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Esperava-se que a população do mundo [...] se estabilizasse em cerca de 10 bilhões de seres humanos, [...] por
volta de 2030, essencialmente por um declínio na taxa
de nascimento do Terceiro Mundo. [...] Era certo que os
movimentos previsíveis da população mundial aumentariam os desequilíbrios entre as diversas regiões. No todo,
como no Breve Século XX, os países ricos e desenvolvidos seriam aqueles cuja população seria a primeira a
estabilizar-se, ou mesmo a não se reproduzir mais, como
vários desses países já não o faziam na década de 1990.
Cercados por países pobres com imensos exércitos de
jovens clamando pelos modestos empregos no mundo
rico, que tornam homens e mulheres ricos pelos padrões
de El Salvador ou Marrocos, esses países de muitos cidadãos velhos e poucos filhos enfrentam a opção de permitir a imigração em massa (que [produziria] problemas
políticos imensos) [ou] entrincheirar-se contra os imigrantes dos quais precisam.
(Eric J. Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995)
As afirmações e reflexões do historiador baseiam-se nas considerações
(Eric J. Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995)
As afirmações e reflexões do historiador baseiam-se nas considerações
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Entre todas as revoluções contemporâneas, a Revolução
Francesa foi a única ecumênica. Seus exércitos partiram
para revolucionar o mundo; suas ideias de fato o revolucionaram. A revolução americana foi um acontecimento
crucial na história americana, mas (exceto nos países
diretamente envolvidos nela ou por ela) deixou poucos
traços relevantes em outras partes.
(Eric J. Hobsbawm, A era das revoluções - 1789-1848, 1998)
O caráter “ecumênico”, ou seja, universal, da Revolução Francesa de 1789, foi expresso pela
(Eric J. Hobsbawm, A era das revoluções - 1789-1848, 1998)
O caráter “ecumênico”, ou seja, universal, da Revolução Francesa de 1789, foi expresso pela
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Foi só a partir de 1884 que o imperialismo – surgido do
colonialismo e gerado pela incompatibilidade do sistema
de Estados nacionais com o desenvolvimento econômico e industrial do último terço do século XIX – iniciou a
sua política de expansão por amor à expansão, e esse
novo tipo de política expansionista diferia tanto das conquistas de característica nacional, antes levadas adiante
por meio de guerras fronteiriças, quanto diferia a política
imperialista da verdadeira formação de impérios, ao estilo de Roma. Por outro lado, o seu fim parecia inevitável
depois que a “liquidação do Império de Sua Majestade”
[...] se tornou fato consumado em consequência da declaração de independência da Índia.
(Hannah Arendt, Origens do totalitarismo, 1997)
A longa cronologia mencionada pelo excerto
(Hannah Arendt, Origens do totalitarismo, 1997)
A longa cronologia mencionada pelo excerto
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A propriedade sobre escravos não se limitava a grandes
senhores de engenho, fazendeiros e mineradores. Tanto
no campo como na cidade era grande o número de pequenos escravistas, donos de um, dois, três escravos,
trabalhadores na pequena lavoura, nos serviços de rua
ou no de casa. Por todas essas características, os escravos marcaram em profundidade os costumes, o imaginário, a cultura [...] de nossa população. Tendo sido o
Brasil o último país do hemisfério a abolir a escravidão,
em 1888, pode-se dizer que a história do século XIX brasileiro, que viu esse imenso território formar-se enquanto
nação independente, se confunde com a história do apogeu e da queda do regime escravista.
(João José Reis, “’Nos achamos em campo a tratar da liberdade’: a resistência negra no Brasil oitocentista”. In: Carlos Guilherme Motta (org.) Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500 – 2000). Formação: histórias. São Paulo: Editora SENAC, 2000)
O excerto refere-se
(João José Reis, “’Nos achamos em campo a tratar da liberdade’: a resistência negra no Brasil oitocentista”. In: Carlos Guilherme Motta (org.) Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500 – 2000). Formação: histórias. São Paulo: Editora SENAC, 2000)
O excerto refere-se
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A opção de Maria Quitéria de Jesus pela causa da independência é exemplar. Não sabia ler ou escrever, mas
ouviu histórias na pequena propriedade de seu pai no
interior da Bahia, sobre a opressão de Portugal, fazendo
seu coração “arder de amor à Pátria”. Fugiu para a casa
da irmã casada, que a ajudou a vestir-se de homem para
assim poder entrar para o exército patriótico. Participou
de algumas batalhas, distinguiu-se em ação e finalmente
foi recebida pelo imperador, em agosto de 1823, que a
condecorou com a ordem do Cruzeiro e a promoveu a
alferes.
(Maria Lígia Coelho Prado, América Latina no século XIX - Tramas, telas e textos. São Paulo, 2014)
A biografia de Maria Quitéria de Jesus revela a
(Maria Lígia Coelho Prado, América Latina no século XIX - Tramas, telas e textos. São Paulo, 2014)
A biografia de Maria Quitéria de Jesus revela a
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Não se pode negar que tal denominação [América Latina], no presente, é hegemônica, sendo adotada internacionalmente por historiadores, cientistas sociais e pela
imprensa em geral. Assim, aqui também adotamos a
noção de América Latina, cientes das implicações políticas de sua invenção e dos problemas que sua utilização
pode gerar. Não propomos apresentar interpretações generalizantes para toda a região. No decorrer de nossas
análises, enfatizaremos as especificidades nacionais conectadas a contextos latino-americanos mais amplos.
(Maria Lígia Prado e Gabriela Pellegrino, História da América Latina, 2014)
As historiadoras entendem que o conceito de América Latina
(Maria Lígia Prado e Gabriela Pellegrino, História da América Latina, 2014)
As historiadoras entendem que o conceito de América Latina
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O advento da Renascença propriamente dita – trazendo
consigo novas ciências, como a arqueologia, a epigrafia
e a crítica textual, para iluminar o passado clássico – de
repente estendeu a lembrança e a emulação da Antiguidade até uma escala enorme e explosiva. Arquitetura,
pintura, escultura, poesia, filosofia, teoria política e militar, todas se esforçaram em recuperar a liberdade e beleza das obras antes destinadas ao esquecimento.
(Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista, 1998)
A afirmação “recuperar a liberdade e beleza das obras antes destinadas ao esquecimento” implicava, para os contemporâneos do Renascimento,
(Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista, 1998)
A afirmação “recuperar a liberdade e beleza das obras antes destinadas ao esquecimento” implicava, para os contemporâneos do Renascimento,
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As catástrofes eram entendidas, dentro da tradição judaica, em termos de martirologia, o que por sua vez tinha
base histórica tanto nos primeiros séculos de nossa era,
quando judeus e cristãos desafiaram o poder do Império
Romano, quanto nas condições medievais, quando se
oferecia aos judeus o batismo como alternativa para se
livrarem das perseguições, mesmo se a causa da violência fosse política e econômica, e não religiosa.
(Hannah Arendt, Origens do totalitarismo, 1997)
O excerto analisa a questão das perseguições aos judeus no final do Império Romano e na Idade Média Ocidental, acentuando
(Hannah Arendt, Origens do totalitarismo, 1997)
O excerto analisa a questão das perseguições aos judeus no final do Império Romano e na Idade Média Ocidental, acentuando
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Os povos de língua tupi-guarani que vasculharam e fizeram migrações sucessivas e progressivas por milhões de
quilômetros quadrados do território tropical e subtropical
da América do Sul caracterizam-se por forte adaptabilidade aos domínios de florestas, ao uso dos rios, incluindo
moradias e tabas construídas em pontos de diques marginais e sítios de baixos terraços. [...] os tupis incorporaram pela primeira vez, na pré-história brasileira, toda a
faixa litorânea frontal do país, tendo por preferência barras de rios e riachos encostados em morrotes ou maciços
costeiros florestados. E chegaram até a Amazônia.
(Aziz Nacib Ab’Sáber, “Incursões à pré-história da América tropical”. In: Carlos Guilherme Mota (Org.) Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500 – 2000). Formação: histórias, 2000)
A ocupação do litoral pelos tupis, mencionada pelo excerto,
(Aziz Nacib Ab’Sáber, “Incursões à pré-história da América tropical”. In: Carlos Guilherme Mota (Org.) Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500 – 2000). Formação: histórias, 2000)
A ocupação do litoral pelos tupis, mencionada pelo excerto,
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Cinco séculos de história podem representar muito, considerada a história das civilizações americanas, sobretudo no que diz respeito à experiência particular afro-luso
-brasileira. Experiência de uma cultura já miscigenada na
Península Ibérica, que viria a predominar nessas partes
do globo, gerando interpretações inéditas, muito difundidas e discutíveis sobre a “adaptabilidade” dos portugueses nos trópicos, e que marcariam [fundamentalmente] o
pensamento no Brasil do século XX.
(Carlos Guilherme Mota, “Introdução”. In: Carlos Guilherme Mota (0rg.) Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500-2000). Formação: Histórias, 2000)
O excerto faz uma espécie de balanço dos quinhentos anos da história do Brasil, referindo-se à
(Carlos Guilherme Mota, “Introdução”. In: Carlos Guilherme Mota (0rg.) Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500-2000). Formação: Histórias, 2000)
O excerto faz uma espécie de balanço dos quinhentos anos da história do Brasil, referindo-se à
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