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Foram encontradas 40 questões.

2203170 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Enunciado 2744307-1
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a alternativa que corresponde aos tipos de placas, na sequência em que elas se encontram, é a
 

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2203137 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Enunciado 2729768-1
A alternativa que corresponde à figura destacada é a
 

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Em relação aos servidores, segundo a Lei nº 3760/15, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.
( ) O vencimento, a remuneração e o provento do servidor público serão objeto de arresto, sequestro ou penhora, exceto em casos de prestação de alimentos resultante de decisão judicial.
( ) Os servidores que trabalham com habitualidade em locais insalubres e/ou em contato permanente com substâncias tóxicas ou com risco de vida fazem jus a um adicional em razão da periculosidade e da insalubridade, que será analisado pela autoridade competente, não sendo obrigatório para sua concessão laudo médico e/ou de segurança do trabalho, através de órgão oficial do município.
( ) A gratificação de função é a vantagem calculada sobre o vencimento do cargo de provimento efetivo a que faz jus o servidor por anuênio de efetivo exercício no município.
( ) Mediante autorização do servidor, poderá haver consignação em folha de pagamento a favor de terceiros, a critério da Administração, na forma definida em regulamento, respeitando-se o limite mínimo de preservação de sobrevivência do servidor.
( ) O serviço noturno prestado em horário compreendido entre 20 (vinte) horas de um dia a 5 (cinco) horas do dia seguinte terá o valor/hora acrescido de mais 20% (vinte por cento), computando-se cada hora como 51 (cinquenta e um) minutos e 30 (trinta) segundos.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
 

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2203100 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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O Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito — Volume I — foi elaborado e disponibilizado pelo DENATRAN, em consonância com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e com as diretrizes da Política Nacional de Trânsito. Trata-se de um documento técnico que visa à uniformização e à padronização da Sinalização Vertical de Regulamentação, configurando-se como ferramenta de trabalho importante para os técnicos que trabalham nos órgãos ou entidades de trânsito em todas as esferas, a exemplo, da figura destacada.
Enunciado 2707424-1
Sobre as placas de sinalização, julgue os itens a seguir:
I. As placas de sinalização podem ser fixadas em suportes existentes usados para outros fins, tais como postes de iluminação, colunas ou braços de sustentação de grupos semafóricos.
II. As placas suspensas podem ser utilizadas, conforme estudos de engenharia de tráfego, nas seguintes situações: controle de uso de faixa de trânsito; interseção complexa; três faixas ou mais por sentido; distância de visibilidade restrita.
III. Nas vias rurais e urbanas de trânsito rápido, a não ser que o espaço existente seja muito limitado, recomenda-se manter uma distância mínima de 500 metros entre placas, para permitir a leitura de todos os sinais, em função do tempo necessário para a percepção e reação dos condutores, especialmente quando são desenvolvidas velocidades elevadas.
IV. A regra geral de posicionamento das placas de sinalização consiste em colocá-las no lado direito da via no sentido do fluxo de tráfego que devem regulamentar, exceto nos casos previstos no Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito — Volume I.
V. De acordo com a figura destacada, as placas de sinalização devem ser colocadas na posição vertical, fazendo um ângulo de 93º a 95º em relação ao sentido do fluxo de tráfego, voltadas para o lado externo da via. Essa inclinação tem por objetivos assegurar boa visibilidade e leitura dos sinais, evitando o reflexo especular que pode ocorrer com a incidência de faróis de veículos ou de raios solares sobre a placa.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2203074 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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De acordo como contexto de Engenharia de Tráfego, acessibilidade
 

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2202974 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
Felicidade
Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz
Sentirá o ar sem se mexer
Sem desejar como antes sempre quis
Você vai rir, sem perceber
Felicidade é só questão de ser
Quando chover, deixar molhar
Pra receber o sol quando voltar
Lembrará os dias
que você deixou passar sem ver a luz
Se chorar, chorar é vão
porque os dias vão pra nunca mais
Melhor viver, meu bem
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você
Chorar, sorrir também e depois dançar
Na chuva quando a chuva vem
Tem vez que as coisas pesam mais
Do que a gente acha que pode aguentar
Nessa hora fique firme
Pois tudo isso logo vai passar
Dançar na chuva quando a chuva vem
Dançar na chuva quando a chuva
Dançar na chuva quando a chuva vem
JENECI, Marcelo. Felicidade. Disponível em: <https://www.letras.mus.br/marcelo-jeneci/1524699/>. Acesso em: 1º mar. 2016.
A voz autoral, nesse poema-canção,
 

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2202958 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
Presencia-se, na atualidade, uma concepção difundida de que a lógica capitalista, com o auxílio da publicidade, especula a felicidade como dependente da satisfação dos desejos materiais do homem(a).
Tal fato contraria a ótica do início do século 20, como observa o sociólogo Max Weber no livro A ética protestante e o espírito do capitalismo, quando eram as leis suntuárias que mostravam ao ser humano o que deveria ser consumido e o que era preciso fazer para ser feliz(b). Isso mostra como a sociedade moderna, por influência ou não da publicidade comercial, pode se organizar diante da felicidade. Nisso não parece haver implícita ideia religiosa que prometa o paraíso na vida eterna. Pelo contrário, como evidencia o pai da psicanálise, Sigmund Freud, talvez a felicidade consista em poder do narcisismo.
Nesse contexto, podemos deduzir que o discurso publicitário leva, muitas vezes, o indivíduo a acreditar naquilo que é dito e a lutar e buscar todo o prazer proporcionado pelo consumo daquilo que é anunciado(c). O significado das mercadorias associadas como valor de uso passa a ser disseminado como dizendo respeito a características que representam o ideal de felicidade da sociedade, por exemplo. Para a publicitária e mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco, (UFPA) Lívia Valença da Silva, “esta felicidade abrange uma realização pessoal e profissional que envolve boa aparência e desenvoltura, aprovação social, conforto e bem-estar, estabilidade econômica, status, sucesso no amor e no mercado de trabalho, entre tantos outros elementos”.
Seguindo essa linha de raciocínio, o psicanalista Jurandir Freire Costa, na obra A ética e o espelho da cultura, enfatiza que o homem tem, muitas vezes, a tendência de acompanhar as metamorfoses sociais, e com todas as mudanças no cotidiano, acaba moldando-se a elas, sem, muitas vezes, se questionar. Mas, segundo o psicanalista, quando o sujeito se apercebe num emaranhado de atribuições disseminadas pela publicidade que nem sempre foram pensadas e analisadas, é que chegam os conflitos e desamparos, porque perdem, muitas vezes, a noção de singularidade para serem mais um na multidão.
Com efeito, o sociólogo Jean Baudrillard frisa que na cultura do consumo, na qual o homem contemporâneo se encontra inserido: “Como a ‘criança-lobo’ se torna lobo à força de com ele viver, também nós, pouco a pouco, nos tornamos funcionais. Vivemos o tempo dos objetos; quero dizer que existimos segundo seu ritmo e em conformidade com sua sucessão permanente”.
Ademais, atualmente o pensamento mais comumente evocado parece com um gozo excessivo proporcionado pela conquista do desejo de consumo aspirado pelo indivíduo. Isso tem tornado os homens vivenciadores de crises de referências, como bem atestam alguns psicanalistas, à medida que percebem que não só a mídia (publicidade), mas o meio que o cerca tem muitas vezes a capacidade de artificializar as relações humanas, fazendo com que não tenha vontade própria, realizando o desejo e a vontade dos outros e não as suas(d).
[...]
Nesse contexto, Freud se refere aos “mal-estares” da nossa civilização, como nada mais que uma economia libidinal baseada no gozar. Enquanto, por exemplo, a mais-valia sustenta a economia capitalista em Karl Marx, o gozo sustenta a economia libidinal no sujeito em Freud. Argumenta que o indivíduo enquanto goza, não só no concernente à sexualidade, mas também na aquisição de bens de consumo, considera-se feliz(e).
Tendo em vista o anúncio cobiçoso como disseminador da felicidade e, levando em consideração o desenvolvimento tecnocientífico que promete a felicidade através do Prozac, do apartamento à beira-mar, entre outras possibilidades, o psicólogo Martin Seligman, no livro Felicidade Autêntica, expressa algo muito interessante. Diz que o homem, aceitando suas limitações diante da felicidade, pode estruturar-se, entre outras possibilidades, na interface entre o prazer, o engajamento e o significado.
Prazer, em se tratando da situação agradável de quando se ouve uma boa música ou se faz sexo. Já o engajamento é a profundidade de envolvimento da pessoa com sua vida. Finalmente o significado, como a sensação de que a vida faz parte de algo maior. Salienta também, em suas pesquisas, que um dos maiores erros das sociedades contemporâneas é concentrar a busca da felicidade em apenas um dos três pilares, esquecendo os outros. Sendo que as pessoas escolhem justo o mais fraco deles. Enfatiza que o engajamento e o significado são elos indispensáveis na vida do ser humano frente à felicidade.
BARBOSA, A. Ronaldo. Como a sociedade moderna se organiza diante da felicidade. Disponível em: <http://ivonaldo-leite.blogspot. com.br/2014/11/a-vida-felicidade-e-as-escolhas-o.html>. Acesso em: 1º mar. 2016.
Enunciado 2615691-1
ALMEIDA, Chris. Lei da Atração. Disponivel em: <https://www.google.com.br/search?q=imagem+de+carro+como+símbolo+de+felicidade&esp>. Acesso em: 1º mar. 2016.
A passagem do texto que retrata, com mais propriedade, a peça publicitária “Reprogramação Mental” é a
 

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2202949 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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De acordo com a Resolução nº 160, do CONTRAN (Anexo II do Código de Trânsito Brasileiro), as marcas longitudinais servem para
 

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2203510 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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O Código de Trânsito Brasileiro estabelece uma divisão de competências entre os Órgãos Federativos.
Dentre as competências, nos termos do Art. 24, compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição,
Questão Desatualizada

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2203033 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
Presencia-se, na atualidade, uma concepção difundida de que a lógica capitalista, com o auxílio da publicidade, especula a felicidade como dependente da satisfação dos desejos materiais do homem.
Tal fato contraria a ótica do início do século 20, como observa o sociólogo Max Weber no livro A ética protestante e o espírito do capitalismo, quando eram as leis suntuárias que mostravam ao ser humano o que deveria ser consumido e o que era preciso fazer para ser feliz. Isso mostra como a sociedade moderna, por influência ou não da publicidade comercial, pode se organizar diante da felicidade. Nisso não parece haver implícita ideia religiosa que prometa o paraíso na vida eterna. Pelo contrário(a), como evidencia o pai da psicanálise, Sigmund Freud, talvez a felicidade consista em poder do narcisismo.
Nesse contexto, podemos deduzir que o discurso publicitário leva, muitas vezes, o indivíduo a acreditar naquilo que é dito e a lutar e buscar todo o prazer proporcionado pelo consumo daquilo que é anunciado. O significado das mercadorias associadas como valor de uso passa a ser disseminado como dizendo respeito a características que representam o ideal de felicidade da sociedade, por exemplo. Para a publicitária e mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco, (UFPA) Lívia Valença da Silva, “esta felicidade abrange uma realização pessoal e profissional que envolve boa aparência e desenvoltura, aprovação social, conforto e bem-estar, estabilidade econômica, status, sucesso no amor e no mercado de trabalho, entre tantos outros elementos”.
Seguindo essa linha de raciocínio, o psicanalista Jurandir Freire Costa, na obra A ética e o espelho da cultura, enfatiza que o homem tem, muitas vezes, a tendência de acompanhar as metamorfoses sociais, e com todas as mudanças no cotidiano, acaba moldando-se a elas, sem, muitas vezes, se questionar. Mas(b), segundo o psicanalista, quando o sujeito se apercebe num emaranhado de atribuições disseminadas pela publicidade que nem sempre foram pensadas e analisadas, é que chegam os conflitos e desamparos, porque perdem, muitas vezes, a noção de singularidade para serem mais um na multidão.
Com efeito, o sociólogo Jean Baudrillard frisa que na cultura do consumo, na qual o homem contemporâneo se encontra inserido: “Como a ‘criança-lobo’ se torna lobo à força de com ele viver, também nós, pouco a pouco, nos tornamos funcionais. Vivemos(c) o tempo dos objetos; quero dizer que existimos(c) segundo seu ritmo e em conformidade com sua sucessão permanente”.
Ademais, atualmente o pensamento mais comumente evocado parece com um gozo excessivo proporcionado pela conquista do desejo de consumo aspirado pelo indivíduo. Isso tem tornado os homens vivenciadores de crises de referências, como bem atestam alguns psicanalistas, à medida que percebem que não só a mídia (publicidade), mas o meio que o cerca tem muitas vezes a capacidade de artificializar as relações humanas, fazendo com que não tenha vontade própria, realizando o desejo e a vontade dos outros e não as suas.
[...]
Nesse contexto, Freud se refere aos “mal-estares” da nossa civilização, como nada mais que uma economia libidinal baseada no gozar. Enquanto, por exemplo, a mais-valia sustenta a economia capitalista em Karl Marx, o gozo sustenta a economia libidinal no sujeito em Freud. Argumenta que o indivíduo enquanto goza, não só no concernente à sexualidade, mas também na aquisição de bens de consumo(d), considera-se feliz.
Tendo em vista o anúncio cobiçoso como disseminador da felicidade e, levando em consideração o desenvolvimento tecnocientífico que promete a felicidade através do Prozac, do apartamento à beira-mar, entre outras possibilidades, o psicólogo Martin Seligman, no livro Felicidade Autêntica, expressa algo muito interessante. Diz que o homem, aceitando suas limitações diante da felicidade, pode estruturar-se, entre outras possibilidades, na interface entre o prazer, o engajamento e o significado.
Prazer, em se tratando da situação agradável de quando se ouve uma boa música ou se faz sexo(e). Já o engajamento é a profundidade de envolvimento da pessoa com sua vida. Finalmente o significado, como a sensação de que a vida faz parte de algo maior. Salienta também, em suas pesquisas, que um dos maiores erros das sociedades contemporâneas é concentrar a busca da felicidade em apenas um dos três pilares, esquecendo os outros. Sendo que as pessoas escolhem justo o mais fraco deles. Enfatiza que o engajamento e o significado são elos indispensáveis na vida do ser humano frente à felicidade.
BARBOSA, A. Ronaldo. Como a sociedade moderna se organiza diante da felicidade. Disponível em: <http://ivonaldo-leite.blogspot. com.br/2014/11/a-vida-felicidade-e-as-escolhas-o.html>. Acesso em: 1º mar. 2016.
Quanto aos elementos linguísticos formadores do texto e seus efeitos de sentido, é correto afirmar:
Questão Anulada e Desatualizada

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