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Considerando essas informações e hipótese diagnóstica, a conduta é
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Homem, 57 anos, hipertenso, diabético e dislipidêmico, faz uso crônico de losartana, hidroclorotiazida, metformina, dapagliflozina, sitagliptina, amlodipina, ômega-3 e atorvastatina. Apresenta ainda como antecedente, carcinoma de pele tipo espinocelular, ressecado há 3 anos, e quatro crises de artrite gotosa nos últimos dois anos. Refere que, apesar de estar mantendo o peso ideal, praticando caminhadas e tomando os medicamentos regularmente, tem apresentado dificuldade no controle do diabetes e os níveis de colesterol LDL encontram-se fora da meta. A função renal está normal e a hemoglobina glicada está em 7,2%.
Uma estratégia pertinente e obrigatória nesse momento é a suspensão da
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Assinale a afirmativa correta em relação ao distúrbio hidroeletrolítico apresentado nesse caso.
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Baseado na principal hipótese diagnóstica, a conduta é
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Homem, 50 anos, sedentário e hipertenso, em uso de losartana 100 mg/dia, econtra-se assintomático em consulta periódica. Exame físico: normal, altura = 1,70 m e peso = 90 kg. Exame laboratorial relevante: glicemia de jejum = 172 mg/dL. O exame foi repetido, tendo como resultado 154 mg/dL.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta correta nesse momento, considerando que a função renal do paciente é normal.
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Mulher, 57 anos, procura atendimento médico com queixa de disúria há 48 horas, acompanhada de urgência miccional e alterações na cor e no odor da urina. Refere que teve uma infecção urinária há cerca de 8 anos e nega corrimento ou secreção vaginal no momento. Nega febre e o exame físico não revelou alterações significativas, Giordanno negativo.
A conduta correta nesse caso é
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Mulher, 73 anos, aparentemente saudável até cerca de quatro meses antes da admissão hospitalar, passou a apresentar quadro caracterizado por cansaço e dispneia aos médios esforços e edema importante dos membros inferiores até os joelhos. Negava ortopneia, dispneia paroxística noturna, angina, palpitações ou síncope. Sem fatores de risco clássicos para doença cardiovascular ou uso de medicamentos. Refere que há um mês da admissão passou a apresentar perda de peso, diarreia aquosa abundante e anorexia. Nesse último mês relata ainda episódios de rubor facial intenso, independente de alimentação ou fatores ambientais, sem febre, vômitos ou outros sintomas acompanhantes. Exame físico: afebril, eupneica, com pressão arterial de 94 x 45 mmHg e frequência cardíaca de 78 bpm; presença de estase jugular de 12 cm a 45º, ascite e edema pré-tibial bilateral; na ausculta cardíaca, sinais de estenose pulmonar, confirmada em ecocardiograma.
Na avaliação dos diagnósticos diferenciais de diarreia, o exame que deve ser solicitado, neste caso, e que apresenta as maiores taxas de sensibilidade e especificidade para o diagnóstico desta síndrome específica é a
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Paciente diabético, em insulinoterapia, é admitido com quadro de edema, calor, rubor em perna direita, com febre de até 38,5 ºC e leucocitose com neutrofilia no hemograma. O diagnóstico clínico é de erisipela extensa em membro inferior direito.
O principal agente etiológico do quadro infeccioso descrito é o(a)
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Paciente do sexo masculino, 79 anos, portador de adenocarcinoma de cabeça do pâncreas localmente avançado, procura atendimento médico com quadro de queda do estado geral e vômitos incoercíveis há 24 horas. O exame físico revela o paciente ictérico 4+/4, desidratado, hipocorado e torporoso. Na avaliação abdominal, é possível palpar o estômago distendido em região epigástrica.
O distúrbio hidroeletrolítico e do equilíbrio ácido básico que será encontrado nesse paciente é:
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