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A soma dos divisores positivos do número 456 é
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Atualmente, a produção da empresa A corresponde a 6% da
produção da empresa B. Para os próximos dez anos,
projeções apontam que a empresa A irá quintuplicar sua
produção e a empresa B deve ter uma produção trinta vezes
maior que a produção atual. Caso essas projeções ocorram
conforme o previsto, após decorridos os dez anos, a
produção da empresa A deverá corresponder a qual
percentual da produção da empresa B?
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Dois terrenos retangulares, um com a frente maior em dois
metros e o outro com a lateral maior em seis metros,
possuem as mesmas áreas. Se o perímetro do terreno que
tem maior frente é de 140 metros, qual é a medida do maior
lado, em metros, dentre todos os lados desses terrenos?
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Leia o Texto 5 para responder à questão.
Texto 5
Ninguém se cura permanecendo no mesmo ambiente em
que adoeceu
Marcel Camargo
Ninguém se cura sem cortar a causa do mal, sem se privar do
que machuca e contamina sua felicidade, sem evitar ficar junto
de quem não faz nada mais do que sofrer. A gente adoece por
várias razões, tanto físicas quanto psicológicas. O mesmo se dá
com os tipos de doenças: existem males do corpo e males da
alma. Mente e corpo são indissociáveis, assim como na
Antiguidade já se ensinava, ou seja, temos que cuidar de tudo
o que nos constitui, por dentro e por fora. De nada adianta um
corpo perfeito habitado por uma alma sucateada, e vice-versa.
Infelizmente, é difícil atentarmos para essa necessidade de
equilibrarmos o que vem de fora e o que nasce aqui dentro, o
que o espelho reflete e o que não, o que fazemos com nosso
corpo e o que fazem com nossa alma. O mundo todo
supervaloriza as aparências, o que dificulta a atenção que deve
ser voltada ao que sentimos, ao que nos faz bem. Sabemos
muito bem qual roupa queremos vestir, mas é complicado saber
o que acelera o nosso coração.
Talvez ninguém consiga se livrar da infelicidade que toma conta
de si, caso permaneça parado, sem sair do lugar. Aquilo que
nos adoece deve ser evitado, seja o vento gelado, seja o
tratamento frio do outro. Ser descuidado com a saúde adoece,
ser descuidado com os sentimentos também. Práticas
saudáveis incluem tanto atividades físicas quanto exercitar o
amor próprio. Alimentar o corpo e a alma, sempre.
Ninguém há de ser feliz permanecendo em histórias cujo final
não tem chance de ser feliz. Ninguém se cura sem cortar a
causa do mal, sem se privar do que machuca e contamina sua
felicidade, sem evitar ficar junto de quem não faz nada mais do
que sofrer. Ninguém volta a sorrir nos lugares onde sua
felicidade foi perdida, roubada, aviltada, negada.
Entender que as dores e doenças são alertas que nos pedem
calma, que nos clamam por um repensar, por um respirar, por
sobrevivência, acaba nos encorajando a tomar as atitudes
certas, por mais que doam, que entristeçam, que pareçam
impossíveis. Nada é impossível, quando ainda há sonhos a
serem alcançados e vida dentro da gente. Caso não
consigamos cair fora do que nos adoece, então morrerão os
sonhos, morrerão os planos, morreremos nós, ainda que com
vida. Ainda que por muitos dias. Por anos…
Disponível em: <https://www.contioutra.com/ninguem-se-cura-permanecendo-no-mesmo-ambiente-em-que-adoeceu/>. Acesso em: 19 dez. 2023.
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Leia o Texto 5 para responder à questão.
Texto 5
Ninguém se cura permanecendo no mesmo ambiente em
que adoeceu
Marcel Camargo
Ninguém se cura sem cortar a causa do mal, sem se privar do
que machuca e contamina sua felicidade, sem evitar ficar junto
de quem não faz nada mais do que sofrer. A gente adoece por
várias razões, tanto físicas quanto psicológicas. O mesmo se dá
com os tipos de doenças: existem males do corpo e males da
alma. Mente e corpo são indissociáveis, assim como na
Antiguidade já se ensinava, ou seja, temos que cuidar de tudo
o que nos constitui, por dentro e por fora. De nada adianta um
corpo perfeito habitado por uma alma sucateada, e vice-versa.
Infelizmente, é difícil atentarmos para essa necessidade de
equilibrarmos o que vem de fora e o que nasce aqui dentro, o
que o espelho reflete e o que não, o que fazemos com nosso
corpo e o que fazem com nossa alma. O mundo todo
supervaloriza as aparências, o que dificulta a atenção que deve
ser voltada ao que sentimos, ao que nos faz bem. Sabemos
muito bem qual roupa queremos vestir, mas é complicado saber
o que acelera o nosso coração.
Talvez ninguém consiga se livrar da infelicidade que toma conta
de si, caso permaneça parado, sem sair do lugar. Aquilo que
nos adoece deve ser evitado, seja o vento gelado, seja o
tratamento frio do outro. Ser descuidado com a saúde adoece,
ser descuidado com os sentimentos também. Práticas
saudáveis incluem tanto atividades físicas quanto exercitar o
amor próprio. Alimentar o corpo e a alma, sempre.
Ninguém há de ser feliz permanecendo em histórias cujo final
não tem chance de ser feliz. Ninguém se cura sem cortar a
causa do mal, sem se privar do que machuca e contamina sua
felicidade, sem evitar ficar junto de quem não faz nada mais do
que sofrer. Ninguém volta a sorrir nos lugares onde sua
felicidade foi perdida, roubada, aviltada, negada.
Entender que as dores e doenças são alertas que nos pedem
calma, que nos clamam por um repensar, por um respirar, por
sobrevivência, acaba nos encorajando a tomar as atitudes
certas, por mais que doam, que entristeçam, que pareçam
impossíveis. Nada é impossível, quando ainda há sonhos a
serem alcançados e vida dentro da gente. Caso não
consigamos cair fora do que nos adoece, então morrerão os
sonhos, morrerão os planos, morreremos nós, ainda que com
vida. Ainda que por muitos dias. Por anos…
Disponível em: <https://www.contioutra.com/ninguem-se-cura-permanecendo-no-mesmo-ambiente-em-que-adoeceu/>. Acesso em: 19 dez. 2023.
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Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
A cidade que ainda celebra a Saturnália, festa romana
milenar que antecedeu o Natal
O festival em homenagem a Saturno, o deus romano da
agricultura e da colheita, era uma das celebrações mais
populares do antigo império. Originalmente o evento só era
celebrado no dia 17 de dezembro, mas sua popularidade fez
com que fosse prolongado até 23 de dezembro. Embora os
romanos aderissem às regras sociais rígidas e todos tivessem
o seu lugar na sociedade, durante a Saturnália, eles se
esqueciam dessas regras e até pessoas escravizadas podiam
participar e se divertir.
A celebração envolvia troca de presentes, além de excesso de
comida e bebida; tradições que continuaram quando o feriado
foi substituído pelo Natal após a queda do Império Romano. No
entanto, em Chester, que já foi uma cidade importante na antiga
província romana da Grã-Bretanha, muitas das tradições
sobreviveram até os tempos modernos.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw908nr183xo>.
Acesso em: 19 dez. 2023.
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Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
A cidade que ainda celebra a Saturnália, festa romana
milenar que antecedeu o Natal
O festival em homenagem a Saturno, o deus romano da
agricultura e da colheita, era uma das celebrações mais
populares do antigo império. Originalmente o evento só era
celebrado no dia 17 de dezembro, mas sua popularidade fez
com que fosse prolongado até 23 de dezembro. Embora os
romanos aderissem às regras sociais rígidas e todos tivessem
o seu lugar na sociedade, durante a Saturnália, eles se
esqueciam dessas regras e até pessoas escravizadas podiam
participar e se divertir.
A celebração envolvia troca de presentes, além de excesso de
comida e bebida; tradições que continuaram quando o feriado
foi substituído pelo Natal após a queda do Império Romano. No
entanto, em Chester, que já foi uma cidade importante na antiga
província romana da Grã-Bretanha, muitas das tradições
sobreviveram até os tempos modernos.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw908nr183xo>.
Acesso em: 19 dez. 2023.
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- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3

Disponível em: <https://biaburin.medium.com/10-tirinhas-em-que-armandinho-nos-faz-refletir-sobre-quest%C3%B5es-importantes-e-atuais-dd3f4c4e18de>.
Acesso em: 18 dez. 2023.
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3

Disponível em: <https://biaburin.medium.com/10-tirinhas-em-que-armandinho-nos-faz-refletir-sobre-quest%C3%B5es-importantes-e-atuais-dd3f4c4e18de>.
Acesso em: 18 dez. 2023.
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Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Cultura do ‘melhor aluno’ prejudica maioria dos
estudantes no Brasil?
Letícia Mori
A educação no Brasil não é pensada para garantir o sucesso
de todos os alunos, mas para privilegiar os que são
considerados os “melhores” estudantes. Essa é a conclusão do
pedagogo Ocimar Munhoz Alavarse, professor da Faculdade
de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e
coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Avaliação
Educacional (Gepave). Ele chama essa postura de
“pensamento olímpico”, porque certos alunos seriam educados
para serem os “campeões” — como se a educação fosse uma
Olimpíada — enquanto as necessidades da maioria dos alunos
seriam deixadas de lado. Como consequência, diz Alavarse, os
“melhores alunos” recebem mais atenção, incentivo e elogios
para potencializar seu desenvolvimento, enquanto alunos com
mais dificuldades são deixados para trás.
Alavarse diz que, embora o “pensamento olímpico” não faça
parte oficialmente de uma política educacional, é algo arraigado
e bastante comum no comportamento de muitos professores,
diretores, gestores escolares e políticos. “É claro que nos
documentos oficiais ninguém assume uma postura seletiva
para a escolarização, mas todo mundo que já esteve em uma
sala dos professores sabe que sempre existe o que é
considerado o ‘bom aluno’”, afirma. “Sempre existem aqueles
que acreditam que a escola é para escolher os melhores”. Um
exemplo seria as políticas públicas que premiam professores
conforme os bons resultados dos seus alunos, segundo o
pesquisador.
“É uma ideia totalmente equivocada”, diz ele, “porque não faz
sentido exigir performance dos professores sem fornecer as
condições mínimas de trabalho e de estrutura” [...]. Alavarse diz
que um equívoco comum é considerar as avaliações em si a
raiz do problema – o que não é o caso, diz ele. A lógica
“olímpica” para a educação não vem de haver testes, mas da
forma como se leem os resultados desses testes, afirma. “É
preciso sim que haja avaliações internas e externas – não para
ranquear os alunos ou escolas, mas para entender
adequadamente quais as necessidades e podermos definir
quais as ações pedagógicas necessárias para garantir o
sucesso de todos”, diz ele.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g2enkn8l3o>.
Acesso em: 21 dez. 2023.
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