Foram encontradas 260 questões.
Observe o trecho abaixo:
Fizemos uma viagem ____ Paris e chegamos ____ conclusão de que os monumentos são mais bonitos pessoalmente, pena que ____ distância é tão grande em relação ao nosso país.
A ordem CORRETA de preenchimento das lacunas é:
Fizemos uma viagem ____ Paris e chegamos ____ conclusão de que os monumentos são mais bonitos pessoalmente, pena que ____ distância é tão grande em relação ao nosso país.
A ordem CORRETA de preenchimento das lacunas é:
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DE QUEM É ESTE TEXTO?
Rafaela Lôbo
Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi
realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar
um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto
havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam
sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação
quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?
Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao
longo do texto são típicas de IA bem treinada”.
Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que
detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA,
e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do
argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em
textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes
chances de não ser humano.
Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela
pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se,
após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo
texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo
agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita
pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu,
mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda
são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e
encerrei a conversa.
No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de
“proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”.
Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?
Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.
Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de
maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia
de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o
autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um
prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?
Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve
a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será
mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
1. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas.
2. O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA.
3. Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA.
4. Há alguns anos, nem se pensava na possibilidade de existir IA.
O verbo haver está empregado com o mesmo sentido em:
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DE QUEM É ESTE TEXTO?
Rafaela Lôbo
Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi
realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar
um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto
havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam
sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação
quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?
Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao
longo do texto são típicas de IA bem treinada”.
Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que
detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA,
e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do
argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em
textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes
chances de não ser humano.
Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela
pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se,
após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo
texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo
agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita
pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu,
mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda
são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e
encerrei a conversa.
No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de
“proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”.
Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?
Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.
Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de
maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia
de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o
autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um
prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?
Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve
a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será
mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
1. “No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”.
2. “Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.
3. “Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê.”
4. “Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação?”.
As vírgulas foram usadas com a mesma função: intercalar o adjunto adverbial, EXCETO em:
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Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi
realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar
um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto
havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam
sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação
quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?
Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao
longo do texto são típicas de IA bem treinada”.
Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que
detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA,
e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do
argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em
textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes
chances de não ser humano.
Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela
pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se,
após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo
texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo
agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita
pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu,
mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda
são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e
encerrei a conversa.
No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de
“proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”.
Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?
Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.
Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de
maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia
de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o
autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um
prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?
Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve
a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será
mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
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havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam
sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação
quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?
Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao
longo do texto são típicas de IA bem treinada”.
Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que
detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA,
e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do
argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em
textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes
chances de não ser humano.
Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela
pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se,
após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo
texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo
agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita
pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu,
mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda
são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e
encerrei a conversa.
No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de
“proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”.
Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?
Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.
Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de
maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia
de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o
autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um
prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?
Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve
a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será
mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?
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realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar
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havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam
sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação
quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?
Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao
longo do texto são típicas de IA bem treinada”.
Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que
detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA,
e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do
argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em
textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes
chances de não ser humano.
Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela
pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se,
após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo
texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo
agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita
pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu,
mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda
são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e
encerrei a conversa.
No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de
“proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”.
Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?
Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.
Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de
maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia
de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o
autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um
prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?
Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve
a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será
mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
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realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar
um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto
havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam
sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação
quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?
Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao
longo do texto são típicas de IA bem treinada”.
Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que
detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA,
e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do
argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em
textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes
chances de não ser humano.
Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela
pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se,
após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo
texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo
agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita
pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu,
mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda
são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e
encerrei a conversa.
No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de
“proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”.
Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?
Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.
Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de
maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia
de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o
autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um
prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?
Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve
a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será
mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?
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um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto
havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam
sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação
quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?
Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao
longo do texto são típicas de IA bem treinada”.
Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que
detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA,
e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do
argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em
textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes
chances de não ser humano.
Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela
pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se,
após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo
texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo
agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita
pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu,
mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda
são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e
encerrei a conversa.
No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de
“proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”.
Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?
Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.
Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de
maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia
de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o
autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um
prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?
Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve
a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será
mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?
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Que característica a IA citou para justificar essa conclusão?
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realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar
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havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam
sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação
quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?
Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao
longo do texto são típicas de IA bem treinada”.
Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que
detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA,
e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do
argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em
textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes
chances de não ser humano.
Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela
pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se,
após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo
texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo
agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita
pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu,
mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda
são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e
encerrei a conversa.
No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de
“proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”.
Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?
Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.
Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de
maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia
de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o
autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um
prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?
Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve
a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será
mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?
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realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar
um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto
havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam
sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação
quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?
Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao
longo do texto são típicas de IA bem treinada”.
Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que
detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA,
e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do
argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em
textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes
chances de não ser humano.
Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela
pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se,
após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo
texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo
agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita
pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu,
mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda
são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e
encerrei a conversa.
No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de
“proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”.
Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?
Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.
Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de
maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia
de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o
autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um
prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?
Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve
a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será
mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
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