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Foram encontradas 103 questões.

236210 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Itapaci-GO
Qual a expressão numérica tem como resultado um número entre 207 e 220?
 

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236209 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Itapaci-GO
Colocando sinais de adição entre alguns dos algarismos do número 123 456 789 podemos obter várias somas. Por exemplo, podemos obter 279 com quatro sinais de adição: 123 + 4 + 56 + 7 + 89 = 279. Quantos sinais de adição são necessários para que se obtenha assim o número 72?
 

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236208 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Itapaci-GO
O aluguel de uma casa, que era de R$ 400,00, teve aumento de 30%. O novo valor do aluguel passou a ser de:
 

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236207 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Itapaci-GO
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O número 5√18 está entre:
 

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236206 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Itapaci-GO
Um torneio de jogo de xadrez está disputado por 64 pessoas, sendo 24 mulheres. Essas mulheres correspondem a que fração do total de participantes?
 

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236205 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Itapaci-GO
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Analise para responder a questão.

enunciado 236205-1

CARLIN. Meritocracia. Disponível em: https://i2.wp.com/www.mundoovo.com.br/assets/meritocracia.jpg?fit=785%2C507. Acesso em: 20 fev. 2019.

A imagem retratada apresenta a meritocracia entre homens e mulheres como:

 

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236204 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Itapaci-GO

Observe a nuvem de palavras abaixo e responda:

enunciado 236204-1

Na nuvem de palavras existem dois substantivos grafados errado. Quais são eles?
 

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236203 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Itapaci-GO
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As boas lições do meu pai



Um dia, numa visita ao meu pai, notei que ele me olhava longamente, daquele jeito que fazia quando tinha uma questão na cabeça. E veio o comentário, “sua calça está rasgada.” Era o começo da tendência dos jeans detonados. “Sim, pai, está”, eu respondi. Naquela época eu já há muito tinha uma profissão e pagava minhas próprias contas. Ele me deu então aquele olhar apertado e o sorriso de canto de boca que eu conheço tanto. Era uma aprovação.

Me lembrei de quando tinha nove ou dez anos de idade e ia com ele para os botecos onde uma rodinha de homens tomava cerveja e todos falavam de política. A menina que prestava muita atenção na conversa ganhava aquele meio sorriso do pai. Alguns anos mais tarde bati o carro dele e trabalhei três meses seguidos para pagar a conta do conserto. A família criticava o pé pesado da jovem ao volante. Meu pai devolvia os comentários com aquele mesmo sorriso de ironia e um certo orgulho.

Minha profissão me levou a muitas viagens arriscadas. Guerras, desastres naturais, acidentes nucleares. Nunca ouvi de meu pai o tradicional “Mas minha filha, isso é muito perigoso!”, compreensível vindo de um homem da geração dele. Alguns amigos diziam que ele me criou para agir como um menino. Prefiro achar que ele me educou para que eu tivesse coragem de ser aquilo que eu quisesse.

Essa semana acompanhei com prazer a sequência de posts nas redes sociais com fotos de magistradas, atletas, astronautas, acompanhadas da hashtag #dresslikeawoman (vista-se como uma mulher). Meu pai, muito velhinho, já não consegue expressar com clareza as suas opiniões. Mas sei que em algum lugar ali ainda está acesa a chama de intelectual da esquerda que abominaria um presidente - qualquer que seja seu viés político - que se meta com a maneira como uma mulher deve se vestir.

Meu pai me ensinou, sem nunca ter dito uma palavra sobre isso, que conhecimento, seriedade e trabalho bem feito são bens que não têm gênero e que quem os acumula pode se vestir e se comportar da maneira que achar melhor. Homens e mulheres só devem satisfação a si mesmos e à coerência no caminho que escolheram.

Eu teria muito a dizer a um homem que tivesse a pretensão de criticar a maneira como uma mulher se veste. Mas meu pai me ensinou a não perder tempo com a vida dos outros. Esse texto é uma homenagem a ele. Meu pai. Agora com licença que preciso me vestir para o trabalho.

Padrão, Ana Paula. As boas lições do meu pai. Isto é, 2017. Disponível em: <https://istoe.com.br/as-boas-licoes-do-meu-pai/>. Acesso em: 20 de fev. 2019.


Na frase “Era o começo da tendência dos jeans detonados.”, a palavra “detonados” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
 

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236202 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Itapaci-GO
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As boas lições do meu pai



Um dia, numa visita ao meu pai, notei que ele me olhava longamente, daquele jeito que fazia quando tinha uma questão na cabeça. E veio o comentário, “sua calça está rasgada.” Era o começo da tendência dos jeans detonados. “Sim, pai, está”, eu respondi. Naquela época eu já há muito tinha uma profissão e pagava minhas próprias contas. Ele me deu então aquele olhar apertado e o sorriso de canto de boca que eu conheço tanto. Era uma aprovação.

Me lembrei de quando tinha nove ou dez anos de idade e ia com ele para os botecos onde uma rodinha de homens tomava cerveja e todos falavam de política. A menina que prestava muita atenção na conversa ganhava aquele meio sorriso do pai. Alguns anos mais tarde bati o carro dele e trabalhei três meses seguidos para pagar a conta do conserto. A família criticava o pé pesado da jovem ao volante. Meu pai devolvia os comentários com aquele mesmo sorriso de ironia e um certo orgulho.

Minha profissão me levou a muitas viagens arriscadas. Guerras, desastres naturais, acidentes nucleares. Nunca ouvi de meu pai o tradicional “Mas minha filha, isso é muito perigoso!”, compreensível vindo de um homem da geração dele. Alguns amigos diziam que ele me criou para agir como um menino. Prefiro achar que ele me educou para que eu tivesse coragem de ser aquilo que eu quisesse.

Essa semana acompanhei com prazer a sequência de posts nas redes sociais com fotos de magistradas, atletas, astronautas, acompanhadas da hashtag #dresslikeawoman (vista-se como uma mulher). Meu pai, muito velhinho, já não consegue expressar com clareza as suas opiniões. Mas sei que em algum lugar ali ainda está acesa a chama de intelectual da esquerda que abominaria um presidente - qualquer que seja seu viés político - que se meta com a maneira como uma mulher deve se vestir.

Meu pai me ensinou, sem nunca ter dito uma palavra sobre isso, que conhecimento, seriedade e trabalho bem feito são bens que não têm gênero e que quem os acumula pode se vestir e se comportar da maneira que achar melhor. Homens e mulheres só devem satisfação a si mesmos e à coerência no caminho que escolheram.

Eu teria muito a dizer a um homem que tivesse a pretensão de criticar a maneira como uma mulher se veste. Mas meu pai me ensinou a não perder tempo com a vida dos outros. Esse texto é uma homenagem a ele. Meu pai. Agora com licença que preciso me vestir para o trabalho.

Padrão, Ana Paula. As boas lições do meu pai. Isto é, 2017. Disponível em: <https://istoe.com.br/as-boas-licoes-do-meu-pai/>. Acesso em: 20 de fev. 2019.


Observando o nível da linguagem utilizada pela autora, percebe-se o uso de:
 

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236201 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Itapaci-GO

Observe a nuvem de palavras abaixo e responda:

enunciado 236201-1

As palavras abaixo são acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica da palavra “hambúrguer”, EXCETO:
 

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