Foram encontradas 80 questões.
Luana vai à casa de sua mãe de 3 em 3 dias, seu irmão
Carlos vai de 5 em 5 dias e a irmã mais nova, Clara, vai
de 7 em 7 dias. Se hoje os três se encontraram na casa
da mãe, em quantos dias isso acontecerá novamente?
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Heitor trabalha em uma concessionária e em um
determinado mês vendeu x carros da marca A, de
R$85.500,00 e y carros da marca B, de R$125.600,00,
totalizando 12 veículos. Se o faturamento total dessas
vendas foi de R$1.226.500,00, quantos carros ele
vendeu de cada marca?
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Bianca pegou R$5.000,00 emprestados com seu amigo
Caio e prometeu pagar em 6 meses, com juros simples
de 7% ao mês. Qual é o valor total que ela terá que
pagar ao final deste período?
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Um automóvel percorre 350 km com 25 litros de
combustível, então, quantos quilômetros ele vai percorrer com 60 litros?
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João construiu em sua fazenda um campo de futebol
com 45 m de largura e 90 m de comprimento.
Considerando que a grama usada custa R$8,00 o metro
quadrado, quanto ele vai gastar para fazer esse
gramado?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O procurador que foi Uber por quatro meses em
Salvador
A relação do motorista de aplicativo com a plataforma é
um vínculo de emprego? Ou ele é um trabalhador
independente que contrata a tecnologia dessas
empresas?
Para enxergar de outro ângulo essa questão — motivo
de disputas no mundo todo —, o procurador do
Ministério Público do Trabalho Ilan Fonseca tirou uma
licença de quatro meses para ser motorista de Uber nas
ruas de Salvador.
Antes de ser procurador, ele já havia sido advogado e
auditor fiscal do trabalho. Mas sentiu que faltava uma
peça para se aprofundar na discussão sobre os
trabalhadores de aplicativo: viver o cotidiano de um
motorista de aplicativo.
Queria experimentar, entre outros pontos, como é a
comunicação das plataformas com os motoristas e
quanto poder de decisão eles realmente têm.
"Não tive, em nenhuma ocasião, a sensação de ser meu
próprio chefe", resume Fonseca, em referência a um
termo muito usado pela Uber e por motoristas.
Fonseca ficou disponível na Uber por mais de 350 horas
de dezembro de 2021 a março de 2022.
Após ter feito trezentos e cinquenta corridas e terminado
com avaliação de 4,98 estrelas, Fonseca concluiu que a
"subordinação do motorista" à plataforma "é muito mais
intensa do que a gente imagina".
Ele reconhece que fez o trabalho de motorista sem
depender disso para pagar as contas e que, "na
qualidade de homem branco, enfrentou menos
dificuldades do que enfrentaria se fosse mulher ou
negro".
Procurada pela BBC News Brasil, a Uber criticou a
pesquisa de Fonseca e respondeu que "os motoristas
parceiros não são empregados e nem prestam serviço à
Uber". Afirmou que são "profissionais independentes que
contratam a tecnologia de intermediação de viagens
oferecida pela empresa por meio do aplicativo".
A assessoria de imprensa da 99, outra empresa de
aplicativo de transporte de passageiros e bens também
citada pelo pesquisador, foi procurada pela reportagem,
mas informou que não comentaria.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxwz24r
3p8yo.adaptado.
O número de orações presentes na frase em questão é de:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O procurador que foi Uber por quatro meses em
Salvador
A relação do motorista de aplicativo com a plataforma é
um vínculo de emprego? Ou ele é um trabalhador
independente que contrata a tecnologia dessas
empresas?
Para enxergar de outro ângulo essa questão — motivo
de disputas no mundo todo —, o procurador do
Ministério Público do Trabalho Ilan Fonseca tirou uma
licença de quatro meses para ser motorista de Uber nas
ruas de Salvador.
Antes de ser procurador, ele já havia sido advogado e
auditor fiscal do trabalho. Mas sentiu que faltava uma
peça para se aprofundar na discussão sobre os
trabalhadores de aplicativo: viver o cotidiano de um
motorista de aplicativo.
Queria experimentar, entre outros pontos, como é a
comunicação das plataformas com os motoristas e
quanto poder de decisão eles realmente têm.
"Não tive, em nenhuma ocasião, a sensação de ser meu
próprio chefe", resume Fonseca, em referência a um
termo muito usado pela Uber e por motoristas.
Fonseca ficou disponível na Uber por mais de 350 horas
de dezembro de 2021 a março de 2022.
Após ter feito trezentos e cinquenta corridas e terminado
com avaliação de 4,98 estrelas, Fonseca concluiu que a
"subordinação do motorista" à plataforma "é muito mais
intensa do que a gente imagina".
Ele reconhece que fez o trabalho de motorista sem
depender disso para pagar as contas e que, "na
qualidade de homem branco, enfrentou menos
dificuldades do que enfrentaria se fosse mulher ou
negro".
Procurada pela BBC News Brasil, a Uber criticou a
pesquisa de Fonseca e respondeu que "os motoristas
parceiros não são empregados e nem prestam serviço à
Uber". Afirmou que são "profissionais independentes que
contratam a tecnologia de intermediação de viagens
oferecida pela empresa por meio do aplicativo".
A assessoria de imprensa da 99, outra empresa de
aplicativo de transporte de passageiros e bens também
citada pelo pesquisador, foi procurada pela reportagem,
mas informou que não comentaria.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxwz24r
3p8yo.adaptado.
De acordo com o texto 'O procurador que foi Uber por 4 meses em Salvador', os motoristas parceiros da Uber:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O procurador que foi Uber por quatro meses em
Salvador
A relação do motorista de aplicativo com a plataforma é
um vínculo de emprego? Ou ele é um trabalhador
independente que contrata a tecnologia dessas
empresas?
Para enxergar de outro ângulo essa questão — motivo
de disputas no mundo todo —, o procurador do
Ministério Público do Trabalho Ilan Fonseca tirou uma
licença de quatro meses para ser motorista de Uber nas
ruas de Salvador.
Antes de ser procurador, ele já havia sido advogado e
auditor fiscal do trabalho. Mas sentiu que faltava uma
peça para se aprofundar na discussão sobre os
trabalhadores de aplicativo: viver o cotidiano de um
motorista de aplicativo.
Queria experimentar, entre outros pontos, como é a
comunicação das plataformas com os motoristas e
quanto poder de decisão eles realmente têm.
"Não tive, em nenhuma ocasião, a sensação de ser meu
próprio chefe", resume Fonseca, em referência a um
termo muito usado pela Uber e por motoristas.
Fonseca ficou disponível na Uber por mais de 350 horas
de dezembro de 2021 a março de 2022.
Após ter feito trezentos e cinquenta corridas e terminado
com avaliação de 4,98 estrelas, Fonseca concluiu que a
"subordinação do motorista" à plataforma "é muito mais
intensa do que a gente imagina".
Ele reconhece que fez o trabalho de motorista sem
depender disso para pagar as contas e que, "na
qualidade de homem branco, enfrentou menos
dificuldades do que enfrentaria se fosse mulher ou
negro".
Procurada pela BBC News Brasil, a Uber criticou a
pesquisa de Fonseca e respondeu que "os motoristas
parceiros não são empregados e nem prestam serviço à
Uber". Afirmou que são "profissionais independentes que
contratam a tecnologia de intermediação de viagens
oferecida pela empresa por meio do aplicativo".
A assessoria de imprensa da 99, outra empresa de
aplicativo de transporte de passageiros e bens também
citada pelo pesquisador, foi procurada pela reportagem,
mas informou que não comentaria.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxwz24r
3p8yo.adaptado.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O procurador que foi Uber por quatro meses em
Salvador
A relação do motorista de aplicativo com a plataforma é
um vínculo de emprego? Ou ele é um trabalhador
independente que contrata a tecnologia dessas
empresas?
Para enxergar de outro ângulo essa questão — motivo
de disputas no mundo todo —, o procurador do
Ministério Público do Trabalho Ilan Fonseca tirou uma
licença de quatro meses para ser motorista de Uber nas
ruas de Salvador.
Antes de ser procurador, ele já havia sido advogado e
auditor fiscal do trabalho. Mas sentiu que faltava uma
peça para se aprofundar na discussão sobre os
trabalhadores de aplicativo: viver o cotidiano de um
motorista de aplicativo.
Queria experimentar, entre outros pontos, como é a
comunicação das plataformas com os motoristas e
quanto poder de decisão eles realmente têm.
"Não tive, em nenhuma ocasião, a sensação de ser meu
próprio chefe", resume Fonseca, em referência a um
termo muito usado pela Uber e por motoristas.
Fonseca ficou disponível na Uber por mais de 350 horas
de dezembro de 2021 a março de 2022.
Após ter feito trezentos e cinquenta corridas e terminado
com avaliação de 4,98 estrelas, Fonseca concluiu que a
"subordinação do motorista" à plataforma "é muito mais
intensa do que a gente imagina".
Ele reconhece que fez o trabalho de motorista sem
depender disso para pagar as contas e que, "na
qualidade de homem branco, enfrentou menos
dificuldades do que enfrentaria se fosse mulher ou
negro".
Procurada pela BBC News Brasil, a Uber criticou a
pesquisa de Fonseca e respondeu que "os motoristas
parceiros não são empregados e nem prestam serviço à
Uber". Afirmou que são "profissionais independentes que
contratam a tecnologia de intermediação de viagens
oferecida pela empresa por meio do aplicativo".
A assessoria de imprensa da 99, outra empresa de
aplicativo de transporte de passageiros e bens também
citada pelo pesquisador, foi procurada pela reportagem,
mas informou que não comentaria.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxwz24r
3p8yo.adaptado.
Assinale a opção que contenha encontro consonantal e vocálico, simultaneamente, em pelo menos um dos vocábulos.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O procurador que foi Uber por quatro meses em
Salvador
A relação do motorista de aplicativo com a plataforma é
um vínculo de emprego? Ou ele é um trabalhador
independente que contrata a tecnologia dessas
empresas?
Para enxergar de outro ângulo essa questão — motivo
de disputas no mundo todo —, o procurador do
Ministério Público do Trabalho Ilan Fonseca tirou uma
licença de quatro meses para ser motorista de Uber nas
ruas de Salvador.
Antes de ser procurador, ele já havia sido advogado e
auditor fiscal do trabalho. Mas sentiu que faltava uma
peça para se aprofundar na discussão sobre os
trabalhadores de aplicativo: viver o cotidiano de um
motorista de aplicativo.
Queria experimentar, entre outros pontos, como é a
comunicação das plataformas com os motoristas e
quanto poder de decisão eles realmente têm.
"Não tive, em nenhuma ocasião, a sensação de ser meu
próprio chefe", resume Fonseca, em referência a um
termo muito usado pela Uber e por motoristas.
Fonseca ficou disponível na Uber por mais de 350 horas
de dezembro de 2021 a março de 2022.
Após ter feito trezentos e cinquenta corridas e terminado
com avaliação de 4,98 estrelas, Fonseca concluiu que a
"subordinação do motorista" à plataforma "é muito mais
intensa do que a gente imagina".
Ele reconhece que fez o trabalho de motorista sem
depender disso para pagar as contas e que, "na
qualidade de homem branco, enfrentou menos
dificuldades do que enfrentaria se fosse mulher ou
negro".
Procurada pela BBC News Brasil, a Uber criticou a
pesquisa de Fonseca e respondeu que "os motoristas
parceiros não são empregados e nem prestam serviço à
Uber". Afirmou que são "profissionais independentes que
contratam a tecnologia de intermediação de viagens
oferecida pela empresa por meio do aplicativo".
A assessoria de imprensa da 99, outra empresa de
aplicativo de transporte de passageiros e bens também
citada pelo pesquisador, foi procurada pela reportagem,
mas informou que não comentaria.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxwz24r
3p8yo.adaptado.
Os vocábulos destacados são formados pelos processos de, respectivamente:
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