Magna Concursos

Foram encontradas 27 questões.

2524642 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
A Política Nacional de Humanização, como movimento de mudança dos modelos de atenção e gestão, fundamenta-se nos seguintes princípios, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2522174 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Assinale o período com grafia inteiramente CORRETA:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2521105 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Associe seus conhecimentos gramaticais ao texto da charge abaixo e analise as afirmações a seguir.
Enunciado 2825859-1
(Disponível em: http://www.ivancabral.com/2011/09/charge-do-dia-medo-de-operacao.html. Acesso em 01 jul. 2016)
1. Ocorre um complemento nominal na 1ª frase.
2. Identifica-se um caso de hiato no termo “cardíaca”.
3. O tritongo está presente no substantivo “operação”.
4. Há um dígrafo consonantal na unidade lexical “morro”.
5. Os termos “de” e “só” são monossílabos tônicos e oxítonos.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2520932 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Assinale a opção que indique CORRETAMENTE um procedimento adequado em relação à técnica de coleta de sangue venoso:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2520267 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
No que tange à Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME), foram feitos alguns comentários, levando-se em consideração o disposto no Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011.
Classifique-os como V (VERDADEIROS) ou F (FALSOS):
( ) Compreende a seleção e a padronização de medicamentos contraindicados para atendimento de doenças ou de agravos no âmbito do SUS.
( ) Os entes federativos poderão ampliar o acesso do usuário à assistência farmacêutica, desde que questões de saúde pública o justifique.
( ) A cada quatro anos, o Conselho Nacional de Farmácia consolidará e publicará as atualizações da RENAME, do respectivo Formulário Terapêutico Nacional e dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas.
( ) O Estado, o Distrito Federal e o Município poderão adotar relações específicas e complementares de medicamentos.
A sequência CORRETA de classificação, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2520005 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Correlacione adequadamente os exames bioquímicos listados na coluna 1 com os fatores que podem determinar as suas alterações presentes na coluna 2:
Coluna 1 Coluna 2
1. Proteína C reativa ( ) Pancreatite aguda
2. Transaminases hepáticas ( ) Enfermidades da musculatura esquelética e cardíaca
3. Lipase ( ) Doenças ósseas
4. Fosfatase alcalina ( ) Doenças hepatobiliares
5. Creatinoquinase ( ) Lesão tecidual, necrose celular e infecções
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2518878 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Instrução: Para responder a questão, leia, atentamente, o texto abaixo.
O lápis e o teclado
Marcelo Leite*
Deveria pensar duas vezes quem estiver convencido de que a escrita à mão caminha para se tornar obsoleta – em particular se tiver filhos pequenos. Tudo indica que essa habilidade é crucial para aprender a ler e a pensar.
Repare na moça ou moço bonito a seu lado no metrô. Enquanto seus polegares deslizam fluidos pela telinha do celular, escrevendo mensagens, parece impossível reter a crença de que caligrafia ainda sirva para alguma coisa.
Sempre me questiono. Quem se importa? Lápis e papel são coisas do passado, não contribuem para se conectar a nada no mundo digital, tornando-se assim inúteis.
Com os smartphones, até mesmo laptops já viram peça de museu. Se antes ensinar a escrever à mão ia perdendo prioridade nos sistemas educacionais, não tardará o momento em que alguém vai defender alfabetizar a criançada direto com letras numa tela. Será um erro crasso.
Há pencas de estudos mostrando que escrever à mão de maneira legível e rápida tem correlação estreita com desempenho escolar. Vai bem na escola quem escreve direito (médicos sendo a exceção que confirma a regra).
Os gaiatos dirão que professores preferem os alunos com letra bonita e os premiam com notas melhores. Pode ser. Mas há algo mais em jogo a sugerir que vale a pena dedicar-se a fazer meninas e meninos trabalharem mais com lápis e papel.
E quanto mais cedo melhor. Crianças de dois e três anos já estão aptas a experimentar com riscos que as prepararão aos quatro ou cinco para produzir formas geométricas e, depois, letras de fôrma completas. A partir daí entra em cena, ou deveria, a escrita cursiva. Teclados e telas, só mais para o fim do ensino fundamental.
Desenhar os caracteres de maneira contínua, conectando-os uns aos outros, prepara o cérebro para ler. Facilita fixar a correspondência entre grupos de signos e a unidade de sílabas, ou palavras inteiras.
Nossos cérebros precisam ser empurrados na direção certa. Eles não foram feitos para ler e escrever. Essa atividade só se tornou possível porque cooptou para a tarefa uma área conhecida como giro fusiforme, envolvida também no reconhecimento de rostos.
Como tudo em educação, o sucesso desse recrutamento depende de exercício. Se não fosse o receio de soar antiquado demais, ou de deixar entrever que há um quê de nostalgia nisso, diria até ser o caso de considerar seriamente a ressurreição dos cadernos de caligrafia.
Ainda me lembro de ficar com o giro fusiforme em brasa (metaforicamente falando), os dedos suados e o médio da mão direita vermelho na primeira falange, ainda desprovida de calo, diante daquelas três raias em que precisava fazer correr o grafite errático -sem calcar demais.
Maiúsculas e minúsculas como "t" tinham de tocar o limite superior; vogais minúsculas ficavam espremidas na linha do meio; a perna do "p" se esticava toda para baixo. E repetições, muitas: "A casa do João é bonita".
Até hoje tomo notas à mão e gravo melhor os argumentos quando posso sublinhá-los no papel. Gesto e memória caminham juntos – e juntos chegam mais longe.
* Repórter especial do jornal Folha de São Paulo.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite
/2016/06/1785512-o-lapis-e-o-teclado.shtml. Acesso em 01 jul. 2016 - Adaptado)
O quadro abaixo apresenta duas colunas.
Na primeira, há trechos retirados do texto. Na segunda, comentários sobre a pontuação utilizada nesses trechos.
Trecho retirado do texto Comentário sobre o trecho
TRECHO I: “Ainda me lembro de ficar com o giro fusiforme em brasa (metaforicamente falando)”. Os parênteses foram empregados para intercalar uma ideia, indicar um juízo de valor do emissor do texto.
TRECHO II: “E repetições, muitas: “A casa do João é bonita””. As aspas em “A casa do João é bonita” foram usadas para chamar a atenção e destacar o valor significativo da frase.
TRECHO III: “Gesto e memória caminham juntos – e juntos chegam mais longe.” O travessão foi empregado para indicar, no diálogo estabelecido, a mudança de fala do interlocutor.
TRECHO IV: “Quem se importa? Lápis e papel são coisas do passado”. O ponto de interrogação foi utilizado para expressar um ponto de vista do emissor do texto.
Estão CORRETOS apenas os comentários sobre os trechos
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2518434 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Associe seus conhecimentos gramaticais ao texto publicitário abaixo e analise as afirmações a seguir.
Enunciado 2791680-1
Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=texto+publicitário+exemplos. Acesso em 01 jul. 2016
1- O vocábulo “SÓ” significa “sozinho” e assume a função de advérbio.
2- A forma nominal “A GENTE” denota o emprego da língua coloquial.
3- O emprego do “POR QUE” está inadequado à grafia e à função de causa.
4- A forma reduzida do verbo “ESTAR” em “TÁ” aproxima a língua do povo.
5- A expressão “COROA” remete à função de rainha que a mãe ocupa no lar.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2517960 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
A eficácia dos procedimentos de desinfecção pode ser influenciada por diversos fatores.
São interferentes no processo de desinfecção:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2517687 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Instrução: Para responder a questão, leia, atentamente, o texto abaixo.
O lápis e o teclado
Marcelo Leite*
Deveria pensar duas vezes quem estiver convencido de que a escrita à mão caminha para se tornar obsoleta – em particular se tiver filhos pequenos. Tudo indica que essa habilidade é crucial para aprender a ler e a pensar.
Repare na moça ou moço bonito a seu lado no metrô. Enquanto seus polegares deslizam fluidos pela telinha do celular, escrevendo mensagens, parece impossível reter a crença de que caligrafia ainda sirva para alguma coisa.
Sempre me questiono. Quem se importa? Lápis e papel são coisas do passado, não contribuem para se conectar a nada no mundo digital, tornando-se assim inúteis.
Com os smartphones, até mesmo laptops já viram peça de museu. Se antes ensinar a escrever à mão ia perdendo prioridade nos sistemas educacionais, não tardará o momento em que alguém vai defender alfabetizar a criançada direto com letras numa tela. Será um erro crasso.
Há pencas de estudos mostrando que escrever à mão de maneira legível e rápida tem correlação estreita com desempenho escolar. Vai bem na escola quem escreve direito (médicos sendo a exceção que confirma a regra).
Os gaiatos dirão que professores preferem os alunos com letra bonita e os premiam com notas melhores. Pode ser. Mas há algo mais em jogo a sugerir que vale a pena dedicar-se a fazer meninas e meninos trabalharem mais com lápis e papel.
E quanto mais cedo melhor. Crianças de dois e três anos já estão aptas a experimentar com riscos que as prepararão aos quatro ou cinco para produzir formas geométricas e, depois, letras de fôrma completas. A partir daí entra em cena, ou deveria, a escrita cursiva. Teclados e telas, só mais para o fim do ensino fundamental.
Desenhar os caracteres de maneira contínua, conectando-os uns aos outros, prepara o cérebro para ler. Facilita fixar a correspondência entre grupos de signos e a unidade de sílabas, ou palavras inteiras.
Nossos cérebros precisam ser empurrados na direção certa. Eles não foram feitos para ler e escrever. Essa atividade só se tornou possível porque cooptou para a tarefa uma área conhecida como giro fusiforme, envolvida também no reconhecimento de rostos.
Como tudo em educação, o sucesso desse recrutamento depende de exercício. Se não fosse o receio de soar antiquado demais, ou de deixar entrever que há um quê de nostalgia nisso, diria até ser o caso de considerar seriamente a ressurreição dos cadernos de caligrafia.
Ainda me lembro de ficar com o giro fusiforme em brasa (metaforicamente falando), os dedos suados e o médio da mão direita vermelho na primeira falange, ainda desprovida de calo, diante daquelas três raias em que precisava fazer correr o grafite errático -sem calcar demais.
Maiúsculas e minúsculas como "t" tinham de tocar o limite superior; vogais minúsculas ficavam espremidas na linha do meio; a perna do "p" se esticava toda para baixo. E repetições, muitas: "A casa do João é bonita".
Até hoje tomo notas à mão e gravo melhor os argumentos quando posso sublinhá-los no papel. Gesto e memória caminham juntos – e juntos chegam mais longe.
* Repórter especial do jornal Folha de São Paulo.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite
/2016/06/1785512-o-lapis-e-o-teclado.shtml. Acesso em 01 jul. 2016 - Adaptado)
Analise os itens abaixo:
I – No trecho “Há pencas de estudos mostrando que escrever à mão de maneira legível e rápida tem correlação estreita com desempenho escolar (...)”, o verbo HAVER está empregado no sentido de EXISTIR.
II – No trecho “(...) Mas há algo mais em jogo a sugerir que vale a pena dedicar-se a fazer meninas e meninos trabalharem mais com lápis e papel (...)”, o pronome SE após o verbo DEDICAR expressa a colocação pronominal denominada ênclise.
III – No trecho “Sempre me questiono”, o verbo “QUESTIONAR” está empregado na voz reflexiva, pois o ser representado – no caso o sujeito EU – é, a um só tempo, agente e paciente, ou seja, pratica e recebe a ação de “questionar-se”.
IV – No trecho “(...) Até hoje tomo notas à mão e gravo melhor os argumentos quando posso sublinhá-los no papel (...)”, a crase usada na locução “à mão” denota a ideia de modo.
Considerando que cada item tem o valor de 03 (três), a soma CORRETA dos itens é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas