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Foram encontradas 75 questões.

2763737 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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A colonização de Itapiranga iniciou em 1926 através da Sociedade União Popular (Volksverein) com famílias de descendentes alemães católicos. Na época, denominada “Porto Novo” a colônia pertencia à grande Chapecó. No ano de 1929, com a visita do presidente da província, Sr. Adolfo Konder, a colônia mudou seu nome para Itapiranga, que em tupi-guarani significa:

 

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2763736 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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De acordo com a Lei Orgânica do Município de Itapiranga – SC, compete ao Município, exceto:

 

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2763735 Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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A higiene do trabalho engloba normas e procedimentos adequados para proteger as integridades física e mental do trabalhador, seja protegendo-o de riscos decorrentes das tarefas do cargo e do ambiente físico em que está inserido, seja através da prevenção de doenças ocupacionais. São atitudes corretas para melhorar a higiene em ambiente de trabalho, exceto:

 

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2763724 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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Sobre o emprego dos pronomes de tratamento, analise:

I - Ao Presidente da República é utilizado o pronome de tratamento “Vossa Excelência”;

II - Aos Diretores de autarquias federais é utilizado o pronome de tratamento “Vossa Senhoria”;

III - Vossa Eminência Reverendíssima é o pronome de tratamento utilizado ao Papa.

Dos itens acima:

 

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2763723 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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É incorreto empregar a crase no seguinte caso:

 

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2763722 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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INSTRUÇÃO: As questões de nº 21 a nº 28 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.


'O trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa', diz professor de Stanford


1 O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não

considera que sua frase "trabalho está matando as

pessoas e ninguém se importa" seja uma metáfora.

O professor da Escola de Pós-Graduação em

5 Negócios da Universidade de Stanford, nos

Estados Unidos, argumenta que sua tese é

baseada em pesquisas realizadas durante décadas

tanto em seu país como em outros lugares do

planeia. Pfeffer é autor ou coautor de 15 livros

10 sobre teoria organizacional e recursos humanos.

Em seu último livro, "Morrendo por um salário" (em

tradução livre do inglês), ele argumenta que o

sistema de trabalho atual adoece e mata as

pessoas. Na obra, Pfefer conta o caso de Kenji

15 Hamada, um homem de 42 anos que morreu por

causa de um ataque de coração quando estava em

seu escritório em Tóquio. Hamada trabalhava 75

horas por semana e, todos os dias, demorava cerca

de duas horas para chegar ao trabalho. Pouco

20 antes de sua morte, Hamada havia trabalhado 40

dias seguidos sem folga - sua esposa contou que

ele estava extremamente estressado. O caso de

Hamada é apenas um de vários exemplos

coletados por Pfeffer em seu livro. Na publicação, o

25 pesquisador fala dos efeitos de um sistema de

trabalho que muitas vezes se torna "desumano" por

excesso de carga laboral.

(Fonte adaptada: https:llg1.globo.com>acesso em 27 de março de 2019)

“O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não considera que sua frase [...] seja uma metáfora.”. Sobre o período, assinale a alternativa correta:

 

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2763720 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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INSTRUÇÃO: As questões de nº 21 a nº 28 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.


'O trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa', diz professor de Stanford


1 O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não

considera que sua frase "trabalho está matando as

pessoas e ninguém se importa" seja uma metáfora.

O professor da Escola de Pós-Graduação em

5 Negócios da Universidade de Stanford, nos

Estados Unidos, argumenta que sua tese é

baseada em pesquisas realizadas durante décadas

tanto em seu país como em outros lugares do

planeia. Pfeffer é autor ou coautor de 15 livros

10 sobre teoria organizacional e recursos humanos.

Em seu último livro, "Morrendo por um salário" (em

tradução livre do inglês), ele argumenta que o

sistema de trabalho atual adoece e mata as

pessoas. Na obra, Pfefer conta o caso de Kenji

15 Hamada, um homem de 42 anos que morreu por

causa de um ataque de coração quando estava em

seu escritório em Tóquio. Hamada trabalhava 75

horas por semana e, todos os dias, demorava cerca

de duas horas para chegar ao trabalho. Pouco

20 antes de sua morte, Hamada havia trabalhado 40

dias seguidos sem folga - sua esposa contou que

ele estava extremamente estressado. O caso de

Hamada é apenas um de vários exemplos

coletados por Pfeffer em seu livro. Na publicação, o

25 pesquisador fala dos efeitos de um sistema de

trabalho que muitas vezes se torna "desumano" por

excesso de carga laboral.

(Fonte adaptada: https:llg1.globo.com>acesso em 27 de março de 2019)

“O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não considera que sua frase ‘trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa’ seja uma metáfora.” (linhas 1 a 3). Sobre a partícula “se” destacada, assinale a alternativa correta:

 

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2763719 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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INSTRUÇÃO: As questões de nº 21 a nº 28 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.


'O trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa', diz professor de Stanford


1 O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não

considera que sua frase "trabalho está matando as

pessoas e ninguém se importa" seja uma metáfora.

O professor da Escola de Pós-Graduação em

5 Negócios da Universidade de Stanford, nos

Estados Unidos, argumenta que sua tese é

baseada em pesquisas realizadas durante décadas

tanto em seu país como em outros lugares do

planeia. Pfeffer é autor ou coautor de 15 livros

10 sobre teoria organizacional e recursos humanos.

Em seu último livro, "Morrendo por um salário" (em

tradução livre do inglês), ele argumenta que o

sistema de trabalho atual adoece e mata as

pessoas. Na obra, Pfefer conta o caso de Kenji

15 Hamada, um homem de 42 anos que morreu por

causa de um ataque de coração quando estava em

seu escritório em Tóquio. Hamada trabalhava 75

horas por semana e, todos os dias, demorava cerca

de duas horas para chegar ao trabalho. Pouco

20 antes de sua morte, Hamada havia trabalhado 40

dias seguidos sem folga - sua esposa contou que

ele estava extremamente estressado. O caso de

Hamada é apenas um de vários exemplos

coletados por Pfeffer em seu livro. Na publicação, o

25 pesquisador fala dos efeitos de um sistema de

trabalho que muitas vezes se torna "desumano" por

excesso de carga laboral.

(Fonte adaptada: https:llg1.globo.com>acesso em 27 de março de 2019)

“[...] – sua esposa contou que ele estava extremamente estressado.” (linhas 21 e 22). O verbo destacado está conjugado no:

 

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2763718 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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INSTRUÇÃO: As questões de nº 21 a nº 28 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.


'O trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa', diz professor de Stanford


1 O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não

considera que sua frase "trabalho está matando as

pessoas e ninguém se importa" seja uma metáfora.

O professor da Escola de Pós-Graduação em

5 Negócios da Universidade de Stanford, nos

Estados Unidos, argumenta que sua tese é

baseada em pesquisas realizadas durante décadas

tanto em seu país como em outros lugares do

planeia. Pfeffer é autor ou coautor de 15 livros

10 sobre teoria organizacional e recursos humanos.

Em seu último livro, "Morrendo por um salário" (em

tradução livre do inglês), ele argumenta que o

sistema de trabalho atual adoece e mata as

pessoas. Na obra, Pfefer conta o caso de Kenji

15 Hamada, um homem de 42 anos que morreu por

causa de um ataque de coração quando estava em

seu escritório em Tóquio. Hamada trabalhava 75

horas por semana e, todos os dias, demorava cerca

de duas horas para chegar ao trabalho. Pouco

20 antes de sua morte, Hamada havia trabalhado 40

dias seguidos sem folga - sua esposa contou que

ele estava extremamente estressado. O caso de

Hamada é apenas um de vários exemplos

coletados por Pfeffer em seu livro. Na publicação, o

25 pesquisador fala dos efeitos de um sistema de

trabalho que muitas vezes se torna "desumano" por

excesso de carga laboral.

(Fonte adaptada: https:llg1.globo.com>acesso em 27 de março de 2019)

Com base na acentuação das palavras do Texto, assinale a alternativa correta:

 

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2763717 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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INSTRUÇÃO: As questões de nº 21 a nº 28 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.


'O trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa', diz professor de Stanford


1 O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não

considera que sua frase "trabalho está matando as

pessoas e ninguém se importa" seja uma metáfora.

O professor da Escola de Pós-Graduação em

5 Negócios da Universidade de Stanford, nos

Estados Unidos, argumenta que sua tese é

baseada em pesquisas realizadas durante décadas

tanto em seu país como em outros lugares do

planeia. Pfeffer é autor ou coautor de 15 livros

10 sobre teoria organizacional e recursos humanos.

Em seu último livro, "Morrendo por um salário" (em

tradução livre do inglês), ele argumenta que o

sistema de trabalho atual adoece e mata as

pessoas. Na obra, Pfefer conta o caso de Kenji

15 Hamada, um homem de 42 anos que morreu por

causa de um ataque de coração quando estava em

seu escritório em Tóquio. Hamada trabalhava 75

horas por semana e, todos os dias, demorava cerca

de duas horas para chegar ao trabalho. Pouco

20 antes de sua morte, Hamada havia trabalhado 40

dias seguidos sem folga - sua esposa contou que

ele estava extremamente estressado. O caso de

Hamada é apenas um de vários exemplos

coletados por Pfeffer em seu livro. Na publicação, o

25 pesquisador fala dos efeitos de um sistema de

trabalho que muitas vezes se torna "desumano" por

excesso de carga laboral.

(Fonte adaptada: https:llg1.globo.com>acesso em 27 de março de 2019)

Assinale a alternativa em que a alteração sugerida de substituição de termo não acarreta erro gramatical ou que corrige erro existente no Texto:

 

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