Foram encontradas 75 questões.
A colonização de Itapiranga iniciou em 1926 através da Sociedade União Popular (Volksverein) com famílias de descendentes alemães católicos. Na época, denominada “Porto Novo” a colônia pertencia à grande Chapecó. No ano de 1929, com a visita do presidente da província, Sr. Adolfo Konder, a colônia mudou seu nome para Itapiranga, que em tupi-guarani significa:
Provas
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Itapiranga – SC, compete ao Município, exceto:
Provas
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
A higiene do trabalho engloba normas e procedimentos adequados para proteger as integridades física e mental do trabalhador, seja protegendo-o de riscos decorrentes das tarefas do cargo e do ambiente físico em que está inserido, seja através da prevenção de doenças ocupacionais. São atitudes corretas para melhorar a higiene em ambiente de trabalho, exceto:
Provas
Sobre o emprego dos pronomes de tratamento, analise:
I - Ao Presidente da República é utilizado o pronome de tratamento “Vossa Excelência”;
II - Aos Diretores de autarquias federais é utilizado o pronome de tratamento “Vossa Senhoria”;
III - Vossa Eminência Reverendíssima é o pronome de tratamento utilizado ao Papa.
Dos itens acima:
Provas
É incorreto empregar a crase no seguinte caso:
Provas
INSTRUÇÃO: As questões de nº 21 a nº 28 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
'O trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa', diz professor de Stanford
1 O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não
considera que sua frase "trabalho está matando as
pessoas e ninguém se importa" seja uma metáfora.
O professor da Escola de Pós-Graduação em
5 Negócios da Universidade de Stanford, nos
Estados Unidos, argumenta que sua tese é
baseada em pesquisas realizadas durante décadas
tanto em seu país como em outros lugares do
planeia. Pfeffer é autor ou coautor de 15 livros
10 sobre teoria organizacional e recursos humanos.
Em seu último livro, "Morrendo por um salário" (em
tradução livre do inglês), ele argumenta que o
sistema de trabalho atual adoece e mata as
pessoas. Na obra, Pfefer conta o caso de Kenji
15 Hamada, um homem de 42 anos que morreu por
causa de um ataque de coração quando estava em
seu escritório em Tóquio. Hamada trabalhava 75
horas por semana e, todos os dias, demorava cerca
de duas horas para chegar ao trabalho. Pouco
20 antes de sua morte, Hamada havia trabalhado 40
dias seguidos sem folga - sua esposa contou que
ele estava extremamente estressado. O caso de
Hamada é apenas um de vários exemplos
coletados por Pfeffer em seu livro. Na publicação, o
25 pesquisador fala dos efeitos de um sistema de
trabalho que muitas vezes se torna "desumano" por
excesso de carga laboral.
(Fonte adaptada: https:llg1.globo.com>acesso em 27 de março de 2019)
“O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não considera que sua frase [...] seja uma metáfora.”. Sobre o período, assinale a alternativa correta:
Provas
INSTRUÇÃO: As questões de nº 21 a nº 28 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
'O trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa', diz professor de Stanford
1 O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não
considera que sua frase "trabalho está matando as
pessoas e ninguém se importa" seja uma metáfora.
O professor da Escola de Pós-Graduação em
5 Negócios da Universidade de Stanford, nos
Estados Unidos, argumenta que sua tese é
baseada em pesquisas realizadas durante décadas
tanto em seu país como em outros lugares do
planeia. Pfeffer é autor ou coautor de 15 livros
10 sobre teoria organizacional e recursos humanos.
Em seu último livro, "Morrendo por um salário" (em
tradução livre do inglês), ele argumenta que o
sistema de trabalho atual adoece e mata as
pessoas. Na obra, Pfefer conta o caso de Kenji
15 Hamada, um homem de 42 anos que morreu por
causa de um ataque de coração quando estava em
seu escritório em Tóquio. Hamada trabalhava 75
horas por semana e, todos os dias, demorava cerca
de duas horas para chegar ao trabalho. Pouco
20 antes de sua morte, Hamada havia trabalhado 40
dias seguidos sem folga - sua esposa contou que
ele estava extremamente estressado. O caso de
Hamada é apenas um de vários exemplos
coletados por Pfeffer em seu livro. Na publicação, o
25 pesquisador fala dos efeitos de um sistema de
trabalho que muitas vezes se torna "desumano" por
excesso de carga laboral.
(Fonte adaptada: https:llg1.globo.com>acesso em 27 de março de 2019)
“O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não considera que sua frase ‘trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa’ seja uma metáfora.” (linhas 1 a 3). Sobre a partícula “se” destacada, assinale a alternativa correta:
Provas
INSTRUÇÃO: As questões de nº 21 a nº 28 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
'O trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa', diz professor de Stanford
1 O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não
considera que sua frase "trabalho está matando as
pessoas e ninguém se importa" seja uma metáfora.
O professor da Escola de Pós-Graduação em
5 Negócios da Universidade de Stanford, nos
Estados Unidos, argumenta que sua tese é
baseada em pesquisas realizadas durante décadas
tanto em seu país como em outros lugares do
planeia. Pfeffer é autor ou coautor de 15 livros
10 sobre teoria organizacional e recursos humanos.
Em seu último livro, "Morrendo por um salário" (em
tradução livre do inglês), ele argumenta que o
sistema de trabalho atual adoece e mata as
pessoas. Na obra, Pfefer conta o caso de Kenji
15 Hamada, um homem de 42 anos que morreu por
causa de um ataque de coração quando estava em
seu escritório em Tóquio. Hamada trabalhava 75
horas por semana e, todos os dias, demorava cerca
de duas horas para chegar ao trabalho. Pouco
20 antes de sua morte, Hamada havia trabalhado 40
dias seguidos sem folga - sua esposa contou que
ele estava extremamente estressado. O caso de
Hamada é apenas um de vários exemplos
coletados por Pfeffer em seu livro. Na publicação, o
25 pesquisador fala dos efeitos de um sistema de
trabalho que muitas vezes se torna "desumano" por
excesso de carga laboral.
(Fonte adaptada: https:llg1.globo.com>acesso em 27 de março de 2019)
“[...] – sua esposa contou que ele estava extremamente estressado.” (linhas 21 e 22). O verbo destacado está conjugado no:
Provas
INSTRUÇÃO: As questões de nº 21 a nº 28 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
'O trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa', diz professor de Stanford
1 O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não
considera que sua frase "trabalho está matando as
pessoas e ninguém se importa" seja uma metáfora.
O professor da Escola de Pós-Graduação em
5 Negócios da Universidade de Stanford, nos
Estados Unidos, argumenta que sua tese é
baseada em pesquisas realizadas durante décadas
tanto em seu país como em outros lugares do
planeia. Pfeffer é autor ou coautor de 15 livros
10 sobre teoria organizacional e recursos humanos.
Em seu último livro, "Morrendo por um salário" (em
tradução livre do inglês), ele argumenta que o
sistema de trabalho atual adoece e mata as
pessoas. Na obra, Pfefer conta o caso de Kenji
15 Hamada, um homem de 42 anos que morreu por
causa de um ataque de coração quando estava em
seu escritório em Tóquio. Hamada trabalhava 75
horas por semana e, todos os dias, demorava cerca
de duas horas para chegar ao trabalho. Pouco
20 antes de sua morte, Hamada havia trabalhado 40
dias seguidos sem folga - sua esposa contou que
ele estava extremamente estressado. O caso de
Hamada é apenas um de vários exemplos
coletados por Pfeffer em seu livro. Na publicação, o
25 pesquisador fala dos efeitos de um sistema de
trabalho que muitas vezes se torna "desumano" por
excesso de carga laboral.
(Fonte adaptada: https:llg1.globo.com>acesso em 27 de março de 2019)
Com base na acentuação das palavras do Texto, assinale a alternativa correta:
Provas
INSTRUÇÃO: As questões de nº 21 a nº 28 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
'O trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa', diz professor de Stanford
1 O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não
considera que sua frase "trabalho está matando as
pessoas e ninguém se importa" seja uma metáfora.
O professor da Escola de Pós-Graduação em
5 Negócios da Universidade de Stanford, nos
Estados Unidos, argumenta que sua tese é
baseada em pesquisas realizadas durante décadas
tanto em seu país como em outros lugares do
planeia. Pfeffer é autor ou coautor de 15 livros
10 sobre teoria organizacional e recursos humanos.
Em seu último livro, "Morrendo por um salário" (em
tradução livre do inglês), ele argumenta que o
sistema de trabalho atual adoece e mata as
pessoas. Na obra, Pfefer conta o caso de Kenji
15 Hamada, um homem de 42 anos que morreu por
causa de um ataque de coração quando estava em
seu escritório em Tóquio. Hamada trabalhava 75
horas por semana e, todos os dias, demorava cerca
de duas horas para chegar ao trabalho. Pouco
20 antes de sua morte, Hamada havia trabalhado 40
dias seguidos sem folga - sua esposa contou que
ele estava extremamente estressado. O caso de
Hamada é apenas um de vários exemplos
coletados por Pfeffer em seu livro. Na publicação, o
25 pesquisador fala dos efeitos de um sistema de
trabalho que muitas vezes se torna "desumano" por
excesso de carga laboral.
(Fonte adaptada: https:llg1.globo.com>acesso em 27 de março de 2019)
Assinale a alternativa em que a alteração sugerida de substituição de termo não acarreta erro gramatical ou que corrige erro existente no Texto:
Provas
Caderno Container