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Foram encontradas 25 questões.

988611 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IMAM
Orgão: Pref. Ipatinga-MG
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Preto e Branco
Perdera o emprego, chegara passar fome, sem que ninguém soubesse, por constrangimento, afastara-se da roda boêmia que antes costumava frequentar escritores, jornalistas e um sambista de cor que vinha ser meu mais velho companheiro de noitadas.

a salvação lhe apareceu na forma de um americano, que lhe oferecia emprego numa agência. Agarrou-se com unhas e dentes oportunidade, vale dizer, ao americano, para garantir na sua nova função uma relativa estabilidade.

E um belo dia vai seguindo com o chefe pela Rua México, já distraído de seus passados tropeços, mas tropeçando obstinadamente no inglês com que se entendiam, quando vê do outro lado da rua um preto agitar a mão para ele.

Era o sambista seu amigo.

Ocorreu-lhe desde logo que ao americano poderia parecer estranha tal amizade, e mais ainda: incompatível com a ética ianque a ser mantida nas funções que passara a exercer. Lembrou-se num átimo que o americano em geral, tem uma coisa muito séria chamada preconceito racial e seu critério de julgamento da capacidade funcional dos subordinados talvez se deixasse influir por essa odiosa deformação. Por via das dúvidas, correspondeu ao cumprimento de seu amigo de maneira mais discreta que lhe foi possível, mas viu em pânico que ele atravessava a rua em sua direção, sorriso aberto e braços prontos para um abraço.

Pensou rapidamente em se esquivar, não dava tempo, o americano também se detivera, vendo o preto aproximar-se. Era seu amigo, velho companheiro, um bom sujeito, dos melhores mesmo que já conhecera, acaso jamais chegara a se lembrar de que se tratava de um preto? Agora, com o gringo ali, a seu lado, todo branco é sardento, é que percebia pela primeira vez, não podia ser mais preto. Sendo assim, tivesse paciência: mais tarde explicava tudo, haveria de compreender. Passar fome era muito bonito nos romances de Knut Hamsun, lidos depois do jantar, e sem credores à porta. Não teve mais dúvidas: virou cara quando o outro se aproximou e fingiu que não o via, que não era com ele.

E não era mesmo com ele.

antes de cumprimentá-lo, talvez ainda se tê-lo visto, o sambista abriu os braços para acolher o americano, também seu amigo.
De acordo com as ideias do texto, é INCORRETO afirmar que:
 

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987868 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IMAM
Orgão: Pref. Ipatinga-MG
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Preto e Branco
Perdera o emprego, chegara passar fome, sem que ninguém soubesse, por constrangimento, afastara-se da roda boêmia que antes costumava frequentar escritores, jornalistas e um sambista de cor que vinha ser meu mais velho companheiro de noitadas.

a salvação lhe apareceu na forma de um americano, que lhe oferecia emprego numa agência. Agarrou-se com unhas e dentes oportunidade, vale dizer, ao americano, para garantir na sua nova função uma relativa estabilidade.

E um belo dia vai seguindo com o chefe pela Rua México, já distraído de seus passados tropeços, mas tropeçando obstinadamente no inglês com que se entendiam, quando vê do outro lado da rua um preto agitar a mão para ele.

Era o sambista seu amigo.

Ocorreu-lhe desde logo que ao americano poderia parecer estranha tal amizade, e mais ainda: incompatível com a ética ianque a ser mantida nas funções que passara a exercer. Lembrou-se num átimo que o americano em geral, tem uma coisa muito séria chamada preconceito racial e seu critério de julgamento da capacidade funcional dos subordinados talvez se deixasse influir por essa odiosa deformação. Por via das dúvidas, correspondeu ao cumprimento de seu amigo de maneira mais discreta que lhe foi possível, mas viu em pânico que ele atravessava a rua em sua direção, sorriso aberto e braços prontos para um abraço.

Pensou rapidamente em se esquivar, não dava tempo, o americano também se detivera, vendo o preto aproximar-se. Era seu amigo, velho companheiro, um bom sujeito, dos melhores mesmo que já conhecera, acaso jamais chegara a se lembrar de que se tratava de um preto? Agora, com o gringo ali, a seu lado, todo branco é sardento, é que percebia pela primeira vez, não podia ser mais preto. Sendo assim, tivesse paciência: mais tarde explicava tudo, haveria de compreender. Passar fome era muito bonito nos romances de Knut Hamsun, lidos depois do jantar, e sem credores à porta. Não teve mais dúvidas: virou cara quando o outro se aproximou e fingiu que não o via, que não era com ele.

E não era mesmo com ele.

antes de cumprimentá-lo, talvez ainda se tê-lo visto, o sambista abriu os braços para acolher o americano, também seu amigo.
A classificação da oração está INCORRETA em:
 

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987105 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IMAM
Orgão: Pref. Ipatinga-MG
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Preto e Branco
Perdera o emprego, chegara passar fome, sem que ninguém soubesse, por constrangimento, afastara-se da roda boêmia que antes costumava frequentar escritores, jornalistas e um sambista de cor que vinha ser meu mais velho companheiro de noitadas.

a salvação lhe apareceu na forma de um americano, que lhe oferecia emprego numa agência. Agarrou-se com unhas e dentes oportunidade, vale dizer, ao americano, para garantir na sua nova função uma relativa estabilidade.

E um belo dia vai seguindo com o chefe pela Rua México, já distraído de seus passados tropeços, mas tropeçando obstinadamente no inglês com que se entendiam, quando vê do outro lado da rua um preto agitar a mão para ele.

Era o sambista seu amigo.

Ocorreu-lhe desde logo que ao americano poderia parecer estranha tal amizade, e mais ainda: incompatível com a ética ianque a ser mantida nas funções que passara a exercer. Lembrou-se num átimo que o americano em geral, tem uma coisa muito séria chamada preconceito racial e seu critério de julgamento da capacidade funcional dos subordinados talvez se deixasse influir por essa odiosa deformação. Por via das dúvidas, correspondeu ao cumprimento de seu amigo de maneira mais discreta que lhe foi possível, mas viu em pânico que ele atravessava a rua em sua direção, sorriso aberto e braços prontos para um abraço.

Pensou rapidamente em se esquivar, não dava tempo, o americano também se detivera, vendo o preto aproximar-se. Era seu amigo, velho companheiro, um bom sujeito, dos melhores mesmo que já conhecera, acaso jamais chegara a se lembrar de que se tratava de um preto? Agora, com o gringo ali, a seu lado, todo branco é sardento, é que percebia pela primeira vez, não podia ser mais preto. Sendo assim, tivesse paciência: mais tarde explicava tudo, haveria de compreender. Passar fome era muito bonito nos romances de Knut Hamsun, lidos depois do jantar, e sem credores à porta. Não teve mais dúvidas: virou cara quando o outro se aproximou e fingiu que não o via, que não era com ele.

E não era mesmo com ele.

antes de cumprimentá-lo, talvez ainda se tê-lo visto, o sambista abriu os braços para acolher o americano, também seu amigo.
Quanto à regência nominal, de acordo com as regras da língua culta, está INCORRETA a seguinte alternativa:
 

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987082 Ano: 2017
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IMAM
Orgão: Pref. Ipatinga-MG
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De acordo com o Decreto nº 4435, de 17/04/2001 que dispõe sobre a regulamentação dos serviços de limpeza urbana no Município, são classificadas como serviços de limpeza urbana, as seguintes atividades, EXCETO:
 

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983664 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IMAM
Orgão: Pref. Ipatinga-MG
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Preto e Branco
Perdera o emprego, chegara passar fome, sem que ninguém soubesse, por constrangimento, afastara-se da roda boêmia que antes costumava frequentar escritores, jornalistas e um sambista de cor que vinha ser meu mais velho companheiro de noitadas.

a salvação lhe apareceu na forma de um americano, que lhe oferecia emprego numa agência. Agarrou-se com unhas e dentes oportunidade, vale dizer, ao americano, para garantir na sua nova função uma relativa estabilidade.

E um belo dia vai seguindo com o chefe pela Rua México, já distraído de seus passados tropeços, mas tropeçando obstinadamente no inglês com que se entendiam, quando vê do outro lado da rua um preto agitar a mão para ele.

Era o sambista seu amigo.

Ocorreu-lhe desde logo que ao americano poderia parecer estranha tal amizade, e mais ainda: incompatível com a ética ianque a ser mantida nas funções que passara a exercer. Lembrou-se num átimo que o americano em geral, tem uma coisa muito séria chamada preconceito racial e seu critério de julgamento da capacidade funcional dos subordinados talvez se deixasse influir por essa odiosa deformação. Por via das dúvidas, correspondeu ao cumprimento de seu amigo de maneira mais discreta que lhe foi possível, mas viu em pânico que ele atravessava a rua em sua direção, sorriso aberto e braços prontos para um abraço.

Pensou rapidamente em se esquivar, não dava tempo, o americano também se detivera, vendo o preto aproximar-se. Era seu amigo, velho companheiro, um bom sujeito, dos melhores mesmo que já conhecera, acaso jamais chegara a se lembrar de que se tratava de um preto? Agora, com o gringo ali, a seu lado, todo branco é sardento, é que percebia pela primeira vez, não podia ser mais preto. Sendo assim, tivesse paciência: mais tarde explicava tudo, haveria de compreender. Passar fome era muito bonito nos romances de Knut Hamsun, lidos depois do jantar, e sem credores à porta. Não teve mais dúvidas: virou cara quando o outro se aproximou e fingiu que não o via, que não era com ele.

E não era mesmo com ele.

antes de cumprimentá-lo, talvez ainda se tê-lo visto, o sambista abriu os braços para acolher o americano, também seu amigo.
Complete CORRETAMENTE as lacunas do texto, na ordem em que aparecem a seguinte alternativa:
 

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