Foram encontradas 792 questões.
A resolução do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ),
que dispõe sobre a adoção de símbolos ISO nas sinaléticas
a serem utilizadas no processo de microfilmagem de documentos arquivísticos, é a Resolução n°
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Automação de ArquivosDigitalização de Documentos
- Legislação e NormasResoluções do CONARQ
- MicrofilmagemMicrofilmagem e Automação
De acordo com a Resolução n° 31, do Conselho Nacional
de Arquivos (CONARQ), de 28 de abril de 2010, que dispõe sobre a adoção das Recomendações para Digitalização de Documentos Arquivísticos Permanentes,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Resolução n° 45, do Conselho Nacional de Arquivos
(CONARQ), de 14 de fevereiro de 2020, revogou as
Resoluções n° 14, de 24 de outubro de 2001; n° 21 de
4 de agosto de 2004 e n° 35, de 11 de dezembro de 2012,
que dispunham sobre
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com a Seção IV – Dos atos municipais, que
integra a Lei Orgânica do Município da Estância Balneária
de Ilhabela, “os Poderes Municipais manterão os livros ou
os registros eletrônicos, necessários ao bom andamento
dos serviços, cronologicamente organizados e devidamente autenticados, sendo obrigatórios os [livros] de”
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto de Luis Fernando Verissimo para responder à questão.
2020
E lá fomos nós para o ano vinte-vinte, na esperança de
que a repetição dos números significasse alguma coisa...
Vivemos sempre com a expectativa que uma anomalia ou
qualquer ruptura com o normal – como um ano com números
reincidentes – seja um sinal. E há pessoas que procuram nos
astros esse sinal de que algo guia seus passos e orienta sua
vida.
Quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos,
fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu
outro emprego de redator de publicidade. Um dia me pediram
para fazer o horóscopo, já que o astrólogo profissional insistia
em ganhar um aumento, uma reivindicação irrealista, dadas
as condições do jornal. Como eu já fazia de tudo na redação,
comecei a fazer o horóscopo também. Todos os dias inventava o destino das pessoas e distribuía as previsões e os
conselhos pelos 12 signos do zodíaco.
O horóscopo era a última coisa que eu fazia no jornal antes de ir me encontrar com a Lucia e, se tivéssemos sorte, ir a
um cinema, de modo que meu horóscopo era sempre feito às
pressas, e com a escassa energia que sobrava depois de um
dia fazendo de tudo. E então bolei uma solução genial para
liquidar o horóscopo em pouco tempo e ir embora. Como era
óbvio que as pessoas só querem saber o texto do seu próprio
signo, comecei a fazer um rodízio: mudava os textos de signo
e de lugar. O que um dia era o texto para libra no dia seguinte
era para sagitário, etc. Ninguém iria notar a trapaça sideral,
os deuses me perdoariam.
Não demorou para que o editor do jornal me chamasse. Tinha muita gente reclamando do horóscopo. O que eu
pensava que era óbvio não era. Minha pseudoesperteza
tinha sido descoberta, aparentemente todo o mundo lê todo
o horóscopo todos os dias. Minha breve carreira de astrólogo
terminou ali. Mas eu só queria dizer que, mesmo quando era
eu que escrevia os textos, nunca deixava de ler o que libra
reservava para meu futuro. Fazer o quê? Precisamos de uma
direção na vida, venha ela de onde vier.
(O Estado de São Paulo, 05.01.2020. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto de Luis Fernando Verissimo para responder à questão.
2020
E lá fomos nós para o ano vinte-vinte, na esperança de
que a repetição dos números significasse alguma coisa...
Vivemos sempre com a expectativa que uma anomalia ou
qualquer ruptura com o normal – como um ano com números
reincidentes – seja um sinal. E há pessoas que procuram nos
astros esse sinal de que algo guia seus passos e orienta sua
vida.
Quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos,
fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu
outro emprego de redator de publicidade. Um dia me pediram
para fazer o horóscopo, já que o astrólogo profissional insistia
em ganhar um aumento, uma reivindicação irrealista, dadas
as condições do jornal. Como eu já fazia de tudo na redação,
comecei a fazer o horóscopo também. Todos os dias inventava o destino das pessoas e distribuía as previsões e os
conselhos pelos 12 signos do zodíaco.
O horóscopo era a última coisa que eu fazia no jornal antes de ir me encontrar com a Lucia e, se tivéssemos sorte, ir a
um cinema, de modo que meu horóscopo era sempre feito às
pressas, e com a escassa energia que sobrava depois de um
dia fazendo de tudo. E então bolei uma solução genial para
liquidar o horóscopo em pouco tempo e ir embora. Como era
óbvio que as pessoas só querem saber o texto do seu próprio
signo, comecei a fazer um rodízio: mudava os textos de signo
e de lugar. O que um dia era o texto para libra no dia seguinte
era para sagitário, etc. Ninguém iria notar a trapaça sideral,
os deuses me perdoariam.
Não demorou para que o editor do jornal me chamasse. Tinha muita gente reclamando do horóscopo. O que eu
pensava que era óbvio não era. Minha pseudoesperteza
tinha sido descoberta, aparentemente todo o mundo lê todo
o horóscopo todos os dias. Minha breve carreira de astrólogo
terminou ali. Mas eu só queria dizer que, mesmo quando era
eu que escrevia os textos, nunca deixava de ler o que libra
reservava para meu futuro. Fazer o quê? Precisamos de uma
direção na vida, venha ela de onde vier.
(O Estado de São Paulo, 05.01.2020. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto de Luis Fernando Verissimo para responder à questão.
2020
E lá fomos nós para o ano vinte-vinte, na esperança de
que a repetição dos números significasse alguma coisa...
Vivemos sempre com a expectativa que uma anomalia ou
qualquer ruptura com o normal – como um ano com números
reincidentes – seja um sinal. E há pessoas que procuram nos
astros esse sinal de que algo guia seus passos e orienta sua
vida.
Quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos,
fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu
outro emprego de redator de publicidade. Um dia me pediram
para fazer o horóscopo, já que o astrólogo profissional insistia
em ganhar um aumento, uma reivindicação irrealista, dadas
as condições do jornal. Como eu já fazia de tudo na redação,
comecei a fazer o horóscopo também. Todos os dias inventava o destino das pessoas e distribuía as previsões e os
conselhos pelos 12 signos do zodíaco.
O horóscopo era a última coisa que eu fazia no jornal antes de ir me encontrar com a Lucia e, se tivéssemos sorte, ir a
um cinema, de modo que meu horóscopo era sempre feito às
pressas, e com a escassa energia que sobrava depois de um
dia fazendo de tudo. E então bolei uma solução genial para
liquidar o horóscopo em pouco tempo e ir embora. Como era
óbvio que as pessoas só querem saber o texto do seu próprio
signo, comecei a fazer um rodízio: mudava os textos de signo
e de lugar. O que um dia era o texto para libra no dia seguinte
era para sagitário, etc. Ninguém iria notar a trapaça sideral,
os deuses me perdoariam.
Não demorou para que o editor do jornal me chamasse. Tinha muita gente reclamando do horóscopo. O que eu
pensava que era óbvio não era. Minha pseudoesperteza
tinha sido descoberta, aparentemente todo o mundo lê todo
o horóscopo todos os dias. Minha breve carreira de astrólogo
terminou ali. Mas eu só queria dizer que, mesmo quando era
eu que escrevia os textos, nunca deixava de ler o que libra
reservava para meu futuro. Fazer o quê? Precisamos de uma
direção na vida, venha ela de onde vier.
(O Estado de São Paulo, 05.01.2020. Adaptado)
• ____________no horóscopo publicado pelo jornal estavam previsões e orientações para os leitores. • Considerando ____________as reclamações dos leitores, o editor imediatamente advertiu o autor sobre a conduta inapropriada. • Apostando na sua esperteza, o autor ____________que aleatoriamente alternava os textos relativos aos signos do zodíaco.
Atendendo à norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto de Luis Fernando Verissimo para responder à questão.
2020
E lá fomos nós para o ano vinte-vinte, na esperança de
que a repetição dos números significasse alguma coisa...
Vivemos sempre com a expectativa que uma anomalia ou
qualquer ruptura com o normal – como um ano com números
reincidentes – seja um sinal. E há pessoas que procuram nos
astros esse sinal de que algo guia seus passos e orienta sua
vida.
Quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos,
fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu
outro emprego de redator de publicidade. Um dia me pediram
para fazer o horóscopo, já que o astrólogo profissional insistia
em ganhar um aumento, uma reivindicação irrealista, dadas
as condições do jornal. Como eu já fazia de tudo na redação,
comecei a fazer o horóscopo também. Todos os dias inventava o destino das pessoas e distribuía as previsões e os
conselhos pelos 12 signos do zodíaco.
O horóscopo era a última coisa que eu fazia no jornal antes de ir me encontrar com a Lucia e, se tivéssemos sorte, ir a
um cinema, de modo que meu horóscopo era sempre feito às
pressas, e com a escassa energia que sobrava depois de um
dia fazendo de tudo. E então bolei uma solução genial para
liquidar o horóscopo em pouco tempo e ir embora. Como era
óbvio que as pessoas só querem saber o texto do seu próprio
signo, comecei a fazer um rodízio: mudava os textos de signo
e de lugar. O que um dia era o texto para libra no dia seguinte
era para sagitário, etc. Ninguém iria notar a trapaça sideral,
os deuses me perdoariam.
Não demorou para que o editor do jornal me chamasse. Tinha muita gente reclamando do horóscopo. O que eu
pensava que era óbvio não era. Minha pseudoesperteza
tinha sido descoberta, aparentemente todo o mundo lê todo
o horóscopo todos os dias. Minha breve carreira de astrólogo
terminou ali. Mas eu só queria dizer que, mesmo quando era
eu que escrevia os textos, nunca deixava de ler o que libra
reservava para meu futuro. Fazer o quê? Precisamos de uma
direção na vida, venha ela de onde vier.
(O Estado de São Paulo, 05.01.2020. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto de Luis Fernando Verissimo para responder à questão.
2020
E lá fomos nós para o ano vinte-vinte, na esperança de
que a repetição dos números significasse alguma coisa...
Vivemos sempre com a expectativa que uma anomalia ou
qualquer ruptura com o normal – como um ano com números
reincidentes – seja um sinal. E há pessoas que procuram nos
astros esse sinal de que algo guia seus passos e orienta sua
vida.
Quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos,
fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu
outro emprego de redator de publicidade. Um dia me pediram
para fazer o horóscopo, já que o astrólogo profissional insistia
em ganhar um aumento, uma reivindicação irrealista, dadas
as condições do jornal. Como eu já fazia de tudo na redação,
comecei a fazer o horóscopo também. Todos os dias inventava o destino das pessoas e distribuía as previsões e os
conselhos pelos 12 signos do zodíaco.
O horóscopo era a última coisa que eu fazia no jornal antes de ir me encontrar com a Lucia e, se tivéssemos sorte, ir a
um cinema, de modo que meu horóscopo era sempre feito às
pressas, e com a escassa energia que sobrava depois de um
dia fazendo de tudo. E então bolei uma solução genial para
liquidar o horóscopo em pouco tempo e ir embora. Como era
óbvio que as pessoas só querem saber o texto do seu próprio
signo, comecei a fazer um rodízio: mudava os textos de signo
e de lugar. O que um dia era o texto para libra no dia seguinte
era para sagitário, etc. Ninguém iria notar a trapaça sideral,
os deuses me perdoariam.
Não demorou para que o editor do jornal me chamasse. Tinha muita gente reclamando do horóscopo. O que eu
pensava que era óbvio não era. Minha pseudoesperteza
tinha sido descoberta, aparentemente todo o mundo lê todo
o horóscopo todos os dias. Minha breve carreira de astrólogo
terminou ali. Mas eu só queria dizer que, mesmo quando era
eu que escrevia os textos, nunca deixava de ler o que libra
reservava para meu futuro. Fazer o quê? Precisamos de uma
direção na vida, venha ela de onde vier.
(O Estado de São Paulo, 05.01.2020. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto de Ruy Castro para responder à questão.
Beijos proibidos
Manier Sael, um imigrante haitiano em São Paulo, por
meio de tocante entrevista ao jornal, contou que, ao chegar
ao Brasil, e ao começar a namorar a brasileira que se tornaria
sua mulher e mãe de sua filha, disse-lhe que tinha um desejo: beijá-la em público, na rua. “No Haiti, isso não existe”, ele
explicou. “É uma coisa que eu nunca tinha visto na vida real,
só na televisão. Ela falou que tudo bem. Como eu me senti
nessa hora [ao beijá-la]? Me senti brasileiro”.
É interessante como, às vezes, precisamos de que alguém de fora venha nos revelar quem somos ou como somos. Haverá coisa mais corriqueira no Brasil do que beijar
em público? Pelo menos, é o que pensamos e – considerando quantas vezes fizemos isso sem o menor problema –
será preciso um exercício intelectual para nos lembrar de que
pode ter havido exceções à regra.
Duas cidades do interior de São Paulo já tiveram juízes
que proibiram beijos em praça pública. E isso não foi no século 19, mas nos anos loucos de 1980 e 1981. Até a proibição ser revogada por ridícula, vários casais foram parar na
cadeia.
Um dos restaurantes mais antigos do Rio, a Adega Flor
de Coimbra, até hoje ostenta na parede um quadro dos velhos tempos: “Proibido beijos ousados”. O quadro continua lá
pelo folclore, claro – mesmo porque, tendo pedido sua farta e
deliciosa feijoada à Souza Pinto, quem pensará em dar
beijos, mesmo ousados?
E uma querida senhora que conheci, ao ver um casal se
beijando na novela da TV, deu um profundo suspiro e, do
alto de seus 90 anos, exclamou, talvez sem se dar conta de
que todos na sala podiam escutá-la: “Eu nunca fui beijada!”.
Ali, naquele momento, todos nos conscientizamos da nossa
tremenda fragilidade.
(www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/10/beijos-proibidos.shtml
Publicado em 28.10.2019. Adaptado)
2020
E lá fomos nós para o ano vinte-vinte, na esperança de que a repetição dos números significasse alguma coisa... Vivemos sempre com a expectativa que uma anomalia ou qualquer ruptura com o normal – como um ano com números reincidentes – seja um sinal. E há pessoas que procuram nos astros esse sinal de que algo guia seus passos e orienta sua vida.
Quando comecei a trabalhar na imprensa, há 200 anos, fazia de tudo na redação, depois de passar o dia no meu outro emprego de redator de publicidade. Um dia me pediram para fazer o horóscopo, já que o astrólogo profissional insistia em ganhar um aumento, uma reivindicação irrealista, dadas as condições do jornal. Como eu já fazia de tudo na redação, comecei a fazer o horóscopo também. Todos os dias inventava o destino das pessoas e distribuía as previsões e os conselhos pelos 12 signos do zodíaco.
O horóscopo era a última coisa que eu fazia no jornal antes de ir me encontrar com a Lucia e, se tivéssemos sorte, ir a um cinema, de modo que meu horóscopo era sempre feito às pressas, e com a escassa energia que sobrava depois de um dia fazendo de tudo. E então bolei uma solução genial para liquidar o horóscopo em pouco tempo e ir embora. Como era óbvio que as pessoas só querem saber o texto do seu próprio signo, comecei a fazer um rodízio: mudava os textos de signo e de lugar. O que um dia era o texto para libra no dia seguinte era para sagitário, etc. Ninguém iria notar a trapaça sideral, os deuses me perdoariam.
Não demorou para que o editor do jornal me chamasse. Tinha muita gente reclamando do horóscopo. O que eu pensava que era óbvio não era. Minha pseudoesperteza tinha sido descoberta, aparentemente todo o mundo lê todo o horóscopo todos os dias. Minha breve carreira de astrólogo terminou ali. Mas eu só queria dizer que, mesmo quando era eu que escrevia os textos, nunca deixava de ler o que libra reservava para meu futuro. Fazer o quê? Precisamos de uma direção na vida, venha ela de onde vier.
(O Estado de São Paulo, 05.01.2020. Adaptado)
Uma semelhança entre os dois textos da prova, 2020 e Beijos proibidos, está no fato de os autores
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container