Magna Concursos

Foram encontradas 33 questões.

881314 Ano: 2016
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Ibirité-MG
Provas:
Conforme a proposta geral do Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), a Arte tem função tão importante quanto os demais conteúdos do currículo escolar. Considerando as funções da educação em Arte, descritas nos PCNs (1997), analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( )Representa um momento de terapia e recreação para os alunos. ( )Favorece o aluno a relacionar-se de forma criadora com as outras disciplinas do currículo. ( )Tem a finalidade de desenvolver habilidades manuais dos alunos. ( )Propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética.
Assinale a sequência CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
881311 Ano: 2016
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Ibirité-MG
Provas:
“O ensino da arte no século XXI configura-se diante de mudanças significativas. Evidencia-se um maior compromisso com a cultura, com a história e com a sociedade, objetivando possibilidades de conhecer, fruir, interagir e compreender manifestações artísticas que dialogam com realidades sociais, urbanas, comunitárias. Na busca de identificar tendências e alternativas consistentes na Arte-Educação, desponta a Arte Relacional ou Estética Relacional – desenvolvida pelo francês Nicolas Bourriau –, como proposta contemporânea no ensino da arte, pois os seus conceitos suscitam possibilidades significativas e instigantes no âmbito educacional e comunitário.” (ROMANO, 2012) Sobre as premissas da Arte Relacional, assinale a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
881309 Ano: 2016
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Ibirité-MG
Provas:
Na Semana de Arte Moderna, realizada em fevereiro de 1922, artistas plásticos e músicos liderados por escritores promoveram exposição de artes plásticas, recitais de músicas e poemas, conferências e outros eventos no Teatro Municipal de São Paulo. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que apresenta corretamente os expoentes desse importante movimento de vanguarda no Brasil.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
881305 Ano: 2016
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Ibirité-MG
Provas:
Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), Arte é uma área de conhecimento com conteúdos próprios, e o Ensino da Arte pressupõe a articulação de três campos conceituais. Assinale a alternativa que apresenta corretamente esses três campos conceituais.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
881303 Ano: 2016
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Ibirité-MG
Provas:
“Tornar sensível a criança aos signos da linguagem teatral é também criar contextos significativos para a conversa sobre os conceitos do teatro e de sua história, bem como sobre aqueles que exercem o ofício teatral, como o ator, o dramaturgo, o diretor, o encenador, o cenógrafo, o figurinista e tantos outros que mantém a magia teatral.” (MARTINS; PICOSQUE; GUERRA, 2009) A chave de entrada da linguagem teatral é o jogo. Tornar a criança parceira do jogo pede o viver estético da linguagem teatral. Para isso, segundo as autoras, é necessário proporcionar-lhe um contexto significativo em que seja possível a experiência com diversos elementos. São elementos constitutivos dessa experiência, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
881300 Ano: 2016
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Ibirité-MG
Provas:
“A compreensão do significado de desenhar é fundamental no ensino e aprendizagem da arte. O desenho é reconhecido comumente como desenho gráfico, mas seu significado vai além, identifica-se, originariamente, com a palavra desígnio e está ligada a projetar (lançar para a frente). Desenhar é designar, escolher, ir além. A essência do desenho desígnio possibilita que os alunos sejam capacitados a influir na maneira de viver, no jeito de designar seus projetos de vida, e encaminhar-se para emancipação humana, apontando para o caminho da liberdade. A consciência do desenho desígnio se manifesta na vida do professor e do aluno concomitantemente. A mudança de visão ocasiona transformação em outras áreas da vida das pessoas e não apenas na produção artística. Desenhamos nossa vida ou somos desenhados por ela.” (SOARES. In: ROSENTHAL; RIZZI, 2013) Sobre a relação com o desenho – desígnio – conceituado pela autora, analise as afirmativas a seguir. I. Os estudantes repetem desenhos estereotipados, por se sentirem seguros com imagens aceitas por professores e pela sociedade, para não ter que pensar, ou por fuga da realidade. II. A nutrição estética do professor amplia as possibilidades de compreensão e partilhamento com os estudantes. Se o professor for capaz de designar suas escolhas, desenhar sua vida, provavelmente será apto a colaborar para que os seus alunos façam o mesmo. III. É importante criar situações de observação e diálogo sobre o entorno, estimular o olhar, possibilitar experimentações individuais e coletivas, com materiais variados, proporcionar leitura de imagens e apreciação de formas, marcas ou representações significativas para os alunos, como meio de expressão e pesquisa. IV. Eleger o aluno que “faz os cartazes”, o que “sabe desenhar”, etc., comumente reconhecido com “habilidade artística” ou “talentoso”, representa uma atitude discriminatória do professor, que pode inibir a expressão dos outros alunos.
Estão corretas as afirmativas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
881296 Ano: 2016
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Ibirité-MG
Provas:
São atividades, procedimentos e objetivos adequados à dança na educação escolar, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
881295 Ano: 2016
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Ibirité-MG
Provas:
Considerando-se o conhecimento artístico como produção e fruição, as formas artísticas apresentam uma síntese subjetiva de significações construídas por meio de imagens poéticas (visuais, sonoras, corporais, ou de conjuntos de palavras, como no texto literário ou teatral). A forma artística é antes uma combinação de imagens que são objetos, fatos, questões, ideias e sentimentos, ordenados não pelas leis da lógica objetiva, mas por uma lógica intrínseca ao domínio do imaginário (PCN: arte / Secretaria de Educação Fundamental-Livro 06 - Brasília: MEC/SEF, 1997, p. 35-37). Conforme o conceito apresentado nos Parâmetros Curriculares Nacionais, em relação ao conhecimento artístico como produção e fruição, assinale a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A arte de envelhecer

Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de hoje, era a fotografia de um jovem.

Tinha 50 anos naquela época, entretanto, idade em que me considerava bem distante da juventude. Se me for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio da razão, é possível que uma imagem de agora me cause impressão semelhante.

O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde a concepção: o feto de seis meses é muito mais velho do que o embrião de cinco dias.

Lidar com a inexorabilidade desse processo exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que vão do calor tropical às geleiras do Ártico.

Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a ficar cada vez mais velhos.

A adolescência é um fenômeno moderno. Nossos ancestrais passavam da infância à vida adulta sem estágios intermediários. Nas comunidades agrárias, o menino de sete anos trabalhava na roça e as meninas cuidavam dos afazeres domésticos antes de chegar a essa idade.

A figura do adolescente que mora com os pais até os 30 anos, sem abrir mão do direito de reclamar da comida à mesa e da camisa mal passada, surgiu nas sociedades industrializadas depois da Segunda Guerra Mundial. Bem mais cedo, nossos avós tinham filhos para criar.

A exaltação da juventude como o período áureo da existência humana é um mito das sociedades ocidentais. Confinar aos jovens a publicidade dos bens de consumo, exaltar a estética, os costumes e os padrões de comportamento característicos dessa faixa etária, tem o efeito perverso de insinuar que o declínio começa assim que essa fase se aproxima do fim.

A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63, Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30 anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer, nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos 40 anos.

A mortalidade infantil era altíssima, epidemias de peste negra, varíola, malária, febre amarela, gripe e tuberculose dizimavam populações inteiras. Nossos ancestrais viveram num mundo devastado por guerras, enfermidades infecciosas, escravidão, dores sem analgesia e a onipresença da mais temível das criaturas.

Que sentido haveria em pensar na velhice, quando a probabilidade de morrer jovem era tão alta? Seria como hoje preocupar-nos com a vida aos cem anos de idade, que pouquíssimos conhecerão.

Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos aos 18, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam, comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam atentos às transformações do mundo.

Considerar a vida um vale de lágrimas no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude é torná-la experiência medíocre. Julgar aos 80 anos que os melhores foram aqueles dos 15 aos 25 é não levar em conta que a memória é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários e as burradas que fizemos nessa época.

Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança de dez.

Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.

VARELLA. Drauzio. A arte de envelhecer. Drauzio Varella. Disponível em:<http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/aarte-de-envelhecer/> . Acesso em: 17 fev. 2016 (Adaptação).

É correto afirmar que, segundo o autor:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A arte de envelhecer

Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de hoje, era a fotografia de um jovem.

Tinha 50 anos naquela época, entretanto, idade em que me considerava bem distante da juventude. Se me for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio da razão, é possível que uma imagem de agora me cause impressão semelhante.

O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde a concepção: o feto de seis meses é muito mais velho do que o embrião de cinco dias.

Lidar com a inexorabilidade desse processo exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que vão do calor tropical às geleiras do Ártico.

Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a ficar cada vez mais velhos.

A adolescência é um fenômeno moderno. Nossos ancestrais passavam da infância à vida adulta sem estágios intermediários. Nas comunidades agrárias, o menino de sete anos trabalhava na roça e as meninas cuidavam dos afazeres domésticos antes de chegar a essa idade.

A figura do adolescente que mora com os pais até os 30 anos, sem abrir mão do direito de reclamar da comida à mesa e da camisa mal passada, surgiu nas sociedades industrializadas depois da Segunda Guerra Mundial. Bem mais cedo, nossos avós tinham filhos para criar.

A exaltação da juventude como o período áureo da existência humana é um mito das sociedades ocidentais. Confinar aos jovens a publicidade dos bens de consumo, exaltar a estética, os costumes e os padrões de comportamento característicos dessa faixa etária, tem o efeito perverso de insinuar que o declínio começa assim que essa fase se aproxima do fim.

A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63, Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30 anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer, nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos 40 anos.

A mortalidade infantil era altíssima, epidemias de peste negra, varíola, malária, febre amarela, gripe e tuberculose dizimavam populações inteiras. Nossos ancestrais viveram num mundo devastado por guerras, enfermidades infecciosas, escravidão, dores sem analgesia e a onipresença da mais temível das criaturas.

Que sentido haveria em pensar na velhice, quando a probabilidade de morrer jovem era tão alta? Seria como hoje preocupar-nos com a vida aos cem anos de idade, que pouquíssimos conhecerão.

Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos aos 18, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam, comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam atentos às transformações do mundo.

Considerar a vida um vale de lágrimas no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude é torná-la experiência medíocre. Julgar aos 80 anos que os melhores foram aqueles dos 15 aos 25 é não levar em conta que a memória é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários e as burradas que fizemos nessa época.

Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança de dez.

Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.

VARELLA. Drauzio. A arte de envelhecer. Drauzio Varella. Disponível em:<http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/aarte-de-envelhecer/> . Acesso em: 17 fev. 2016 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem “cabeça de jovem”.

Nessa oração, as aspas foram utilizadas para:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas