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Disponível em: <http://pt-br.monica.wikia.com/wiki/Categoria:Turma_do_Chico_Bento>. Acesso em: 05 set. 2017.
De acordo com Saussure, “é ponto de vista que cria o objeto”, assim uma concepção gramática é consequência do olhar que se tem sobre a língua.
Partindo dessa afirmação, assinale a alternativa que caracteriza a concepção de língua e, consequentemente, de gramática apresentada no texto.
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Assinale a alternativa que apresenta exemplos do fenômeno descrito.
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A fantástica arte de ignorar os brinquedos
dos filhos espalhados pela casa
Se você é daqueles pais que conseguem fazer com que seus filhos guardem todos os brinquedos depois de usar e que não espalhem bonecas, playmobils, spiners e afins pela casa, pode parar de ler este texto agora. Você, ser evoluído, não precisa presenciar essa discussão mundana. Agora, se você é daqueles que passa mais tempo implorando para que seus filhos sejam organizados do que vendo eles organizarem de fato alguma coisa, dê cá um abraço!
Já pisou em pecinha de lego? Sonhou que estava dando a coleção de Hot Wheels para o carroceiro? Se deparou com uma legião de bonecas no box do banheiro? Tenho um segredo pra dividir com vocês. Se chama a arte de ignorar brinquedos. É preciso um tanto de meditação, bom humor, muita cabeça erguida — pra ver só o que está a mais de um metro do chão — e, às vezes, um drink. Mas superfunciona!
No começo é difícil, a gente perde a cabeça e acaba guardando tudo num ato desesperado. Respire e volte a contar, na mesma filosofia do AA, há quantos dias você está sem tocar em brinquedos. Repare que, depois de um tempo, você só verá as paradas quando não estiver muito bem (aqueles dias em que a comida fica ruim, ninguém responde suas mensagens e nenhuma roupa fica boa, sabe?). O que recomendo nestes momentos é: não coloque as mãos nos brinquedos. Afaste o que dá delicadamente com os pés, junte tudo num canto, mas não organize. E, de preferência, arrume um programa fora de casa para mudar o visual.
Em pouco tempo você não vai mais ter esse problema, porque não enxergará nem o Hulk gigante ou o pogobol trambolhosamente nostálgico. Quando esse dia chegar, estabeleça trilhas por onde você anda e avise as crianças que, como você não enxerga brinquedos, o que estiver no caminho corre sérios riscos de colisão. Eles têm medo disso. E assim, deixam a passagem livre para que a circulação aconteça sem grandes traumas.
Agora, cá entre nós: é no primeiro “creck” que a mágica acontece. Quando, totalmente sem querer, você quebra o espelhinho da penteadeira da Barbie (não por maldade, mas porque você não vê Barbies) que as crianças começam a guardar os brinquedos. Algumas lágrimas vão rolar e você vai ser chamado de pior mãe ou pai do mundo, mas quem nunca teve que lidar com agressão gratuita que atire o primeiro blog. A vida segue. Os brinquedos (e blogs) também.
BOCK, Lia. A fantástica arte de ignorar os brinquedos dos
filhos espalhados pela casa. Blogsfera. UOL.
Disponível em:<https://goo.gl/NMrkan>
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Leia o fragmento seguinte do poema “José”, de Carlos Drummond de Andrade, e avalie as afirmativas apresentadas sobre ele.
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!
In: GOLDSTEIN, Norma Seltzer. Versos, sons, ritmos. São
Paulo: Ática, 2007, p. 10. [Fragmento].
I. A palavra “se” repete-se sempre na mesma posição caracterizando a figura de linguagem denominada “anáfora”.
II. A palavra “se” é valorizada pelo eco que faz no interior de outras palavras.
III. O jogo sonoro apoia-se na alternância de sílabas fortes e fracas.
IV. A força de contraste presente nos dois versos finais apoia-se na alternância entre as sílabas fortes e fracas do poema.
Estão corretas as afirmativas:
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O show
Affonso Romano de Sant’Anna
O cartaz
O desejo
O pai
O dinheiro
O ingresso
O dia
A preparação
A ida
O estádio
A multidão
A expectativa
A música
A vibração
A participação
O fim
A volta
O vazio
Considerando o enunciado anterior, assinale a alternativa correta relativamente ao seu processo de textualização.
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GOLDSTEIN, Norma. Versos, sons, ritmos. São Paulo: Ática, 2003, p. 14.
Considerando essas informações, relacione a COLUNA II de acordo com a COLUNA II de forma a confirmar o exemplo com sua classificação referente ao processo de escansão dos versos.
COLUNA I
1. Era uma casa / Muito engraçada / Não tinha teto / Não tinha nada (Vinícius de Moraes, “A casa”)
2. Como pode o peixe vivo / Viver fora da água fria? / Como poderei viver / Sem a tua companhia? (“Cantiga tradicional”)
3. Não sabeis o que o monstro procura? Não sabeis a que vem, o que quer? (Gonçalves Dias, “O Canto do piaga”)
4. Rua / torta. / Lua / morta. Tua / porta. (Cassiano Ricardo, “Serenata sintética”)
5. Tu pensas que tu é que és / A melhor mulher do planeta, / Mas eu é que não vou fazer / Tudo o que te der na veneta. (Noel Rosa, “A melhor do planeta”)
6. Na valsa / Cansaste; / Ficaste / Prostrada, / Turbada! / Pensavas, / Cismavas, / E estavas / Tão pálida. (Casimiro de Abreu, “A valsa”)
COLUNA II
( )Versos com 1 sílaba. ( ) Versos com 2 sílabas. ( )Versos com 3 sílabas. ( )Versos com 7 sílabas. ( ) Versos com 8 sílabas. ( )Versos com 9 sílabas.
Assinale a sequência CORRETA.
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Pode-se afirmar corretamente acerca dos sons consonantais do português que eles são produzidos:
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Texto I
Já sabia ajuntar as sílabas e ler por cima toda coisa, mas descrencei e perdi a fluência de ir à escola, porque diante dos escritos que o mestre me passava e das lições marcadas nos livros, fiquei sendo um quarta-feira de marca maior. Alívio bom era quando chegava em casa.
BERNARDES, Carmo. Rememórias. Goiania: Leal, 1969, p. 18-20. In: BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004, p. 13.
Texto II A linguagem na ponta da língua tão fácil de falar e de entender
A linguagem na superfície estrelada das letras sabe lá o que quer dizer?
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe e vai desmatando o amazonas de minha ignorância. Figuras de gramática, esquipáticas atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
[...] ANDRADE, C. D. In: MATTOS e SILVA, Rosa Virginia. O português são dois... São Paulo: Parábola, 2004, p. 129.
( )No texto I, há palavras e expressões características da cultura rural da região CentroOeste, onde o texto foi editado. ( )A narrativa que se apresenta no texto I é uma retrospectiva da experiência na escola como também acontece como texto II,caracterizando-se, por isso, a intertextualidade implícita ou de conteúdo. ( )Ambos os textos conduzem a uma reflexão sobre a língua portuguesa, pois referem-se a suas características e variações. ( )As questões apresentadas nos textos mostram que os vários anos de escolarização não vêm resolvendo o chamado “domínio da Língua Portuguesa”. ( )No texto II, há a referência ao problema de a escola dar conta da transmissão e treinamento em direção ao padrão normativo tradicional. ( )Em ambos os textos, confirma-se que o português brasileiro possui uma grande uniformidade, porque os autores abordam o mesmo tema, apesar de viverem realidades diferentes. Assinale a sequência CORRETA.
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A intertextualidade é a relação entre textos e pode se estabelecer sob diversos aspectos. Assim, observe o texto seguinte e analise as afirmativas apresentadas.
Receita de herói
Reinaldo Ferreira
Tome-se um homem feito de nada
Como nós em tamanho natural
Embeba-se-lhe a carne
Lentamente
De uma certeza aguda, irracional
Intensa como o ódio ou como a fome.
Depois perto do fim
Agite-se um pendão
E toque-se um clarim.
Serve-se morto.
PAULINO, Graça; WALTY, Ivete; CURY, Maria Zilda.
Intertextualidade: teoria e prática.
Belo Horizonte: Lê, 1995, p. 39.
I. Acontece intertextualidade intergêneros.
II. É exemplo de paródia, uma vez que desconstrói o mito de herói.
III. Apresenta intertextualidade fraca, pois não compromete todo o texto.
IV. Existe relação intertextual localizada.
Estão corretas as afirmativas:
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