Foram encontradas 40 questões.
Sobre a obra “Pedagogia do oprimido” de autoria de Paulo
Freire, considere as afirmações abaixo e classifique-as em
verdadeiras (V) ou falsas (F). Em seguida, assinale a
alternativa que apresenta a ordem correta.
I – Paulo Freire defende que a educação deve ser um ato de depósito, onde o educador deposita informações nos educandos.
II – No livro, Freire propõe a “educação bancária” como um modelo ideal de ensino.
III – “A Pedagogia do Oprimido” sugere que a educação deve ser um processo de diálogo entre educador e educando.
IV – Segundo Freire, a educação libertadora é aquela que mantém o status quo e não questiona as estruturas de poder.
V – A obra de Freire afirma que os oprimidos devem ser os sujeitos de sua própria educação.
I – Paulo Freire defende que a educação deve ser um ato de depósito, onde o educador deposita informações nos educandos.
II – No livro, Freire propõe a “educação bancária” como um modelo ideal de ensino.
III – “A Pedagogia do Oprimido” sugere que a educação deve ser um processo de diálogo entre educador e educando.
IV – Segundo Freire, a educação libertadora é aquela que mantém o status quo e não questiona as estruturas de poder.
V – A obra de Freire afirma que os oprimidos devem ser os sujeitos de sua própria educação.
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Com base nas etapas de desenvolvimento cognitivo
propostas por Jean Piaget, responda: durante qual estágio
Piaget afirma que as crianças começam a desenvolver a
capacidade de pensar simbolicamente?
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Segundo estudos de Vigotski, a linguagem e o pensamento
são vistos como processos interligados que se influenciam
mutuamente, desempenhando um papel fundamental no
desenvolvimento cognitivo e na capacidade de abstração
e generalização. No que diz respeito à educação escolar,
qual é o papel da linguagem na construção do
conhecimento, na formação de conceitos e na superação
do conhecimento cotidiano?
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Qual afirmação é INCORRETA sobre as tecnologias na
sala de aula, na perspectiva do Ensino Híbrido?
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A BNCC, ou Base Nacional Comum Curricular, é um
documento normativo que define as aprendizagens
essenciais que todos os estudantes devem desenvolver ao
longo da educação básica no Brasil. Ela abrange a
Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino
Médio, tanto em escolas públicas quanto particulares.
A BNCC serve como um guia para a criação dos currículos escolares, assegurando uma formação educacional completa e equitativa, estabelecendo 10 competências mobilizar conhecimentos, habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho. Diante do exposto, qual competência a BNCC destaca como fundamental para o século XXI?
A BNCC serve como um guia para a criação dos currículos escolares, assegurando uma formação educacional completa e equitativa, estabelecendo 10 competências mobilizar conhecimentos, habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho. Diante do exposto, qual competência a BNCC destaca como fundamental para o século XXI?
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No livro “Aula Nota 10”, Doug Lemov, especialista em
efetividade do aprendizado, apresenta 49 técnicas para
que os professores possam obter sucesso em fazer os
alunos aprenderem. Além das 49 técnicas, o autor
apresenta outras 12, procurando cobrir os aspectos da
dinâmica professor-aluno e mostrando como criar um clima
positivo e estimular os alunos a pensarem criticamente.
Para que se crie um clima positivo e estimulante em sala
de aula, saber lidar com o erro dos estudantes é
importante. Nesse sentido, Como o livro “Aula Nota 10”
sugere que os professores devem lidar com erros dos
alunos?
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Sobre a pedagogia dos multiletramentos, considere as
informações abaixo:
I- Multiletramento é um conceito que se refere apenas à capacidade de ler e escrever em diferentes idiomas.
II- A pedagogia dos multiletramentos considera a diversidade de linguagens e a pluralidade cultural na formação e visão de mundo dos alunos.
III- A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reconhece a importância do multiletramento para a formação dos estudantes.
IV- Os multiletramentos são importantes para preparar os alunos para interpretar contextos diversos e comunicar-se eficazmente em diferentes mídias e plataformas.
V- A alfabetização tradicional, focada apenas na escrita, é suficiente para atender às demandas de comunicação da sociedade contemporânea.
Assinale a alternativa que contém as afirmações falsas:
I- Multiletramento é um conceito que se refere apenas à capacidade de ler e escrever em diferentes idiomas.
II- A pedagogia dos multiletramentos considera a diversidade de linguagens e a pluralidade cultural na formação e visão de mundo dos alunos.
III- A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reconhece a importância do multiletramento para a formação dos estudantes.
IV- Os multiletramentos são importantes para preparar os alunos para interpretar contextos diversos e comunicar-se eficazmente em diferentes mídias e plataformas.
V- A alfabetização tradicional, focada apenas na escrita, é suficiente para atender às demandas de comunicação da sociedade contemporânea.
Assinale a alternativa que contém as afirmações falsas:
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Com base nas informações disponíveis sobre o livro
“Aprendizagem baseada em Projetos: educação
diferenciada para o século XXI” de Willian N. Bender,
responda: como o livro sugere que os estudantes devem
trabalhar com questões e problemas?
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO 02:
Mercantilização da saúde mental
Analogamente, o regime ditatorial também foi
responsável pela mercantilização da saúde mental.
Embora sejam lembradas as construções estatais desse
período, as iniciativas privadas também foram fortalecidas,
especialmente no campo da psiquiatria. Isso se evidenciou
pelo aumento significativo no número de leitos
psiquiátricos e internações, parte do projeto político que
visava consolidar o poder.
Ainda que o golpe militar estivesse alinhado
politicamente com o capital estrangeiro, por meio de
políticas de privatização, o Estado brasileiro iniciou uma
série de repressões com uma agenda centralizadora,
justificando suas ações em nome da segurança nacional e
de uma suposta "ameaça comunista".
Essa ambiguidade entre a centralização política e as
ações de privatização foi observada nas políticas de saúde
da época, o que refletiu na criação do Instituto Nacional de
Assistência Médica e Previdência Social (Inamps), que
unificava sistemas de pensões, aposentadorias e
assistência médica, estabelecendo convênios com
instituições públicas e privadas.
Esse novo modelo previdenciário teve um grande
impacto na psiquiatria, beneficiando a indústria
farmacêutica e aumentando a demanda por internações. O
governo oferecia subsídios financeiros que, aliados ao
aumento das institucionalizações, resultaram em uma
deterioração dos leitos psiquiátricos públicos. Como
consequência, a Previdência Social direcionava 97% de seus recursos para a manutenção de leitos privados,
aumentando sua oferta e o número de internos.
Em 1984, o psiquiatra Luiz Cerqueira evidenciou o
termo "indústria da loucura" em seu livro Psiquiatria Social:
Problemas Brasileiros de Saúde Mental, denunciando a
prática mercantilista que se instaurou nesse período da
história brasileira.
Este ano, o golpe militar completa 60 anos e, apesar
dos progressos iniciados pela Reforma Psiquiátrica, as
cicatrizes deixadas pela ditadura ainda se refletem nas
políticas de saúde mental do país. A mercantilização da
saúde continua ocorrendo mediante o financiamento de
comunidades terapêuticas (CTs), do fortalecimento da
indústria farmacêutica e da deterioração da Rede de
Atenção Psicossocial (RAPS).
Assim como durante a ditadura militar, o Estado,
aliado a organizações privadas, transformou a saúde
mental em mercadoria, seis décadas depois algumas
instituições ainda lucram com o sofrimento psíquico da
população.
Além disso, mesmo após tantos anos desde o fim do
período ditatorial e a implementação da Reforma
Psiquiátrica, frequentemente surgem denúncias
relacionadas à punição de indivíduos em sofrimento
psíquico, sobretudo em comunidades terapêuticas.
Então, a pergunta que permanece é: por que,
décadas após a Ditadura Militar, a lógica manicomial ainda
persiste como um instrumento de punição?
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO 02:
Mercantilização da saúde mental
Analogamente, o regime ditatorial também foi
responsável pela mercantilização da saúde mental.
Embora sejam lembradas as construções estatais desse
período, as iniciativas privadas também foram fortalecidas,
especialmente no campo da psiquiatria. Isso se evidenciou
pelo aumento significativo no número de leitos
psiquiátricos e internações, parte do projeto político que
visava consolidar o poder.
Ainda que o golpe militar estivesse alinhado
politicamente com o capital estrangeiro, por meio de
políticas de privatização, o Estado brasileiro iniciou uma
série de repressões com uma agenda centralizadora,
justificando suas ações em nome da segurança nacional e
de uma suposta "ameaça comunista".
Essa ambiguidade entre a centralização política e as
ações de privatização foi observada nas políticas de saúde
da época, o que refletiu na criação do Instituto Nacional de
Assistência Médica e Previdência Social (Inamps), que
unificava sistemas de pensões, aposentadorias e
assistência médica, estabelecendo convênios com
instituições públicas e privadas.
Esse novo modelo previdenciário teve um grande
impacto na psiquiatria, beneficiando a indústria
farmacêutica e aumentando a demanda por internações. O
governo oferecia subsídios financeiros que, aliados ao
aumento das institucionalizações, resultaram em uma
deterioração dos leitos psiquiátricos públicos. Como
consequência, a Previdência Social direcionava 97% de seus recursos para a manutenção de leitos privados,
aumentando sua oferta e o número de internos.
Em 1984, o psiquiatra Luiz Cerqueira evidenciou o
termo "indústria da loucura" em seu livro Psiquiatria Social:
Problemas Brasileiros de Saúde Mental, denunciando a
prática mercantilista que se instaurou nesse período da
história brasileira.
Este ano, o golpe militar completa 60 anos e, apesar
dos progressos iniciados pela Reforma Psiquiátrica, as
cicatrizes deixadas pela ditadura ainda se refletem nas
políticas de saúde mental do país. A mercantilização da
saúde continua ocorrendo mediante o financiamento de
comunidades terapêuticas (CTs), do fortalecimento da
indústria farmacêutica e da deterioração da Rede de
Atenção Psicossocial (RAPS).
Assim como durante a ditadura militar, o Estado,
aliado a organizações privadas, transformou a saúde
mental em mercadoria, seis décadas depois algumas
instituições ainda lucram com o sofrimento psíquico da
população.
Além disso, mesmo após tantos anos desde o fim do
período ditatorial e a implementação da Reforma
Psiquiátrica, frequentemente surgem denúncias
relacionadas à punição de indivíduos em sofrimento
psíquico, sobretudo em comunidades terapêuticas.
Então, a pergunta que permanece é: por que,
décadas após a Ditadura Militar, a lógica manicomial ainda
persiste como um instrumento de punição?
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