Foram encontradas 150 questões.
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Para responder às questões 01 a 10, leia o abaixo.
Cai chuva. E noite. Uma pequena brisa
1 Cai chuva, É noite, Uma pequena brisa,
2 Substitui o calor.
3 Pra ser feliz tanta coisa é precisa.
4 Este luzir é melhor.
5 O que é a vida? O espaço é alguém pra mim.
6 Sonhando sou eu só.
7 A luzir, em quem não tem fim
8 E, sem querer, tem dó.
9 Extensa, leve, inútil, passageira,
10 Ao roçar por mim traz
11 Uma ilusão de sonho, em cuja esteira
12 A minha vida jaz.
13 Barco indelével pelo espaço da alma,
14 Luz da candeia além
15 Da eterna ausência da ansiada calma,
16 Final do inútil bem.
17 Que, se quer, e, se veio, se desconhece
18 Que, se for, seria
19 O tédio de o haver... E a chuva cresce
20 Na noite agora fria.
Autor: Fernando Pessoa,
A figura de linguagem predominante no verso Barco indelével pelo espaço da alma (l.13) é:
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Chama-se proposição ou sentença lógica toda oração declarativa que pode ser classificada em _______ ou em _______.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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Para responder às questões 01 a 10, leia o abaixo.
Cai chuva. E noite. Uma pequena brisa
1 Cai chuva, É noite, Uma pequena brisa,
2 Substitui o calor.
3 Pra ser feliz tanta coisa é precisa.
4 Este luzir é melhor.
5 O que é a vida? O espaço é alguém pra mim.
6 Sonhando sou eu só.
7 A luzir, em quem não tem fim
8 E, sem querer, tem dó.
9 Extensa, leve, inútil, passageira,
10 Ao roçar por mim traz
11 Uma ilusão de sonho, em cuja esteira
12 A minha vida jaz.
13 Barco indelével pelo espaço da alma,
14 Luz da candeia além
15 Da eterna ausência da ansiada calma,
16 Final do inútil bem.
17 Que, se quer, e, se veio, se desconhece
18 Que, se for, seria
19 O tédio de o haver... E a chuva cresce
20 Na noite agora fria.
Autor: Fernando Pessoa,
O verso Que, se quer, e, se veio, se desconhece (l.17) transmite a ideia de que:
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Para responder às questões 01 a 10, leia o abaixo.
Cai chuva. E noite. Uma pequena brisa
1 Cai chuva, É noite, Uma pequena brisa,
2 Substitui o calor.
3 Pra ser feliz tanta coisa é precisa.
4 Este luzir é melhor.
5 O que é a vida? O espaço é alguém pra mim.
6 Sonhando sou eu só.
7 A luzir, em quem não tem fim
8 E, sem querer, tem dó.
9 Extensa, leve, inútil, passageira,
10 Ao roçar por mim traz
11 Uma ilusão de sonho, em cuja esteira
12 A minha vida jaz.
13 Barco indelével pelo espaço da alma,
14 Luz da candeia além
15 Da eterna ausência da ansiada calma,
16 Final do inútil bem.
17 Que, se quer, e, se veio, se desconhece
18 Que, se for, seria
19 O tédio de o haver... E a chuva cresce
20 Na noite agora fria.
Autor: Fernando Pessoa,
Nos versos Uma ilusão de sonho, em cuja esteira / À minha vida jaz (l.11-12), 0 verbo jaz indica:
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Para responder às questões 01 a 10, leia o abaixo.
Cai chuva. E noite. Uma pequena brisa
1 Cai chuva, É noite, Uma pequena brisa,
2 Substitui o calor.
3 Pra ser feliz tanta coisa é precisa.
4 Este luzir é melhor.
5 O que é a vida? O espaço é alguém pra mim.
6 Sonhando sou eu só.
7 A luzir, em quem não tem fim
8 E, sem querer, tem dó.
9 Extensa, leve, inútil, passageira,
10 Ao roçar por mim traz
11 Uma ilusão de sonho, em cuja esteira
12 A minha vida jaz.
13 Barco indelével pelo espaço da alma,
14 Luz da candeia além
15 Da eterna ausência da ansiada calma,
16 Final do inútil bem.
17 Que, se quer, e, se veio, se desconhece
18 Que, se for, seria
19 O tédio de o haver... E a chuva cresce
20 Na noite agora fria.
Autor: Fernando Pessoa,
No primeiro verso do poema, Cai chuva. É noite. Uma pequena brisa (l. 1), o poeta utiliza elementos que contribuem para a construção de uma atmosfera
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Para responder às questões 01 a 10, leia o abaixo.
Cai chuva. E noite. Uma pequena brisa
1 Cai chuva, É noite, Uma pequena brisa,
2 Substitui o calor.
3 Pra ser feliz tanta coisa é precisa.
4 Este luzir é melhor.
5 O que é a vida? O espaço é alguém pra mim.
6 Sonhando sou eu só.
7 A luzir, em quem não tem fim
8 E, sem querer, tem dó.
9 Extensa, leve, inútil, passageira,
10 Ao roçar por mim traz
11 Uma ilusão de sonho, em cuja esteira
12 A minha vida jaz.
13 Barco indelével pelo espaço da alma,
14 Luz da candeia além
15 Da eterna ausência da ansiada calma,
16 Final do inútil bem.
17 Que, se quer, e, se veio, se desconhece
18 Que, se for, seria
19 O tédio de o haver... E a chuva cresce
20 Na noite agora fria.
Autor: Fernando Pessoa,
Com base nas ideias do poema, analise as assertivas abaixo, e julgue-as V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O eu lírico encontra na chuva um símbolo de renovação, expressando um alívio ao final do poema,
( ) O poema apresenta um tom narrativo, relatando acontecimentos concretos sem subjetividade.
( ) A ideia de ilusão está presente no poema, ilustrando a visão do eu lírico de que a vida é efêmera.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Para responder às questões 01 a 10, leia o abaixo.
Cai chuva. E noite. Uma pequena brisa
1 Cai chuva, É noite, Uma pequena brisa,
2 Substitui o calor.
3 Pra ser feliz tanta coisa é precisa.
4 Este luzir é melhor.
5 O que é a vida? O espaço é alguém pra mim.
6 Sonhando sou eu só.
7 A luzir, em quem não tem fim
8 E, sem querer, tem dó.
9 Extensa, leve, inútil, passageira,
10 Ao roçar por mim traz
11 Uma ilusão de sonho, em cuja esteira
12 A minha vida jaz.
13 Barco indelével pelo espaço da alma,
14 Luz da candeia além
15 Da eterna ausência da ansiada calma,
16 Final do inútil bem.
17 Que, se quer, e, se veio, se desconhece
18 Que, se for, seria
19 O tédio de o haver... E a chuva cresce
20 Na noite agora fria.
Autor: Fernando Pessoa,
A partir da interpretação do poema de Fernando Pessoa, analise as assertivas que seguem:
I. Através de uma linguagem poética e simbólica, o autor explora temas como a efemeridade da existência, a solidão do indivíduo e a incerteza do ser.
II. A indagação sobre o que é a vida é central para a temática existencial do poema.
III. O poema sugere uma visão de que a felicidade pode ser alcançada com facilidade.
Está(ão) CORRETA(S);
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Longa vida àqueles que ainda vivem para nos inspirar
Lembro das risadas que Ney Latorraca provocava
em novelas que iam ao ar logo após o telejornal onde
Gloria Maria exibia suas primeiras reportagens. Nos
intervalos, os bordões criados pela equipe de
Washington Olivetto nos induziam ______ escolher
determinada marca de geladeira ou de lingerie, e
depois, tevê desligada, era a hora de escutar Gal
Costa ou bailar com Rita Lee, mulheres modernas que
também devem ter lido as crônicas, contos e poemas
de Marina Colasanti, que abriu tantas portas para nós.
E um baque chegar nesta fase da vida sabendo
que amanhã ou depois virá a notícia de mais uma
baixa entre aqueles que fizeram parle da nossa
história. Estão nos deixando, um a um. Eles adoecem,
eles envelhecem − assim como nós. Perdê-los é
perder-se também.
O paradoxo é que, mesmo abalados por esta
"renovação de estoque" (assim Millôr Fernandes
designava o processo de nascimento e morte), ainda
assim, só temos a celebrar. Tivemos a honra de
sermos todos contemporâneos. Cada época tem seus
ícones, e minha geração foi bem sortuda com o elenco
que lhe coube. Que tipo de existência teríamos sem os
craques da Tropicália e do Asdrúbal, sem Domingos
Oliveira, sem Antonio Cicero? Os dias se tornam
inúteis se não escutamos uma canção ou lemos um
poema de algum mortal que ajuda a nos formatar.
Quem primeiro me alcançou um livro de Marina
Colasanti foi minha mãe, eu tinha 20 anos, e a partir
daí Marina também assumiu, para mim, um papel
maternal. Ambas − mãe em contato direto e escritora
em contato indireto − foram os faróis que me
conduziram na vida: Martha, é por aqui
Hoje sei que de nada vale o empenho diário −
trabalhar, sobreviver, cuidar dos outros, cuidar de si,
sofrer, resistir − se não formos compensados por
momentos de plenitude, em que nos conectamos com
as ideias e os sentimentos de estranhos que iniciam
um diálogo secreto conosco e fazem nossa
consciência se expandir.
Às vezes, quando fico sem ânimo com o rumo que
o mundo está tomando, me pergunto ___________
estou mofando dentro de um apartamento, cumprindo
horários e compromissos repetitivos a fim de manter a
ordem social, em vez de viver de forma mais lúdica, em
simbiose com a natureza, livre das agendas e das
expectativas dos outros?
Não ______ resposta certa, todo cotidiano é
imperfeito: nenhuma maneira de existir atende 100%
às nossas necessidades. Então passamos a vida
tentando nos adequar, até que chega o dia em que o
esforço não é mais preciso. Fim.
Em que tudo isso vai dar, afinal? Em nada. Somos
seres domesticados que cumprem o script universal e
que precisam desesperadamente de transcendência,
portanto, saudemos os talentos multiculturais que nos
salvam da brutalidade e da tacanhice. Longa vida
àqueles que ainda vivem para nos inspirar.
Autora: Martha Medeiros
Analise as orações abaixo e assinale a alternativa que apresenta a classificação CORRETA do sujeito de cada uma delas:
I. Eles adoecem (l. 14).
II. Somos seres domesticados (l. 53-54)
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Longa vida àqueles que ainda vivem para nos inspirar
Lembro das risadas que Ney Latorraca provocava
em novelas que iam ao ar logo após o telejornal onde
Gloria Maria exibia suas primeiras reportagens. Nos
intervalos, os bordões criados pela equipe de
Washington Olivetto nos induziam ______ escolher
determinada marca de geladeira ou de lingerie, e
depois, tevê desligada, era a hora de escutar Gal
Costa ou bailar com Rita Lee, mulheres modernas que
também devem ter lido as crônicas, contos e poemas
de Marina Colasanti, que abriu tantas portas para nós.
E um baque chegar nesta fase da vida sabendo
que amanhã ou depois virá a notícia de mais uma
baixa entre aqueles que fizeram parle da nossa
história. Estão nos deixando, um a um. Eles adoecem,
eles envelhecem − assim como nós. Perdê-los é
perder-se também.
O paradoxo é que, mesmo abalados por esta
"renovação de estoque" (assim Millôr Fernandes
designava o processo de nascimento e morte), ainda
assim, só temos a celebrar. Tivemos a honra de
sermos todos contemporâneos. Cada época tem seus
ícones, e minha geração foi bem sortuda com o elenco
que lhe coube. Que tipo de existência teríamos sem os
craques da Tropicália e do Asdrúbal, sem Domingos
Oliveira, sem Antonio Cicero? Os dias se tornam
inúteis se não escutamos uma canção ou lemos um
poema de algum mortal que ajuda a nos formatar.
Quem primeiro me alcançou um livro de Marina
Colasanti foi minha mãe, eu tinha 20 anos, e a partir
daí Marina também assumiu, para mim, um papel
maternal. Ambas − mãe em contato direto e escritora
em contato indireto − foram os faróis que me
conduziram na vida: Martha, é por aqui
Hoje sei que de nada vale o empenho diário −
trabalhar, sobreviver, cuidar dos outros, cuidar de si,
sofrer, resistir − se não formos compensados por
momentos de plenitude, em que nos conectamos com
as ideias e os sentimentos de estranhos que iniciam
um diálogo secreto conosco e fazem nossa
consciência se expandir.
Às vezes, quando fico sem ânimo com o rumo que
o mundo está tomando, me pergunto ___________
estou mofando dentro de um apartamento, cumprindo
horários e compromissos repetitivos a fim de manter a
ordem social, em vez de viver de forma mais lúdica, em
simbiose com a natureza, livre das agendas e das
expectativas dos outros?
Não ______ resposta certa, todo cotidiano é
imperfeito: nenhuma maneira de existir atende 100%
às nossas necessidades. Então passamos a vida
tentando nos adequar, até que chega o dia em que o
esforço não é mais preciso. Fim.
Em que tudo isso vai dar, afinal? Em nada. Somos
seres domesticados que cumprem o script universal e
que precisam desesperadamente de transcendência,
portanto, saudemos os talentos multiculturais que nos
salvam da brutalidade e da tacanhice. Longa vida
àqueles que ainda vivem para nos inspirar.
Autora: Martha Medeiros
A palavra estoque (l. 18), presente no texto, é composta por seis fonemas. Qual das alternativas abaixo contém uma palavra com esse mesmo número de fonemas?
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- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
- FonologiaTonicidadeParoxítonas
- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaSubstantivos
Longa vida àqueles que ainda vivem para nos inspirar
Lembro das risadas que Ney Latorraca provocava
em novelas que iam ao ar logo após o telejornal onde
Gloria Maria exibia suas primeiras reportagens. Nos
intervalos, os bordões criados pela equipe de
Washington Olivetto nos induziam ______ escolher
determinada marca de geladeira ou de lingerie, e
depois, tevê desligada, era a hora de escutar Gal
Costa ou bailar com Rita Lee, mulheres modernas que
também devem ter lido as crônicas, contos e poemas
de Marina Colasanti, que abriu tantas portas para nós.
E um baque chegar nesta fase da vida sabendo
que amanhã ou depois virá a notícia de mais uma
baixa entre aqueles que fizeram parle da nossa
história. Estão nos deixando, um a um. Eles adoecem,
eles envelhecem − assim como nós. Perdê-los é
perder-se também.
O paradoxo é que, mesmo abalados por esta
"renovação de estoque" (assim Millôr Fernandes
designava o processo de nascimento e morte), ainda
assim, só temos a celebrar. Tivemos a honra de
sermos todos contemporâneos. Cada época tem seus
ícones, e minha geração foi bem sortuda com o elenco
que lhe coube. Que tipo de existência teríamos sem os
craques da Tropicália e do Asdrúbal, sem Domingos
Oliveira, sem Antonio Cicero? Os dias se tornam
inúteis se não escutamos uma canção ou lemos um
poema de algum mortal que ajuda a nos formatar.
Quem primeiro me alcançou um livro de Marina
Colasanti foi minha mãe, eu tinha 20 anos, e a partir
daí Marina também assumiu, para mim, um papel
maternal. Ambas − mãe em contato direto e escritora
em contato indireto − foram os faróis que me
conduziram na vida: Martha, é por aqui
Hoje sei que de nada vale o empenho diário −
trabalhar, sobreviver, cuidar dos outros, cuidar de si,
sofrer, resistir − se não formos compensados por
momentos de plenitude, em que nos conectamos com
as ideias e os sentimentos de estranhos que iniciam
um diálogo secreto conosco e fazem nossa
consciência se expandir.
Às vezes, quando fico sem ânimo com o rumo que
o mundo está tomando, me pergunto ___________
estou mofando dentro de um apartamento, cumprindo
horários e compromissos repetitivos a fim de manter a
ordem social, em vez de viver de forma mais lúdica, em
simbiose com a natureza, livre das agendas e das
expectativas dos outros?
Não ______ resposta certa, todo cotidiano é
imperfeito: nenhuma maneira de existir atende 100%
às nossas necessidades. Então passamos a vida
tentando nos adequar, até que chega o dia em que o
esforço não é mais preciso. Fim.
Em que tudo isso vai dar, afinal? Em nada. Somos
seres domesticados que cumprem o script universal e
que precisam desesperadamente de transcendência,
portanto, saudemos os talentos multiculturais que nos
salvam da brutalidade e da tacanhice. Longa vida
àqueles que ainda vivem para nos inspirar.
Autora: Martha Medeiros
Analise o seguinte trecho do texto: mulheres modernas que também devem ter lido as crônicas, contos e poemas de Marina Colasanti (l. 8-10). A partir da análise citada, e considerando os aspectos gramaticais, é CORRETO afirmar o que consta na seguinte alternativa:
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