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Foram encontradas 60 questões.

3970365 Ano: 2025
Disciplina: Turismo
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
A relação entre economia e meio ambiente em Icapuí, segundo estudos socioeconômicos e turismo oficial, é caracterizada por um(a)
 

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3970364 Ano: 2025
Disciplina: Turismo
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
Entre as praias listadas a seguir, aquela que integra oficialmente o conjunto turístico de Icapuí, reconhecida por dunas, falésias e mar calmo é
 

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3970363 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
Icapuí ocupa posição estratégica na costa cearense. Assinale a afirmativa CORRETA sobre sua localização.
 

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3970362 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
Considere a sequência de figuras em um quadro.

I. 1.º quadro: um quadrado.
II. 2.º quadro: dois quadrados alinhados.
III. 3.º quadro: três quadrados alinhados.

Assim, no n-ésimo quadro há n quadrados, todos alinhados em fila. O perímetro, em unidades de comprimento, da figura do 6.º quadro é
 

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3970361 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
Em uma caixa, há 5 tablets carregados, 3 tablets descarregados e 2 tablets com defeito. Um professor retira um tablet ao acaso. Quantos tablets favoráveis existem para que ele possa usá-lo imediatamente em aula (carregados e sem defeito)?
 

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3970360 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
Em uma reunião, precisam ser distribuídas 4 tarefas distintas entre 3 coordenadores, de modo que cada tarefa seja atribuída a apenas um coordenador e nenhum coordenador fique sem tarefa. O número de maneiras diferentes de fazer essa distribuição é
 

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3970359 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
Em uma escola, 40 professores lecionam. Sabe-se que 22 usam projetor com frequência; 18 usam lousa digital e 10 usam os dois recursos. Quantos professores não usam nenhum desses dois recursos?
 

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3970358 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
Considere as proposições: p = “A escola tem laboratório funcionando”; e q = “Os alunos usam computadores nas aulas”. Suponha que, em determinada escola, p é verdadeira e q é falsa. A proposição composta verdadeira, de acordo com esses valores lógicos, é
 

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3970357 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.
Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.
(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
No trecho “...é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo”, a sequência “precisa se transformar” pode ser reescrita, mantendo-se o sentido e respeitando a sintaxe de colocação pronominal, da seguinte forma:
 

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3970356 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.
Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.
(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
Considere o trecho: “Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico...”. Assinale a afirmativa em que a reescrita preserva a correção da concordância verbal e nominal, bem como o sentido original.
 

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