Foram encontradas 40 questões.
Uma sequência de quadrados é
construída dentro de um quadrado inicial
de área 64 cm². Cada novo quadrado é
inscrito dentro do anterior de forma que os
lados sejam paralelos aos do quadrado
anterior. Além disso, cada novo quadrado
tem sua área igual a 1/4 da área do quadrado
imediatamente externo a ele. Se esse
processo continuar por mais duas etapas,
ou seja, se forem construídos três
quadrados no total, qual será a soma das
áreas de todos os quadrados?
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Dada a função de primeiro grau f(x) = ax + b. Sabendo que a função passa
pelos pontos (2, 5) e (4, 9), qual é o valor de -5 + a2?
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Considere a equação de segundo grau ax2 + bx + c = 0. Se as raízes dessa
equação são x1 = 2 e x2= −3, qual é o valor
de a + b − c?
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Maria investiu R$ 5.000,00 em duas
aplicações diferentes. A primeira aplicação
oferece uma taxa de juros simples de 3% ao
mês, e a segunda aplicação oferece uma
taxa de juros simples de 5% ao mês. Maria
colocou uma parte do dinheiro na primeira
aplicação e o restante na segunda. Após 1
semestre, ela recebeu um total de R$
1.080,00 em juros das duas aplicações
combinadas. Quanto Maria investiu na
segunda aplicação?
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Em uma pesquisa de mercado, três
produtos (A, B e C) são vendidos em um
supermercado. No mês de agosto, as
vendas dos produtos estavam na
proporção de 2:3:5, respectivamente. No
mês seguinte, as vendas dos produtos A e
B aumentaram em 25% e 40%,
respectivamente, enquanto as vendas do
produto C diminuíram em 20%. Se as
vendas totais no mês de agosto foram
10.000 unidades, quantas unidades foram
vendidas do produto A no mês de
setembro?
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Elucubrações sobre o cheiro
Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024
Cheiro era sinônimo de perfume. Uma
pessoa circulava entre os padrinhos e parentes
dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se
fosse a oferta de um copo de água. Todos
vinham de algum povoado, fazendo rancho em
imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu,
menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a
fartura de pessoas a futricar minha atenção. E
lá ficava a encher os olhos com sala e corredor
povoados, todos arrumados, não me
lembrando se os homens trajavam ternos ou
só camisa de manga comprida. Noivo, de
terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza.
Depois, enfileirados, devidamente
encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os
noivos à frente, sem a montaria, na perna,
então, rumavam para a Igreja, ou para o
cartório do registro civil, em prédios vizinhos,
para sacramentar o casamento.
Os que não tinham casa para se
arranchar, usavam o cavalo, a caravana
impoluta do povoado até a cidade, em ritmo
lento, a noiva mal acomodada na montaria, o
cuidado para não sujar o vestido, a alegria do
casamento compensava o sacrifício da
viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o
vestido branco denunciando se cuidar de
casamento, dispensando qualquer estandarte
a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da
semana, retornando a caravana depois, onde,
acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada
de bebida e de salgadinhos, o casamento se
tornando motivo para uma comemoração, por
mais pobres que fossem os noivos ou os pais,
se fazia obrigatória, a despeito de qualquer
norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É
exigir demais, já que nunca fiz parte da
caravana nem participei da festa. Acho que era
na vinda para a cidade.
Cheiro também carrega o significado de
beijo, e como tal desponta, não de namorados,
que é beijo de boca com boca, com saliva e
tudo, beijador e beijado num caloroso abraço,
eletricidade passando por todo o corpo, nada
carregando de cheiro, que é sinônimo de
carinho, fraternalmente dado nas papadas
e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico
em harmonia com o nariz, porque foi assim que
cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a
memória não consegue ressuscitar as gentis
senhoras que me cheiravam. Fossem vivas,
diante da paisagem que a idade me reveste,
por certo, não se atreveriam a tanto.
CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o
cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024.
Disponível em:
https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/
2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em:
23 mai. 2024.
Qual é o sentido veiculado pela expressão sublinhada no excerto abaixo?
“Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma.” (2º parágrafo)
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Elucubrações sobre o cheiro
Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024
Cheiro era sinônimo de perfume. Uma
pessoa circulava entre os padrinhos e parentes
dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se
fosse a oferta de um copo de água. Todos
vinham de algum povoado, fazendo rancho em
imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu,
menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a
fartura de pessoas a futricar minha atenção. E
lá ficava a encher os olhos com sala e corredor
povoados, todos arrumados, não me
lembrando se os homens trajavam ternos ou
só camisa de manga comprida. Noivo, de
terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza.
Depois, enfileirados, devidamente
encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os
noivos à frente, sem a montaria, na perna,
então, rumavam para a Igreja, ou para o
cartório do registro civil, em prédios vizinhos,
para sacramentar o casamento.
Os que não tinham casa para se
arranchar, usavam o cavalo, a caravana
impoluta do povoado até a cidade, em ritmo
lento, a noiva mal acomodada na montaria, o
cuidado para não sujar o vestido, a alegria do
casamento compensava o sacrifício da
viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o
vestido branco denunciando se cuidar de
casamento, dispensando qualquer estandarte
a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da
semana, retornando a caravana depois, onde,
acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada
de bebida e de salgadinhos, o casamento se
tornando motivo para uma comemoração, por
mais pobres que fossem os noivos ou os pais,
se fazia obrigatória, a despeito de qualquer
norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É
exigir demais, já que nunca fiz parte da
caravana nem participei da festa. Acho que era
na vinda para a cidade.
Cheiro também carrega o significado de
beijo, e como tal desponta, não de namorados,
que é beijo de boca com boca, com saliva e
tudo, beijador e beijado num caloroso abraço,
eletricidade passando por todo o corpo, nada
carregando de cheiro, que é sinônimo de
carinho, fraternalmente dado nas papadas
e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico
em harmonia com o nariz, porque foi assim que
cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a
memória não consegue ressuscitar as gentis
senhoras que me cheiravam. Fossem vivas,
diante da paisagem que a idade me reveste,
por certo, não se atreveriam a tanto.
CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o
cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024.
Disponível em:
https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/
2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em:
23 mai. 2024.
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Elucubrações sobre o cheiro
Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024
Cheiro era sinônimo de perfume. Uma
pessoa circulava entre os padrinhos e parentes
dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se
fosse a oferta de um copo de água. Todos
vinham de algum povoado, fazendo rancho em
imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu,
menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a
fartura de pessoas a futricar minha atenção. E
lá ficava a encher os olhos com sala e corredor
povoados, todos arrumados, não me
lembrando se os homens trajavam ternos ou
só camisa de manga comprida. Noivo, de
terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza.
Depois, enfileirados, devidamente
encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os
noivos à frente, sem a montaria, na perna,
então, rumavam para a Igreja, ou para o
cartório do registro civil, em prédios vizinhos,
para sacramentar o casamento.
Os que não tinham casa para se
arranchar, usavam o cavalo, a caravana
impoluta do povoado até a cidade, em ritmo
lento, a noiva mal acomodada na montaria, o
cuidado para não sujar o vestido, a alegria do
casamento compensava o sacrifício da
viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o
vestido branco denunciando se cuidar de
casamento, dispensando qualquer estandarte
a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da
semana, retornando a caravana depois, onde,
acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada
de bebida e de salgadinhos, o casamento se
tornando motivo para uma comemoração, por
mais pobres que fossem os noivos ou os pais,
se fazia obrigatória, a despeito de qualquer
norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É
exigir demais, já que nunca fiz parte da
caravana nem participei da festa. Acho que era
na vinda para a cidade.
Cheiro também carrega o significado de
beijo, e como tal desponta, não de namorados,
que é beijo de boca com boca, com saliva e
tudo, beijador e beijado num caloroso abraço,
eletricidade passando por todo o corpo, nada
carregando de cheiro, que é sinônimo de
carinho, fraternalmente dado nas papadas
e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico
em harmonia com o nariz, porque foi assim que
cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a
memória não consegue ressuscitar as gentis
senhoras que me cheiravam. Fossem vivas,
diante da paisagem que a idade me reveste,
por certo, não se atreveriam a tanto.
CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o
cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024.
Disponível em:
https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/
2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em:
23 mai. 2024.
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Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024
Cheiro era sinônimo de perfume. Uma
pessoa circulava entre os padrinhos e parentes
dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se
fosse a oferta de um copo de água. Todos
vinham de algum povoado, fazendo rancho em
imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu,
menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a
fartura de pessoas a futricar minha atenção. E
lá ficava a encher os olhos com sala e corredor
povoados, todos arrumados, não me
lembrando se os homens trajavam ternos ou
só camisa de manga comprida. Noivo, de
terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza.
Depois, enfileirados, devidamente
encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os
noivos à frente, sem a montaria, na perna,
então, rumavam para a Igreja, ou para o
cartório do registro civil, em prédios vizinhos,
para sacramentar o casamento.
Os que não tinham casa para se
arranchar, usavam o cavalo, a caravana
impoluta do povoado até a cidade, em ritmo
lento, a noiva mal acomodada na montaria, o
cuidado para não sujar o vestido, a alegria do
casamento compensava o sacrifício da
viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o
vestido branco denunciando se cuidar de
casamento, dispensando qualquer estandarte
a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da
semana, retornando a caravana depois, onde,
acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada
de bebida e de salgadinhos, o casamento se
tornando motivo para uma comemoração, por
mais pobres que fossem os noivos ou os pais,
se fazia obrigatória, a despeito de qualquer
norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É
exigir demais, já que nunca fiz parte da
caravana nem participei da festa. Acho que era
na vinda para a cidade.
Cheiro também carrega o significado de
beijo, e como tal desponta, não de namorados,
que é beijo de boca com boca, com saliva e
tudo, beijador e beijado num caloroso abraço,
eletricidade passando por todo o corpo, nada
carregando de cheiro, que é sinônimo de
carinho, fraternalmente dado nas papadas
e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico
em harmonia com o nariz, porque foi assim que
cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a
memória não consegue ressuscitar as gentis
senhoras que me cheiravam. Fossem vivas,
diante da paisagem que a idade me reveste,
por certo, não se atreveriam a tanto.
CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o
cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024.
Disponível em:
https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/
2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em:
23 mai. 2024.
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Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024
Cheiro era sinônimo de perfume. Uma
pessoa circulava entre os padrinhos e parentes
dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se
fosse a oferta de um copo de água. Todos
vinham de algum povoado, fazendo rancho em
imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu,
menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a
fartura de pessoas a futricar minha atenção. E
lá ficava a encher os olhos com sala e corredor
povoados, todos arrumados, não me
lembrando se os homens trajavam ternos ou
só camisa de manga comprida. Noivo, de
terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza.
Depois, enfileirados, devidamente
encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os
noivos à frente, sem a montaria, na perna,
então, rumavam para a Igreja, ou para o
cartório do registro civil, em prédios vizinhos,
para sacramentar o casamento.
Os que não tinham casa para se
arranchar, usavam o cavalo, a caravana
impoluta do povoado até a cidade, em ritmo
lento, a noiva mal acomodada na montaria, o
cuidado para não sujar o vestido, a alegria do
casamento compensava o sacrifício da
viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o
vestido branco denunciando se cuidar de
casamento, dispensando qualquer estandarte
a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da
semana, retornando a caravana depois, onde,
acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada
de bebida e de salgadinhos, o casamento se
tornando motivo para uma comemoração, por
mais pobres que fossem os noivos ou os pais,
se fazia obrigatória, a despeito de qualquer
norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É
exigir demais, já que nunca fiz parte da
caravana nem participei da festa. Acho que era
na vinda para a cidade.
Cheiro também carrega o significado de
beijo, e como tal desponta, não de namorados,
que é beijo de boca com boca, com saliva e
tudo, beijador e beijado num caloroso abraço,
eletricidade passando por todo o corpo, nada
carregando de cheiro, que é sinônimo de
carinho, fraternalmente dado nas papadas
e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico
em harmonia com o nariz, porque foi assim que
cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a
memória não consegue ressuscitar as gentis
senhoras que me cheiravam. Fossem vivas,
diante da paisagem que a idade me reveste,
por certo, não se atreveriam a tanto.
CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o
cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024.
Disponível em:
https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/
2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em:
23 mai. 2024.
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