Foram encontradas 60 questões.
Um usuário deseja copiar um arquivo de um diretório para outro usando o software Windows Explorer no sistema operacional Windows 10. Após selecionado o arquivo desejado, representa as ações necessárias para realização dessa operação o acionamento sequencial dos seguintes atalhos de teclado:
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Como manter a calma?
Na incerteza e no perigo, estar ansioso ou “morrendo de medo” é perfeitamente normal e assumir essa condição traz calma, ponto básico para um melhor enfrentamento. Administrar os sentimentos é muito mais produtivo do que negá-los. Eu senti um pouco de pânico nas 24 horas de espera do resultado do teste do Covid? Claro que senti. E estava cheia de razão. Nos últimos três dias antes da viagem, tive dor de cabeça. E vinha a dúvida: estresse dos preparativos ou eu havia contraído o vírus? Estava preocupada, mas encarei a preocupação como normal. E aqui alerto: esse bordão repetido à exaustão de que “tudo vai ficar bem” pode ser muito mais penoso do que falar sobre o que nos apavora.
Se na vida normal o excesso de positivismo pode ser frustrante, nos cenários “anormais”, é um desastre. Fernando Pessoa já denunciava esse desconforto com o “Poema em Linha Reta”: “nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Assumir o que sentimos nos alivia e liberta. E esse bem é estendido ao outro que ao ouvir a nossa confissão se sente acompanhado. Saber que o outro compreende/compartilha o nosso sofrimento traz conexão, afinidade, empatia.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/como-manter-a-calma/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Assinale a afirmativa que contradiz o que é apresentado no texto.
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Como manter a calma?
Na incerteza e no perigo, estar ansioso ou “morrendo de medo” é perfeitamente normal e assumir essa condição traz calma, ponto básico para um melhor enfrentamento. Administrar os sentimentos é muito mais produtivo do que negá-los. Eu senti um pouco de pânico nas 24 horas de espera do resultado do teste do Covid? Claro que senti. E estava cheia de razão. Nos últimos três dias antes da viagem, tive dor de cabeça. E vinha a dúvida: estresse dos preparativos ou eu havia contraído o vírus? Estava preocupada, mas encarei a preocupação como normal. E aqui alerto: esse bordão repetido à exaustão de que “tudo vai ficar bem” pode ser muito mais penoso do que falar sobre o que nos apavora.
Se na vida normal o excesso de positivismo pode ser frustrante, nos cenários “anormais”, é um desastre. Fernando Pessoa já denunciava esse desconforto com o “Poema em Linha Reta”: “nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudoD”. Assumir o que sentimos nos alivia e liberta. E esse bem é estendido ao outro que ao ouvir a nossa confissão se sente acompanhado. Saber que o outro compreende/compartilha o nosso sofrimento traz conexão, afinidade, empatia.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/como-manter-a-calma/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Sobre a organização sintática do texto, assinale a alternativa CORRETA.
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Como manter a calma?
Na incerteza e no perigo, estar ansioso ou “morrendo de medo” é perfeitamente normal e assumir essa condição traz calma, ponto básico para um melhor enfrentamento. Administrar os sentimentos é muito mais produtivo do que negá-los. Eu senti um pouco de pânico nas 24 horas de espera do resultado do teste do Covid? Claro que senti. E estava cheia de razão. Nos últimos três dias antes da viagem, tive dor de cabeça. E vinha a dúvida: estresse dos preparativos ou eu havia contraído o vírus? Estava preocupada, mas encarei a preocupação como normal. E aqui alerto: esse bordão repetido à exaustão de que “tudo vai ficar bem” pode ser muito mais penoso do que falar sobre o que nos apavora.
Se na vida normal o excesso de positivismo pode ser frustrante, nos cenários “anormais”, é um desastre. Fernando Pessoa já denunciava esse desconforto com o “Poema em Linha Reta”: “nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Assumir o que sentimos nos alivia e liberta. E esse bem é estendido ao outro que ao ouvir a nossa confissão se sente acompanhado. Saber que o outro compreende/compartilha o nosso sofrimento traz conexão, afinidade, empatia.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/como-manter-a-calma/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Ao citar versos do poema “Linha Reta”, do escritor Fernando Pessoa, a autora faz uso do recurso argumentativo denominado
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Como manter a calma?
Na incerteza e no perigo, estar ansioso ou “morrendo de medo” é perfeitamente normal e assumir essa condição traz calma, ponto básico para um melhor enfrentamento. Administrar os sentimentos é muito mais produtivo do que negá-los. Eu senti um pouco de pânico nas 24 horas de espera do resultado do teste do Covid? Claro que senti. E estava cheia de razão. Nos últimos três dias antes da viagem, tive dor de cabeça. E vinha a dúvida: estresse dos preparativos ou eu havia contraído o vírus? Estava preocupada, mas encarei a preocupação como normal. E aqui alerto: esse bordão repetido à exaustão de que “tudo vai ficar bem” pode ser muito mais penoso do que falar sobre o que nos apavora.
Se na vida normal o excesso de positivismo pode ser frustrante, nos cenários “anormais”, é um desastre. Fernando Pessoa já denunciava esse desconforto com o “Poema em Linha Reta”: “nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Assumir o que sentimos nos alivia e liberta. E esse bem é estendido ao outro que ao ouvir a nossa confissão se sente acompanhado. Saber que o outro compreende/compartilha o nosso sofrimento traz conexão, afinidade, empatia.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/como-manter-a-calma/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
De acordo com o texto, para se manter a calma, é necessário saber
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A arte do encontro
ENCONTRO – substantivo masculino. 1. Ato de encontrar(-se), de chegar um diante do outro ou uns diante dos outros. 2. Junção de pessoas ou coisas que se movem em vários sentidos ou se dirigem para o mesmo ponto.
Se há algo que o 2020 nos surrupiou sem pedir licença foi o arbítrio do encontro. Lá em março, entendemos que, para reduzir riscos de contágio durante pandemia, era preciso respeitar as orientações e reduzir ao máximo encontros presenciais. Sem direito a recurso, réplica ou tréplica, nos restou aceitar a decisão e ponto final.
Aí veio o mês de abril, maio, junho, julho, e cá estamos, cinco longos meses depois, sob a mesma restrição de evitar desnecessários encontros presenciais ou aglomerações desnecessárias. [...]
Fato é: de encontros e abraços todos estamos precisados! Mas, porém, contudo, todavia, entretanto... para acreditar que logo retomaremos essa possibilidade de encontrar quem nos faz bem, por enquanto o foco se concentra nos encontros virtuais. Logicamente, assim como eu exercito minha reflexão a respeito, pergunto a você: seus atuais encontros têm divertido seu coraçãoB?
A gente sabe que encontro bom e verdadeiro é aquele onde se divide muito mais do que tempo e espaço; é o que nos proporciona a sensação de presença, nos faz sentir acolhidos. E vamos concordar que acolhimento faz um bem danado em qualquer momento de vida! Será que foi preciso viver um período de limitações para valorizarmos a intensidade de um precioso encontro? Quantas vezes cruzamos com o outro e, imersos na urgência dos dias, sequer nos permitimos um papo rápido? Talvez tenhamos trocado de maneira desproporcional os amigos reais pelos virtuais, mas isso é conversa pra outro momento.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-arte-do-encontro/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Para construir o texto, a autora usa tanto o registro formal quanto o informal (coloquial). A única alternativa em que se verifica o uso somente do registro formal é
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A arte do encontro
ENCONTRO – substantivo masculino. 1. Ato de encontrar(-se), de chegar um diante do outro ou uns diante dos outros. 2. Junção de pessoas ou coisas que se movem em vários sentidos ou se dirigem para o mesmo ponto.
Se há algo que o 2020 nos surrupiou sem pedir licença foi o arbítrio do encontro. Lá em março, entendemos que, para reduzir riscos de contágioE durante pandemia, era preciso respeitar as orientações e reduzir ao máximo encontros presenciais. Sem direito a recurso, réplica ou tréplica, nos restou aceitar a decisão e ponto final.
Aí veio o mês de abril, maio, junho, julho, e cá estamos, cinco longos meses depois, sob a mesma restrição de evitar desnecessários encontros presenciais ou aglomerações desnecessárias. [...]
Fato é: de encontros e abraços todos estamos precisados! Mas, porém, contudo, todavia, entretanto... para acreditar que logo retomaremos essa possibilidade de encontrar quem nos faz bem, por enquanto o foco se concentra nos encontros virtuais. Logicamente, assim como eu exercito minha reflexão a respeito, pergunto a você: seus atuais encontros têm divertido seu coração?
A gente sabe que encontro bom e verdadeiro é aquele onde se divide muito mais do que tempo e espaço; é o que nos proporciona a sensação de presença, nos faz sentir acolhidos. E vamos concordar que acolhimento faz um bem danado em qualquer momento de vida! Será que foi preciso viver um período de limitações para valorizarmos a intensidade de um precioso encontro? Quantas vezes cruzamos com o outro e, imersos na urgência dos dias, sequer nos permitimos um papo rápido? Talvez tenhamos trocado de maneira desproporcional os amigos reais pelos virtuais, mas isso é conversa pra outro momento.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-arte-do-encontro/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Sobre a organização sintática do texto, assinale a alternativa CORRETA.
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A arte do encontro
ENCONTRO – substantivo masculino. 1. Ato de encontrar(-se), de chegar um diante do outro ou uns diante dos outros. 2. Junção de pessoas ou coisas que se movem em vários sentidos ou se dirigem para o mesmo ponto.
Se há algo que o 2020 nos surrupiou sem pedir licença foi o arbítrio do encontro. Lá em março, entendemos que, para reduzir riscos de contágio durante pandemia, era preciso respeitar as orientações e reduzir ao máximo encontros presenciais. Sem direito a recurso, réplica ou tréplica, nos restou aceitar a decisão e ponto final.
Aí veio o mês de abril, maio, junho, julho, e cá estamos, cinco longos meses depois, sob a mesma restrição de evitar desnecessários encontros presenciais ou aglomerações desnecessárias. [...]
Fato é: de encontros e abraços todos estamos precisados! Mas, porém, contudo, todavia, entretanto... para acreditar que logo retomaremos essa possibilidade de encontrar quem nos faz bem, por enquanto o foco se concentra nos encontros virtuais. Logicamente, assim como eu exercito minha reflexão a respeito, pergunto a você: seus atuais encontros têm divertido seu coração?
A gente sabe que encontro bom e verdadeiro é aquele onde se divide muito mais do que tempo e espaço; é o que nos proporciona a sensação de presença, nos faz sentir acolhidos. E vamos concordar que acolhimento faz um bem danado em qualquer momento de vida! Será que foi preciso viver um período de limitações para valorizarmos a intensidade de um precioso encontro? Quantas vezes cruzamos com o outro e, imersos na urgência dos dias, sequer nos permitimos um papo rápido? Talvez tenhamos trocado de maneira desproporcional os amigos reais pelos virtuais, mas isso é conversa pra outro momento.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-arte-do-encontro/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
No trecho “Mas, porém, contudo, todavia, entretanto...para acreditar que logo retomaremos essa possibilidade de encontrar quem nos faz bem [...]” (linhas 8-9), a autora usa conjunções que têm o mesmo valor semântico para enfatizar a ideia de
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A arte do encontro
ENCONTRO – substantivo masculino. 1. Ato de encontrar(-se), de chegar um diante do outro ou uns diante dos outros. 2. Junção de pessoas ou coisas que se movem em vários sentidos ou se dirigem para o mesmo ponto.
Se há algo que o 2020 nos surrupiou sem pedir licença foi o arbítrio do encontro. Lá em março, entendemos que, para reduzir riscos de contágio durante pandemia, era preciso respeitar as orientações e reduzir ao máximo encontros presenciais. Sem direito a recurso, réplica ou tréplica, nos restou aceitar a decisão e ponto final.
Aí veio o mês de abril, maio, junho, julho, e cá estamos, cinco longos meses depois, sob a mesma restrição de evitar desnecessários encontros presenciais ou aglomerações desnecessárias. [...]
Fato é: de encontros e abraços todos estamos precisados! Mas, porém, contudo, todavia, entretanto... para acreditar que logo retomaremos essa possibilidade de encontrar quem nos faz bem, por enquanto o foco se concentra nos encontros virtuais. Logicamente, assim como eu exercito minha reflexão a respeito, pergunto a você: seus atuais encontros têm divertido seu coração?
A gente sabe que encontro bom e verdadeiro é aquele onde se divide muito mais do que tempo e espaço; é o que nos proporciona a sensação de presença, nos faz sentir acolhidos. E vamos concordar que acolhimento faz um bem danado em qualquer momento de vida! Será que foi preciso viver um período de limitações para valorizarmos a intensidade de um precioso encontro? Quantas vezes cruzamos com o outro e, imersos na urgência dos dias, sequer nos permitimos um papo rápido? Talvez tenhamos trocado de maneira desproporcional os amigos reais pelos virtuais, mas isso é conversa pra outro momento.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-arte-do-encontro/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Quando a autora afirma “Sem direito a recurso, réplica ou tréplica [...]” (linha 5), ela quis dizer que não havia qualquer possibilidade de
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A arte do encontro
ENCONTRO – substantivo masculino. 1. Ato de encontrar(-se), de chegar um diante do outro ou uns diante dos outros. 2. Junção de pessoas ou coisas que se movem em vários sentidos ou se dirigem para o mesmo ponto.
Se há algo que o 2020 nos surrupiou sem pedir licença foi o arbítrio do encontro. Lá em março, entendemos que, para reduzir riscos de contágio durante pandemia, era preciso respeitar as orientações e reduzir ao máximo encontros presenciais. Sem direito a recurso, réplica ou tréplica, nos restou aceitar a decisão e ponto final.
Aí veio o mês de abril, maio, junho, julho, e cá estamos, cinco longos meses depois, sob a mesma restrição de evitar desnecessários encontros presenciais ou aglomerações desnecessárias. [...]
Fato é: de encontros e abraços todos estamos precisados! Mas, porém, contudo, todavia, entretanto... para acreditar que logo retomaremos essa possibilidade de encontrar quem nos faz bem, por enquanto o foco se concentra nos encontros virtuais. Logicamente, assim como eu exercito minha reflexão a respeito, pergunto a você: seus atuais encontros têm divertido seu coração?
A gente sabe que encontro bom e verdadeiro é aquele onde se divide muito mais do que tempo e espaço; é o que nos proporciona a sensação de presença, nos faz sentir acolhidos. E vamos concordar que acolhimento faz um bem danado em qualquer momento de vida! Será que foi preciso viver um período de limitações para valorizarmos a intensidade de um precioso encontro? Quantas vezes cruzamos com o outro e, imersos na urgência dos dias, sequer nos permitimos um papo rápido? Talvez tenhamos trocado de maneira desproporcional os amigos reais pelos virtuais, mas isso é conversa pra outro momento.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-arte-do-encontro/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Tendo em vista os significados das palavras “surrupiou” e “arbítrio”, a alternativa que melhor retextualiza a ideia “Se há algo que o 2020 nos surrupiou sem pedir licença foi o arbítrio do encontro [...]” (linha 3) é:
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