Foram encontradas 27 questões.
Assinale o período com grafia inteiramente CORRETA:
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O controle sanitário, realizado sobre os medicamentos constantes na Portaria nº 344, de 12 de maio de 1998, busca permitir o uso correto destes pela população, uma vez que sua utilização irracional pode trazer transtornos aos pacientes.
De acordo com a referida portaria, que aprova o regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial, é CORRETO afirmar, sobre a receita e a notificação de receita:
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A via de administração dos medicamentos mais utilizada é a Oral. Por essa via, várias formas farmacêuticas foram desenvolvidas, entre elas comprimido, comprimido revestido, comprimido sublingual, comprimido mastigável, solução oral, xarope e suspensão oral.
Sobre a utilização de medicamentos por via oral, podemos afirmar que está CORRETO:
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Associe seus conhecimentos gramaticais ao texto da charge abaixo e analise as afirmações a seguir.

(Disponível em: http://www.ivancabral.com/2011/09/charge-do-dia-medo-de-operacao.html. Acesso em 01 jul. 2016)
1. Ocorre um complemento nominal na 1ª frase.
2. Identifica-se um caso de hiato no termo “cardíaca”.
3. O tritongo está presente no substantivo “operação”.
4. Há um dígrafo consonantal na unidade lexical “morro”.
5. Os termos “de” e “só” são monossílabos tônicos e oxítonos.
Está CORRETO o que se afirma em:
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No que tange à Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME), foram feitos alguns comentários, levando-se em consideração o disposto no Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011.
Classifique-os como V (VERDADEIROS) ou F (FALSOS):
( ) Compreende a seleção e a padronização de medicamentos contraindicados para atendimento de doenças ou de agravos no âmbito do SUS.
( ) Os entes federativos poderão ampliar o acesso do usuário à assistência farmacêutica, desde que questões de saúde pública o justifique.
( ) A cada quatro anos, o Conselho Nacional de Farmácia consolidará e publicará as atualizações da RENAME, do respectivo Formulário Terapêutico Nacional e dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas.
( ) O Estado, o Distrito Federal e o Município poderão adotar relações específicas e complementares de medicamentos.
A sequência CORRETA de classificação, de cima para baixo, é:
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Instrução: Para responder a questão, leia, atentamente, o texto abaixo.
O lápis e o teclado
Marcelo Leite*
Deveria pensar duas vezes quem estiver convencido de que a escrita à mão caminha para se tornar obsoleta – em particular se tiver filhos pequenos. Tudo indica que essa habilidade é crucial para aprender a ler e a pensar.
Repare na moça ou moço bonito a seu lado no metrô. Enquanto seus polegares deslizam fluidos pela telinha do celular, escrevendo mensagens, parece impossível reter a crença de que caligrafia ainda sirva para alguma coisa.
Sempre me questiono. Quem se importa? Lápis e papel são coisas do passado, não contribuem para se conectar a nada no mundo digital, tornando-se assim inúteis.
Com os smartphones, até mesmo laptops já viram peça de museu. Se antes ensinar a escrever à mão ia perdendo prioridade nos sistemas educacionais, não tardará o momento em que alguém vai defender alfabetizar a criançada direto com letras numa tela. Será um erro crasso.
Há pencas de estudos mostrando que escrever à mão de maneira legível e rápida tem correlação estreita com desempenho escolar. Vai bem na escola quem escreve direito (médicos sendo a exceção que confirma a regra).
Os gaiatos dirão que professores preferem os alunos com letra bonita e os premiam com notas melhores. Pode ser. Mas há algo mais em jogo a sugerir que vale a pena dedicar-se a fazer meninas e meninos trabalharem mais com lápis e papel.
E quanto mais cedo melhor. Crianças de dois e três anos já estão aptas a experimentar com riscos que as prepararão aos quatro ou cinco para produzir formas geométricas e, depois, letras de fôrma completas. A partir daí entra em cena, ou deveria, a escrita cursiva. Teclados e telas, só mais para o fim do ensino fundamental.
Desenhar os caracteres de maneira contínua, conectando-os uns aos outros, prepara o cérebro para ler. Facilita fixar a correspondência entre grupos de signos e a unidade de sílabas, ou palavras inteiras.
Nossos cérebros precisam ser empurrados na direção certa. Eles não foram feitos para ler e escrever. Essa atividade só se tornou possível porque cooptou para a tarefa uma área conhecida como giro fusiforme, envolvida também no reconhecimento de rostos.
Como tudo em educação, o sucesso desse recrutamento depende de exercício. Se não fosse o receio de soar antiquado demais, ou de deixar entrever que há um quê de nostalgia nisso, diria até ser o caso de considerar seriamente a ressurreição dos cadernos de caligrafia.
Ainda me lembro de ficar com o giro fusiforme em brasa (metaforicamente falando), os dedos suados e o médio da mão direita vermelho na primeira falange, ainda desprovida de calo, diante daquelas três raias em que precisava fazer correr o grafite errático -sem calcar demais.
Maiúsculas e minúsculas como "t" tinham de tocar o limite superior; vogais minúsculas ficavam espremidas na linha do meio; a perna do "p" se esticava toda para baixo. E repetições, muitas: "A casa do João é bonita".
Até hoje tomo notas à mão e gravo melhor os argumentos quando posso sublinhá-los no papel. Gesto e memória caminham juntos – e juntos chegam mais longe.
* Repórter especial do jornal Folha de São Paulo.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite
/2016/06/1785512-o-lapis-e-o-teclado.shtml. Acesso em 01 jul. 2016 - Adaptado)
O quadro abaixo apresenta duas colunas.
Na primeira, há trechos retirados do texto. Na segunda, comentários sobre a pontuação utilizada nesses trechos.
| Trecho retirado do texto | Comentário sobre o trecho |
| TRECHO I: “Ainda me lembro de ficar com o giro fusiforme em brasa (metaforicamente falando)”. | Os parênteses foram empregados para intercalar uma ideia, indicar um juízo de valor do emissor do texto. |
| TRECHO II: “E repetições, muitas: “A casa do João é bonita””. | As aspas em “A casa do João é bonita” foram usadas para chamar a atenção e destacar o valor significativo da frase. |
| TRECHO III: “Gesto e memória caminham juntos – e juntos chegam mais longe.” | O travessão foi empregado para indicar, no diálogo estabelecido, a mudança de fala do interlocutor. |
| TRECHO IV: “Quem se importa? Lápis e papel são coisas do passado”. | O ponto de interrogação foi utilizado para expressar um ponto de vista do emissor do texto. |
Estão CORRETOS apenas os comentários sobre os trechos
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Associe seus conhecimentos gramaticais ao texto publicitário abaixo e analise as afirmações a seguir.

Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=texto+publicitário+exemplos. Acesso em 01 jul. 2016
1- O vocábulo “SÓ” significa “sozinho” e assume a função de advérbio.
2- A forma nominal “A GENTE” denota o emprego da língua coloquial.
3- O emprego do “POR QUE” está inadequado à grafia e à função de causa.
4- A forma reduzida do verbo “ESTAR” em “TÁ” aproxima a língua do povo.
5- A expressão “COROA” remete à função de rainha que a mãe ocupa no lar.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Instrução: Para responder a questão, leia, atentamente, o texto abaixo.
O lápis e o teclado
Marcelo Leite*
Deveria pensar duas vezes quem estiver convencido de que a escrita à mão caminha para se tornar obsoleta – em particular se tiver filhos pequenos. Tudo indica que essa habilidade é crucial para aprender a ler e a pensar.
Repare na moça ou moço bonito a seu lado no metrô. Enquanto seus polegares deslizam fluidos pela telinha do celular, escrevendo mensagens, parece impossível reter a crença de que caligrafia ainda sirva para alguma coisa.
Sempre me questiono. Quem se importa? Lápis e papel são coisas do passado, não contribuem para se conectar a nada no mundo digital, tornando-se assim inúteis.
Com os smartphones, até mesmo laptops já viram peça de museu. Se antes ensinar a escrever à mão ia perdendo prioridade nos sistemas educacionais, não tardará o momento em que alguém vai defender alfabetizar a criançada direto com letras numa tela. Será um erro crasso.
Há pencas de estudos mostrando que escrever à mão de maneira legível e rápida tem correlação estreita com desempenho escolar. Vai bem na escola quem escreve direito (médicos sendo a exceção que confirma a regra).
Os gaiatos dirão que professores preferem os alunos com letra bonita e os premiam com notas melhores. Pode ser. Mas há algo mais em jogo a sugerir que vale a pena dedicar-se a fazer meninas e meninos trabalharem mais com lápis e papel.
E quanto mais cedo melhor. Crianças de dois e três anos já estão aptas a experimentar com riscos que as prepararão aos quatro ou cinco para produzir formas geométricas e, depois, letras de fôrma completas. A partir daí entra em cena, ou deveria, a escrita cursiva. Teclados e telas, só mais para o fim do ensino fundamental.
Desenhar os caracteres de maneira contínua, conectando-os uns aos outros, prepara o cérebro para ler. Facilita fixar a correspondência entre grupos de signos e a unidade de sílabas, ou palavras inteiras.
Nossos cérebros precisam ser empurrados na direção certa. Eles não foram feitos para ler e escrever. Essa atividade só se tornou possível porque cooptou para a tarefa uma área conhecida como giro fusiforme, envolvida também no reconhecimento de rostos.
Como tudo em educação, o sucesso desse recrutamento depende de exercício. Se não fosse o receio de soar antiquado demais, ou de deixar entrever que há um quê de nostalgia nisso, diria até ser o caso de considerar seriamente a ressurreição dos cadernos de caligrafia.
Ainda me lembro de ficar com o giro fusiforme em brasa (metaforicamente falando), os dedos suados e o médio da mão direita vermelho na primeira falange, ainda desprovida de calo, diante daquelas três raias em que precisava fazer correr o grafite errático -sem calcar demais.
Maiúsculas e minúsculas como "t" tinham de tocar o limite superior; vogais minúsculas ficavam espremidas na linha do meio; a perna do "p" se esticava toda para baixo. E repetições, muitas: "A casa do João é bonita".
Até hoje tomo notas à mão e gravo melhor os argumentos quando posso sublinhá-los no papel. Gesto e memória caminham juntos – e juntos chegam mais longe.
* Repórter especial do jornal Folha de São Paulo.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite
/2016/06/1785512-o-lapis-e-o-teclado.shtml. Acesso em 01 jul. 2016 - Adaptado)
Analise os itens abaixo:
I – No trecho “Há pencas de estudos mostrando que escrever à mão de maneira legível e rápida tem correlação estreita com desempenho escolar (...)”, o verbo HAVER está empregado no sentido de EXISTIR.
II – No trecho “(...) Mas há algo mais em jogo a sugerir que vale a pena dedicar-se a fazer meninas e meninos trabalharem mais com lápis e papel (...)”, o pronome SE após o verbo DEDICAR expressa a colocação pronominal denominada ênclise.
III – No trecho “Sempre me questiono”, o verbo “QUESTIONAR” está empregado na voz reflexiva, pois o ser representado – no caso o sujeito EU – é, a um só tempo, agente e paciente, ou seja, pratica e recebe a ação de “questionar-se”.
IV – No trecho “(...) Até hoje tomo notas à mão e gravo melhor os argumentos quando posso sublinhá-los no papel (...)”, a crase usada na locução “à mão” denota a ideia de modo.
Considerando que cada item tem o valor de 03 (três), a soma CORRETA dos itens é:
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Considerando o previsto na Portaria GM/MS nº 399, de 22 de fevereiro de 2006, que divulga o Pacto pela Saúde 2006 – Consolidação do SUS, e aprova as Diretrizes Operacionais do Referido Pacto –, assinale a alternativa INCORRETA em relação aos princípios gerais do financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS):
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Sobre os procedimentos operacionais para a estocagem dos medicamentos, é CORRETO afirmar:
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