Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Ilha Comprida-SP
José deseja abrir um trailer de hambúrgueres próximo a sua casa. Ao realizar o cálculo dos gastos, percebeu que necessitaria de, no mínimo, R$ 30.000,00 para começar o negócio. Devido a isso, pegou esse dinheiro emprestado com o banco a uma taxa de juros simples de 0,8% ao mês. Sabendo que ele deseja pagar o valor em 24 meses, assinale a alternativa que apresenta qual será a parcela mensal que José pagará.
Provas
A Nova Zelândia fez em setembro 114 anos, o que significa que já não é propriamente nova. Provavelmente por causa de algum reacionarismo que costuma vir com a idade avançada, o país prepara uma lei que impede os nascidos de 2008 em diante de comprarem tabaco.
Até fazerem 18 anos? Não. Para sempre. Quando um jovem nascido em 2008 fizer 80 anos, as pessoas de 81 poderão comprar tabaco, mas ele não. Ou seja, essa medida neozelandesa proporciona ao cidadão a hipótese de, para todos os efeitos, ter uma mamãe até morrer. Se um neozelandês for à tabacaria, a sua mamãe estará sempre lá a recomendar que não fume.
Os americanos experimentaram uma coisa parecida, no início do século 20. As suas mamães os proibiram de beber durante os 13 anos que durou a Lei Seca. Infelizmente, como nos lembramos, a mamãe de Al Capone não o proibiu de lucrar com contrabando de bebidas. Muito menos gente morreu por causa do abuso do álcool; muito mais gente morreu por causa do crime organizado. Mas tenho a certeza de que todos os bandidos neozelandeses têm mamães muito mais rígidas.
Entretanto, uma pesquisa feita no Google, intitulada “mata mais que o tabaco”, contesta a tal proibição. Alguns exemplos: poluição do ar mata mais que o tabaco, alertam cientistas; comer mal mata mais que o tabaco, dizem nutricionistas; o açúcar mata mais que o tabaco; segundo estudos recentes; o sedentarismo mata mais que o tabaco, de acordo com pesquisadores.
O ideal seria proibir tudo. Beber álcool, viver em cidades com nível elevado de poluição, comer batata frita e bolos – tudo proibido. E tornar obrigatório o exercício físico. Se a Nova Zelândia quisesse ser verdadeiramente civilizada, forçaria os seus cidadãos a beberem água, a morarem no campo, a fazerem prova diária do consumo de saladas e estabeleceria um plano de treinos nacional, com comparecimento obrigatório na academia, todas as manhãs.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. É proibido fumar, diz mamãe. Folha de São Paulo, 12.12.2021. Adaptado).
Assinale a alternativa cuja frase emprega a crase de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Provas
A Nova Zelândia fez em setembro 114 anos, o que significa que já não é propriamente nova. Provavelmente por causa de algum reacionarismo que costuma vir com a idade avançada, o país prepara uma lei que impede os nascidos de 2008 em diante de comprarem tabaco.
Até fazerem 18 anos? Não. Para sempre. Quando um jovem nascido em 2008 fizer 80 anos, as pessoas de 81 poderão comprar tabaco, mas ele não. Ou seja, essa medida neozelandesa proporciona ao cidadão a hipótese de, para todos os efeitos, ter uma mamãe até morrer. Se um neozelandês for à tabacaria, a sua mamãe estará sempre lá a recomendar que não fume.
Os americanos experimentaram uma coisa parecida, no início do século 20. As suas mamães os proibiram de beber durante os 13 anos que durou a Lei Seca. Infelizmente, como nos lembramos, a mamãe de Al Capone não o proibiu de lucrar com contrabando de bebidas. Muito menos gente morreu por causa do abuso do álcool; muito mais gente morreu por causa do crime organizado. Mas tenho a certeza de que todos os bandidos neozelandeses têm mamães muito mais rígidas.
Entretanto, uma pesquisa feita no Google, intitulada “mata mais que o tabaco”, contesta a tal proibição. Alguns exemplos: poluição do ar mata mais que o tabaco, alertam cientistas; comer mal mata mais que o tabaco, dizem nutricionistas; o açúcar mata mais que o tabaco; segundo estudos recentes; o sedentarismo mata mais que o tabaco, de acordo com pesquisadores.
O ideal seria proibir tudo. Beber álcool, viver em cidades com nível elevado de poluição, comer batata frita e bolos – tudo proibido. E tornar obrigatório o exercício físico. Se a Nova Zelândia quisesse ser verdadeiramente civilizada, forçaria os seus cidadãos a beberem água, a morarem no campo, a fazerem prova diária do consumo de saladas e estabeleceria um plano de treinos nacional, com comparecimento obrigatório na academia, todas as manhãs.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. É proibido fumar, diz mamãe. Folha de São Paulo, 12.12.2021. Adaptado).
Assinale a alternativa cujos termos entre parêntesis substituam as palavras destacadas de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Provas
A Nova Zelândia fez em setembro 114 anos, o que significa que já não é propriamente nova. Provavelmente por causa de algum reacionarismo que costuma vir com a idade avançada, o país prepara uma lei que impede os nascidos de 2008 em diante de comprarem tabaco.
Até fazerem 18 anos? Não. Para sempre. Quando um jovem nascido em 2008 fizer 80 anos, as pessoas de 81 poderão comprar tabaco, mas ele não. Ou seja, essa medida neozelandesa proporciona ao cidadão a hipótese de, para todos os efeitos, ter uma mamãe até morrer. Se um neozelandês for à tabacaria, a sua mamãe estará sempre lá a recomendar que não fume.
Os americanos experimentaram uma coisa parecida, no início do século 20. As suas mamães os proibiram de beber durante os 13 anos que durou a Lei Seca. Infelizmente, como nos lembramos, a mamãe de Al Capone não o proibiu de lucrar com contrabando de bebidas. Muito menos gente morreu por causa do abuso do álcool; muito mais gente morreu por causa do crime organizado. Mas tenho a certeza de que todos os bandidos neozelandeses têm mamães muito mais rígidas.
Entretanto, uma pesquisa feita no Google, intitulada “mata mais que o tabaco”, contesta a tal proibição. Alguns exemplos: poluição do ar mata mais que o tabaco, alertam cientistas; comer mal mata mais que o tabaco, dizem nutricionistas; o açúcar mata mais que o tabaco; segundo estudos recentes; o sedentarismo mata mais que o tabaco, de acordo com pesquisadores.
O ideal seria proibir tudo. Beber álcool, viver em cidades com nível elevado de poluição, comer batata frita e bolos – tudo proibido. E tornar obrigatório o exercício físico. Se a Nova Zelândia quisesse ser verdadeiramente civilizada, forçaria os seus cidadãos a beberem água, a morarem no campo, a fazerem prova diária do consumo de saladas e estabeleceria um plano de treinos nacional, com comparecimento obrigatório na academia, todas as manhãs.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. É proibido fumar, diz mamãe. Folha de São Paulo, 12.12.2021. Adaptado).
Assinale a alternativa cuja reescrita do texto emprega a pontuação de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Provas
A Nova Zelândia fez em setembro 114 anos, o que significa que já não é propriamente nova. Provavelmente por causa de algum reacionarismo que costuma vir com a idade avançada, o país prepara uma lei que impede os nascidos de 2008 em diante de comprarem tabaco.
Até fazerem 18 anos? Não. Para sempre. Quando um jovem nascido em 2008 fizer 80 anos, as pessoas de 81 poderão comprar tabaco, mas ele não. Ou seja, essa medida neozelandesa proporciona ao cidadão a hipótese de, para todos os efeitos, ter uma mamãe até morrer. Se um neozelandês for à tabacaria, a sua mamãe estará sempre lá a recomendar que não fume.
Os americanos experimentaram uma coisa parecida, no início do século 20. As suas mamães os proibiram de beber durante os 13 anos que durou a Lei Seca. Infelizmente, como nos lembramos, a mamãe de Al Capone não o proibiu de lucrar com contrabando de bebidas. Muito menos gente morreu por causa do abuso do álcool; muito mais gente morreu por causa do crime organizado. Mas tenho a certeza de que todos os bandidos neozelandeses têm mamães muito mais rígidas.
Entretanto, uma pesquisa feita no Google, intitulada “mata mais que o tabaco”, contesta a tal proibição. Alguns exemplos: poluição do ar mata mais que o tabaco, alertam cientistas; comer mal mata mais que o tabaco, dizem nutricionistas; o açúcar mata mais que o tabaco; segundo estudos recentes; o sedentarismo mata mais que o tabaco, de acordo com pesquisadores.
O ideal seria proibir tudo. Beber álcool, viver em cidades com nível elevado de poluição, comer batata frita e bolos – tudo proibido. E tornar obrigatório o exercício físico. Se a Nova Zelândia quisesse ser verdadeiramente civilizada, forçaria os seus cidadãos a beberem água, a morarem no campo, a fazerem prova diária do consumo de saladas e estabeleceria um plano de treinos nacional, com comparecimento obrigatório na academia, todas as manhãs.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. É proibido fumar, diz mamãe. Folha de São Paulo, 12.12.2021. Adaptado).
Analise a frase abaixo.
“‘Provavelmente’ por causa de algum reacionarismo que costuma vir com a idade avançada.
É correto afirmar que o termo destacado possui o sentido de
Provas
A Nova Zelândia fez em setembro 114 anos, o que significa que já não é propriamente nova. Provavelmente por causa de algum reacionarismo que costuma vir com a idade avançada, o país prepara uma lei que impede os nascidos de 2008 em diante de comprarem tabaco.
Até fazerem 18 anos? Não. Para sempre. Quando um jovem nascido em 2008 fizer 80 anos, as pessoas de 81 poderão comprar tabaco, mas ele não. Ou seja, essa medida neozelandesa proporciona ao cidadão a hipótese de, para todos os efeitos, ter uma mamãe até morrer. Se um neozelandês for à tabacaria, a sua mamãe estará sempre lá a recomendar que não fume.
Os americanos experimentaram uma coisa parecida, no início do século 20. As suas mamães os proibiram de beber durante os 13 anos que durou a Lei Seca. Infelizmente, como nos lembramos, a mamãe de Al Capone não o proibiu de lucrar com contrabando de bebidas. Muito menos gente morreu por causa do abuso do álcool; muito mais gente morreu por causa do crime organizado. Mas tenho a certeza de que todos os bandidos neozelandeses têm mamães muito mais rígidas.
Entretanto, uma pesquisa feita no Google, intitulada “mata mais que o tabaco”, contesta a tal proibição. Alguns exemplos: poluição do ar mata mais que o tabaco, alertam cientistas; comer mal mata mais que o tabaco, dizem nutricionistas; o açúcar mata mais que o tabaco; segundo estudos recentes; o sedentarismo mata mais que o tabaco, de acordo com pesquisadores.
O ideal seria proibir tudo. Beber álcool, viver em cidades com nível elevado de poluição, comer batata frita e bolos – tudo proibido. E tornar obrigatório o exercício físico. Se a Nova Zelândia quisesse ser verdadeiramente civilizada, forçaria os seus cidadãos a beberem água, a morarem no campo, a fazerem prova diária do consumo de saladas e estabeleceria um plano de treinos nacional, com comparecimento obrigatório na academia, todas as manhãs.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. É proibido fumar, diz mamãe. Folha de São Paulo, 12.12.2021. Adaptado).
Analise as frases abaixo.
“‘Entretanto’, uma pesquisa feita no Google, intitulada “mata mais que o tabaco”, contesta a tal proibição”.
“‘Se’ a Nova Zelândia quisesse ser verdadeiramente civilizada, forçaria os seus cidadãos a beberem água”.
É correto afirmar que os termos destacados possuem, respectivamente, o sentido de
Provas
A Nova Zelândia fez em setembro 114 anos, o que significa que já não é propriamente nova. Provavelmente por causa de algum reacionarismo que costuma vir com a idade avançada, o país prepara uma lei que impede os nascidos de 2008 em diante de comprarem tabaco.
Até fazerem 18 anos? Não. Para sempre. Quando um jovem nascido em 2008 fizer 80 anos, as pessoas de 81 poderão comprar tabaco, mas ele não. Ou seja, essa medida neozelandesa proporciona ao cidadão a hipótese de, para todos os efeitos, ter uma mamãe até morrer. Se um neozelandês for à tabacaria, a sua mamãe estará sempre lá a recomendar que não fume.
Os americanos experimentaram uma coisa parecida, no início do século 20. As suas mamães os proibiram de beber durante os 13 anos que durou a Lei Seca. Infelizmente, como nos lembramos, a mamãe de Al Capone não o proibiu de lucrar com contrabando de bebidas. Muito menos gente morreu por causa do abuso do álcool; muito mais gente morreu por causa do crime organizado. Mas tenho a certeza de que todos os bandidos neozelandeses têm mamães muito mais rígidas.
Entretanto, uma pesquisa feita no Google, intitulada “mata mais que o tabaco”, contesta a tal proibição. Alguns exemplos: poluição do ar mata mais que o tabaco, alertam cientistas; comer mal mata mais que o tabaco, dizem nutricionistas; o açúcar mata mais que o tabaco; segundo estudos recentes; o sedentarismo mata mais que o tabaco, de acordo com pesquisadores.
O ideal seria proibir tudo. Beber álcool, viver em cidades com nível elevado de poluição, comer batata frita e bolos – tudo proibido. E tornar obrigatório o exercício físico. Se a Nova Zelândia quisesse ser verdadeiramente civilizada, forçaria os seus cidadãos a beberem água, a morarem no campo, a fazerem prova diária do consumo de saladas e estabeleceria um plano de treinos nacional, com comparecimento obrigatório na academia, todas as manhãs.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. É proibido fumar, diz mamãe. Folha de São Paulo, 12.12.2021. Adaptado).
Assinale a alternativa cuja frase emprega palavra com sentido figurado.
Provas
A Nova Zelândia fez em setembro 114 anos, o que significa que já não é propriamente nova. Provavelmente por causa de algum reacionarismo que costuma vir com a idade avançada, o país prepara uma lei que impede os nascidos de 2008 em diante de comprarem tabaco.
Até fazerem 18 anos? Não. Para sempre. Quando um jovem nascido em 2008 fizer 80 anos, as pessoas de 81 poderão comprar tabaco, mas ele não. Ou seja, essa medida neozelandesa proporciona ao cidadão a hipótese de, para todos os efeitos, ter uma mamãe até morrer. Se um neozelandês for à tabacaria, a sua mamãe estará sempre lá a recomendar que não fume.
Os americanos experimentaram uma coisa parecida, no início do século 20. As suas mamães os proibiram de beber durante os 13 anos que durou a Lei Seca. Infelizmente, como nos lembramos, a mamãe de Al Capone não o proibiu de lucrar com contrabando de bebidas. Muito menos gente morreu por causa do abuso do álcool; muito mais gente morreu por causa do crime organizado. Mas tenho a certeza de que todos os bandidos neozelandeses têm mamães muito mais rígidas.
Entretanto, uma pesquisa feita no Google, intitulada “mata mais que o tabaco”, contesta a tal proibição. Alguns exemplos: poluição do ar mata mais que o tabaco, alertam cientistas; comer mal mata mais que o tabaco, dizem nutricionistas; o açúcar mata mais que o tabaco; segundo estudos recentes; o sedentarismo mata mais que o tabaco, de acordo com pesquisadores.
O ideal seria proibir tudo. Beber álcool, viver em cidades com nível elevado de poluição, comer batata frita e bolos – tudo proibido. E tornar obrigatório o exercício físico. Se a Nova Zelândia quisesse ser verdadeiramente civilizada, forçaria os seus cidadãos a beberem água, a morarem no campo, a fazerem prova diária do consumo de saladas e estabeleceria um plano de treinos nacional, com comparecimento obrigatório na academia, todas as manhãs.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. É proibido fumar, diz mamãe. Folha de São Paulo, 12.12.2021. Adaptado).
O autor recorre à idade da Nova Zelândia para ressaltar a lei que o país pretende aprovar. É correto afirmar que, segundo o autor,
Provas
A Nova Zelândia fez em setembro 114 anos, o que significa que já não é propriamente nova. Provavelmente por causa de algum reacionarismo que costuma vir com a idade avançada, o país prepara uma lei que impede os nascidos de 2008 em diante de comprarem tabaco.
Até fazerem 18 anos? Não. Para sempre. Quando um jovem nascido em 2008 fizer 80 anos, as pessoas de 81 poderão comprar tabaco, mas ele não. Ou seja, essa medida neozelandesa proporciona ao cidadão a hipótese de, para todos os efeitos, ter uma mamãe até morrer. Se um neozelandês for à tabacaria, a sua mamãe estará sempre lá a recomendar que não fume.
Os americanos experimentaram uma coisa parecida, no início do século 20. As suas mamães os proibiram de beber durante os 13 anos que durou a Lei Seca. Infelizmente, como nos lembramos, a mamãe de Al Capone não o proibiu de lucrar com contrabando de bebidas. Muito menos gente morreu por causa do abuso do álcool; muito mais gente morreu por causa do crime organizado. Mas tenho a certeza de que todos os bandidos neozelandeses têm mamães muito mais rígidas.
Entretanto, uma pesquisa feita no Google, intitulada “mata mais que o tabaco”, contesta a tal proibição. Alguns exemplos: poluição do ar mata mais que o tabaco, alertam cientistas; comer mal mata mais que o tabaco, dizem nutricionistas; o açúcar mata mais que o tabaco; segundo estudos recentes; o sedentarismo mata mais que o tabaco, de acordo com pesquisadores.
O ideal seria proibir tudo. Beber álcool, viver em cidades com nível elevado de poluição, comer batata frita e bolos – tudo proibido. E tornar obrigatório o exercício físico. Se a Nova Zelândia quisesse ser verdadeiramente civilizada, forçaria os seus cidadãos a beberem água, a morarem no campo, a fazerem prova diária do consumo de saladas e estabeleceria um plano de treinos nacional, com comparecimento obrigatório na academia, todas as manhãs.
(PEREIRA, Ricardo Araújo. É proibido fumar, diz mamãe. Folha de São Paulo, 12.12.2021. Adaptado).
Ao comparar o tabaco com outros produtos e formas de comportamento, o autor
Provas
- Lei de Responsabilidade FiscalDespesa Pública (arts. 15 ao 24)Despesas com Pessoal e Seguridade Social (arts. 18 ao 24)
Tendo em vista que uma determinada prefeitura apresentou, ao final de um período de apuração, uma receita corrente líquida de R$ 230.000.000,00, assinale a alternativa que apresenta o valor, em Reais, do limite da despesa com pessoal para a referida esfera, considerando a repartição para o poder executivo.
Provas
Caderno Container