de shopping center, eu dissesse que fui a um “centro de compras”, ela poderia ficar com a impressão de que fui a qualquer lugar de bastante comércio… menos a um shopping. Da mesma forma, não há brasileiro vivo que ignore o sentido de trabalhar em home office. Um “escritório em casa” soa esquisito. Já “home office” a gente entende como uma alternativa ao trabalho presencial.
Os exageros no estrangeirismo tendem a passar, como as paletas mexicanas, mas o uso que facilita a comunicação vai vingar sempre. E a língua portuguesa no Brasil — que os portugueses chamam pejorativamente de “brasileiro” — vai continuar se enriquecendo com palavras e expressões que não teriam como surgir por aqui.
Fonte: Superinteressante. Adaptado.
Considerando-se o texto, assinalar a alternativa que indica a função sintática do termo sublinhado em “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento”:
 

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3676604 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS
O bem e o _________ do estrangeirismo
O terror dos puristas da língua em Portugal é um youtuber nascido e criado no Engenho Novo, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro: Luccas Neto. Dono do canal infantil Luccas Toon, o carioca também é um hit entre as crianças portuguesas. Em novembro do ano passado, um jornal lisboeta publicou uma matéria reclamando que os miúdos de lá estão cada vez mais a falar “brasileiro”, de tanto assistir Luccas e outros influenciadores daqui.
“Dizem ‘grama’ em vez de relva, autocarro é ‘ônibus’, rebuçado é ‘bala’, riscas são ‘listras’ e leite está na ‘geladeira’ em vez de no ‘frigorífico’”, alertou o jornal. “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento — à conta de muitas horas de exposição a conteúdos feitos por youtubers brasileiros.”
Pais e educadores portugueses estão preocupados, mas talvez não devessem levar o caso tão a sério. Afinal, mais do que o jeitinho de falar de sua antiga colônia, os lusos usam e abusam de palavras do francês e do inglês — e aí sem a mesma vergonha. O lado negativo do estrangeirismo nem está exatamente na substituição de termos, como rooftop no lugar de “terraço”, por exemplo. O problema é quando, no ________ de pegar algo emprestado de uma língua de fora, deturpamos a lógica da nossa. Um exemplo? Brasileiros têm falado e escrito “eventualmente” no sentido de “mais cedo ou mais tarde”, porque esse é o significado de eventually (inglês). Só que o nosso “eventualmente” sempre quis expressar uma possibilidade, algo que pode ou não ocorrer ou que acontece ocasionalmente.
O estrangeirismo, de qualquer maneira, é sempre __________ quando facilita a comunicação. Se eu disser para minha mãe, de 76 anos, que me atrasei para visitá-la porque passei no shopping center para comprar um tablet para minha filha, a senhorinha vai entender na hora. Ela mesma tem um tablet — que não saberia chamar de outra coisa, porque já ganhou com esse nome. E se, em vez de shopping center, eu dissesse que fui a um “centro de compras”, ela poderia ficar com a impressão de que fui a qualquer lugar de bastante comércio… menos a um shopping. Da mesma forma, não há brasileiro vivo que ignore o sentido de trabalhar em home office. Um “escritório em casa” soa esquisito. Já “home office” a gente entende como uma alternativa ao trabalho presencial.
Os exageros no estrangeirismo tendem a passar, como as paletas mexicanas, mas o uso que facilita a comunicação vai vingar sempre. E a língua portuguesa no Brasil — que os portugueses chamam pejorativamente de “brasileiro” — vai continuar se enriquecendo com palavras e expressões que não teriam como surgir por aqui.
Fonte: Superinteressante. Adaptado.
Considerando-se a frase do texto “Os exageros no estrangeirismo tendem a passar, como as paletas mexicanas, mas o uso que facilita a comunicação vai vingar sempre.”, analisar os itens.

I. O autor afirma que “paletas mexicanas” é um exemplo de exagero do estrangeirismo na língua portuguesa falada no Brasil.
II. O autor afirma que os exageros nos estrangeirismos, tal como as “paletas mexicanas”, correspondem a uma moda passageira.

Está CORRETO o que se afirma:
 

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3676603 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS
O bem e o _________ do estrangeirismo
O terror dos puristas da língua em Portugal é um youtuber nascido e criado no Engenho Novo, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro: Luccas Neto. Dono do canal infantil Luccas Toon, o carioca também é um hit entre as crianças portuguesas. Em novembro do ano passado, um jornal lisboeta publicou uma matéria reclamando que os miúdos de lá estão cada vez mais a falar “brasileiro”, de tanto assistir Luccas e outros influenciadores daqui.
“Dizem ‘grama’ em vez de relva, autocarro é ‘ônibus’, rebuçado é ‘bala’, riscas são ‘listras’ e leite está na ‘geladeira’ em vez de no ‘frigorífico’”, alertou o jornal. “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento — à conta de muitas horas de exposição a conteúdos feitos por youtubers brasileiros.”
Pais e educadores portugueses estão preocupados, mas talvez não devessem levar o caso tão a sério. Afinal, mais do que o jeitinho de falar de sua antiga colônia, os lusos usam e abusam de palavras do francês e do inglês — e aí sem a mesma vergonha. O lado negativo do estrangeirismo nem está exatamente na substituição de termos, como rooftop no lugar de “terraço”, por exemplo. O problema é quando, no ________ de pegar algo emprestado de uma língua de fora, deturpamos a lógica da nossa. Um exemplo? Brasileiros têm falado e escrito “eventualmente” no sentido de “mais cedo ou mais tarde”, porque esse é o significado de eventually (inglês). Só que o nosso “eventualmente” sempre quis expressar uma possibilidade, algo que pode ou não ocorrer ou que acontece ocasionalmente.
O estrangeirismo, de qualquer maneira, é sempre __________ quando facilita a comunicação. Se eu disser para minha mãe, de 76 anos, que me atrasei para visitá-la porque passei no shopping center para comprar um tablet para minha filha, a senhorinha vai entender na hora. Ela mesma tem um tablet — que não saberia chamar de outra coisa, porque já ganhou com esse nome. E se, em vez de shopping center, eu dissesse que fui a um “centro de compras”, ela poderia ficar com a impressão de que fui a qualquer lugar de bastante comércio… menos a um shopping. Da mesma forma, não há brasileiro vivo que ignore o sentido de trabalhar em home office. Um “escritório em casa” soa esquisito. Já “home office” a gente entende como uma alternativa ao trabalho presencial.
Os exageros no estrangeirismo tendem a passar, como as paletas mexicanas, mas o uso que facilita a comunicação vai vingar sempre. E a língua portuguesa no Brasil — que os portugueses chamam pejorativamente de “brasileiro” — vai continuar se enriquecendo com palavras e expressões que não teriam como surgir por aqui.
Fonte: Superinteressante. Adaptado.
Considerando-se o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

(_) Pais e educadores portugueses estão preocupados com a invasão de palavras do léxico brasileiro, porque em Portugal não são aceitas nem usadas palavras de outros idiomas ou suas variantes.

(_) Os estrangeirismos costumam ser benéficos quando alteram significados da língua local, como acontece com o uso da palavra eventually, por exemplo, que soma um significado que não tínhamos.

(_) Palavras vindas de outros idiomas podem ajudar a facilitar a comunicação pela economia de letras ou palavras, como acontece com home office, por exemplo.
 

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Questão presente nas seguintes provas
3676602 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS
O bem e o _________ do estrangeirismo
O terror dos puristas da língua em Portugal é um youtuber nascido e criado no Engenho Novo, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro: Luccas Neto. Dono do canal infantil Luccas Toon, o carioca também é um hit entre as crianças portuguesas. Em novembro do ano passado, um jornal lisboeta publicou uma matéria reclamando que os miúdos de lá estão cada vez mais a falar “brasileiro”, de tanto assistir Luccas e outros influenciadores daqui.
“Dizem ‘grama’ em vez de relva, autocarro é ‘ônibus’, rebuçado é ‘bala’, riscas são ‘listras’ e leite está na ‘geladeira’ em vez de no ‘frigorífico’”, alertou o jornal. “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento — à conta de muitas horas de exposição a conteúdos feitos por youtubers brasileiros.”
Pais e educadores portugueses estão preocupados, mas talvez não devessem levar o caso tão a sério. Afinal, mais do que o jeitinho de falar de sua antiga colônia, os lusos usam e abusam de palavras do francês e do inglês — e aí sem a mesma vergonha. O lado negativo do estrangeirismo nem está exatamente na substituição de termos, como rooftop no lugar de “terraço”, por exemplo. O problema é quando, no ________ de pegar algo emprestado de uma língua de fora, deturpamos a lógica da nossa. Um exemplo? Brasileiros têm falado e escrito “eventualmente” no sentido de “mais cedo ou mais tarde”, porque esse é o significado de eventually (inglês). Só que o nosso “eventualmente” sempre quis expressar uma possibilidade, algo que pode ou não ocorrer ou que acontece ocasionalmente.
O estrangeirismo, de qualquer maneira, é sempre __________ quando facilita a comunicação. Se eu disser para minha mãe, de 76 anos, que me atrasei para visitá-la porque passei no shopping center para comprar um tablet para minha filha, a senhorinha vai entender na hora. Ela mesma tem um tablet — que não saberia chamar de outra coisa, porque já ganhou com esse nome. E se, em vez de shopping center, eu dissesse que fui a um “centro de compras”, ela poderia ficar com a impressão de que fui a qualquer lugar de bastante comércio… menos a um shopping. Da mesma forma, não há brasileiro vivo que ignore o sentido de trabalhar em home office. Um “escritório em casa” soa esquisito. Já “home office” a gente entende como uma alternativa ao trabalho presencial.
Os exageros no estrangeirismo tendem a passar, como as paletas mexicanas, mas o uso que facilita a comunicação vai vingar sempre. E a língua portuguesa no Brasil — que os portugueses chamam pejorativamente de “brasileiro” — vai continuar se enriquecendo com palavras e expressões que não teriam como surgir por aqui.
Fonte: Superinteressante. Adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas do texto.
 

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