Foram encontradas 30 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão..
Crianças mimadas ou sem educação?
Recentemente, durante uma viagem ao Chile, me
deparei com uma situação que me fez refletir sobre as
diferenças geracionais. Uma criança, aparentemente com
cerca de 12 anos, agiu de forma bastante desrespeitosa
com seus pais durante o voo, o que me fez lembrar de
outras ocasiões semelhantes que já testemunhei. O
comportamento dessa criança foi marcado por gritos,
exigências e uma atitude que parecia considerar seus pais
como servos, a ponto de a aeromoça intervir para pedir que
a controlassem. Ao longo do voo, esse padrão de
comportamento persistiu, com a criança impondo suas
vontades e os pais cedendo a suas demandas após uma
série de gritos, lágrimas e chantagem emocional.
[...]
Se a resiliência é uma competência e habilidade
altamente valorizada pelas empresas, como essa criança
lidará com situações em que receber um "não" de seu líder
ou quando perder o controle da situação? É evidente que
a falta de resiliência muitas vezes está associada a um
baixo controle emocional.
Talvez essa criança se torne o próximo chefe
narcisista ou tóxico a adentrar as empresas. No entanto, é
importante ressaltar que profissionais com esse perfil têm
uma vida útil cada vez mais curta nas organizações
atualmente, o que levanta questões sobre sua viabilidade
a longo prazo.
Neste cenário, os pais desempenham um papel
fundamental, sendo em sua maioria os responsáveis por
moldar esse contexto. Vivemos numa época em que a
presença da babá tem ganhado uma importância
desproporcional na criação e educação das crianças, enquanto a participação dos pais nos ensinamentos sobre
respeito e outras questões básicas das relações humanas
é limitada, muitas vezes devido ao foco em suas carreiras
ou outros compromissos.
(Fonte: https://www.terra.com.br/economia/geracao-z-queesta-nas-empresas-e-mais-fragil-do-que-seimagina,48f07a3c003cb8d08f8b94bb9ed26f26tiz67kaj.html)
Se a resiliência é uma competência e habilidade altamente valorizada pelas empresas, como essa criança lidará com situações em que receber um "não" de seu líder ou quando perder o controle da situação?
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para a palavra destacada no trecho.
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Leia o texto a seguir para responder à questão..
Crianças mimadas ou sem educação?
Recentemente, durante uma viagem ao Chile, me
deparei com uma situação que me fez refletir sobre as
diferenças geracionais. Uma criança, aparentemente com
cerca de 12 anos, agiu de forma bastante desrespeitosa
com seus pais durante o voo, o que me fez lembrar de
outras ocasiões semelhantes que já testemunhei. O
comportamento dessa criança foi marcado por gritos,
exigências e uma atitude que parecia considerar seus pais
como servos, a ponto de a aeromoça intervir para pedir que
a controlassem. Ao longo do voo, esse padrão de
comportamento persistiu, com a criança impondo suas
vontades e os pais cedendo a suas demandas após uma
série de gritos, lágrimas e chantagem emocional.
[...]
Se a resiliência é uma competência e habilidade
altamente valorizada pelas empresas, como essa criança
lidará com situações em que receber um "não" de seu líder
ou quando perder o controle da situação? É evidente que
a falta de resiliência muitas vezes está associada a um
baixo controle emocional.
Talvez essa criança se torne o próximo chefe
narcisista ou tóxico a adentrar as empresas. No entanto, é
importante ressaltar que profissionais com esse perfil têm
uma vida útil cada vez mais curta nas organizações
atualmente, o que levanta questões sobre sua viabilidade
a longo prazo.
Neste cenário, os pais desempenham um papel
fundamental, sendo em sua maioria os responsáveis por
moldar esse contexto. Vivemos numa época em que a
presença da babá tem ganhado uma importância
desproporcional na criação e educação das crianças, enquanto a participação dos pais nos ensinamentos sobre
respeito e outras questões básicas das relações humanas
é limitada, muitas vezes devido ao foco em suas carreiras
ou outros compromissos.
(Fonte: https://www.terra.com.br/economia/geracao-z-queesta-nas-empresas-e-mais-fragil-do-que-seimagina,48f07a3c003cb8d08f8b94bb9ed26f26tiz67kaj.html)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Texto I
Jodie Foster: porque criticar os mais jovens não é
coisa de "velha"
Atriz e diretora de 61 anos, duas vezes vencedora do
Oscar, causou polêmica ao dizer que trabalhar com a
geração Z pode ser "muito irritante”.
Com a chegada da temporada de premiações do
cinema, a atriz Jodie Foster ganhou uma longa reportagem
no jornal inglês "The Guardian" recentemente. Depois de
ser indicada ao Globo de Ouro, Foster é candidata a
receber uma indicação ao Oscar de atriz coadjuvante por
"Nyad" (Netflix). No filme, ela é Bonnie, a amiga e técnica
da nadadora Diana Nyad (Annette Bening) que, aos 64
anos, realizou um feito considerado humanamente
impossível: nadar por mais de 50 horas no mar, indo de
Cuba à costa da Flórida, nos Estados Unidos.
Na entrevista ao jornal inglês, Foster falou sobre
carreira, sobre criar filhos feministas - ela é mãe de dois
garotos na faixa dos 20 anos - e como teve que descobrir
o que era ser mulher acima de 50 anos em Hollywood. Aos
61 anos, a atriz que também está à frente da nova série da
HBO Max "True Detective: Terra Noturna", sente-se à
vontade com ela mesma, liberta e quer ajudar a geração
mais jovem a sentir o mesmo.
Mas no meio da matéria havia um pequeno trecho
que ganhou repercussão. Apesar da torcida da atriz para o
sucesso dos mais jovens na indústria cinematográfica,
Foster ressaltou que a chamada geração Z (nascidos entre
1997 e 2010) pode ser bem irritante quando se trata de
trabalho. "Eles são assim 'hoje, não estou a fim, vou chegar
às 10h30'. Ou, por exemplo, em e-mails, digo que a
gramática está incorreta, pergunto se não verificaram a
ortografia. E eles respondem: 'Por que faria isso, isso não
é um tanto quanto limitante?'", relatou a atriz.
Não custou muito para a atriz ser detonada com
aquela tradicional carga de etarismo. "É coisa de velha",
disseram os incomodados pela crítica da atriz. No entanto,
para muita gente não soou como uma observação de gente
ultrapassada que não aceita o novo. Ao contrário, pareceu
um comportamento familiar.
No mundo, a geração Z é vista como difícil de
trabalhar por causa de uma falta de motivação e pela
capacidade de se distrair e de se ofender facilmente. No
Brasil, a dificuldade de se engajar no trabalho também se
confirma.
[...]
A gente tem que lembrar que essa é uma geração
que começou a trabalhar e foi abatida em pleno voo por
uma pandemia que bagunçou o mundo. Se antes havia
uma precarização do trabalho, a pandemia ajudou a
consolidar essa tendência e a aumentar as desigualdades
salariais já gritantes. Qual o estímulo para trabalhar e não
ter o suficiente para morar bem, comer, ter lazer, enquanto
uma minúscula parcela da população fica cada vez mais
endinheirada? Difícil buscar motivação que resista.
[...]
O que posso afirmar é que toda geração tem suas
questões para serem resolvidas. Assim como Jodie Foster,
sou baby boomer (nascidos entre 1945 e 1964). Nasci no
ano do golpe militar. Cresci num país onde a ditadura
perdurou por mais de duas décadas, com tudo o que cerca
regimes autoritários. A censura estava presente em
diversas camadas da sociedade brasileira. Não poupava
jornalistas, artistas, cientistas, entre outros. Sem contar
que o tratamento dado às mulheres e as desigualdades de
gênero eram ainda piores do que as atuais. Mesmo assim,
a gente é empurrada a encontrar nosso lugar no mundo
que nos faz mais feliz.
Ter alguém mais experiente nessa caminhada nos
dá uma grande vantagem. Tão bom quanto aprender com
os jovens é assimilar o conhecimento das pessoas mais
velhas. Pensa no tanto de lição que alguém como Jodie
Foster, que entrou na indústria do entretenimento com
apenas três anos de idade e construiu uma carreira sólida
e premiada, tem a ensinar para quem está chegando.
Quantas Jodie Foster, das mais diversas áreas, poderiam
estar como mentoras influentes, com benefícios para todo
mundo, independentemente da idade?
Ouvir pessoas com mais experiência é como ter um
espelho do que a gente quer buscar no futuro. É ter uma
referência do que vale a pena na vida. Pode parecer óbvio,
mas não custa lembrar que as gerações podem ter nomes
e letras diferentes. Mas têm uma coisa em comum: todas
vão envelhecer.
(Fonte: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/lucia-soares/jodiefoster-por-que-criticar-os-mais-jovens-nao-e-coisa-develha,4554465b54dc2c821fadea3ff0ec1384lf18w8n7.html).
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Texto I
Jodie Foster: porque criticar os mais jovens não é
coisa de "velha"
Atriz e diretora de 61 anos, duas vezes vencedora do
Oscar, causou polêmica ao dizer que trabalhar com a
geração Z pode ser "muito irritante”.
Com a chegada da temporada de premiações do
cinema, a atriz Jodie Foster ganhou uma longa reportagem
no jornal inglês "The Guardian" recentemente. Depois de
ser indicada ao Globo de Ouro, Foster é candidata a
receber uma indicação ao Oscar de atriz coadjuvante por
"Nyad" (Netflix). No filme, ela é Bonnie, a amiga e técnica
da nadadora Diana Nyad (Annette Bening) que, aos 64
anos, realizou um feito considerado humanamente
impossível: nadar por mais de 50 horas no mar, indo de
Cuba à costa da Flórida, nos Estados Unidos.
Na entrevista ao jornal inglês, Foster falou sobre
carreira, sobre criar filhos feministas - ela é mãe de dois
garotos na faixa dos 20 anos - e como teve que descobrir
o que era ser mulher acima de 50 anos em Hollywood. Aos
61 anos, a atriz que também está à frente da nova série da
HBO Max "True Detective: Terra Noturna", sente-se à
vontade com ela mesma, liberta e quer ajudar a geração
mais jovem a sentir o mesmo.
Mas no meio da matéria havia um pequeno trecho
que ganhou repercussão. Apesar da torcida da atriz para o
sucesso dos mais jovens na indústria cinematográfica,
Foster ressaltou que a chamada geração Z (nascidos entre
1997 e 2010) pode ser bem irritante quando se trata de
trabalho. "Eles são assim 'hoje, não estou a fim, vou chegar
às 10h30'. Ou, por exemplo, em e-mails, digo que a
gramática está incorreta, pergunto se não verificaram a
ortografia. E eles respondem: 'Por que faria isso, isso não
é um tanto quanto limitante?'", relatou a atriz.
Não custou muito para a atriz ser detonada com
aquela tradicional carga de etarismo. "É coisa de velha",
disseram os incomodados pela crítica da atriz. No entanto,
para muita gente não soou como uma observação de gente
ultrapassada que não aceita o novo. Ao contrário, pareceu
um comportamento familiar.
No mundo, a geração Z é vista como difícil de
trabalhar por causa de uma falta de motivação e pela
capacidade de se distrair e de se ofender facilmente. No
Brasil, a dificuldade de se engajar no trabalho também se
confirma.
[...]
A gente tem que lembrar que essa é uma geração
que começou a trabalhar e foi abatida em pleno voo por
uma pandemia que bagunçou o mundo. Se antes havia
uma precarização do trabalho, a pandemia ajudou a
consolidar essa tendência e a aumentar as desigualdades
salariais já gritantes. Qual o estímulo para trabalhar e não
ter o suficiente para morar bem, comer, ter lazer, enquanto
uma minúscula parcela da população fica cada vez mais
endinheirada? Difícil buscar motivação que resista.
[...]
O que posso afirmar é que toda geração tem suas
questões para serem resolvidas. Assim como Jodie Foster,
sou baby boomer (nascidos entre 1945 e 1964). Nasci no
ano do golpe militar. Cresci num país onde a ditadura
perdurou por mais de duas décadas, com tudo o que cerca
regimes autoritários. A censura estava presente em
diversas camadas da sociedade brasileira. Não poupava
jornalistas, artistas, cientistas, entre outros. Sem contar
que o tratamento dado às mulheres e as desigualdades de
gênero eram ainda piores do que as atuais. Mesmo assim,
a gente é empurrada a encontrar nosso lugar no mundo
que nos faz mais feliz.
Ter alguém mais experiente nessa caminhada nos
dá uma grande vantagem. Tão bom quanto aprender com
os jovens é assimilar o conhecimento das pessoas mais
velhas. Pensa no tanto de lição que alguém como Jodie
Foster, que entrou na indústria do entretenimento com
apenas três anos de idade e construiu uma carreira sólida
e premiada, tem a ensinar para quem está chegando.
Quantas Jodie Foster, das mais diversas áreas, poderiam
estar como mentoras influentes, com benefícios para todo
mundo, independentemente da idade?
Ouvir pessoas com mais experiência é como ter um
espelho do que a gente quer buscar no futuro. É ter uma
referência do que vale a pena na vida. Pode parecer óbvio,
mas não custa lembrar que as gerações podem ter nomes
e letras diferentes. Mas têm uma coisa em comum: todas
vão envelhecer.
(Fonte: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/lucia-soares/jodiefoster-por-que-criticar-os-mais-jovens-nao-e-coisa-develha,4554465b54dc2c821fadea3ff0ec1384lf18w8n7.html).
Assinale a alternativa em que a reescrita do período NÃO mantém as relações de sentido presentes no trecho.
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Texto I
Jodie Foster: porque criticar os mais jovens não é
coisa de "velha"
Atriz e diretora de 61 anos, duas vezes vencedora do
Oscar, causou polêmica ao dizer que trabalhar com a
geração Z pode ser "muito irritante”.
Com a chegada da temporada de premiações do
cinema, a atriz Jodie Foster ganhou uma longa reportagem
no jornal inglês "The Guardian" recentemente. Depois de
ser indicada ao Globo de Ouro, Foster é candidata a
receber uma indicação ao Oscar de atriz coadjuvante por
"Nyad" (Netflix). No filme, ela é Bonnie, a amiga e técnica
da nadadora Diana Nyad (Annette Bening) que, aos 64
anos, realizou um feito considerado humanamente
impossível: nadar por mais de 50 horas no mar, indo de
Cuba à costa da Flórida, nos Estados Unidos.
Na entrevista ao jornal inglês, Foster falou sobre
carreira, sobre criar filhos feministas - ela é mãe de dois
garotos na faixa dos 20 anos - e como teve que descobrir
o que era ser mulher acima de 50 anos em Hollywood. Aos
61 anos, a atriz que também está à frente da nova série da
HBO Max "True Detective: Terra Noturna", sente-se à
vontade com ela mesma, liberta e quer ajudar a geração
mais jovem a sentir o mesmo.
Mas no meio da matéria havia um pequeno trecho
que ganhou repercussão. Apesar da torcida da atriz para o
sucesso dos mais jovens na indústria cinematográfica,
Foster ressaltou que a chamada geração Z (nascidos entre
1997 e 2010) pode ser bem irritante quando se trata de
trabalho. "Eles são assim 'hoje, não estou a fim, vou chegar
às 10h30'. Ou, por exemplo, em e-mails, digo que a
gramática está incorreta, pergunto se não verificaram a
ortografia. E eles respondem: 'Por que faria isso, isso não
é um tanto quanto limitante?'", relatou a atriz.
Não custou muito para a atriz ser detonada com
aquela tradicional carga de etarismo. "É coisa de velha",
disseram os incomodados pela crítica da atriz. No entanto,
para muita gente não soou como uma observação de gente
ultrapassada que não aceita o novo. Ao contrário, pareceu
um comportamento familiar.
No mundo, a geração Z é vista como difícil de
trabalhar por causa de uma falta de motivação e pela
capacidade de se distrair e de se ofender facilmente. No
Brasil, a dificuldade de se engajar no trabalho também se
confirma.
[...]
A gente tem que lembrar que essa é uma geração
que começou a trabalhar e foi abatida em pleno voo por
uma pandemia que bagunçou o mundo. Se antes havia
uma precarização do trabalho, a pandemia ajudou a
consolidar essa tendência e a aumentar as desigualdades
salariais já gritantes. Qual o estímulo para trabalhar e não
ter o suficiente para morar bem, comer, ter lazer, enquanto
uma minúscula parcela da população fica cada vez mais
endinheirada? Difícil buscar motivação que resista.
[...]
O que posso afirmar é que toda geração tem suas
questões para serem resolvidas. Assim como Jodie Foster,
sou baby boomer (nascidos entre 1945 e 1964). Nasci no
ano do golpe militar. Cresci num país onde a ditadura
perdurou por mais de duas décadas, com tudo o que cerca
regimes autoritários. A censura estava presente em
diversas camadas da sociedade brasileira. Não poupava
jornalistas, artistas, cientistas, entre outros. Sem contar
que o tratamento dado às mulheres e as desigualdades de
gênero eram ainda piores do que as atuais. Mesmo assim,
a gente é empurrada a encontrar nosso lugar no mundo
que nos faz mais feliz.
Ter alguém mais experiente nessa caminhada nos
dá uma grande vantagem. Tão bom quanto aprender com
os jovens é assimilar o conhecimento das pessoas mais
velhas. Pensa no tanto de lição que alguém como Jodie
Foster, que entrou na indústria do entretenimento com
apenas três anos de idade e construiu uma carreira sólida
e premiada, tem a ensinar para quem está chegando.
Quantas Jodie Foster, das mais diversas áreas, poderiam
estar como mentoras influentes, com benefícios para todo
mundo, independentemente da idade?
Ouvir pessoas com mais experiência é como ter um
espelho do que a gente quer buscar no futuro. É ter uma
referência do que vale a pena na vida. Pode parecer óbvio,
mas não custa lembrar que as gerações podem ter nomes
e letras diferentes. Mas têm uma coisa em comum: todas
vão envelhecer.
(Fonte: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/lucia-soares/jodiefoster-por-que-criticar-os-mais-jovens-nao-e-coisa-develha,4554465b54dc2c821fadea3ff0ec1384lf18w8n7.html).
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Texto I
Jodie Foster: porque criticar os mais jovens não é
coisa de "velha"
Atriz e diretora de 61 anos, duas vezes vencedora do
Oscar, causou polêmica ao dizer que trabalhar com a
geração Z pode ser "muito irritante”.
Com a chegada da temporada de premiações do
cinema, a atriz Jodie Foster ganhou uma longa reportagem
no jornal inglês "The Guardian" recentemente. Depois de
ser indicada ao Globo de Ouro, Foster é candidata a
receber uma indicação ao Oscar de atriz coadjuvante por
"Nyad" (Netflix). No filme, ela é Bonnie, a amiga e técnica
da nadadora Diana Nyad (Annette Bening) que, aos 64
anos, realizou um feito considerado humanamente
impossível: nadar por mais de 50 horas no mar, indo de
Cuba à costa da Flórida, nos Estados Unidos.
Na entrevista ao jornal inglês, Foster falou sobre
carreira, sobre criar filhos feministas - ela é mãe de dois
garotos na faixa dos 20 anos - e como teve que descobrir
o que era ser mulher acima de 50 anos em Hollywood. Aos
61 anos, a atriz que também está à frente da nova série da
HBO Max "True Detective: Terra Noturna", sente-se à
vontade com ela mesma, liberta e quer ajudar a geração
mais jovem a sentir o mesmo.
Mas no meio da matéria havia um pequeno trecho
que ganhou repercussão. Apesar da torcida da atriz para o
sucesso dos mais jovens na indústria cinematográfica,
Foster ressaltou que a chamada geração Z (nascidos entre
1997 e 2010) pode ser bem irritante quando se trata de
trabalho. "Eles são assim 'hoje, não estou a fim, vou chegar
às 10h30'. Ou, por exemplo, em e-mails, digo que a
gramática está incorreta, pergunto se não verificaram a
ortografia. E eles respondem: 'Por que faria isso, isso não
é um tanto quanto limitante?'", relatou a atriz.
Não custou muito para a atriz ser detonada com
aquela tradicional carga de etarismo. "É coisa de velha",
disseram os incomodados pela crítica da atriz. No entanto,
para muita gente não soou como uma observação de gente
ultrapassada que não aceita o novo. Ao contrário, pareceu
um comportamento familiar.
No mundo, a geração Z é vista como difícil de
trabalhar por causa de uma falta de motivação e pela
capacidade de se distrair e de se ofender facilmente. No
Brasil, a dificuldade de se engajar no trabalho também se
confirma.
[...]
A gente tem que lembrar que essa é uma geração
que começou a trabalhar e foi abatida em pleno voo por
uma pandemia que bagunçou o mundo. Se antes havia
uma precarização do trabalho, a pandemia ajudou a
consolidar essa tendência e a aumentar as desigualdades
salariais já gritantes. Qual o estímulo para trabalhar e não
ter o suficiente para morar bem, comer, ter lazer, enquanto
uma minúscula parcela da população fica cada vez mais
endinheirada? Difícil buscar motivação que resista.
[...]
O que posso afirmar é que toda geração tem suas
questões para serem resolvidas. Assim como Jodie Foster,
sou baby boomer (nascidos entre 1945 e 1964). Nasci no
ano do golpe militar. Cresci num país onde a ditadura
perdurou por mais de duas décadas, com tudo o que cerca
regimes autoritários. A censura estava presente em
diversas camadas da sociedade brasileira. Não poupava
jornalistas, artistas, cientistas, entre outros. Sem contar
que o tratamento dado às mulheres e as desigualdades de
gênero eram ainda piores do que as atuais. Mesmo assim,
a gente é empurrada a encontrar nosso lugar no mundo
que nos faz mais feliz.
Ter alguém mais experiente nessa caminhada nos
dá uma grande vantagem. Tão bom quanto aprender com
os jovens é assimilar o conhecimento das pessoas mais
velhas. Pensa no tanto de lição que alguém como Jodie
Foster, que entrou na indústria do entretenimento com
apenas três anos de idade e construiu uma carreira sólida
e premiada, tem a ensinar para quem está chegando.
Quantas Jodie Foster, das mais diversas áreas, poderiam
estar como mentoras influentes, com benefícios para todo
mundo, independentemente da idade?
Ouvir pessoas com mais experiência é como ter um
espelho do que a gente quer buscar no futuro. É ter uma
referência do que vale a pena na vida. Pode parecer óbvio,
mas não custa lembrar que as gerações podem ter nomes
e letras diferentes. Mas têm uma coisa em comum: todas
vão envelhecer.
(Fonte: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/lucia-soares/jodiefoster-por-que-criticar-os-mais-jovens-nao-e-coisa-develha,4554465b54dc2c821fadea3ff0ec1384lf18w8n7.html).
I – Recebe um acento circunflexo por ser um monossílabo tônico com timbre fechado da vogal.
II – É acentuado para concordar com seu sujeito “gerações”.
III – Apresenta transitividade indireta, conforme preconiza a gramática normativa da língua portuguesa.
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Texto I
Jodie Foster: porque criticar os mais jovens não é
coisa de "velha"
Atriz e diretora de 61 anos, duas vezes vencedora do
Oscar, causou polêmica ao dizer que trabalhar com a
geração Z pode ser "muito irritante”.
Com a chegada da temporada de premiações do
cinema, a atriz Jodie Foster ganhou uma longa reportagem
no jornal inglês "The Guardian" recentemente. Depois de
ser indicada ao Globo de Ouro, Foster é candidata a
receber uma indicação ao Oscar de atriz coadjuvante por
"Nyad" (Netflix). No filme, ela é Bonnie, a amiga e técnica
da nadadora Diana Nyad (Annette Bening) que, aos 64
anos, realizou um feito considerado humanamente
impossível: nadar por mais de 50 horas no mar, indo de
Cuba à costa da Flórida, nos Estados Unidos.
Na entrevista ao jornal inglês, Foster falou sobre
carreira, sobre criar filhos feministas - ela é mãe de dois
garotos na faixa dos 20 anos - e como teve que descobrir
o que era ser mulher acima de 50 anos em Hollywood. Aos
61 anos, a atriz que também está à frente da nova série da
HBO Max "True Detective: Terra Noturna", sente-se à
vontade com ela mesma, liberta e quer ajudar a geração
mais jovem a sentir o mesmo.
Mas no meio da matéria havia um pequeno trecho
que ganhou repercussão. Apesar da torcida da atriz para o
sucesso dos mais jovens na indústria cinematográfica,
Foster ressaltou que a chamada geração Z (nascidos entre
1997 e 2010) pode ser bem irritante quando se trata de
trabalho. "Eles são assim 'hoje, não estou a fim, vou chegar
às 10h30'. Ou, por exemplo, em e-mails, digo que a
gramática está incorreta, pergunto se não verificaram a
ortografia. E eles respondem: 'Por que faria isso, isso não
é um tanto quanto limitante?'", relatou a atriz.
Não custou muito para a atriz ser detonada com
aquela tradicional carga de etarismo. "É coisa de velha",
disseram os incomodados pela crítica da atriz. No entanto,
para muita gente não soou como uma observação de gente
ultrapassada que não aceita o novo. Ao contrário, pareceu
um comportamento familiar.
No mundo, a geração Z é vista como difícil de
trabalhar por causa de uma falta de motivação e pela
capacidade de se distrair e de se ofender facilmente. No
Brasil, a dificuldade de se engajar no trabalho também se
confirma.
[...]
A gente tem que lembrar que essa é uma geração
que começou a trabalhar e foi abatida em pleno voo por
uma pandemia que bagunçou o mundo. Se antes havia
uma precarização do trabalho, a pandemia ajudou a
consolidar essa tendência e a aumentar as desigualdades
salariais já gritantes. Qual o estímulo para trabalhar e não
ter o suficiente para morar bem, comer, ter lazer, enquanto
uma minúscula parcela da população fica cada vez mais
endinheirada? Difícil buscar motivação que resista.
[...]
O que posso afirmar é que toda geração tem suas
questões para serem resolvidas. Assim como Jodie Foster,
sou baby boomer (nascidos entre 1945 e 1964). Nasci no
ano do golpe militar. Cresci num país onde a ditadura
perdurou por mais de duas décadas, com tudo o que cerca
regimes autoritários. A censura estava presente em
diversas camadas da sociedade brasileira. Não poupava
jornalistas, artistas, cientistas, entre outros. Sem contar
que o tratamento dado às mulheres e as desigualdades de
gênero eram ainda piores do que as atuais. Mesmo assim,
a gente é empurrada a encontrar nosso lugar no mundo
que nos faz mais feliz.
Ter alguém mais experiente nessa caminhada nos
dá uma grande vantagem. Tão bom quanto aprender com
os jovens é assimilar o conhecimento das pessoas mais
velhas. Pensa no tanto de lição que alguém como Jodie
Foster, que entrou na indústria do entretenimento com
apenas três anos de idade e construiu uma carreira sólida
e premiada, tem a ensinar para quem está chegando.
Quantas Jodie Foster, das mais diversas áreas, poderiam
estar como mentoras influentes, com benefícios para todo
mundo, independentemente da idade?
Ouvir pessoas com mais experiência é como ter um
espelho do que a gente quer buscar no futuro. É ter uma
referência do que vale a pena na vida. Pode parecer óbvio,
mas não custa lembrar que as gerações podem ter nomes
e letras diferentes. Mas têm uma coisa em comum: todas
vão envelhecer.
(Fonte: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/lucia-soares/jodiefoster-por-que-criticar-os-mais-jovens-nao-e-coisa-develha,4554465b54dc2c821fadea3ff0ec1384lf18w8n7.html).
I – “[..] e como teve que descobrir o que era ser mulher acima de 50 anos em Hollywood.”
II – “[...] a geração Z é vista como difícil de trabalhar por causa de uma falta de motivação...”
III – “Assim como Jodie Foster, sou baby boomer (nascidos entre 1945 e 1964).”
IV – “Ouvir pessoas com mais experiência é como ter um espelho do que a gente quer buscar no futuro.”
Sobre os sentidos produzidos pelas palavras em destaque, é possível afirmar que:
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Texto I
Jodie Foster: porque criticar os mais jovens não é
coisa de "velha"
Atriz e diretora de 61 anos, duas vezes vencedora do
Oscar, causou polêmica ao dizer que trabalhar com a
geração Z pode ser "muito irritante”.
Com a chegada da temporada de premiações do
cinema, a atriz Jodie Foster ganhou uma longa reportagem
no jornal inglês "The Guardian" recentemente. Depois de
ser indicada ao Globo de Ouro, Foster é candidata a
receber uma indicação ao Oscar de atriz coadjuvante por
"Nyad" (Netflix). No filme, ela é Bonnie, a amiga e técnica
da nadadora Diana Nyad (Annette Bening) que, aos 64
anos, realizou um feito considerado humanamente
impossível: nadar por mais de 50 horas no mar, indo de
Cuba à costa da Flórida, nos Estados Unidos.
Na entrevista ao jornal inglês, Foster falou sobre
carreira, sobre criar filhos feministas - ela é mãe de dois
garotos na faixa dos 20 anos - e como teve que descobrir
o que era ser mulher acima de 50 anos em Hollywood. Aos
61 anos, a atriz que também está à frente da nova série da
HBO Max "True Detective: Terra Noturna", sente-se à
vontade com ela mesma, liberta e quer ajudar a geração
mais jovem a sentir o mesmo.
Mas no meio da matéria havia um pequeno trecho
que ganhou repercussão. Apesar da torcida da atriz para o
sucesso dos mais jovens na indústria cinematográfica,
Foster ressaltou que a chamada geração Z (nascidos entre
1997 e 2010) pode ser bem irritante quando se trata de
trabalho. "Eles são assim 'hoje, não estou a fim, vou chegar
às 10h30'. Ou, por exemplo, em e-mails, digo que a
gramática está incorreta, pergunto se não verificaram a
ortografia. E eles respondem: 'Por que faria isso, isso não
é um tanto quanto limitante?'", relatou a atriz.
Não custou muito para a atriz ser detonada com
aquela tradicional carga de etarismo. "É coisa de velha",
disseram os incomodados pela crítica da atriz. No entanto,
para muita gente não soou como uma observação de gente
ultrapassada que não aceita o novo. Ao contrário, pareceu
um comportamento familiar.
No mundo, a geração Z é vista como difícil de
trabalhar por causa de uma falta de motivação e pela
capacidade de se distrair e de se ofender facilmente. No
Brasil, a dificuldade de se engajar no trabalho também se
confirma.
[...]
A gente tem que lembrar que essa é uma geração
que começou a trabalhar e foi abatida em pleno voo por
uma pandemia que bagunçou o mundo. Se antes havia
uma precarização do trabalho, a pandemia ajudou a
consolidar essa tendência e a aumentar as desigualdades
salariais já gritantes. Qual o estímulo para trabalhar e não
ter o suficiente para morar bem, comer, ter lazer, enquanto
uma minúscula parcela da população fica cada vez mais
endinheirada? Difícil buscar motivação que resista.
[...]
O que posso afirmar é que toda geração tem suas
questões para serem resolvidas. Assim como Jodie Foster,
sou baby boomer (nascidos entre 1945 e 1964). Nasci no
ano do golpe militar. Cresci num país onde a ditadura
perdurou por mais de duas décadas, com tudo o que cerca
regimes autoritários. A censura estava presente em
diversas camadas da sociedade brasileira. Não poupava
jornalistas, artistas, cientistas, entre outros. Sem contar
que o tratamento dado às mulheres e as desigualdades de
gênero eram ainda piores do que as atuais. Mesmo assim,
a gente é empurrada a encontrar nosso lugar no mundo
que nos faz mais feliz.
Ter alguém mais experiente nessa caminhada nos
dá uma grande vantagem. Tão bom quanto aprender com
os jovens é assimilar o conhecimento das pessoas mais
velhas. Pensa no tanto de lição que alguém como Jodie
Foster, que entrou na indústria do entretenimento com
apenas três anos de idade e construiu uma carreira sólida
e premiada, tem a ensinar para quem está chegando.
Quantas Jodie Foster, das mais diversas áreas, poderiam
estar como mentoras influentes, com benefícios para todo
mundo, independentemente da idade?
Ouvir pessoas com mais experiência é como ter um
espelho do que a gente quer buscar no futuro. É ter uma
referência do que vale a pena na vida. Pode parecer óbvio,
mas não custa lembrar que as gerações podem ter nomes
e letras diferentes. Mas têm uma coisa em comum: todas
vão envelhecer.
(Fonte: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/lucia-soares/jodiefoster-por-que-criticar-os-mais-jovens-nao-e-coisa-develha,4554465b54dc2c821fadea3ff0ec1384lf18w8n7.html).
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Texto I
Jodie Foster: porque criticar os mais jovens não é
coisa de "velha"
Atriz e diretora de 61 anos, duas vezes vencedora do
Oscar, causou polêmica ao dizer que trabalhar com a
geração Z pode ser "muito irritante”.
Com a chegada da temporada de premiações do
cinema, a atriz Jodie Foster ganhou uma longa reportagem
no jornal inglês "The Guardian" recentemente. Depois de
ser indicada ao Globo de Ouro, Foster é candidata a
receber uma indicação ao Oscar de atriz coadjuvante por
"Nyad" (Netflix). No filme, ela é Bonnie, a amiga e técnica
da nadadora Diana Nyad (Annette Bening) que, aos 64
anos, realizou um feito considerado humanamente
impossível: nadar por mais de 50 horas no mar, indo de
Cuba à costa da Flórida, nos Estados Unidos.
Na entrevista ao jornal inglês, Foster falou sobre
carreira, sobre criar filhos feministas - ela é mãe de dois
garotos na faixa dos 20 anos - e como teve que descobrir
o que era ser mulher acima de 50 anos em Hollywood. Aos
61 anos, a atriz que também está à frente da nova série da
HBO Max "True Detective: Terra Noturna", sente-se à
vontade com ela mesma, liberta e quer ajudar a geração
mais jovem a sentir o mesmo.
Mas no meio da matéria havia um pequeno trecho
que ganhou repercussão. Apesar da torcida da atriz para o
sucesso dos mais jovens na indústria cinematográfica,
Foster ressaltou que a chamada geração Z (nascidos entre
1997 e 2010) pode ser bem irritante quando se trata de
trabalho. "Eles são assim 'hoje, não estou a fim, vou chegar
às 10h30'. Ou, por exemplo, em e-mails, digo que a
gramática está incorreta, pergunto se não verificaram a
ortografia. E eles respondem: 'Por que faria isso, isso não
é um tanto quanto limitante?'", relatou a atriz.
Não custou muito para a atriz ser detonada com
aquela tradicional carga de etarismo. "É coisa de velha",
disseram os incomodados pela crítica da atriz. No entanto,
para muita gente não soou como uma observação de gente
ultrapassada que não aceita o novo. Ao contrário, pareceu
um comportamento familiar.
No mundo, a geração Z é vista como difícil de
trabalhar por causa de uma falta de motivação e pela
capacidade de se distrair e de se ofender facilmente. No
Brasil, a dificuldade de se engajar no trabalho também se
confirma.
[...]
A gente tem que lembrar que essa é uma geração
que começou a trabalhar e foi abatida em pleno voo por
uma pandemia que bagunçou o mundo. Se antes havia
uma precarização do trabalho, a pandemia ajudou a
consolidar essa tendência e a aumentar as desigualdades
salariais já gritantes. Qual o estímulo para trabalhar e não
ter o suficiente para morar bem, comer, ter lazer, enquanto
uma minúscula parcela da população fica cada vez mais
endinheirada? Difícil buscar motivação que resista.
[...]
O que posso afirmar é que toda geração tem suas
questões para serem resolvidas. Assim como Jodie Foster,
sou baby boomer (nascidos entre 1945 e 1964). Nasci no
ano do golpe militar. Cresci num país onde a ditadura
perdurou por mais de duas décadas, com tudo o que cerca
regimes autoritários. A censura estava presente em
diversas camadas da sociedade brasileira. Não poupava
jornalistas, artistas, cientistas, entre outros. Sem contar
que o tratamento dado às mulheres e as desigualdades de
gênero eram ainda piores do que as atuais. Mesmo assim,
a gente é empurrada a encontrar nosso lugar no mundo
que nos faz mais feliz.
Ter alguém mais experiente nessa caminhada nos
dá uma grande vantagem. Tão bom quanto aprender com
os jovens é assimilar o conhecimento das pessoas mais
velhas. Pensa no tanto de lição que alguém como Jodie
Foster, que entrou na indústria do entretenimento com
apenas três anos de idade e construiu uma carreira sólida
e premiada, tem a ensinar para quem está chegando.
Quantas Jodie Foster, das mais diversas áreas, poderiam
estar como mentoras influentes, com benefícios para todo
mundo, independentemente da idade?
Ouvir pessoas com mais experiência é como ter um
espelho do que a gente quer buscar no futuro. É ter uma
referência do que vale a pena na vida. Pode parecer óbvio,
mas não custa lembrar que as gerações podem ter nomes
e letras diferentes. Mas têm uma coisa em comum: todas
vão envelhecer.
(Fonte: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/lucia-soares/jodiefoster-por-que-criticar-os-mais-jovens-nao-e-coisa-develha,4554465b54dc2c821fadea3ff0ec1384lf18w8n7.html).
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Leia o texto a seguir para responder à questão..
Crianças mimadas ou sem educação?
Recentemente, durante uma viagem ao Chile, me
deparei com uma situação que me fez refletir sobre as
diferenças geracionais. Uma criança, aparentemente com
cerca de 12 anos, agiu de forma bastante desrespeitosa
com seus pais durante o voo, o que me fez lembrar de
outras ocasiões semelhantes que já testemunhei. O
comportamento dessa criança foi marcado por gritos,
exigências e uma atitude que parecia considerar seus pais
como servos, a ponto de a aeromoça intervir para pedir que
a controlassem. Ao longo do voo, esse padrão de
comportamento persistiu, com a criança impondo suas
vontades e os pais cedendo a suas demandas após uma
série de gritos, lágrimas e chantagem emocional.
[...]
Se a resiliência é uma competência e habilidade
altamente valorizada pelas empresas, como essa criança
lidará com situações em que receber um "não" de seu líder
ou quando perder o controle da situação? É evidente que
a falta de resiliência muitas vezes está associada a um
baixo controle emocional.
Talvez essa criança se torne o próximo chefe
narcisista ou tóxico a adentrar as empresas. No entanto, é
importante ressaltar que profissionais com esse perfil têm
uma vida útil cada vez mais curta nas organizações
atualmente, o que levanta questões sobre sua viabilidade
a longo prazo.
Neste cenário, os pais desempenham um papel
fundamental, sendo em sua maioria os responsáveis por
moldar esse contexto. Vivemos numa época em que a
presença da babá tem ganhado uma importância
desproporcional na criação e educação das crianças, enquanto a participação dos pais nos ensinamentos sobre
respeito e outras questões básicas das relações humanas
é limitada, muitas vezes devido ao foco em suas carreiras
ou outros compromissos.
(Fonte: https://www.terra.com.br/economia/geracao-z-queesta-nas-empresas-e-mais-fragil-do-que-seimagina,48f07a3c003cb8d08f8b94bb9ed26f26tiz67kaj.html)
“O comportamento dessa criança foi marcado por gritos, exigências e uma atitude que parecia considerar seus pais como servos, a ponto de a aeromoça intervir para pedir que a controlassem.”
Assinale a alternativa em que a forma do verbo destacado no trecho foi usada em desacordo com as normas prescritas pela gramática padrão da língua portuguesa.
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