Foram encontradas 40 questões.
Maura e Homero compraram, juntos, um carro, dando
uma entrada de R$ 9.000,00 e financiando o restante em
parcelas fixas de R$ 1.800,00. Para essa entrada, Maura
contribuiu com R$ 5.000,00, e Homero, com R$ 4.000,00.
Quanto ao pagamento de cada parcela, eles dividiram os
R$ 1.800,00 de modo que a parte que caberá a cada um
seja inversamente proporcional ao valor da respectiva
contribuição de cada um na entrada. Assim, a parte de
uma dessas parcelas que caberá a Homero superará a
parte que caberá a Maura em
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Certa região que vem sendo alvo de desmatamentos está sob fiscalização. Sua área é de 2,5 alqueires
paulistas, mas Flávio, um dos fiscais, cometeu o engano
de relatar que sua área mediria 6 hectares. Sabendo
que 1 alqueire paulista corresponde a 24.200 m2
e que
1 hectare corresponde a 10.000 m2
, é correto afirmar
que a medida informada por Flávio diverge da medida
correta em
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Suponha que, como resultado de uma intervenção de
fiscais ambientais, o número de onças em uma reserva
ecológica aumente 8%, e que esse novo número, depois
de mais alguns meses de intervenções, aumente 5%.
Comparando, então, esse número final de onças com o
número de onças que havia logo no início da primeira
intervenção, constataremos que o número final representou um aumento de
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Um órgão de fiscalização ambiental possui, no total,
250 fiscais, dos quais 175 estão lotados na capital, e
os demais, em uma cidade vizinha. Para realizar uma
campanha de prevenção ao desmatamento, esses fiscais devem ser divididos em equipes, todas com o mesmo número de fiscais e com o maior número possível
de fiscais por equipe, mas de maneira que, para formar
uma equipe, não sejam mobilizados fiscais lotados em
cidades diferentes. Se essa divisão for feita conforme
especificado, serão formadas, no total,
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Durante uma campanha de conscientização ambiental,
50 pessoas fizeram contribuições para organizações
não governamentais (ONG) atuantes na defesa do meio
ambiente; 20 dessas pessoas doaram R$ 1.500,00, e as
demais, R$ 1.800,00. O valor total foi então recolhido e
repartido, em partes iguais, entre 3 ONG, cada uma das
quais recebeu, portanto,
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A norma-padrão de regência verbal e nominal está
respeitada em:
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Leia o texto a seguir para responder a questão:
No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me
de uma roxa, que desbotava.
No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor,
não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam
às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros
de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas.
Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do
Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora,
por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”,
não sei.
Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava
numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga
são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para
a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada
rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do
futuro. O futuro de que faziam parte.
Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas
do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de
nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela,
aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou
escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.
Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez,
não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele
desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições
e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é
sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a
menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval
pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de
amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.
Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de
ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos
metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente
subversivo.
(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder a questão:
No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me
de uma roxa, que desbotava.
No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor,
não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam
às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros
de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas.
Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do
Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora,
por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”,
não sei.
Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava
numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga
são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para
a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada
rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do
futuro. O futuro de que faziam parte.
Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas
do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de
nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela,
aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou
escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.
Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez,
não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele
desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições
e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é
sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a
menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval
pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de
amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.
Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de
ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos
metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente
subversivo.
(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
• Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei. (1º parágrafo)
• Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. (4º parágrafo)
No contexto em que foram empregadas, as palavras destacadas estabelecem, respectivamente, relações de sentido de:
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Leia o texto a seguir para responder a questão:
No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me
de uma roxa, que desbotava.
No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor,
não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam
às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros
de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas.
Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do
Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora,
por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”,
não sei.
Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava
numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga
são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para
a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada
rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do
futuro. O futuro de que faziam parte.
Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas
do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de
nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela,
aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou
escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.
Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez,
não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele
desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições
e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é
sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a
menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval
pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de
amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.
Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de
ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos
metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente
subversivo.
(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder a questão:
No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me
de uma roxa, que desbotava.
No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor,
não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam
às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros
de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas.
Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do
Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora,
por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”,
não sei.
Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava
numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga
são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para
a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada
rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do
futuro. O futuro de que faziam parte.
Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas
do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de
nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela,
aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou
escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.
Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez,
não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele
desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições
e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é
sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a
menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval
pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de
amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.
Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de
ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos
metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente
subversivo.
(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
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