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Foram encontradas 26 questões.

2521344 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
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De acordo com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem do Ministério da Saúde, publicada em 2008, as responsabilidades institucionais desta Política estão definidas conforme as diretrizes emanadas do Pacto pela Saúde, de 2006.
Respeitando-se a autonomia e as competências das três esferas de governo, assinale a alternativa que não corresponde a uma responsabilidade institucional dos Estados:
 

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2521113 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
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De acordo com o Caderno de Atenção Básica do Ministério da Saúde nº 23 – Saúde da Criança: Aleitamento Materno e Alimentação Complementar – 1ª edição, publicado em 2009, a Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca quatro pontos-chave que caracterizam a pega adequada do bebê durante o aleitamento materno.
Todas as alternativas abaixo são pontos-chave que indicam a pega adequada do bebê durante o aleitamento materno/amamentação, EXCETO:
 

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2521105 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Associe seus conhecimentos gramaticais ao texto da charge abaixo e analise as afirmações a seguir.
Enunciado 2825859-1
(Disponível em: http://www.ivancabral.com/2011/09/charge-do-dia-medo-de-operacao.html. Acesso em 01 jul. 2016)
1. Ocorre um complemento nominal na 1ª frase.
2. Identifica-se um caso de hiato no termo “cardíaca”.
3. O tritongo está presente no substantivo “operação”.
4. Há um dígrafo consonantal na unidade lexical “morro”.
5. Os termos “de” e “só” são monossílabos tônicos e oxítonos.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

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2520384 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
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Segundo o documento Atenção à Saúde da Pessoa Idosa e Envelhecimento, do Ministério da Saúde, publicado em 2010, a Área Técnica Saúde do Idoso vem desenvolvendo ações estratégicas com base nas diretrizes contidas na Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa e nas metas propostas no Pacto pela Vida de 2006, objetivando promover o envelhecimento ativo e saudável, a realização de ações de atenção integral e integrada à saúde da pessoa idosa e de ações intersetoriais de fortalecimento da participação popular e de educação permanente.
Todas as alternativas abaixo são ações estratégicas que vêm sendo desenvolvidas pela Área Técnica Saúde do Idoso, EXCETO:
 

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2520267 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
No que tange à Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME), foram feitos alguns comentários, levando-se em consideração o disposto no Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011.
Classifique-os como V (VERDADEIROS) ou F (FALSOS):
( ) Compreende a seleção e a padronização de medicamentos contraindicados para atendimento de doenças ou de agravos no âmbito do SUS.
( ) Os entes federativos poderão ampliar o acesso do usuário à assistência farmacêutica, desde que questões de saúde pública o justifique.
( ) A cada quatro anos, o Conselho Nacional de Farmácia consolidará e publicará as atualizações da RENAME, do respectivo Formulário Terapêutico Nacional e dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas.
( ) O Estado, o Distrito Federal e o Município poderão adotar relações específicas e complementares de medicamentos.
A sequência CORRETA de classificação, de cima para baixo, é:
 

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2518878 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Instrução: Para responder a questão, leia, atentamente, o texto abaixo.
O lápis e o teclado
Marcelo Leite*
Deveria pensar duas vezes quem estiver convencido de que a escrita à mão caminha para se tornar obsoleta – em particular se tiver filhos pequenos. Tudo indica que essa habilidade é crucial para aprender a ler e a pensar.
Repare na moça ou moço bonito a seu lado no metrô. Enquanto seus polegares deslizam fluidos pela telinha do celular, escrevendo mensagens, parece impossível reter a crença de que caligrafia ainda sirva para alguma coisa.
Sempre me questiono. Quem se importa? Lápis e papel são coisas do passado, não contribuem para se conectar a nada no mundo digital, tornando-se assim inúteis.
Com os smartphones, até mesmo laptops já viram peça de museu. Se antes ensinar a escrever à mão ia perdendo prioridade nos sistemas educacionais, não tardará o momento em que alguém vai defender alfabetizar a criançada direto com letras numa tela. Será um erro crasso.
Há pencas de estudos mostrando que escrever à mão de maneira legível e rápida tem correlação estreita com desempenho escolar. Vai bem na escola quem escreve direito (médicos sendo a exceção que confirma a regra).
Os gaiatos dirão que professores preferem os alunos com letra bonita e os premiam com notas melhores. Pode ser. Mas há algo mais em jogo a sugerir que vale a pena dedicar-se a fazer meninas e meninos trabalharem mais com lápis e papel.
E quanto mais cedo melhor. Crianças de dois e três anos já estão aptas a experimentar com riscos que as prepararão aos quatro ou cinco para produzir formas geométricas e, depois, letras de fôrma completas. A partir daí entra em cena, ou deveria, a escrita cursiva. Teclados e telas, só mais para o fim do ensino fundamental.
Desenhar os caracteres de maneira contínua, conectando-os uns aos outros, prepara o cérebro para ler. Facilita fixar a correspondência entre grupos de signos e a unidade de sílabas, ou palavras inteiras.
Nossos cérebros precisam ser empurrados na direção certa. Eles não foram feitos para ler e escrever. Essa atividade só se tornou possível porque cooptou para a tarefa uma área conhecida como giro fusiforme, envolvida também no reconhecimento de rostos.
Como tudo em educação, o sucesso desse recrutamento depende de exercício. Se não fosse o receio de soar antiquado demais, ou de deixar entrever que há um quê de nostalgia nisso, diria até ser o caso de considerar seriamente a ressurreição dos cadernos de caligrafia.
Ainda me lembro de ficar com o giro fusiforme em brasa (metaforicamente falando), os dedos suados e o médio da mão direita vermelho na primeira falange, ainda desprovida de calo, diante daquelas três raias em que precisava fazer correr o grafite errático -sem calcar demais.
Maiúsculas e minúsculas como "t" tinham de tocar o limite superior; vogais minúsculas ficavam espremidas na linha do meio; a perna do "p" se esticava toda para baixo. E repetições, muitas: "A casa do João é bonita".
Até hoje tomo notas à mão e gravo melhor os argumentos quando posso sublinhá-los no papel. Gesto e memória caminham juntos – e juntos chegam mais longe.
* Repórter especial do jornal Folha de São Paulo.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite
/2016/06/1785512-o-lapis-e-o-teclado.shtml. Acesso em 01 jul. 2016 - Adaptado)
O quadro abaixo apresenta duas colunas.
Na primeira, há trechos retirados do texto. Na segunda, comentários sobre a pontuação utilizada nesses trechos.
Trecho retirado do texto Comentário sobre o trecho
TRECHO I: “Ainda me lembro de ficar com o giro fusiforme em brasa (metaforicamente falando)”. Os parênteses foram empregados para intercalar uma ideia, indicar um juízo de valor do emissor do texto.
TRECHO II: “E repetições, muitas: “A casa do João é bonita””. As aspas em “A casa do João é bonita” foram usadas para chamar a atenção e destacar o valor significativo da frase.
TRECHO III: “Gesto e memória caminham juntos – e juntos chegam mais longe.” O travessão foi empregado para indicar, no diálogo estabelecido, a mudança de fala do interlocutor.
TRECHO IV: “Quem se importa? Lápis e papel são coisas do passado”. O ponto de interrogação foi utilizado para expressar um ponto de vista do emissor do texto.
Estão CORRETOS apenas os comentários sobre os trechos
 

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2518434 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Associe seus conhecimentos gramaticais ao texto publicitário abaixo e analise as afirmações a seguir.
Enunciado 2791680-1
Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=texto+publicitário+exemplos. Acesso em 01 jul. 2016
1- O vocábulo “SÓ” significa “sozinho” e assume a função de advérbio.
2- A forma nominal “A GENTE” denota o emprego da língua coloquial.
3- O emprego do “POR QUE” está inadequado à grafia e à função de causa.
4- A forma reduzida do verbo “ESTAR” em “TÁ” aproxima a língua do povo.
5- A expressão “COROA” remete à função de rainha que a mãe ocupa no lar.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

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2518333 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Provas:
De acordo com o Caderno de Atenção Básica do Ministério da Saúde nº 33 – Saúde da criança: crescimento e desenvolvimento, publicado em 2012, a criança, em seu processo natural de crescimento e desenvolvimento e com seu comportamento exploratório, enfrenta situações que podem colocar em risco a sua integridade.
Qual das situações abaixo não ocorre conforme: o sexo, a faixa etária e a fase do desenvolvimento da criança?
 

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2517687 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Instrução: Para responder a questão, leia, atentamente, o texto abaixo.
O lápis e o teclado
Marcelo Leite*
Deveria pensar duas vezes quem estiver convencido de que a escrita à mão caminha para se tornar obsoleta – em particular se tiver filhos pequenos. Tudo indica que essa habilidade é crucial para aprender a ler e a pensar.
Repare na moça ou moço bonito a seu lado no metrô. Enquanto seus polegares deslizam fluidos pela telinha do celular, escrevendo mensagens, parece impossível reter a crença de que caligrafia ainda sirva para alguma coisa.
Sempre me questiono. Quem se importa? Lápis e papel são coisas do passado, não contribuem para se conectar a nada no mundo digital, tornando-se assim inúteis.
Com os smartphones, até mesmo laptops já viram peça de museu. Se antes ensinar a escrever à mão ia perdendo prioridade nos sistemas educacionais, não tardará o momento em que alguém vai defender alfabetizar a criançada direto com letras numa tela. Será um erro crasso.
Há pencas de estudos mostrando que escrever à mão de maneira legível e rápida tem correlação estreita com desempenho escolar. Vai bem na escola quem escreve direito (médicos sendo a exceção que confirma a regra).
Os gaiatos dirão que professores preferem os alunos com letra bonita e os premiam com notas melhores. Pode ser. Mas há algo mais em jogo a sugerir que vale a pena dedicar-se a fazer meninas e meninos trabalharem mais com lápis e papel.
E quanto mais cedo melhor. Crianças de dois e três anos já estão aptas a experimentar com riscos que as prepararão aos quatro ou cinco para produzir formas geométricas e, depois, letras de fôrma completas. A partir daí entra em cena, ou deveria, a escrita cursiva. Teclados e telas, só mais para o fim do ensino fundamental.
Desenhar os caracteres de maneira contínua, conectando-os uns aos outros, prepara o cérebro para ler. Facilita fixar a correspondência entre grupos de signos e a unidade de sílabas, ou palavras inteiras.
Nossos cérebros precisam ser empurrados na direção certa. Eles não foram feitos para ler e escrever. Essa atividade só se tornou possível porque cooptou para a tarefa uma área conhecida como giro fusiforme, envolvida também no reconhecimento de rostos.
Como tudo em educação, o sucesso desse recrutamento depende de exercício. Se não fosse o receio de soar antiquado demais, ou de deixar entrever que há um quê de nostalgia nisso, diria até ser o caso de considerar seriamente a ressurreição dos cadernos de caligrafia.
Ainda me lembro de ficar com o giro fusiforme em brasa (metaforicamente falando), os dedos suados e o médio da mão direita vermelho na primeira falange, ainda desprovida de calo, diante daquelas três raias em que precisava fazer correr o grafite errático -sem calcar demais.
Maiúsculas e minúsculas como "t" tinham de tocar o limite superior; vogais minúsculas ficavam espremidas na linha do meio; a perna do "p" se esticava toda para baixo. E repetições, muitas: "A casa do João é bonita".
Até hoje tomo notas à mão e gravo melhor os argumentos quando posso sublinhá-los no papel. Gesto e memória caminham juntos – e juntos chegam mais longe.
* Repórter especial do jornal Folha de São Paulo.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite
/2016/06/1785512-o-lapis-e-o-teclado.shtml. Acesso em 01 jul. 2016 - Adaptado)
Analise os itens abaixo:
I – No trecho “Há pencas de estudos mostrando que escrever à mão de maneira legível e rápida tem correlação estreita com desempenho escolar (...)”, o verbo HAVER está empregado no sentido de EXISTIR.
II – No trecho “(...) Mas há algo mais em jogo a sugerir que vale a pena dedicar-se a fazer meninas e meninos trabalharem mais com lápis e papel (...)”, o pronome SE após o verbo DEDICAR expressa a colocação pronominal denominada ênclise.
III – No trecho “Sempre me questiono”, o verbo “QUESTIONAR” está empregado na voz reflexiva, pois o ser representado – no caso o sujeito EU – é, a um só tempo, agente e paciente, ou seja, pratica e recebe a ação de “questionar-se”.
IV – No trecho “(...) Até hoje tomo notas à mão e gravo melhor os argumentos quando posso sublinhá-los no papel (...)”, a crase usada na locução “à mão” denota a ideia de modo.
Considerando que cada item tem o valor de 03 (três), a soma CORRETA dos itens é:
 

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2517530 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itabirito-MG
Provas:
Segundo a 4ª edição do Manual de Procedimentos para Vacinação do Ministério da Saúde, publicada em 2001, a caixa térmica é utilizada para conservação dos imunobiológicos em diversas atividades, EXCETO:
 

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