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Durante uma rotina de correção em um centro de
avaliação acadêmica, observou-se que 180 provas são
corrigidas em 6 horas, com produtividade constante ao
longo do tempo. Mantidas exatamente as mesmas
condições de trabalho e o mesmo ritmo de correção,
analisa-se a relação entre quantidade de provas e tempo
necessário para concluir novas demandas. Com base
nessas informações, avaliam-se as afirmações a seguir
sobre o tempo para corrigir 300 provas.
I.A produtividade do grupo é de 30 provas corrigidas por hora.
II.Para corrigir 300 provas, mantendo o mesmo ritmo, serão necessárias 10 horas de trabalho.
III.Se o total fosse de 240 provas, o tempo necessário seria de 6 horas.
IV.A correção de 300 provas exigiria 8 horas, pois a quantidade de provas aumenta em proporção menor que o tempo.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.A produtividade do grupo é de 30 provas corrigidas por hora.
II.Para corrigir 300 provas, mantendo o mesmo ritmo, serão necessárias 10 horas de trabalho.
III.Se o total fosse de 240 provas, o tempo necessário seria de 6 horas.
IV.A correção de 300 provas exigiria 8 horas, pois a quantidade de provas aumenta em proporção menor que o tempo.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Em uma pesquisa sobre a aprovação da construção de
uma quadra poliesportiva no bairro, descobriu-se que a
razão entre favoráveis e desfavoráveis é 3:5. Se foram
entrevistadas 160 pessoas, quantas são favoráveis à
construção?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
Em relação ao sinal indicativo de crase nas expressões destacadas, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
Considerando os termos da oração e a análise sintática do verbo e de seus complementos, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
A oração destacada é classificada como:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
O termo destacado é formado por palavras que se classificam, respectivamente, como:
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Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
Quanto ao processo de formação das palavras destacadas, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
Considerando os termos da oração, é CORRETO afirmar que:
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